sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Treinamento: Triathlon para crianças





Por: Prof. Gerson Leite
VEJAM MAIS SOBRE TREINAMENTO DE CORRIDAS EM : http://www.treinoonline.com.br/



Na maioria das vezes, quando pensamos no esporte Triathlon nos deparamos com imagens de atletas (Leandro Macedo, Fernanda Keller...) e competições consagradas (Ironman, Copa do Mundo de Triathlon...) passando por nossas cabeças, mas, será que o Triathlon se resume á atletas e grandes competições?

Para a primeira parte de nossa resposta, teremos que voltar 24 anos atrás, quando na década de 80 iniciou-se o "boom" mundial que difundiu o triathlon. Com uma foto de Julie Moss rastejando na chegada do Ironman de 1982 estampada nos principais jornais e revistas do mundo popularizou-se o esporte competitivo. Daí em diante muitas pessoas tem aderido ao Triathlon, pelo prazer pessoal de chegar ao final deste grande desafio e, principalmente, como a grandiosa Julie Moss, superar seus limites buscando o melhor desempenho, deixando de lado a "magia do triathlon" onde chegar é o mais importante.

Para a segunda parte da resposta, vamos demonstrar que o nosso esporte o Triathlon não é somente uma grande competição feita de grandes atletas, mas sim um esporte para todos, desde os mais jovens aos mais experientes. A Confederação Brasileira de Triathlon - CBTri, divide o triathlon em 3 grandes categorias, sendo infantil (8 a 13 anos), infanto-juvenil (14 a 15 anos) e adulto (16 anos e acima), tendo algumas subdivisões como o júnior (16 a 19 anos), sub-23 (18 a 23) e a elite (20 anos e acima) que estão presentes na categoria adulta. Dentro destas diferentes categorias a maior idade está na categoria adulta, subdivisão acima de 69 anos e a menor na infantil com 8 anos. Para estas diferentes categorias, a CBTri estipulou diferentes distâncias para provas oficiais variando de acordo com a idade, podendo assim ser disputadas por todos.

Conhecemos diversas pessoas acima de 69 anos que praticam triathlon regularmente, até com participações em Ironman, mas, neste momento surge nova pergunta: E as crianças, elas podem/devem praticar triathlon?

A resposta é sim, já que os esportes que constituem o triathlon, natação, ciclismo e corrida fazem parte dos conteúdos da Educação Física, na idade escolar ou não, mas, e o que isso quer dizer? Quer dizer que o professor de Educação Física pode trabalhar com o triathlon em qualquer idade de seu aluno (a partir dos 7/8 anos), pois suas modalidades só trarão benefícios para seus praticantes. Claro que não será o triathlon que nós conhecemos e que vem logo em nossas mentes, mas atividades adaptadas que seguirão a fase de crescimento e desenvolvimento da criança/adolescente, como hoje é feito com os outros esportes. Durante toda a categoria infantil (8 a 13 anos) o triathlon será mais um conteúdo da diversidade de elementos que a criança deve aprender e a partir da infanto-juvenil (14 a 15 anos) que se começará a especializar o adolescente triatleta, se ele decidir pelo triathlon claro e, na categoria adulta é que vamos buscar os objetivos do triatleta como atleta, seja ele profissional ou amador.

Se você tem um filho (a) é estava pensando em que idade seria ideal ele começar a praticar triathlon aqui vai à dica, se ele (a) já completou 7 anos ele já pode iniciar no triathlon, mas lembre-se, de uma forma lúdica, sem compromissos com horários rigorosos de atividades, que não busque rendimento e principalmente que o faça feliz, pois o triathlon é para todos!

Um abraço,

Bons treinos.

MISSA DE ANO DO PROFESSOR MANOEL TUBINO RECEBE AMIGOS PARA SUA CELEBRAÇÃO NO RIO DE JANEIRO



Com apresença de muitos amigos, foi realizada na noite desta sexta feira, no bairro de Laranjeiras, no Rio de Janeiro, a missa em comemoração a um ano da passagem do Professor Doutor Manoel Tubino. Presente toda a familia que recebeu as manifestações de todos e também dezenas de mensagens de amigos que não puderam comparecer devido a compromissos diversos.Tubino mais uma vez foi lembrado com muito carinho através de suas obras e, principalmente da figura humana que foi durante toda sua vida.Seu filho, repórter da Rádio Tupi do Rio de janeiro, Fabio Tubino fez uma homenagem especial ao pai cuja cópia vemos acima.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

PROFESSOR DOUTOR MANOEL TUBINO - MISSA DE UM ANO DE FALECIMENTO



Será realizada amanha, sexta feira, 18 de dezembro de 2009, as 18 horas, a missa de ano do Professor Doutor MANOEL JOSE GOMES TUBINO. A missa será realizada na igreja da PAROQUIA CRISTO REDENTOR
Na rua das Laranjeiras,número 519 no Rio de Janeiro,Bairro ds Laranjeiras.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

AUTISMO - CONHEÇA A CRIADORA DO METODO DE ENSINO PADOVAN


Fonoaudióloga e criadora do método Padovan, Beatriz já viajou o mundo divulgando como ajudar pacientes com síndromes, paralisia cerebral e acidente vascular cerebral

Por Anna Ruth Dantas
VEJAM MAIS SOBRE BEATRIZ PADOVAN EM : http://autismobemvindoaomeumundo.blogspot.com/



Conhecida mundialmente por ter criado o Método Padovan, a fonoaudióloga Beatriz Padovan é uma referência no tratamento de crianças e adultos com síndromes, paralisia cerebral, vítimas de Acidente Vascular Cerebral. O modelo de tratamento que ela desenvolveu é focado na reconstrução” das fases do desenvolvimento, atuando na organização do sistema nervoso.


A eficácia desse método é comprovada pela proliferação dele no mundo todo. Desde 1979 Beatriz Padovan ministra cursos em países europeus ensinando o modelo de tratamento. A fonoaudióloga ressalta que o centro de todo trabalho não é a doença, mas o ser humano, o próprio paciente.

“Uma criança que tem um retardo no seu desenvolvimento você pode curá-la com o método. Ou uma pessoa que tenha tido um derrame cerebral, você pode levá-la a ter uma vida normal outra vez, depende da extensão, da lesão, depende do tempo”, destaca a criadora do método, que esteve em Natal para ministrar um curso a convite da fonoaudióloga Yara Caldas.

E, acreditem, todo esse trabalho de Beatriz Padovan surgiu por curiosidade. Ela trabalhava como professora em uma escola pública quando percebeu que cinco alunos não acompanhavam o aprendizado. Informada que se tratava de um caso de Dislexia, a então educadora foi em busca de descobrir como tratar a doença. Começava aí todo o processo de descoberta que viria, mais tarde, a originar o Método Padovan.

É com toda autoridade de quem desenvolveu o método, que Beatriz afirma: o Rio Grande do Norte é referência nesse trabalho para o Norte e Nordeste. Inclusive é no Estado potiguar que está instalado o Centro Nordestino Padovan.

Continua.

A entrevista segue no site, clique no link título
Postado por Autismo bem vindo ao meu mundo às 05:00:00 0 comentários
Especiais vencem o preconceito

Priscilla Castro - Repórter

“Eu voltei a sonhar”. A frase é do estudante José de Arimatéia, de 26 anos, portador de deficiência. O desabafo é consequência da realização de um sonho que ele já tinha abandonado e só acreditou ser real quando se viu dentro de uma sala de aula. Ele tem paralisia cerebral, mas, apesar de não ter coordenação sobre os braços e as pernas, tem total domínio sobre a fala e, principalmente, sobre os sonhos. Por isso, Arimatéia sabe que pode imaginar um futuro bem diferente do que foi seu passado.

Aluno da Escola Estadual Lia Campos, em Natal, José de Arimatéia conta que passou a se sentir igual às outras pessoas depois que entrou na escola. “Foi a partir de uma reportagem que eu vi no Fantástico sobre um deficiente que ganhou as Olimpíadas de Matemática, que eu pensei que também poderia ter essa chance. Se ele conseguiu, porque eu não poderia conseguir? E tudo mudou na minha vida, a dignidade, a auto-estima. O estudo e o trabalho dignificam o homem, não é?”, disse.

Outro estudante da Escola Lia Campos que merece destaque pela força e vontade de estudar é Arinaldo Ferreira, de 28 anos. E essa história é ainda mais emocionante porque até os 16 anos, Arinaldo correu e brincou na calçada de casa como os outros meninos. Depois de uma fratura mal tratada na perna, Arinaldo ficou com problemas na coluna e teve uma depressão pela morte do avô, o que resultou em uma doença chamada de espondilite anquilosante. Depois de 11 anos longe da escola, desejando voltar para uma sala de aula, ele teve a oportunidade de realizar o sonho e está concluindo o Ensino Médio.

“Em 2008, uma amiga minha foi até à Secretaria de Educação e contou a minha história porque eu tinha muita vontade de voltar a estudar. Aí uma equipe visitou minha casa, fizeram uma avaliação e conseguiram uma escola para mim. Eu sentia muita falta de estudar porque sem estudo não somos ninguém”, disse.

Porém, nem todos os momentos foram de sorrisos e Arinaldo conta que enfrentou preconceito. “Como eu fiquei muito tempo fora da escola, eu tinha dificuldade em acompanhar as aulas e sempre tinha um grupo que ficava rindo. Fora isso, eu noto muita indiferença das pessoas, mas eu sei que onde eu estiver, isso vai existir. Eu tenho que tirar isso de letra”, desabafou.

