Foto: Edu Cesar/FotoarenaAmpliar
(Da esquerda para a direita) Paulo e Cleuton durante aula da Moving chair: cadeirantes e não cadeirantes em uma mesma aula
A preocupação com a qualidade de vida de deficientes físicos extrapolou as telas da TV e está ganhando forma e espaço na sociedade. Na 20ª. Fitness Brasil, feira do setor de ginástica e bem-estar que acontece em Santos até este domingo (02/05), dois grandes destaques estão voltados a essa área.
Onze meses depois de sofrer um acidente de moto em que perdeu as duas pernas e teve o braço direito reconstruído, o professor de educação física e de Tae-kon-do Cleuton Nunes, 30 anos, lança uma aula de ginástica pensada especialmente para trazer portadores de necessidades especiais de volta às academias. Os exercícios trabalham membros superiores e rotação do tronco, usando movimentos do boxe e do Pilates. Batizada como “Moving Chair”, algo como “cadeira móvel”, a aula foi apresentada em primeira mão exclusivamente ao Delas.
Para quem tem necessidades especiais, a nova modalidade também traz outros benefícios: “Quando algo assim acontece, ou você se entrega e desiste ou você levanta a cabeça e segue adiante. Eu fiz essa escolha e voltei a treinar.
O exercício melhorou muito a minha vida, minha auto-estima aumentou, ganhei força para ajudar na transferência da cadeira para a cama, da cadeira para o chão”, relata Paulo César de Oliveira, 29 anos, ferreiro.
Ele ficou paraplégico por conta da violência no trânsito. “O farol abriu, eu dei sinal de luz para o carro da frente, que não saiu. Ultrapassei o carro e segui adiante. Na outra curva, o motorista do carro que estava parado atirou no meu carro. Duas balas atingiram a minha coluna.”
Para quem tem necessidades especiais, a nova modalidade também traz outros benefícios: “Quando algo assim acontece, ou você se entrega e desiste ou você levanta a cabeça e segue adiante. Eu fiz essa escolha e voltei a treinar.
O exercício melhorou muito a minha vida, minha auto-estima aumentou, ganhei força para ajudar na transferência da cadeira para a cama, da cadeira para o chão”, relata Paulo César de Oliveira, 29 anos, ferreiro.
Ele ficou paraplégico por conta da violência no trânsito. “O farol abriu, eu dei sinal de luz para o carro da frente, que não saiu. Ultrapassei o carro e segui adiante. Na outra curva, o motorista do carro que estava parado atirou no meu carro. Duas balas atingiram a minha coluna.”
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