Blog do Prof de Ed. Física MSc SERGIO CASTRO,da Pós Graduação em Educação Especial e Tecnologia Assistiva da Universidade Cândido Mendes(AVM) ;Ex-professor da Universidade Estácio de Sá e Ex-Coordenador de Esportes para Pessoas com Deficiências (PcD) do Projeto RIO 2016 da SEEL RJ ,destinado a fornecer informações sobre pessoas com deficiência(PcD) e com Necessidades Educativas Especiais(PNEE), bem como a pessoas interessadas nesta área ( estudantes, pais, parentes, amigos e pesquisadores)
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terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Robôs substituem professores em salas de aula da Coreia do Sul - notícias em Tecnologia e Games
G1 - Robôs substituem professores em salas de aula da Coreia do Sul - notícias em Tecnologia e Games
Robôs ensinam inglês a crianças em cidade da Coreia do Sul. (Foto: AFP)
sábado, 5 de junho de 2010
PROFESSOR DR MANOEL TUBINO É HOMENAGEADO COM A MAIOR CONDECORAÇÃO DO ESPORTE NACIONAL : A MEDALHA DA ORDEM DO MERITO DESPORTIVO




Amigos e família,
recebi, em representação ao meu marido Manoel Tubino, a Ordem do Mérito Desportivo, a mais alta condecoração do esporte outorgada pelo governo brasileiro desde 1954 quando criada pelo presidente Café Filho.
A emoção foi muito grande quando um auditório de cerca de 1000 pessoas ou mais, nem sei, representantes de todo o Brasil, participantes da III Conferência do Esporte, aplaudiram de pé e gritaram o nome dele.
É só para ele se manifestarm assim.
Somos todos orgulhosos de seu legado de idéias sobre um esporte com responsabilidade social em qualquer uma de suas manifestações:
educação, performance e lazer.
Lá estiveram a Cristina, o Fábio e o Leonardo, todos Tubino.
Que em seu caminho de luz ele se regozije de nossas homenagens e orgulho.
Com carinho e admiração
Vera Costa
quarta-feira, 17 de março de 2010
ESTUDOS BRASILEIROS SOBRE O ESPORTE - LIVRO DO PROF MANOEL TUBINO
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
PROFESSOR DOUTOR MANOEL TUBINO - MISSA DE UM ANO DE FALECIMENTO

Será realizada amanha, sexta feira, 18 de dezembro de 2009, as 18 horas, a missa de ano do Professor Doutor MANOEL JOSE GOMES TUBINO. A missa será realizada na igreja da PAROQUIA CRISTO REDENTOR
Na rua das Laranjeiras,número 519 no Rio de Janeiro,Bairro ds Laranjeiras.
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quinta-feira, dezembro 17, 2009
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sábado, 17 de outubro de 2009
Desafio para professor é Diminuir Preconceito
Pesquisa revelou que comunidade escolar discrimina. Para especialistas, é justamente nesse espaço que a diversidade deve ser trabalhada
Combater o preconceito dentro da sala de aula é um dos maiores desafios para os professores atualmente.
Além de mediar situações de conflito entre os estudantes, o docente tem de desconstruir suas próprias pré-noções.
Uma pesquisa divulgada em junho deste ano pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) revelou que todas as pessoas envolvidas com a escola, desde os pais até os docentes, praticam algum tipo de discriminação.
99,3% dos alunos, pais e funcionários têm algum tipo de preconceito étnico-racial, socioeconômico, com relação a portadores de necessidades especiais, gênero, geração, orientação sexual ou territorial.
O estudo ouviu 18,5 mil pessoas em 501 escolas públicas de todo o país. O grupo mais atingido pela discriminação foi o de portadores de necessidades especiais. Em seguida estão os negros.
Pela equiparação salarial
Hoje os professores da rede pública de ensino fazem uma manifestação reivindicando a equiparação salarial dos educadores com os demais servidores públicos que também têm como exigência para ingresso no Estado o ensino superior. A meta é um aumento de 25,97%. O protesto começa às 9 horas em frente ao Palácio das Araucárias, no Centro Cívico.