Mas Arinaldo também tem outras coisas a agradecer, entre elas, as novas amizades. A amiga Kátia Rejane é uma das que faz questão de acompanhar os estudos e incentivar Arinaldo a não desistir dos sonhos. “Quando ele me liga triste ou preocupado porque não vai poder vir à aula e pensa em largar tudo, eu converso com ele e o convenço a pensar direitinho”, disse se emocionando ao relembrar as dificuldades já enfrentadas pelo amigo.

E elas também agradecem a Arinaldo pelos ensinamentos e experiências. A colega de sala Rejane Inácio, de 50 anos, conta que nunca teve uma experiência do tipo. “Eu nunca tinha convivido com um deficiente e para mim, foi uma verdadeira lição de vida”. Andreia Guedes disse que se espelha no amigo nos momentos em que falta esperança. “Quando eu penso em desistir, me espelho em Arinaldo e penso que se ele, que tem tantos problemas, consegue, porque eu não conseguiria?”. Essa é, inclusive, uma das propostas da inclusão nas salas de aula: a troca mútua de benefícios.

No final da entrevista, Arinaldo fez um pedido especial à reportagem: que publicássemos uma mensagem de sua autoria, para que outros portadores de deficiência se espelhem. O texto é o exemplo de que os sonhos não devem morrer. “Quando o Sol chegar na sua vida, agradeça a Deus pelo novo amanhecer. E dê graças a Ele por tudo que ele fez por nós”, Arinaldo Ferreira.

Continua no link Título.

Postado por Autismo bem vindo ao meu mundo às 04:54:00 0 comentários
Associação de apoio aos autistas quer ajuda para desenvolver seus trabalhos

(foto: FERNANDO OLIVEIRA/APPACDM)
Paula Machado
Repórter

A Anda - Associação norte mineira de apoio aos autistas, formada por trinta famílias e profissionais especializados, com dois fonoaudiólogos, uma psicopedagoga e uma pedagoga, faz um mês de aniversário e oferece aulas de capacitação gratuita a professores ou interessados, a fim de orientá-los como lidar com o autismo.

De acordo com a presidente da associação, Márcia Sergy Avozani, muitas crianças que têm esse problema não estão nas escolas, devido à falta de informação sobre o assunto e a falta de preparo dos professores e escolas para receber esses alunos especiais.

- Muitas escolas aceitam essas crianças porque são obrigadas, devido à lei de inclusão. As escolas têm realizado muitos projetos para tratar das deficiências físicas, auditivas, visuais, mas não quanto à deficiência mental - afirma.


O ensino destinado aos autistas deve ser adaptado de acordo com a necessidade de cada um.

De acordo com ela, já foram realizados dois cursos na cidade para promover a capacitação de professores, para que possam saber lidar com a doença e garantir um aprendizado de qualidade para os alunos que sofrem de autismo.

- A príncípio estamos correndo atrás de capacitação para esses profissionais, estamos em uma sede provisória no bairro Todos os Santos, problema que por enquanto foi solucionado, pois não tínhamos lugar algum para realizar nossas reuniões, mas desenvolvemos nas escolas um acompanhamento escolar para as crianças com autismo - ressalta.

Segundo a presidente da associação, uma psicopedagoga, de Belo Horizonte, vem à cidade de Montes Claros, a cada dois meses e aplica nas escolas as atividades adaptadas para cada aluno, pois conforme Macia informa, não há um modelo padrão de ensino a seguir, cada autista tem suas dificuldades e necessidades que devem ser tratadas de maneira diferenciada.

- Esse trabalho de funcionamento já funciona na escola João e Maria, no bairro Esplanada, onde meu filho estuda, na escola Montessori Pedaçinho do Céu, onde estuda quatro crianças autistas que participam da associação, na Marista São José, onde tem duas crianças e no Imaculada Conceição, também com duas crianças. Percebo que essas escolas estão tentando proporcionar também a esses alunos um ensino melhor e de qualidade, pois participaram das capacitações – enfatiza.

Márcia afirma que ainda não há um levantamento preciso de quantas crianças autistas existem em Montes Claros, mas afirma que é um assunto que tem despertado muito interesse nas pessoas e servido de fonte de pesquisas para muitas faculdades.

Ela afirma que reuniões já haviam sido realizadas entre as famílias antes do surgimento da associação buscando soluções para este problema, desde novembro de 2008, e algumas famílias conforme a presidente diz se conheceram através da palestra da fonoaudióloga Vanessa que apresentou uma palestra no colégio Marista São José no ano passado.

- Sabemos de mais vinte famílias com crianças autistas e estamos tentando correr atrás para cadastra-las - revela.

O AUTISMO

O autismo é uma síndrome de transtorno evasivo de desenvolvimento que limita à criança nas questões sociais, na linguagem e no comportamento, e está presente desde o nascimento, se manifesta aos 18 meses de idade, período em que os pais começam a detectar que os filhos possuem algum tipo de problema.

- Ainda não se sabe a cauda e nem a origem da doença, desde 1911 é estudada, mas existem diversas teorias, como por exemplo, de que seria transmitida através da genética. Na associação sempre buscamos entrar em contato com especialistas e laboratórios, como o laboratório Son Rise, nos Estados Unidos – informa.

Como características presentes nos autistas ela cita as alterações de sono, quietude ou choro excessivo, aversão ao contato físico, ausência de imitação dos gestos dos pais, contato ocular ausente ou de forma atípica quando ainda são bebês.

- Ainda são observadas estereotipias, gestos estranhos e ecolalia, repetição do que se escuta risos e gargalhadas inoportunas, bem como choros e angústias inexplicáveis, dificuldade na fala e apego a rotinas e rituais – explica.

Mas a presidente ressalta que não são necessárias todas as características para se identificar o autismo, e que cada autista tem características que lhe são peculiares.

- É importante ressaltar que existem vários graus de autismo, onde as manifestações podem ocorrer de forma leve, moderada, grave ou severa, existem vários métodos de trabalhar com o autista, dentre os quais há o método ABA, o PECS e O teaacch - diz.

Postado por Autismo bem vindo ao meu mundo às 02:33:00 0 comentários
Pessoas que não conseguem reconhecer rostos: PROSOPAGNOSIA

Trata-se de um distúrbio neurológico que consiste na perturbação da capacidade de reconhecimento de rostos e outros tipos de perturbações de reconhecimento.


A pessoa com esse distúrbio tem dificuldade de reconhecimento de familiares ,amigos e até de si mesmas quando olha no espelho.As causas da prosopagnosia podem ser adquiridas, ou seja, por lesões de traumatismo cranioencefálico, AVC ou doenças degenerativas, ou pode ser por causa desenvolvimental, ou seja, de natureza genética.


A prosopagnosia ainda pode ter outras causas ou comorbidades que dificultam sua etiologia, relacionadas a déficits neurológicos e cognitivos.As crianças que possuem esse distúrbio acabam reconhecendo pessoas e objetos por meio de outros sinalizadores, como por exemplo, cheiro ou odor, tato, etc.

Pessoas com prosopagnosia têm dificuldades de reconhecer pessoas na multidão, porém é um distúrbio diferente do distúrbio autista, no qual o autista raramente procura contato visual.No distúrbio prosopagnosia, a dificuldade de reconhecimento leva a memorização de outros aspectos para identificação, como compensação da falta da imagem facial.

Reconhecer e identificar as imagens de rostos são atividades distintas no cérebro, o qual utiliza de regiões responsáveis distintas.Esse distúrbio atinge cerca de 2% da população, afetando tanto homens como mulheres. O fator hereditário é responsável por 50% dos casos.


O tratamento desse distúrbio ainda é limitado e consiste no auxílio ao paciente para descobrir e ganhar habilidades em novas formas de reconhecimento de rosto. O agravamento deste distúrbio pode deixar a pessoa incapacitada e provocar outros distúrbios comportamentais e psicológicos, como irritação, medo, afastamento, isolamento, dependência, etc.


Veja mais sobre prosopagnosia, dificuldades de reconhecimento de rostos e faces, distúrbios cognitivos, distúrbios comportamentais, autismo, acesse estas categorias no site ou clique nos links desta página.

Postado por Autismo bem vindo ao meu mundo às 02:16:00 0 comentários
14 Dezembro 2009

COMO NA NOVELA DA GLOBO Aline tem todo o tempo do mundo


ACONCHEGO
Aline com seu laptop na terapia intensiva do Hospital Pedro Ernesto, em Vila Isabel, no Rio. A internet e o carinho da equipe médica como amparo em quase nove anos de imobilidade



APOIO
Alexandre Valente, Christiane Fialho (ao lado de Aline), Priscila Magalhães (na sequência) e Paula Lellis fazem parte da equipe de fisioterapeutas de Aline




Como a vida de uma jovem tetraplégica moradora há oito anos de um hospital no Rio é suavizada pela internet e pelo carinho da equipe médica
MARTHA MENDONÇA
Ela tem o mesmo nome da atriz que emociona o público no horário nobre, na pele de uma moça tetraplégica, e, assim como ela, está presa ao leito de um hospital. Aline Korb Mendes mora no Centro de Terapia Intensiva do Hospital Universitário Pedro Ernesto, em Vila Isabel, Zona Norte do Rio de Janeiro. Aos 17 anos, uma meningite deixou como sequela uma lesão na medula, fazendo com que perdesse os movimentos dos braços e das pernas. Apesar de lúcida e saudável, ela jamais pôde voltar para casa, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Os pais, empregada doméstica e pedreiro, não têm condições de manter a estrutura de que ela precisa para se manter viva. Como sua lesão foi na parte alta da medula, a atividade de seu diafragma é pequena. Para respirar, ela precisa de um aparelho chamado ventilador, ligado a sua traqueia. Também necessita de ajuda para alimentação, limpeza, exercícios – e até para atitudes simples, como coçar o nariz.

