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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

DIA MUNDIAL DA SAÚDE MENTAL - 10 de Outubro



A Coordenação Nacional para a Saúde Mental assinalou o dia strong10 de Outubro de 2009, na Fundação Calouste Gulbenkian, o Dia Mundial da Saúde Mental, este ano subordinado ao tema «Saúde Mental nos Cuidados Primários: Melhoria do Tratamento e Promoção da Saúde Mental».

A sessão comemorativa tem o objectivo de «debater a articulação entre a Saúde Mental e os Cuidados de Saúde Primários».

«10 Anos da Lei da Saúde Mental»
Esta iniciativa da Coordenação Nacional para a Saúde Mental marca ainda o encerramento do Ciclo de Eventos «10 Anos da Lei da Saúde Mental», que decorreu durante 2009 para assinalar os 10 anos da publicação da legislação que estabelece a organização, gestão e avaliação dos serviços de saúde mental (Lei nº 36/98, de 24 de Julho).

O que é a Saúde Mental?

É sentirmo-nos bem connosco próprios e na relação com os outros. É sermos capazes de lidar de forma positiva com as adversidades. É termos confiança e não temermos o futuro.

Problemas de saúde mental mais frequentes


Ansiedade
Mal-estar psicológico ou stress continuado
Depressão
Dependência de álcool e outras drogas
Perturbações psicóticas, como a esquizofrenia
Atraso mental
Demências

Estima-se que em cada 100 pessoas 30 sofram, ou venham a sofrer, num ou noutro momento da vida, de problemas de saúde mental e que cerca de 12 tenham uma doença mental grave. A depressão é a doença mental mais frequente, sendo uma causa importante de incapacidade. Em cada 100 pessoas, aproximadamente, 1 sofre de esquizofrenia.

Quempode ser afetado

Ao longo da vida, todos nós podemos ser afectados por problemas de saúde mental, de maior ou menor gravidade. Algumas fases, como a entrada na escola, a adolescência, a menopausa e o envelhecimento, ou acontecimentos e dificuldades, tais como a perda de familiar próximo, o divórcio, o desemprego, a reforma e a pobreza podem ser causa de perturbações da saúde mental.
Factores genéticos, infecciosos ou traumáticos podem também estar na origem de doenças mentais graves.

Falsos conceitos sobre a doença mental

As pessoas afectadas por problemas de saúde mental são muitas vezes incompreendidas, estigmatizadas, excluídas ou marginalizadas, devido a falsos conceitos, que importa esclarecer e desmistificar, tais como:

As doenças mentais são fruto da imaginação;
As doenças mentais não têm cura;
As pessoas com problemas mentais são pouco inteligentes, preguiçosas, imprevisíveis ou perigosas.
Estes mitos, a par do estigma e da discriminação associados à doença mental, fazem com que muitas pessoas tenham vergonha e medo de procurar apoio ou tratamento, ou não queiram reconhecer os primeiros sinais ou sintomas de doença.

O tratamento deverá ser sempre procurado, uma vez que a recuperação é tanto mais eficaz quanto precoce for o tratamento.
Mesmo nas doenças mais graves é possível controlar e reduzir os sintomas e, através de medidas de reabilitação, desenvolver capacidades e melhorar a qualidade de vida.

Todos nós podemos ajudar

Não estigmatizando;
Apoiando;
Reabilitando;
Integrando

Integração das pessoas com doença mental

Os indivíduos afectados por problemas de saúde mental são cidadãos de pleno direito. Não deverão ser excluídos do resto da sociedade, mas antes apoiados no sentido da sua plena integração na família, na escola, nos locais de trabalho e na comunidade.
A escola deverá promover a integração das crianças com este tipo de perturbações no ensino regular.
Deverão ser criadas mais oportunidades no mundo do trabalho para as pessoas portadoras de doença mental.
O envolvimento das famílias nos cuidados e na reabilitação destas pessoas é reconhecido como factor chave no sucesso do tratamento.