“É uma data de luta, de reivindicação. Precisamos valorizar a profissão e isso está diretamente ligado com a melhoria da educação pública”, diz Luis Carlos Paixão da Rocha, secretário de comunicação do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP Sindicato). No período da tarde os docentes se reúnem em uma audiência pública para discutir a saúde pública. (PC)
Para especialistas, a escola reflete o que ocorre na sociedade. Apesar disso, é justamente esse espaço que pode trazer mudanças reais. Como o professor é um dos formadores de opinião de crianças e adolescentes, deve estimular o debate em sala de aula sobre essas questões e apresentar a diversidade das visões de mundo. O grande problema é que muitas vezes o próprio docente não está preparado e nem recebe apoio para isso. O caminho apontado para solucionar o impasse é investir na formação.
A professora da Universidade Federal do Paraná e doutora em psicologia social Tânia Baibich-Faria diz que é dentro da sala de aula que se pode combater a discriminação com mais eficiência, mesmo com o professor também tendo pré-noções.
“O mais importante é reconhecer em si o preconceito e desenvolver competência de estar sempre alerta para lidar com isso.
” Ela explica que a discriminação ocorre em todas as sociedades, porque está relacionada com a construção da própria identidade.
Por isso, não se pode exigir que os professores sejam diferentes.
Mas eles podem e devem desconstruir esses conceitos.
“O papel do professor é fundamental. Ele tem de construir a pedagogia do antipreconceito.
Ele não pode negar a realidade e ao mesmo tempo que percebê-la deve ter uma atitude combativa.”
Estudos comprovam que a discriminação deixa marcas por toda a vida e é a escola que pode mudar essa realidade. “O docente deve agir nas mentes, vísceras e coração”, diz Tânia. “Quem luta por justiça social precisa estar sempre em alerta e combativo. É pensar a educação para além da sala de aula.” Na UFPR há disciplinas específicas na graduação e pós-graduação para abordar a questão com os futuros professores.
No ensino público, somente na última década foram criadas políticas específicas de combate à discriminação na sala de aula. Com a aprovação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) em 1996, o assunto passou a entrar em pauta. Hoje o Ministério da Educação tem uma secretaria para tratar o tema. Há projetos de formação de docentes para o reconhecimento da diversidade sexual e equidade de gênero e o programa Escola que Protege, direcionado ao combate da violência.
Na Secretaria de Estado da Educação (Seed), foi criado em 2007 um departamento para abordar a diversidade. Há atividades direcionadas à formação em áreas como indígenas, negros, mulheres e orientação sexual.
“A escola pública tem de ser universal. E o professor precisa estar preparado”, afirma Wagner Roberto do Amaral, chefe do departamento. Para apoiar os docentes, a Seed desenvolve palestras, cursos e grupos de discussão. Na secretaria de educação de Curitiba também há uma formação específica para a questão. “É preciso desmitificar todos os tipos de discriminação.
E por trás dessas ações há a importância da formação”, diz a diretora do departamento de ensino fundamental, Nara Salamunes.
Para a orientadora educacional do Colégio Dom Bosco, Francisca Maria de Fauw, o docente tem de introduzir a temática do preconceito no cotidiano da sala de aula.
“O professor é um facilitador.
Deve estimular o debate.
A escola deve investir na qualificação e o profissional tem de assumir sua função social.
Somos o espaço de resgate da autoestima e da autonomia.”
Combater o preconceito dentro da sala de aula é um dos maiores desafios para os professores atualmente.
Além de mediar situações de conflito entre os estudantes, o docente tem de desconstruir suas próprias pré-noções.
Uma pesquisa divulgada em junho deste ano pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) revelou que todas as pessoas envolvidas com a escola, desde os pais até os docentes, praticam algum tipo de discriminação.
99,3% dos alunos, pais e funcionários têm algum tipo de preconceito étnico-racial, socioeconômico, com relação a portadores de necessidades especiais, gênero, geração, orientação sexual ou territorial.
O estudo ouviu 18,5 mil pessoas em 501 escolas públicas de todo o país. O grupo mais atingido pela discriminação foi o de portadores de necessidades especiais. Em seguida estão os negros.
Pela equiparação salarial
Hoje os professores da rede pública de ensino fazem uma manifestação reivindicando a equiparação salarial dos educadores com os demais servidores públicos que também têm como exigência para ingresso no Estado o ensino superior. A meta é um aumento de 25,97%. O protesto começa às 9 horas em frente ao Palácio das Araucárias, no Centro Cívico.