Na placa acima da cama, indicando que aquele é o leito 6, constam seu nome e a data de sua internação: 27 de fevereiro de 2001. A Seleção Brasileira ainda não era pentacampeã do mundo. As torres gêmeas ainda estavam de pé. Uma semana antes, incomodada com uma fortíssima dor de cabeça, Aline havia sido levada ao médico pela mãe. Depois de exames em outros dois hospitais, ela foi operada de emergência no Pedro Ernesto. Quando voltou a si, estava tetraplégica. E assim ela tem vivido desde então. Aos 26 anos, o hospital é sua casa, a equipe médica faz as vezes de família e o mundo exterior – aquele que ela não pode visitar – chega até Aline pela internet.

Ela tem e-mail, MSN e Orkut. Comanda o laptop com estalos de língua
“É tudo muito devagar, mas eu tenho todo o tempo do mundo, né?”, diz ela, num sussurro modulado pelo aparelho de respiração. Há pouco mais de um ano, Aline descobriu a internet. Por meio de uma professora voluntária que a ajudou a desenvolver a leitura, ganhou um laptop com um programa específico para deficientes, cujos comandos obedecem ao estalar da língua. Para escrever, o cursor da tela se move pelas letras e, com um microfone, ela faz o estalo quando chega à que lhe interessa. Hoje ela usa e-mail, MSN e tem uma página no Orkut. Aline perde o amigo, mas não perde a piada. Seu bom humor impressiona. Ela faz careta para o fotógrafo enquanto fala da paixão pelo ator Márcio Garcia. “Não tem homem mais lindo no mundo. Pena que é casado”, afirma. Sua pequena baia no CTI é um oásis no meio das outras, de pacientes em coma, entubados, brigando com a morte. Ali tudo é colorido: a colcha felpuda cor-de-rosa, as almofadas de coração, os bichinhos de pelúcia. Fotografias da família e dos amigos na cortiça e nos porta-retratos. Aline nunca perdeu a vaidade: as enfermeiras a penteiam e maquiam, a seu pedido. Faz questão de ser depilada e nunca dispensa o perfume. Sua saída para o quarto nunca aconteceu porque ela precisa de atenção ininterrupta, e o hospital estadual só tem tal estrutura no CTI. Uma vez por semana ela pega sol no pátio, na cadeira de rodas.

As visitas da família são raras. A mãe, Regina, está desempregada. O pai, Manoel, faz bicos. “Para ir e voltar, gasto R$ 12”, diz Regina, de 47 anos, que está à procura de trabalho. Aline tem três irmãs, duas delas com filhos, que também aparecem pouco no hospital. “Sei que é caro eles virem até aqui. Mas acho que também é porque sofrem me vendo assim”, afirma. Em 2007, dias antes do Natal, amparada por um esquema da própria equipe do hospital, ela passou uma tarde na casa dos pais – aonde não ia havia quase sete anos. “Não me senti confortável”, diz. “Tinham feito obras, tudo estava diferente, me senti bem estranha de não saber o que acontece na casa onde eu morava.” A mãe também não conseguiu aproveitar a visita. “Foi um entra e sai, os vizinhos querendo vê-la. Eu tive medo de ela passar mal”, diz Regina. Aline não sabe se vai de novo. E nem se gostaria de voltar para lá definitivamente. Entre os motivos, o apego ao “pessoal do CTI”. Não é clichê dizer que eles são hoje sua família. Foram eles que deram tudo o que ela tem hoje: a decoração do quarto, o DVD, os cremes e os sabonetes cheirosos, o frigobar em que ela coloca as guloseimas – seu maior prazer. Além do mais puro afeto.

“Melhor amiga: Sônia.” Está escrito no Livro da Vida, ditado por Aline. Trata-se da enfermeira Sônia Regina de Souza, de 55 anos, 33 de enfermagem. Ela chegou ao CTI no mesmo momento que Aline, há nove anos. E construíram uma bela amizade. Aline encontrou uma ouvinte paciente e uma interlocutora nada paternalista. “Ela é esperta e exigente, sabe se impor, apesar de ser fisicamente dependente para tudo. Tem personalidade, opiniões e preferências”, diz.

Além da enfermeira, Aline tornou-se amiga da professora Lúcia Guimarães, que faz um programa de alfabetização nos hospitais estaduais do Rio de Janeiro. Em um dos últimos encontros, elas falaram sobre a diferença entre independência e autonomia. “Expliquei que autonomia é o reconhecimento dela como pessoa: alguém que tem vontade, desejo e se manifesta, se faz respeitar, apesar de estar presa a uma cama”, diz a professora. “Outro dia ela estava no computador e uma enfermeira quis que ela tomasse banho às 9 horas. Mas o horário da higiene é 11 horas. Ela pediu explicações. Como não havia, disse que não tomaria. E foi respeitada”, afirma. Foi Lúcia quem sugeriu o Livro da Vida, em que Aline fala de si, da tragédia que enfrenta, de seus sentimentos, de seus gostos e prazeres. “Cantora: Ivete Sangalo”, “Filme: Titanic”, “Cor predileta: vermelho”. É de vermelho que suas unhas estão pintadas quando ela diz que quer um dia conhecer “um rapaz sincero, amigo e companheiro, que tenha muito amor para dar, sem preconceito”. Todos os dias, ela repete para as enfermeiras, como um mantra: “Eu queria beijar na boca”.

"Ela às vezes me pergunta se poderá um dia recuperar os movimentos. Respondo que não sei. É importante manter a esperança", SÉRGIO CUNHA, médico de Aline

As histórias mostram que o CTI virou uma gincana de realização dos desejos possíveis de Aline. No último aniversário, em 17 de junho, ela ganhou uma máquina fotográfica. No ano passado, foi um telefone celular, cuja conta é paga por uma médica. Ela escolhe temas para suas festinhas de aniversário. Na última, quis o Piu-Piu. Alguns desejos, porém, não são materiais. Há alguns meses, no horário de um de seus passeios ao pátio, começou a chover. Em vez de cancelar, ela pediu um banho de chuva. Conseguiu. Voltou com alegria redobrada. Não há quem faça uma visita sem trazer um doce ou salgadinho para a dona do leito 6 – mesmo com os muitos quilos a mais que ela ganhou nos anos de internação. Mimada por todos, ela aproveita para chamar a atenção. Outro dia disse a Sônia que iria ficar de pé. “Você vai ver, me ajuda que eu consigo”, afirmou. A enfermeira apenas sorriu e mudou de assunto.


APOIO
Alexandre Valente, Christiane Fialho (ao lado de Aline), Priscila Magalhães (na sequência) e Paula Lellis fazem parte da equipe de fisioterapeutas de Aline
Aline diz que sonha muito. Em seus sonhos, corre e dança. É raro ter pesadelos. “Acordar é um pouco triste”, diz. É um dos poucos momentos em que fecha o sorriso banguela, causado por remédios e falta de tratamento. A enfermeira Sônia diz que ela acorda sempre muito calada. “Quando fica chateada, fecha os olhos e finge que está dormindo. Mas, ao menor sinal de fofoca, ri e começa a dar opinião. Ela é a alegria do CTI”, diz. Aline acompanha a vida de cada membro da equipe como se fosse uma novela. “Adoro saber de tudo. Se eu soubesse escrever direito, ia ser uma boa jornalista”, diz. Também está sempre a par dos novos “moradores” do centro intensivo e dos dramas familiares que vão e vem – enquanto ela ali fica. Chefe do CTI do Pedro Ernesto, o médico e professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) Sérgio Cunha acompanha Aline desde seu primeiro dia. Ele não esconde a preocupação com seu futuro: se haverá alguma forma de ela sair do CTI e, havendo, se ela se adaptaria ao mundo lá fora. “Ela às vezes me pergunta se poderá um dia recuperar os movimentos. Respondo que não sei, mas falo sobre as pesquisas feitas no mundo inteiro. É importante ela manter a esperança”, diz.

Noveleira, Aline tem devorado os capítulos de Viver a vida, de Manoel Carlos. Ela torce para que Luciana, a personagem de Alinne Moraes, volte a andar. Ao mesmo tempo, diz que, se isso acontecer, “é porque é novela”. A esperança da Aline da vida real é pequena, mas existe. É ela quem diz. “Um dia acho que ainda vou andar. Mas, na maioria das vezes, penso que isso é bobagem. Melhor viver o que dá para viver”, afirma. Sua coragem desconcerta.

CREDITO: REVISTA EPOCA 13-12-09

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

ALDO MICOLLIS É SEPULTADO NESTA TERÇA FEIRA N O CEMITERIO DE INHAÚMA(RJ)


Centenas de amigos compareceram ao sepultamento de ALDO MICOLLIS, realizado nesta terça feira 15/12/2009) no Cemitério de INHAÚMA ( Rio de Janeiro) as 11 horas da manha. Estiveram presentes o Presidente do Comite Paraolimpico Brasileiro, ANDREWS PARSON, O Vice Presidente do CPB LUIZ CLAUDIO PEREIRA, O Presidente JOSE MARIA, do Clube dos Paraplegicos, Representantes de Diversas entidades Paraesportivas, Profissionais de Educação física, Religiosos e muitos amigos de luta. A toda a familia enlutada, os nossos pesames e tendo a certeza de que o nosso Aldo certamente estara sentado com nosso Pai maior desde o momento de sua passagem.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

ALDO MICOLLIS


MORRE NO RIO DE JANEIRO UM DOS PAIS DO ESPORTE PARAOLIMPICO: aldo micollis
vejam mais sobre Aldo Micollis em : http://educaofsicaadaptadaeeducaoespecial.blogspot.com/2009/12/morre-no-rio-de-janeiro-um-dos-pais-do.html

VEJAM MAIS EM : http://www.band.com.br/esporte/olimpico/conteudo.asp?ID=239643 E ainda em : http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=6722999087275585853&postID=6599413003996911519


´Eu sou o João Havelange do movimento paraolímpico`, comparava, citando o ex-presidente da Fifa e membro do COI (Comitê Olímpico Internacional)

O esporte paraolímpico brasileiro perdeu nesta segunda-feira um de seus dirigentes mais importantes. Um enfarte matou o carioca Aldo Miccolis, de 78 anos, conhecido no movimento paraolímpico como "A Lenda". Seu trabalho começou em 1958, quando foi diretor do Centro Esportivo do Clube do Otimismo, no Rio. Era o embrião do Comitê Paraolímpico. Miccolis ajudou a criar a Ande (Associação Nacional de Desporto para Deficientes).