Para manter uma boa saúde mental

Não se isole
Reforce os laços familiares e de amizade
Diversifique os seus interesses
Mantenha-se intelectual e fisicamente activo
Consulte o seu médico, perante sinais ou sintomas de perturbação emocional.

Não seja espectador passivo da vida!

Contribua para promover a sua saúde mental e a dos outros!

CUIDAR SIM EXCLUIR NÃO
Publicada por Associação de Pais e Encarregados de Educação dos Alunos da Escola do 1.º Ciclo do Ensino Básico n.º 183 e do Jardim de Infância n.º 5 dos Olivais em 10.10.09

domingo, 7 de junho de 2009

BASQUETEBOL EM CADEIRA DE RODS - ARTIGO SOBRE PADRÕES DE ANSIEDADE E AUTO CONFIANÇA PRÉ COMPETITIVA


VEJA O ARTIGO COMPLETO EM:

http://basquetebolcdr.no.sapo.pt/index.htm

Extratos da dissertação ( Padrão Temporal de Ansiedade e Autoconfiança Pré-competitiva de Jogadores da Divisão A de Basquetebol em Cadeira de Rodas ) apresentada por Maria Margarida da Silva Mimoso, com vista à obtenção do grau de Mestre em Ciência do Desporto, na área de especialização em Actividade Física Adaptada, na Faculdade de Ciências do Desporto e de Educação Física da Universidade do Porto, em Outubro de 2002.

Índice Geral

Resumo

Abstract

Résumée

Introdução geral do trabalho

Capítulo I – O Padrão Temporal de Ansiedade e Autoconfiança pré-competitiva de jogadores de basquetebol em cadeira de rodas

1. A ansiedade

1.1. Ansiedade, stress e activação (arousal)

1.2. A Ansiedade no desporto de competição

1.2.1. O padrão temporal dos estados de ansiedade (cognitiva e somática) e de autoconfiança pré-competitivos

1.3. Teorias e Hipóteses explicativas da relação Ansiedade-Rendimento

1.3.1. A Teoria do Drive

1.3.2. A Hipótese do U-invertido

1.3.3. A Teoria das Zona Óptima de Funcionamento (ZOF)

1.3.4. A Teoria Multidimensional da Ansiedade (MAT)

1.3.5. A Teoria da Catástrofe

1.3.6. A Teoria da Reversão Psicológica

1.3.7. Um Modelo Cognitivo, Motivacional e Relacional da Ansiedade do Rendimento Desportivo

1.4. A avaliação da Ansiedade

1.5. As Variáveis que influenciam o Estado de Ansiedade

1.5.1. As diferenças individuais

1.5.2. Os factores situacionais

2. O DESPORTO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

2.1. O indivíduo com deficiência na sociedade
2.2. Quadro conceptual da deficiência/deficiente

2.3. Desporto para deficientes

2.4. Vantagens do Desporto para Deficientes

2.5. Actividades desportivas para deficientes

3. ESTUDOS REALIZADOS

Capítulo II – Estudo Empírico

1. Objectivos, Hipóteses e Variáveis do estudo empírico

1.1. Objectivos
1.2. Hipóteses

1.3. Variáveis de estudo

2. Metodologia

2.1. População e critérios de selecção da amostra
2.2. Instrumento

2.3. Procedimentos

2.3.1. Procedimentos de aplicação

2.3.2. Procedimentos estatísticos

Capítulo III – Apresentação e Discussão dos resultados

1. Apresentação dos resultados

1.1. Caracterização geral da amostra
1.2. O padrão temporal dos estados de ansiedade e de autoconfiança pré-competitiva

1.2.1. Na globalidade da amostra

1.2.2. Em função da idade

1.2.3. Em função do tipo de deficiência

1.2.4. Em função do tempo de aquisição da deficiência

1.2.5. Em função do tempo de prática de basquetebol

1.2.6. Em função do número de treinos por semana

1.2.7. Em função do nível competitivo

2. Discussão dos resultados

Conclusões

Sugestões para futuras investigações

Recomendações

Bibliografia

Anexos

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