“É uma data de luta, de reivindicação. Precisamos valorizar a profissão e isso está diretamente ligado com a melhoria da educação pública”, diz Luis Carlos Paixão da Rocha, secretário de comunicação do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP Sindicato). No período da tarde os docentes se reúnem em uma audiência pública para discutir a saúde pública. (PC)
Para especialistas, a escola reflete o que ocorre na sociedade. Apesar disso, é justamente esse espaço que pode trazer mudanças reais. Como o professor é um dos formadores de opinião de crianças e adolescentes, deve estimular o debate em sala de aula sobre essas questões e apresentar a diversidade das visões de mundo. O grande problema é que muitas vezes o próprio docente não está preparado e nem recebe apoio para isso. O caminho apontado para solucionar o impasse é investir na formação.
A professora da Universidade Federal do Paraná e doutora em psicologia social Tânia Baibich-Faria diz que é dentro da sala de aula que se pode combater a discriminação com mais eficiência, mesmo com o professor também tendo pré-noções.
“O mais importante é reconhecer em si o preconceito e desenvolver competência de estar sempre alerta para lidar com isso.
” Ela explica que a discriminação ocorre em todas as sociedades, porque está relacionada com a construção da própria identidade.
Por isso, não se pode exigir que os professores sejam diferentes.
Mas eles podem e devem desconstruir esses conceitos.
“O papel do professor é fundamental. Ele tem de construir a pedagogia do antipreconceito.
Ele não pode negar a realidade e ao mesmo tempo que percebê-la deve ter uma atitude combativa.”
Estudos comprovam que a discriminação deixa marcas por toda a vida e é a escola que pode mudar essa realidade. “O docente deve agir nas mentes, vísceras e coração”, diz Tânia. “Quem luta por justiça social precisa estar sempre em alerta e combativo. É pensar a educação para além da sala de aula.” Na UFPR há disciplinas específicas na graduação e pós-graduação para abordar a questão com os futuros professores.
No ensino público, somente na última década foram criadas políticas específicas de combate à discriminação na sala de aula. Com a aprovação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) em 1996, o assunto passou a entrar em pauta. Hoje o Ministério da Educação tem uma secretaria para tratar o tema. Há projetos de formação de docentes para o reconhecimento da diversidade sexual e equidade de gênero e o programa Escola que Protege, direcionado ao combate da violência.
Na Secretaria de Estado da Educação (Seed), foi criado em 2007 um departamento para abordar a diversidade. Há atividades direcionadas à formação em áreas como indígenas, negros, mulheres e orientação sexual.
“A escola pública tem de ser universal. E o professor precisa estar preparado”, afirma Wagner Roberto do Amaral, chefe do departamento. Para apoiar os docentes, a Seed desenvolve palestras, cursos e grupos de discussão. Na secretaria de educação de Curitiba também há uma formação específica para a questão. “É preciso desmitificar todos os tipos de discriminação.
E por trás dessas ações há a importância da formação”, diz a diretora do departamento de ensino fundamental, Nara Salamunes.
Para a orientadora educacional do Colégio Dom Bosco, Francisca Maria de Fauw, o docente tem de introduzir a temática do preconceito no cotidiano da sala de aula.
“O professor é um facilitador.
Deve estimular o debate.
A escola deve investir na qualificação e o profissional tem de assumir sua função social.
Somos o espaço de resgate da autoestima e da autonomia.”
sábado, 15 de agosto de 2009
JO SOARES ENTREVISTA O PROFESSOR SERGIO CASTRO DA UNIVERSIDADE ESTACIO DE SÁ E OS ANÕES ESPORTISTAS DO RIO DE JANEIRO
domingo, 2 de agosto de 2009
Psicólogo brasileiro é nomeado professor titular na faculdade de medicina de Yale

http://childstudycenter.yale.edu/autism/sites.html
http://www.autism.fm./
Ami Klin é autoridade mundial em estudos e pesquisas sobre o autismo.
Um psicólogo brasileiro foi recentemente apontado como Professor Titular do departamento de Psiquiatria e Psicologia da Criança da Universidade de Yale em New Haven, Connecticut. Ami Klin vem se destacando nos estudos e pesquisas sobre o autismo e é reconhecido mundialmente pelo conhecimento em outras sérias desordens do desenvolvimento.
O professor foi oficialmente nomeado no dia 1º de julho e a carreira dele em Yale já tem 20 anos. Como diretor do Programa de Autismo do Centro de Estudo da Criança em Yale, Ami Klin presta serviços clínicos às crianças com autismo e às famílias delas.