Participou da fundação da CBDC (Confederação Brasileira de Desportos para Cegos), foi vice-presidente do CPB (Comitê Paraolímpico Brasileiro) e era o atual presidente de honra da entidade. "Eu sou o João Havelange do movimento paraolímpico", comparava, citando o ex-presidente da Fifa e membro do COI (Comitê Olímpico Internacional).
Aldo se empenhava ultimamente em abrir um memorial paraolímpico na antiga sede do Clube do Otimismo, no bairro do Meier. "Guardo comigo a primeira medalha paraolímpica do Brasil e a bocha utilizada por Robson Sampaio e Luis Carlos Costa", dizia. A dupla a que se referia alcançou o pódio paraolímpico pela primeira vez na história em Toronto, em 1976.

MORRE NO RIO DE JANEIRO UM DOS PAIS DO ESPORTE PARAOLIMPICO BRASILEIRO : ALDO MICCOLLIS





Faleceu ontem a noite no Rio de Janeiro, o Professor ALDO MICCOLLIS, um dos pais do esporte Paraolimpico Brasileiro. Aldo era uma das pessoas mais queridas no movimento Paraolimpico e deixará uma lacuna impreenchível no cenário do Esporte Adaptado nacional e internacional.

A Associação Nacional de Desporto para Deficientes (ANDE) é uma entidade brasileira criada com o objetivo de agregar os esportes praticados por portadores de deficiências, principalmente paralisia cerebral. Foi fundada em 1975 pelo professor Aldo Miccollis.

Movimento Paraolímpico no Brasil

Em 1958, o esporte paraolímpico começou a ser praticado em solo nacional. No dia 1º de abril daquele ano, no Rio de Janeiro, o cadeirante Robson Sampaio de Almeida, em parceria com seu amigo Aldo Miccolis, fundou o Clube do Otimismo.
ldo Miccolis

Desde 1958, o trabalho de Aldo Miccolis, um homem evangélico, diácono batista, foi sempre bastante árduo, no sentido de divulgar o esporte e o direito de cidadania das pessoas com deficiência no Brasil. Naquela época, nada consistente acontecia a respeito. Depois de formar 2 equipes de basquetebol em cadeira de rodas, viajou pelo país, visitando mais de 100 municípios, fazendo exibições e palestras. [+]

CONHEÇA MAIS O INSTITUTO ALDO MICCOLLIS EM :
http://www.institutoam.org.br/



Em 1958, o esporte paraolímpico começou a ser praticado em solo nacional. No dia 1º de abril daquele ano, no Rio de Janeiro, o cadeirante Robson Sampaio de Almeida, em parceria com seu amigo Aldo Miccolis, fundou o Clube do Otimismo. Meses depois, em 28 de julho, Sérgio Seraphin Del Grande, também deficiente físico, cria o Clube dos Paraplégicos de São Paulo. A data foi escolhida para homenagear os dez anos de Stoke Mandeville.

Ambos os pioneiros se inspiraram em trazer o esporte paraolímpico para o Brasil quando se tratavam de suas lesões em hospitais estadunidenses. Robson e Sérgio tiveram a oportunidade de presenciar a prática esportiva de pessoas em cadeiras de rodas, principalmente no Basquete. No caso de Del Grande, quem mais o incentivou foi Jeyne Kellog, atleta do time Pan Am Jets (a versão paraolímpica da equipe de basquete Globe Troters, que só joga em caráter de exibição).

A primeira participação do País numa competição internacional foi nos II Jogos Parapanamericanos, ocorridos em Buenos Aires no ano de 1969. Os objetivos desta experiência foram: buscar o conhecimento das modalidades que integravam o evento e possibilitar aos atletas brasileiros uma integração com os paraolímpicos do resto do continente. Três anos depois, a pátria esteve representada em sua primeira Paraolimpíada, que teve a cidade alemã de Heidelberg como sede.

No Parapan da Cidade do México, em 1975, o Brasil foi representado por duas delegações, conseqüência da falta de comunicação entre as maiores entidades paraolímpicas de São Paulo e do Rio de Janeiro. Este problema fez com que Stoke Mandeville exigisse a fundação de uma associação nacional. Assim, no avião que retornava do México, foi criada a Associação Nacional de Desporto de Excepcionais, atual Associação Nacional de Desporto de Deficientes-ANDE. Em 78, o País sediou a quinta edição dos Jogos Parapan-americanos, na Cidade Maravilhosa.

Só os cadeirantes competiram. Aldo Miccolis, José Gomes Blanco (presidente da SADEF-RJ) e Celso Coutinho (Clube dos Amigos) formaram a junta governativa do evento.

INSTITUTO ALDO MICCOLIS
Organizado em 28/Ago/2008 tem por objetivo perpetuar o trabalho desse homem dinâmico e altruísta, dedicado a defender, desde 1958, as pessoas portadoras de necessidades especiais. Tornou-se um dos pioneiros do esporte paraolímpico no Brasil. É o Presidente de honra da ABDC - Associação Brasileira de Desportos de Cegos, da ANDE - Associação de Desportos para Deficientes, e do Comité Paraoliímpico Brasileiro.



Em sua festa, comemorativa dos seus 77 anos, a família presenteou-o com a perpetuação de seu sonho, que é sua vida, que é continuar assistindo aos portadores de necessidades especiais, com o Instituto que leva o seu nome. Foi dada posse à Diretoria pelo Pastor João Reinaldo Purin Júnior, da Igreja Batista do Méier, onde a família dedica-se a obras sociais e ao louvor a Deus, e onde aconteceu o memorável evento.

Acima fotos da sua festa, onde contou com apresentação de hinos de sua autoria, cantadas pela esposa Mariuza Fiuza Miccolis, seu filho Mario José Miccolis, e a Cantada Infantil com jovenzinhas, onde estavam inúmeras de suas netas.

Uma Reflexão foi apresentada pelo amigo Diácono e Presidente da Casa Publicadora Batista Almir dos Santos Gonçalves Jr.

Também recebeu uma Moção da Câmara de Vereadores do Município do Rio de Janeiro por serviços prestados na área da assistência social, tendo presentes família, amigos, autoridades, irmãos evangelicos, os Gideões Internacionais, a vereadora Nereide Pedregal (PDT), Vinicius Cordeiro, o ex deputado Sergio Lomba, e Arley Fagundes, além da esposa do cadeirante Robson Sampaio de Almeida, mentor do Clube do Otimismo.

VEJAM MAIS NO BLOG DOS PACHECOS EM : http://eliblogpacheco.blogspot.com/2008_08_01_archive.html


VEJAM MAIS EM : http://www.band.com.br/esporte/olimpico/conteudo.asp?ID=239643 E ainda em : http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=6722999087275585853&postID=6599413003996911519


´Eu sou o João Havelange do movimento paraolímpico`, comparava, citando o ex-presidente da Fifa e membro do COI (Comitê Olímpico Internacional)

O esporte paraolímpico brasileiro perdeu nesta segunda-feira um de seus dirigentes mais importantes. Um enfarte matou o carioca Aldo Miccolis, de 78 anos, conhecido no movimento paraolímpico como "A Lenda". Seu trabalho começou em 1958, quando foi diretor do Centro Esportivo do Clube do Otimismo, no Rio. Era o embrião do Comitê Paraolímpico. Miccolis ajudou a criar a Ande (Associação Nacional de Desporto para Deficientes).

Participou da fundação da CBDC (Confederação Brasileira de Desportos para Cegos), foi vice-presidente do CPB (Comitê Paraolímpico Brasileiro) e era o atual presidente de honra da entidade. "Eu sou o João Havelange do movimento paraolímpico", comparava, citando o ex-presidente da Fifa e membro do COI (Comitê Olímpico Internacional).
Aldo se empenhava ultimamente em abrir um memorial paraolímpico na antiga sede do Clube do Otimismo, no bairro do Meier. "Guardo comigo a primeira medalha paraolímpica do Brasil e a bocha utilizada por Robson Sampaio e Luis Carlos Costa", dizia. A dupla a que se referia alcançou o pódio paraolímpico pela primeira vez na história em Toronto, em 1976.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Viver as limitações e compreender a deficiência


Alunos da UTAD sensibilizaram com “Jantar sem mãos”

Nunca é demais alertar a sociedade civil para os problemas que afectam as pessoas com deficiência e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, através do curso de Engenharia de Reabilitação e Acessibilidade Humanas (ERAH), tem sido um veículo imprescindível nessa missão. Na noite em que se assinalou o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, dia 3, o núcleo de estudantes promoveu um “Jantar sem mãos”, uma iniciativa que decorreu na sequência do “Jantar às escuras”.

“Com a prática e demonstração podemos mostrar à sociedade que é possível fazer tudo.” É com este espírito que o presidente do núcleo de estudantes de Engenharia de ERAH, David Fonseca, encarou mais uma acção de sensibilização. Com a certeza de que só passando à prática é que se sente as verdadeiras dificuldades, os alunos colocaram o desafio de comer com alguns obstáculos.

Uma tala colocada no antebraço impedia o fechar da mão e o exercer de qualquer força, a juntar a umas mais pequenas colocadas nos dedos. Este foi um dos testes pelos quais muitos passaram, como Eduardo Ribeiro. “Estou a sentir pela primeira vez esta dificuldade, é mesmo muito difícil.” Para Cristiana Ferreira também não foi nada fácil, pois mal tinha começado já lhe doía a mão. “Não consigo cortar nada, a sopa ficou logo fria, porque demorámos muito tempo”, sublinhou a estudante, mencionando que estas iniciativas são uma “boa forma de integração”. Leonor Afonso também concordou no evidenciar das “dificuldades” que as pessoas com deficiência passam. “Se para nós é bastante complicado, imagino para quem tiver incapacidade total”, alertou.

Foi uma acção que não foi esquecida pela comunidade académica, pois a sala da cantina foi pequena para tanta gente. O Mensageiro também experimentou, viveu e sentiu uma pequena parte dos reais obstáculos de uma pessoa com deficiência. Pequenas tarefas que para o cidadão comum é algo banal, para os que detêm uma incapacidade podem ser uma missão impossível. “Muitas vezes, passam-nos despercebidas pessoas com limitações e nós quisemos dar a visão de uma outra realidade”, frisou Abel Trigo, um dos responsáveis pela acção, avisando que “ninguém está livre de sofrer um acidente”. Abel Trigo chamou ainda a atenção para a necessidade de realizar “alterações de fundo na legislação actual”. “Portugal não tem a tradição de olhar para o deficiente e tratá-lo com dignidade e igualdade e isso tem de passar pela legislação, que ainda falha um pouco nesta matéria.”

Para minimizar e ultrapassar algumas das limitações que as pessoas com deficiência vivem no quotidiano, o curso de ERAH têm vindo a criar alguns objectos. Talheres adaptados com cabo anatómico ou ajustáveis com um ângulo de ataque que facilita o deficiente, pratos e copos também adaptados e muitos outros objectos foram usados na experiência.

Natação Paraolimpica em piscina curta - Rio de Janeiro



Brasil em alto nível
Campeonato Mundial de Natação no RJ


Crédito: Saulo Cruz

Comandados pela dupla Andre Brasil e Daniel Dias, o Brasil terminou o Campeonato Mundial Paraolímpico em Piscina Curta, no Parque Aquático Julio Delamare, com 44 medalhas no total, sendo 20 de ouro. Para manter a tradição, Daniel (S5) e Andre (S10) venceram e bateram recordes mundiais em suas provas individuais neste sábado, último dia de competições, mas a vitória mais emocionante foi de Carlos Farremberg, o Carlão, nos 100m livre na classe S13, para deficientes visuais.

Ao final de sete dias de provas, o Brasil terminou em quarto lugar no quadro de medalhas, empatados em número de ouros com os Estados Unidos.

A Rússia ficou em primeiro, com 52 medalhas (34 ouros, 12 pratas e seis bronzes), seguida por Austrália, com 55 (23 ouros, 18 pratas e 14 bronzes), Estados Unidos, com 51 (20 ouros, 20 pratas e 11 bronzes) e Brasil, com 44 (20 ouros, 10 pratas e 14 bronzes).

No último Mundial de piscina de 50 metros, em 2005, o Brasil ficara na quinta colocação.

Na prova mais emocionante do dia, com direito a muita vibração e choro da família na torcida, Carlão assumiu a liderança nos últimos cinqüenta metros e ainda bateu o recorde mundial, com o tempo de 53s52.

"Quando saí da piscina ouvi que tinha ficado em terceiro, depois do anúncio oficial percebi que tinha ganhado e batido o recorde. Ainda não caiu a ficha. É a primeira vez que quebro um recorde mundial, disse Carlão, muito emocionado, abraçado pelo pai Ernest, a mãe Maria Lúcia e mulher Tatiana".

Daniel Dias e Andre Brasil cumpriram exatamente o que prometeram: venceram e bateram recordes mundiais em todas as provas que disputaram, sendo responsáveis por 15 medalhas de ouro. Daniel terminou a competição com oito ouros, enquanto Andre conquistou sete. Neste sábado, quem vibrou primeiro foi Daniel, vencendo os 200m livre, com o tempo de 2m29s85, na segunda prova do programa. Andre, por sua vez, não deu chances aos adversários nos 100m livre, estabelecendo a nova marca para a distância com 48s70.

“O campeonato foi fantástico em todos os aspectos, e o Brasil muito bem. Terminei esta prova muito cansado, mas depois de sete dias de competição, nadando todo dia, não tinha outra forma. Mesmo assim estou muito feliz com o tempo e com o recorde nesta prova”, disse Daniel, que entre todas vitórias elegeu a dos 100m peito como a mais gratificante. “Teve um gosto especial por ter me dado a oportunidade de vencer o espanhol que me derrotara em Pequim. Foi uma prova especial."

“Estou satisfeito porque consegui alcançar meu objetivo em termos de vitórias, mesmo assim, a satisfação não foi total, pois nos 50m e nos 100m livre eu queria ter feito tempos ainda melhores. Neste último dia eu sabia que o maior adversário seria o cansaço. Entre eliminatórias e finais, entrei na água 16 vezes”, disse Andre, que chegou a passar mal no final das competições neste sábado.

Murilo Barreto, treinador da seleção brasileira, também comemorou o resultado:

“Foi muito além do imaginávamos. Creio que por ser no Brasil, com apoio da família e da torcida, os atletas se superaram. É importante destacar a preparação que foi feita durante todo o ano, essencial para termos os resultados que vimos aqui."

Para Marcos Malafaia, presidente do Instituto Superar e do Comitê Organizador, o Mundial foi um divisor de águas no esporte paraolímpico brasileiro:

“O Mundial foi uma realização histórica para o esporte paraolímpico brasileiro e alcançou todos os nossos objetivos. A partir de hoje existe um novo parâmetro para eventos paraolímpicos no Brasil. Alcançamos nossos objetivos de qualidade tanto na parte técnica, para atletas e participantes, quanto para público e convidados. Queremos que outras competições aconteçam na cidade.”

Andrew Parsons, presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro e membro do Comitê Executivo do Comitê Paraolímpico Internacional, acredita que o Mundial é uma boa sinalização para os Jogos Paraolímpicos de 2016.

“É uma grande satisfação, poucas semanas depois de o Rio ganhar a disputa pela sede dos Jogos de 2016, ter a certeza de que podemos entregar um evento de altíssimo nível. Foi um excelente primeiro passo rumo a 2016”.

Das 21 finais disputadas no último dia do Mundial Paraolímpico de Natação apenas em uma prova, o 200 metros medley feminino classe SM13, não houve quebra de recorde mundial.

Os nadadores que mais contribuíram para este feito foram os australianos. O país, que disputava a terceira posição no quadro de medalhas com o Brasil, faturou seis medalhas de ouro - com cinco recordes mundiais: no revezamento 4x100m Medley - Masculino 34 pontos; nos 100 metros peito masculino, classe SB7; nos 100 metros livre masculino, classe S9; nos 50 metros borboleta masculino, classe S7 e nos 200 metros medley masculino, classe SM8; além de três pratas e um bronze.

Com esse desempenho, a Austrália assegurou a segunda colocação no quadro de medalhas com 23 ouros, 18 pratas e 14 bronzes.

Outros países que se destacaram neste sábado foram a Grã-Bretanha com quatro ouros, duas pratas e três bronzes e a Rússia com quatro ouros, cinco pratas e dois bronzes.

A HISTÓRIA DE PAPAI NOEL


HISTÓRIA DE PAPAI NOEL
COMO SURGIU O PAPAI NOEL?


Quem aqui nunca ouviu falar do Papai Noel? Um velhinho com roupas vermelhas, barba branca, cinto e botas pretos que passa de casa em casa para deixar presente às famílias. De geração em geração, a lenda do Santa Clauss ganha mais realidade no mês de dezembro, quando o mundo celebra o nascimento de Jesus Cristo. Será que ele existe? Será lenda? Bem, isso depende de cada um. Mas diz a história que o bom velhinho foi inspirado na figura de um bispo que de fato existiu.


São Nicolau nasceu no século 3, em Patras, na Grécia. Quando seus pais morreram, ele doou todos os seus bens e optou pela vida religiosa.

Com apenas 19 anos, foi ordenado sacerdote e logo tornou-se arcebispo da Mira. Dizia-se que na cidade em que ele nasceu viviam três irmãs que não podiam se casar por não ter dinheiro para o dote. O pai das meninas resolveu, então, vendê-las conforme fossem atingindo a idade adulta. Quando a primeira ia ser vendida, Nicolau soube do que estava acontecendo e, em segredo, jogou através da janela uma bolsa cheia de moedas de ouro, que foi cair numa meia posta para secar na chaminé. A mesma coisa aconteceu quando chegou a vez da segunda. O pai, afim de descobrir o que estava acontecendo, permaneceu espiando a noite toda. Ele então reconheceu Nicolau, e pregou sua generosidade a todo mundo.

A fama de generoso do bom velhinho, que foi considerado santo pela Igreja Católica, transcendeu sua região, e as pessoas começaram a atribuir a ele todo tipo de milagres e lendas. Em meados do século 13, a comemoração do dia de São Nicolau passou da primavera para o dia 6 de dezembro, e sua figura foi relacionada com as crianças, a quem deixava presentes vestido de bispo e montado em burro. Na época da Contra-reforma, a igreja católica propôs que São Nicolau passasse a entregar os presentes no dia 25 de dezembro, tal como fazia o Menino Jesus, segundo a tradição destes tempos e que ainda hoje continua em alguns pontos da América Latina.