Segundo ele, o autismo tem muitas causas, sendo a mais importante delas a genética. Ainda segundo ele, o autismo não pode ser detectado até aproximadamente o primeiro ou o segundo ano de vida da criança. De acordo com o professor, houve muitos avanços em relação aos estudos do autismo, de 5 a 10 anos para cá. “Mas nada ainda que se traduz a uma maneira de se detectar o autismo antes da criança nascer”, disse ele.
Apesar do autismo ser uma síndrome genética que envolve o desenvolvimento do cérebro social, a detecção é puramente comportamental, segundo o professor. Geralmente um grupo de clínicos de diferentes disciplinas analisa a criança, a fim de ter uma idéia da história, do desenvolvimento e do perfil da criança.
“Tanto do ponto de vista de habilidades como inteligência, linguagem, como do ponto de vista de sintomas que tem a ver com o autismo, que são dificuldades na relação social e na comunicação”. Tudo o que tem a ver com o desenvolvimento social de um bebê, como a fala e sons (geralmente dos 14 aos 18 meses), linguagem e comunicação visual devem ser observados pelos pais. Se por exemplo a criança não reagir ao chamado deles, o professor recomenda procurar um clínico. Quanto mais cedo a criança for diagnosticada, melhor será o prognóstico dela.
O autismo é definido como uma desordem global do desenvolvimento que afeta a capacidade de comunicação e de se relacionar. Um mito bastante comum é o de que o autista vive em um “mundo próprio”. Por exemplo, uma criança autista que fica observando as outras brincarem apresenta dificuldade de iniciar, manter e terminar uma conversa, e desinteresse nas brincadeiras.
Formado em psicologia com ênfase em neurociência cognitiva pela Universidade Hebraica de Jerusalém, Israel, Ami Klin fez doutorado em psicologia cognitiva em Londres, Inglaterra. Após um período de pós-doutorado na Universidade de Yale, foi designado para ser membro da faculdade da escola de medicina. Os pais do professor são europeus que passaram pelo Holocausto e se estabeleceram no Brasil.
O psicólogo ressaltou que os portadores de autismo apresentam variações como não falar ou falar demais, se isolar ou procurar outras pessoas mas não saber como se relacionar. “60% dos autistas tem retardo mental mas 40% não tem”. Estas variações, segundo ele, dão uma idéia de como a criança será no futuro.
Conscientização
Nos Estados Unidos as crianças com distúrbios como o autismo tem direito a tratamento feito através dos distritos escolares. A instituição do governo Birth to Three avalia e trata as crianças com menos de 3 anos de idade, bem como orienta os pais. Após os 3 anos o tratamento é feito através das escolas. Segundo o psicólogo, as escolas de Connecticut são obrigadas a suprir este tratamento. “Parte do programa de tratamento é os pais conhecerem mais este distúrbio de desenvolvimento e ver o que eles podem fazer em casa para ajudar também”.
Uma das preocupações da equipe onde o professor Klin atua está em saber como atingir as comunidades que não procuram a eles. “Principalmente pais de crianças que tem este problema mas que não tem uma conscientização maior dos recursos que existem na comunidade, e nós somos um deles”.
O fato de ser brasileiro não é relevante na área dele, levando em conta que o programa de autismo de Yale é um dos melhores e mais respeitados do mundo. “As pessoas se preocupam mais com a qualidade do trabalho e da ciência do que com a origem da pessoa. Neste ponto de vista, Yale é uma comunidade muito cosmopolita e as pessoas não são julgadas pela sua origem mas pelas suas contribuições. Assim que me sinto respeitado”.
Em visita a várias cidades do Brasil, feitas especialmente para elevar a conscientização sobre o autismo, Klin encontrou bastante dificuldade. “Não existe o mesmo tipo de publicidade e divulgação, como por exemplo nos EUA, e isto é um problema”. Segundo o psicólogo, os pais no Brasil não tem muito poder cultural. “Espero que algum dia isto mude no Brasil, para que este número vasto de crianças que existe lá com problema de autismo tenha uma possibilidade maior na vida”.