Os holandeses, no século 17, levaram para os Estados Unidos a tradição de presentear as crianças usando a lenda de São Nicolau – a quem eles chamavam Sinter Klaas. Os verdadeiros impulsores do mito de Santa Claus – nome que o Papai Noel recebeu nos Estados Unidos – foram dois escritores de Nova York. O primeiro Washington Irving, escreveu em 1809 um livro em que São Nicolau já não usava a vestimenta de bispo, transformando-o em um personagem bonachão e bondoso, que montava um cavalo voador e jogava presentes pelas chaminés. Em 1823, um poema de um professor universitário, Clement C. Moore, enalteceu a aura mágica que Irving havia criado para a personagem, trocando o cavalo branco por renas que puxavam um trenó.

Ao longo do século 19, Santa Claus foi representado de muitas maneiras. Ele teve diferentes tamanhos, vestimentas e expressões, desde um gnomo jovial até um homem maduro de aspecto severo. Em 1862, o desenhista norte-americano de origem alemã Thomas Nast realizou a primeira ilustração de Santa Claus descendo por uma chaminé, embora ainda tivesse o tamanho de um duende. Pouco a pouco ele começa a ficar mais alto e barrigudo, ganhar barba e bigode brancos e a aparecer no Pólo Norte.

O símbolo de Santa Claus foi logo utilizado pela publicidade comercial. Em 1931, a Coca-Cola encomendou ao artista Habdon Sundblom a relodelação do Santa Claus de Nast para torná-lo ainda mais próximo. Sundblom se inspirou em um vendedor aposentado e assim nasceu – de uma propaganda da Coca-Cola – o Papai Noel que a gente conhece.

PALHAÇO - SEU DIA - QUE PALHAÇADA É ESSA...



Não, ninguém está nervoso...É que hoje é o dia do palhaço.
Nos dias de hoje, um palhaço é um ator ou comediante cuja intenção é divertir o público através de comportamento e maneirismos ridículos. O local de trabalho mais comum dos palhaços é o circo, mas também pode trabalhar em palcos, teatros, rodeios, ou como apresentadores de rua ou da televisão.

Embora nem todos os palhaços possam ser facilmente identificáveis através da aparência, palhaços frequentemente aparecem pesadamente maquiados e fantasiados. Tipicamente, usam sapatos grandes, roupas largas ou em tons berrantes, com cores brilhantes e em padrões não usuais, ou cheias de remendos. Também costumam usar chapéus alegóricos, perucas ou penteados com estilos ou cores incomuns, além de um falso nariz redondo, geralmente de cor vermelha, esta última sendo uma característica intimamente associada ao conceito.

No Brasil, o dia 10 de dezembro é o Dia do Palhaço.




A figura de nariz vermelho, sorriso de orelha a orelha e vestimenta espalhafatosa teria surgido em meados do século XIX, na Alemanha. Seus ancestrais são o arlequim (ilustração) e o pierrô, da comédia francesa, e também o bobo da corte inglês.
Mas até 1894 os números dos palhaços não tinham falas.
Mesmo hoje em dia, as apresentações mais comuns na Europa envolvem mímicas e pantomimas.

Já no Brasil predominam o vocabulário popular, as piadas, paródias e sátiras, sempre baseadas em situações do cotidiano.

O Dia do Palhaço foi criado por uma companhia paulistana, em 1981, e ao longo do tempo passou a ser festejado em diversas cidades do país.

O objetivo é divulgar o trabalho desses artistas, cuja versatilidade transcende os picadeiros e pode transformar os mais diversos ambientes.

Algumas palhaçadas comuns

Uma flor que solta água pelo meio;
Vários palhaços saindo de um carro pequeno;
Golpear outros palhaços com um frango de borracha ou com bexigas;
Dar tapas na cara de outros palhaços;
Cambalhotas;
Jogar água no público;
Jogar uma torta na cara de outros palhaços;
Interação educativa com crianças; exemplos: brincadeiras de rodas,jogos e associações de palavras como jograis;
Teatro, mímicas e manipulações de bonecos tais como marionetes, fantoches e a própria participação do palhaço no lugar dos mesmos.

Palhaço como termo pejorativo

O termo Palhaço também é bastante utilizado para denegrir a imagem de alguma pessoa. É utilizado em situações onde este(a) faz injustiças, agressões, brincadeiras de mau gosto, deboches demasiados e/ou traumáticos e qualquer outra situação que cause Raiva (sentimento) na pessoa receptora.

Palhaços famosos

Arrelia
Bozo
Carequinha
Carlitos, personagem de Charlie Chaplin
Simone Roberto
Torresmo
Palhaço Croquete
VOCE SABE O QUE É COULROFOBIA?

Coulrofobia é o termo psiquiátrico usado para designar o medo de palhaços. É comum entre crianças, e as vezes também ocorre com adolescentes e adultos. Às vezes o medo é adquirido após experiências traumáticas com um indivíduo singular, ou após ver algum palhaço ameaçador na mídia.

Ao depararem-se com algum indivíduo vestido de palhaço, "os portadores dessa fobia têm ataques de pânico, perda de fôlego, arritmia cardíaca, suores e náusea"[1]

Como exemplos, temos o personagem Billy, do desenho animado As Terríveis Aventuras de Billy e Mandy; a personagem Velma, do desenho animado Scooby Doo, que declara o medo de palhaços no episódio em que o grupo deve enfrentar um vilão disfarçado de palhaço e ela se recusa a participar do caso inventado desculpas, como trabalhos de faculdade; Ben de Ben 10 ,Cory de As Visões da Raven ,Chuckie de Rugrats e Sam Winchester da serie Supernatural.

O nariz de palhaço é um objeto redondo, quase sempre vermelho, feito de plástico, usado pelos palhaços como parte de sua caracterização visual. Possui uma abertura para ser encaixado no nariz e é também usado como forma de protesto.

No Brasil, na década de 2000, grupos de mobilização política tem incentivado eleitores a irem votar usando um nariz de palhaço, como forma de demonstrar insatisfação com a política nacional [1][2]

Também já foi usado por integrantes do unidos do viradouro durante o desfile das campeãs, como forma de protesto durante a apuração das notas no desfile oficial.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

DIA MUNDIAL DA SAÚDE MENTAL - 10 de Outubro



A Coordenação Nacional para a Saúde Mental assinalou o dia strong10 de Outubro de 2009, na Fundação Calouste Gulbenkian, o Dia Mundial da Saúde Mental, este ano subordinado ao tema «Saúde Mental nos Cuidados Primários: Melhoria do Tratamento e Promoção da Saúde Mental».

A sessão comemorativa tem o objectivo de «debater a articulação entre a Saúde Mental e os Cuidados de Saúde Primários».

«10 Anos da Lei da Saúde Mental»
Esta iniciativa da Coordenação Nacional para a Saúde Mental marca ainda o encerramento do Ciclo de Eventos «10 Anos da Lei da Saúde Mental», que decorreu durante 2009 para assinalar os 10 anos da publicação da legislação que estabelece a organização, gestão e avaliação dos serviços de saúde mental (Lei nº 36/98, de 24 de Julho).

O que é a Saúde Mental?

É sentirmo-nos bem connosco próprios e na relação com os outros. É sermos capazes de lidar de forma positiva com as adversidades. É termos confiança e não temermos o futuro.

Problemas de saúde mental mais frequentes


Ansiedade
Mal-estar psicológico ou stress continuado
Depressão
Dependência de álcool e outras drogas
Perturbações psicóticas, como a esquizofrenia
Atraso mental
Demências

Estima-se que em cada 100 pessoas 30 sofram, ou venham a sofrer, num ou noutro momento da vida, de problemas de saúde mental e que cerca de 12 tenham uma doença mental grave. A depressão é a doença mental mais frequente, sendo uma causa importante de incapacidade. Em cada 100 pessoas, aproximadamente, 1 sofre de esquizofrenia.

Quempode ser afetado

Ao longo da vida, todos nós podemos ser afectados por problemas de saúde mental, de maior ou menor gravidade. Algumas fases, como a entrada na escola, a adolescência, a menopausa e o envelhecimento, ou acontecimentos e dificuldades, tais como a perda de familiar próximo, o divórcio, o desemprego, a reforma e a pobreza podem ser causa de perturbações da saúde mental.
Factores genéticos, infecciosos ou traumáticos podem também estar na origem de doenças mentais graves.

Falsos conceitos sobre a doença mental

As pessoas afectadas por problemas de saúde mental são muitas vezes incompreendidas, estigmatizadas, excluídas ou marginalizadas, devido a falsos conceitos, que importa esclarecer e desmistificar, tais como:

As doenças mentais são fruto da imaginação;
As doenças mentais não têm cura;
As pessoas com problemas mentais são pouco inteligentes, preguiçosas, imprevisíveis ou perigosas.
Estes mitos, a par do estigma e da discriminação associados à doença mental, fazem com que muitas pessoas tenham vergonha e medo de procurar apoio ou tratamento, ou não queiram reconhecer os primeiros sinais ou sintomas de doença.

O tratamento deverá ser sempre procurado, uma vez que a recuperação é tanto mais eficaz quanto precoce for o tratamento.
Mesmo nas doenças mais graves é possível controlar e reduzir os sintomas e, através de medidas de reabilitação, desenvolver capacidades e melhorar a qualidade de vida.

Todos nós podemos ajudar

Não estigmatizando;
Apoiando;
Reabilitando;
Integrando

Integração das pessoas com doença mental

Os indivíduos afectados por problemas de saúde mental são cidadãos de pleno direito. Não deverão ser excluídos do resto da sociedade, mas antes apoiados no sentido da sua plena integração na família, na escola, nos locais de trabalho e na comunidade.
A escola deverá promover a integração das crianças com este tipo de perturbações no ensino regular.
Deverão ser criadas mais oportunidades no mundo do trabalho para as pessoas portadoras de doença mental.
O envolvimento das famílias nos cuidados e na reabilitação destas pessoas é reconhecido como factor chave no sucesso do tratamento.

Para manter uma boa saúde mental

Não se isole
Reforce os laços familiares e de amizade
Diversifique os seus interesses
Mantenha-se intelectual e fisicamente activo
Consulte o seu médico, perante sinais ou sintomas de perturbação emocional.

Não seja espectador passivo da vida!

Contribua para promover a sua saúde mental e a dos outros!

CUIDAR SIM EXCLUIR NÃO
Publicada por Associação de Pais e Encarregados de Educação dos Alunos da Escola do 1.º Ciclo do Ensino Básico n.º 183 e do Jardim de Infância n.º 5 dos Olivais em 10.10.09

TRABALHO EM EQUIPE




VEJAM EXEMPLOS DE LIDERANÇA, MOTIVAÇÃO E TRABALHO EM EQUIPE NO EXCELENTE BLOG DO MARCO FABOSSI EM :http://www.blogdofabossi.com.br/


Árvores Tortas (Liderança)
Autor: Marco Fabossi em Liderança em 23 de outubro de 2009 | 3 Comentários
Diante de uma velha árvore torta, um pinheiro vergado pelo tempo, o sábio da aldeia ofereceu a sua própria casa como prêmio para aquele que conseguisse “enxergar o pinheiro na posição correta“.
Todos os moradores da aldeia se aproximaram e ficaram por longo período pensando em como seria e o que deveriam fazer para “enxergar o pinheiro na posição correta“.Alguns se contorciam, outros se abaixavam, mas no final do dia nenhuma daquelas pessoas conseguiu “enxergar o pinheiro na posição correta“.
Foi então que o sábio explicou ao povo ansioso:
- Ver esta árvore em sua posição correta é “vê-la como uma árvore torta”. Só isso.
Colaboração: Elizabet Paiva

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Faz parte da natureza de pessoas de bem, querer “consertar as coisas e as pessoas”. Mas assim como árvores tortas devem ser enxergadas apenas como árvores tortas, também as pessoas, que segundo nosso ponto de vista precisam melhorar em determinadas áreas, devem ser vistas como seres humanos, que como você, eu, e as árvores tortas, também possuem “pequenos defeitos”.
Se quisermos pela nossa própria força, endireitar uma árvore torta é bem provável que ela rache, quebre e morra.

Eu sinceramente não acredito naquele dito popular que diz que “pau que nasce torto morre torto”, ou na síndrome de Gabriela (eu nasci assim, eu cresci assim, vou ser sempre assim…), porque creio de todo meu coração que todos nós podemos melhorar sempre. Precisamos entender, porém, que o primeiro passo para ajudar alguém a mudar, incluindo nós mesmos, é aceitar esta pessoa como ela é. Quando a aceitamos e nos aproximamos, as portas se abrem para que possamos ajudá-la a perceber que é sempre possível melhorar, e que esta é uma decisão que precisa partir da própria pessoa.
A verdade é que “ninguém muda ninguém, mas ninguém muda sozinho”. É por isso que a figura do líder é tão importante na vida das pessoas; seja no âmbito pessoal ou profissional. O verdadeiro líder é aquele que enxerga e aceita as pessoas como elas são, tratando-as com respeito e dignidade, independentemente de raça, níveis hierárquicos ou sociais e religião, que reconhece o seu papel no desenvolvimento delas, e que as ajuda a tornarem-se melhores a cada dia.

SAÚDE É O QUE INTERESSA - O RESTO NÃO TEM PRESSA




SAÚDE É O QUE INTERESSA - O RESTO NÃO TEM PRESSA Nunca é tarde para reformular o pensamento e tentar investir na melhoria da qualidade de vida através da adoção de novos hábitos que possam nos conduzir a uma sensação de bem estar social e, evidentemente sua vida será conduzida a um patamar de sucessos e sensação de que tudo na vida é possível.
Vejam mais sobre Artigos muito interessantes sobre saúde no excelente site SENTIR BEM, EM : http://sentirbem.uol.com.br/index.php?modulo=artigos&tipo=2



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http://www.ceperj.rj.gov.br

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Futebol de 7 ( PARALISADOS CEREBRAIS - PC )


Campeonato Brasileiro


Começa amanhã, dia 10 de dezembro, o Campeonato Brasileiro de futebol de 7. A competição será realizada na cidade paranaense de São José dos Pinhais até o dia 15.

São oito equipes e 96 atletas disputando o título de campeão brasileiro. As equipes serão divididas em dois grupos, os dois melhores de cada grupo se classificam para as semifinais.

De acordo com o coordenador de Futebol de 7, Jorge Miranda, a competição tem tudo para se equilibrada.

“Impossível apontar uma equipe favorita. Neste momento, todas são igualmente favoritas. O mesmo serve para os atletas. Ótimos atletas participarão do torneio, inclusive os que estiveram com a seleção este ano, e o destaque do campeonato pode vir de qualquer time”, previu Miranda.

A abertura do torneio será amanhã às 8h no Estádio Municipal de São José dos Pinhais e, às 8h30, ocorrerá o primeiro jogo. Serão disputadas três partidas por dia.



Confira os times que participarão do Campeonato Brasileiro
- IBDB (RJ)
- ANDEF (RJ)
- CENDEF (MT)
- CAIRA (MT)
- ADB (MT)
- RCP (RO)
- APBS (SP)
- SUZANO (SP)

O caso da personagem Luciana da novela “Viver a Vida” –

Por Fabiano Puhlmann Di Girolamo

A personagem Luciana, da novela Viver a Vida, da Rede Globo, interpretada pela atriz Aline Moraes, tem de lidar com a tetraplegia após um acidente de carro, trazendo para o horário nobre da televisão o tema da Inclusão da Pessoa com Deficiência.

Toda pessoa que tem uma incapacidade física ou problemas variados de locomoção e sensibilidade, em decorrência de um acidente ou trauma, é genericamente chamada de pessoa com deficiência física e deve buscar o maior grau possível de autonomia em todas as atividades que realiza. Elevados graus de dependência física somente são tolerados no período de internação hospitalar.

No caso da personagem Luciana, ela teve uma lesão medular na altura da quinta vértebra cervical, que comprimia o canal medular, comprometendo o movimento e a sensibilidade dos quatro membros.

No momento em que escrevo este artigo, ela já foi operada para estabilizar a coluna e desobstruir o canal cervical, porém, a região da medula está muito inchada.

Nesta fase, ela vai funcionar como tetraplégica e, até que o edema diminua, nenhum exame pode afirmar como de fato ficará sua medula e, consequentemente, como ficarão sua sensibilidade, seus movimentos e seu grau de autonomia nas AVDS e AVPS (Atividades da vida diária e prática como higiene, alimentação, vestuário, etc. ).

Estas incógnitas levam a pessoa a altos graus de ansiedade e frustração, com estados variados de agressividade e depressão. Não é nada fácil ansiar por respostas que ninguém tem.

Na fase hospitalar, logo após uma lesão medular cervical (fratura de pescoço) a pessoa mergulha em um período muito turbulento de dor, sofrimento e frustração.

A bexiga e o intestino têm de ser estimulados a funcionar, a pessoa pode experimentar crises hipertensivas, infecções , desconforto, dor intensa na região da fratura, dificuldade de respirar, pesadelos vÍvidos alternados por episódios de insônia e uma sensação de estranheza em relação ao corpo.

Luciana é uma modelo. Vai ser uma experiência difícil ver seu tônus muscular desaparecer, suas unhas ficarem quebradiças, sua pele ficar seca e junto com tudo isto não conseguir se mexer sozinha. Esta fase é um verdadeiro teste de resistência para a pessoa e sua família .

Ainda não chegou a hora de fazer o luto, o indivíduo ainda não sabe o que perdeu e o que pode recuperar. A melhor forma de lidar com esta fase é tentar manter o corpo e a mente saudáveis através da reabilitação. A pessoa não pode ficar parada, deve fazer fisioterapia respiratória, cinesiologia e alongamento conduzido, terapia ocupacional para trabalhar o controle de tronco e readquirir habilidade para autonomia na higiene, alimentação e vestuário.

O tônus muscular pode se mantido, por exemplo, com o uso frequente do FES (estimulação elétrica funcional), aparelho que estimula os músculos a se contraírem, mantendo a tonicidade, por meio de impulsos elétricos.

Há também o tratamento com técnicas do biofeedback (usado por fisioterapeutas e psicólogos para a pessoa reaprender a controlar movimentos e restabelecer o contato profundo com o corpo via sistema nervoso central e autônomo).

A terapia no meio liquido, mais conhecida como hidroterapia, além de trabalhar o corpo inteiro, irá potencializar a recuperação, trazendo ganhos emocionais devido à capacidade de relaxamento que a água quente propicia.

É muito comum que a pessoa acidentada busque respostas na dimensão espiritual e religiosa. Esta procura por respostas e até por alívio emocional-espiritual pode até ser benéfica, desde que a pessoa se mantenha serena, confiante e com os pés no chão. Dependendo da vontade e necessidade, a pessoa deve retomar sua rotina, estudar, trabalhar, passear, encontrar amigos.

Tudo será feito de forma gradual, usando de ajudas técnicas e apoios sempre que necessário. Ajudas técnicas ou tecnologia assistiva são compostas de recursos tecnológicos ou serviços que proporcionam ou ampliam habilidades funcionais de pessoas com deficiência, promovendo a equiparação de oportunidades. Englobam as áreas de higiene, vestuário, alimentação (por exemplo: barras de transferência para sanitários, adaptadores para utensílios domésticos).