O trabalho de Ami Klin pode ser conhecido através do website http://www.autism.fm./ Contatos com o Birth to Three em Danbury podem ser feitos na Hayestown Avenue School, 42 Tamarack Avenue, telefone (203) 797-4832. O site oficial do Birth to Three é http://www.birth23.org./
Por: Angela Schreiber
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Formação de professor deve mudar para melhorar, defende Ministro da Educação
VEJAM MAIS EM: http://www.educacaofisica.com.br/noticias_mostrar.asp?id=6756
Fonte: Estadão.com.brPublicidade
Em debate, Haddad defende reformular currículos de Pedagogia; Paulo Renato aposta em cursos de aprimoramento
Dois dos maiores nomes da educação brasileira dos últimos 15 anos, o atual ministro Fernando Haddad e o ex-ocupante da pasta e hoje secretário estadual Paulo Renato Souza acreditam que os cursos de formação de professores precisam mudar para que o ensino no País melhore. Eles participaram ontem de um debate sobre o tema, promovido pelo Grupo Estado.
Haddad e Paulo Renato, no entanto, mostraram visões diferentes de como as mudanças podem ocorrer. “O Estado tem de assumir mais as prerrogativas de formação. As universidades estaduais e federais podem e devem formar mais e melhores professores”, disse o ministro. Ele defendeu a reformulação dos currículos de cursos de Pedagogia e Licenciatura.
Já Paulo Renato se disse mais cético quanto à possibilidade de promover tais reformas. Para o secretário da Educação de São Paulo, cursos de aprimoramento oferecidos depois da formação universitária podem ajudar a melhorar a preparação do professor. O Estado criou no mês passado a Escola de Formação de Professores, que vai oferecer cursos durante quatro meses para docentes aprovados em concursos.“A questão central é que os cursos para formar professores não dão um instrumental adequado para trabalho em sala de aula”, diz Paulo Renato.
Cerca de 250 pessoas – várias delas docentes – participaram do evento, que esgotou a capacidade do auditório. Elas se inscreveram pela internet e puderam fazer perguntas por escrito aos dois convidados.
Na opinião do ministro, a formação dos docentes será o “cerne da educação brasileira na próxima década”. “O tema constitui o maior desafio para a melhoria da qualidade da educação do nosso País”, concordou Paulo Renato.
Ministro e secretário também disseram que o aumento da quantidade de professores com curso superior no País não ajudou a melhorar a qualidade do ensino. Dados do primeiro censo completo do professor, divulgado no mês passado, mostram que 70% do 1,8 milhão de docentes da educação básica têm formação universitária.
“As faculdades de educação têm uma tradição de formar especialistas, se discute bastante teoria e história da educação, mas os conteúdos das disciplinas não é visto”, afirmou o secretário. Para Paulo Renato, é “muito difícil” mudar essa vocação das instituições.
Algo semelhante foi tentado em sua gestão no Ministério da Educação (1995-2002). A Lei de Diretrizes e Bases (LDB) previa que fossem criados institutos superiores de educação apenas para formar professores, tirando essa atribuição das faculdades de Pedagogia e Licenciatura. “Foi uma questão muito debatida entre ministério e academia. Confesso que fui derrotado na minha tentativa de que esse modelo vingasse e acabamos aprovando uma resolução que deixou a questão em aberto.”
O ministro da Educação acredita que uma das maneiras de influenciar mudanças nos currículos seria a criação de uma prova nacional de admissão de professores, que já está sendo estudada no MEC. O exame cobraria didáticas e conteúdos considerados essenciais pelo governo federal que, como consequência, teriam de ser trabalhados nos cursos. “O Brasil responde muito bem à indução.”
O MEC também criou recentemente institutos federais que têm a obrigatoriedade de oferecer cursos para professores nas áreas de física, química, matemática e biologia. Além da má formação, o País enfrenta atualmente um déficit aproximado de 200 mil profissionais, principalmente nessas quatro áreas.
Salários
A falta de incentivos para a carreira de professores, principalmente financeiros, também foi discutida no debate. O ministro Fernando Haddad apresentou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) que comparam os salários dos professores ao restante dos profissionais do País com formação universitária. Em 2003, os profissionais com curso superior completo ou incompleto ganhavam 86% a mais que docentes brasileiros. Em 2007, essa diferença caiu para 61%. A média salarial dos professores é de R$ 1,3 mil. A comparação não levou em conta o novo piso salarial de professores no País (mais informações aqui).
“Se mantivermos esse passo, em algum lugar no tempo entre 2014 e 2015 esses valores estarão equiparados”, acredita. “A carreira do professor não pode estar em desvantagem em relação às demais. Vamos perder jovens vocacionados por causa de uma questão econômica.”