Uma pessoa com deficiência sonha com a aquisição de autonomia e uma ajuda técnica pode aumentar sua autoestima e facilitar a convivência. Uma tábua de transferência, por exemplo, cria condições para a pessoa sair de casa, passar para a cama sozinho ou com pouca ajuda, fazer viagens .

Com o tempo e a autonomia conquistada depois de muita luta, valorizando suas pequenas e grandes aquisições, com muito apoio da família e da sociedade, a pessoa com deficiência física, como a personagem da novela, encara as limitações de modo positivo.

CADEIRA DE RODAS: PONTE PARA A AUTONOMIA

Como exemplo, podemos falar da cadeira de rodas. As pessoas, de modo geral, têm uma visão distorcida da cadeira de rodas. Quando olham uma pessoa na cadeira de rodas, pensam que a pessoa está presa, e não percebem que com a cadeira de rodas é que a pessoa adquire a liberdade de ir e vir, dada a sua importância para autonomia, liberdade e inclusão econômica e educacional da pessoa com deficiência .

Uma cadeira de rodas segue normas de ergonomia e prescrições terapêuticas unindo ciências da saúde e tecnologia da reabilitação. Quando as medidas estão corretas, melhora a postura, favorece os movimentos e evita dores e incômodos.

Estar bem sentado em uma cadeira de rodas favorece a autoestima, pois a pessoa com deficiência física expressa uma postura saudável e confortável.

Hoje as cadeiras de rodas podem ser coloridas, expressando melhor os sentimentos e escolhas das pessoas. Existem cadeiras tipicamente femininas, cadeiras infantis, cadeiras radicais e cadeiras para ocasiões formais.

Quando temos uma cadeira de rodas podemos sair, dançar, trabalhar, estudar. Quando não temos, restringimos nossos movimentos e, neste caso, estamos realmente presos, mesmo quando temos a condição de usar muletas, bengalas e andadores, ainda sim não conseguimos a liberdade que a velocidade das rodas proporcionam.

Com a cadeira de rodas nossas mãos estão livres para abraçar e cumprimentar. Mesmo quando não temos movimento nas mãos, temos a possibilidade de ser tocados e manipulados melhor em uma cadeira de rodas.

A cadeira de rodas é a ponte para autonomia, para quem precisa se transportar sobre 4 rodas, é a expressão da liberdade.

Conduzir uma cadeira de rodas, seja pelo aro de propulsão das rodas traseiras, seja pelas manoplas de uma bicicleta para cadeirantes, ou por um acionador automático, no caso das cadeiras motorizadas, é sempre uma experiência de expressão, movimento e vida independente.

Somente depois de muito lutar pela recuperação plena - no mínimo dois anos - a própria pessoa vai tendo noção de seus limites atuais, de suas sequelas definitivas, suas perdas irrecuperáveis e a necessidade de se despedir do passado, não se incomodando com os olhares de compaixão e piedade que muitas pessoas continuam a direcionar para ela.

Com o aprendizado diário do enfrentamento da vida, a pessoa com deficiência física percebe que o olhar das pessoas reflete o seu, que cada um de nós espelha no outro sua autoimagem: se estiver com pena de si próprio ,será tratado como um coitado, um perdedor um derrotado.

A superação contínua dos desafios diários cria uma aura de vencedor que cativa as pessoas, pois reflete uma pessoa com deficiência que conseguiu redefinir seus objetivos, sair às ruas para ir atrás de seus sonhos.

Para uma pessoa com deficiência física, como a personagem Luciana, possa ter melhor qualidade de vida ela terá que se dedicar à Reabilitação, inclusão profissional, educacional e afetivo- sexual.

Viver a Vida com intensidade, vontade e a certeza de que se está sempre progredindo e que as limitações físicas chegarão para todos, mais cedo ou mais tarde, na maturidade.

O importante é não deixar os sonhos engavetados e não desistir de se superar continuamente.

Fabiano Puhlmann Di Girolamo
Psicólogo formado pela Universidade São Marcos; Psicoterapeuta Junguiano pela EPPA ; Especialista em Psicologia Hospitalar da Reabilitação pela Faculdade de Medicina da USP; Master em Integração de pessoas com Deficiência, pela Universidade de Salamanca, Espanha; Especialista em Reabilitação pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo; Especialista em Sexualidade Humana pelo Instituto H. Ellis e Instituto Kaplan; Coordenador do serviço de Psicologia da IBNL (Instituto Beneficente Nosso Lar); Educador Sexual pela Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana e Faculdade de Medicina do ABC; Membro do Corpo Docente do Curso de Pós-graduação da SBRASH e da Faculdade de Medicina do ABC; Consultor do Instituto Paradigma na área de Inclusão social da pessoa com deficiência; MBA em Gestão de Entidades do Terceiro Setor pelo GESC-USP

Prêmio Brasil Paraolímpico 2009 - Daniel dias e Josiane Lima são os vencedores




Em uma noite marcada pela emoção, o nadador Daniel Dias foi o grande vencedor do Prêmio Brasil Paraolímpico 2009, organizado pelo Instituto Superar, e levou o troféu de melhor atleta masculino. Já na categoria feminina, Josiane Lima, vice-campeã mundial de remo na Polônia, na classe double skiff misto, foi a ganhadora da noite. A festa da segunda edição do Prêmio aconteceu nesta terça (8/12), no Espaço Lamartine, na Barra da Tijuca, e teve as suas principais categorias decididas pelo voto popular, através do site do Superar. (www.institutosuperar.com.br)

Depois da brilhante participação no Mundial de Natação em Piscina Curta, com direito a oito ouros e oito recordes mundiais nas provas individuais, além de três pratas nos revezamentos, Daniel fechou o ano com mais uma conquistas e agora só pensa em descansar.

“Quero agradecer primeiro a Deus, a meus patrocinadores, Mackenzie, Unimed Rio e ao instituto Superar, além do Comitê Paraolímpico Brasileiro, que sempre nos deu apoio. E agradecer muito aos que votaram em mim e aos meus pais, que estão aqui, por terem me criado desse jeito”, disse Daniel, que este ano também ganhou o Laureus, o “Oscar do esporte mundial”, na categoria paraolímpica.

“Esse prêmio é para vocês, meninas, e para todos os atletas paraolímpicos. Sofremos preconceito porque existe um padrão de beleza e por isso temos de enxergar com o coração”, disse a remadora, que fez questão de agradecer também a Elton da Conceição Santana, seu parceiro no barco vice-campeão mundial.

Jonathan Santos e Viviane Soares se destacaram no ano de 2009 e faturaram o Prêmio de revelação masculina e feminina. O alagoano Jonathan bateu nada menos do que oito vezes o recorde mundial do arremesso de peso este ano. A carioca Viviane Soares, de 13 anos, brilhou no Mundial de Jovens, promovido pela IBSA (sigla em inglês para Federação Internacional de Esporte para Cegos), em Colorado Springs, em julho, e subiu três vezes ao ponto mais alto do pódio: nos 100m, nos 200m e nos 400 m rasos, na classe B3 (cego parcial).

Walquíria Campelo foi eleita a melhor técnica. Ela é a responsável pelo treinamento de atletas como Jonathan Santos e Rosinha. O Futebol de 5 (deficientes visuais) venceu na categoria melhor equipe. Jorge Luiz Souza, o Chocolate, ficou com o troféu de melhor atleta-guia pelo trabalho com Terezinha Guilhermina. Erinaldo Chagas foi eleito o melhor oficial técnico.

Os internautas também puderam escolher os melhores na categoria imprensa. A TV Record ganhou o prêmio de melhor reportagem de TV, com uma matéria sobre o halterofilismo. Saulo Cruz e Zero Hora ganharam nas categorias melhor foto e melhor reportagem de jornal, respectivamente, ambos sobre o nadador Daniel Dias.

O Prêmio Brasil Paraolímpico também prestou uma homenagem especial aos abnegados professores de educação física que trabalham de graça para ajudar o movimento paraolímpico. O professor Francisco Matias, de Pernambuco, foi escolhido para receber a homenagem. Os depoimentos e a presença de Chico, que descobriu Rosinha, entre outros, emocionou a todos no Espaço Lamartine.

A única premiação do esporte paraolímpico brasileiro tem a chancela do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) e seu principal objetivo é motivar os atletas, treinadores e todo o universo do desporto paraolímpico no País.



OS PREMIADOS

Melhor atleta masculino: Daniel de Farias Dias

Melhor atleta feminino: Josiane Dias de Lima

Revelação Masculina: Jonathan de Souza Santos

Revelação Feminina: Viviane Soares

Melhor equipe: Futebol de 5

Melhor atleta-guia: Jorge Luis Silva e Souza, o Chocolate (Terezinha)

Melhor oficial Técnico: Erinaldo Batista das Chagas, Pit

Melhor Técnico: Walquíria da Silva Campelo

Melhor Reportagem de TV: Halterofilismo/ TV Record

Melhor Reportagem de Jornal: Daniel Dias/ Zero Hora

Melhor Foto: Daniel Dias/ Saulo Cruz

Prêmio Especial: homenagem aos professores de Educação Física que trabalham de graça no movimento paraolímpico, representados por Francisco Matias

Mais informações:
www.institutosuperar.com.br
Superar: Gisela Andreatta (Gisela@institutosuperar.com.br)

Assessoria de Imprensa do Comitê Paraolímpico Brasileiro
CPB: Thiago Ypiranga (Thiago.ypiranga@cpb.org.br/ 61 3031 3035/ 61 8161 9271)

Media Guide Comunicação – assessoria de imprensa do Instituto Superar
Manoela Penna (Manoela@mediaguide.com.br / 21-8301-0123 e 98*48957)
Camila Coimbra (Camila@mediaguide.com.br)
vejam o filme da entrega em : http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Mais_Esportes/0,,MUL1408305-16317,00.html