Respondendo a uma pergunta da plateia que mencionou que os cursos de formação de professores teriam “limitações intransponíveis”, o ministro se disse otimista com relação a mudanças. “Os cursos de Pedagogia têm limitações transponíveis. Eu encaro com otimismo que as universidades vão se adequar a uma nova filosofia.”
Fonte: Estadão.com.brPublicidade
Em debate, Haddad defende reformular currículos de Pedagogia; Paulo Renato aposta em cursos de aprimoramento
Dois dos maiores nomes da educação brasileira dos últimos 15 anos, o atual ministro Fernando Haddad e o ex-ocupante da pasta e hoje secretário estadual Paulo Renato Souza acreditam que os cursos de formação de professores precisam mudar para que o ensino no País melhore. Eles participaram ontem de um debate sobre o tema, promovido pelo Grupo Estado.
Haddad e Paulo Renato, no entanto, mostraram visões diferentes de como as mudanças podem ocorrer. “O Estado tem de assumir mais as prerrogativas de formação. As universidades estaduais e federais podem e devem formar mais e melhores professores”, disse o ministro. Ele defendeu a reformulação dos currículos de cursos de Pedagogia e Licenciatura.
Já Paulo Renato se disse mais cético quanto à possibilidade de promover tais reformas. Para o secretário da Educação de São Paulo, cursos de aprimoramento oferecidos depois da formação universitária podem ajudar a melhorar a preparação do professor. O Estado criou no mês passado a Escola de Formação de Professores, que vai oferecer cursos durante quatro meses para docentes aprovados em concursos.“A questão central é que os cursos para formar professores não dão um instrumental adequado para trabalho em sala de aula”, diz Paulo Renato.
Cerca de 250 pessoas – várias delas docentes – participaram do evento, que esgotou a capacidade do auditório. Elas se inscreveram pela internet e puderam fazer perguntas por escrito aos dois convidados.
Na opinião do ministro, a formação dos docentes será o “cerne da educação brasileira na próxima década”. “O tema constitui o maior desafio para a melhoria da qualidade da educação do nosso País”, concordou Paulo Renato.
Ministro e secretário também disseram que o aumento da quantidade de professores com curso superior no País não ajudou a melhorar a qualidade do ensino. Dados do primeiro censo completo do professor, divulgado no mês passado, mostram que 70% do 1,8 milhão de docentes da educação básica têm formação universitária.
“As faculdades de educação têm uma tradição de formar especialistas, se discute bastante teoria e história da educação, mas os conteúdos das disciplinas não é visto”, afirmou o secretário. Para Paulo Renato, é “muito difícil” mudar essa vocação das instituições.
Algo semelhante foi tentado em sua gestão no Ministério da Educação (1995-2002). A Lei de Diretrizes e Bases (LDB) previa que fossem criados institutos superiores de educação apenas para formar professores, tirando essa atribuição das faculdades de Pedagogia e Licenciatura. “Foi uma questão muito debatida entre ministério e academia. Confesso que fui derrotado na minha tentativa de que esse modelo vingasse e acabamos aprovando uma resolução que deixou a questão em aberto.”
O ministro da Educação acredita que uma das maneiras de influenciar mudanças nos currículos seria a criação de uma prova nacional de admissão de professores, que já está sendo estudada no MEC. O exame cobraria didáticas e conteúdos considerados essenciais pelo governo federal que, como consequência, teriam de ser trabalhados nos cursos. “O Brasil responde muito bem à indução.”
O MEC também criou recentemente institutos federais que têm a obrigatoriedade de oferecer cursos para professores nas áreas de física, química, matemática e biologia. Além da má formação, o País enfrenta atualmente um déficit aproximado de 200 mil profissionais, principalmente nessas quatro áreas.
Salários
A falta de incentivos para a carreira de professores, principalmente financeiros, também foi discutida no debate. O ministro Fernando Haddad apresentou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) que comparam os salários dos professores ao restante dos profissionais do País com formação universitária. Em 2003, os profissionais com curso superior completo ou incompleto ganhavam 86% a mais que docentes brasileiros. Em 2007, essa diferença caiu para 61%. A média salarial dos professores é de R$ 1,3 mil. A comparação não levou em conta o novo piso salarial de professores no País (mais informações aqui).
“Se mantivermos esse passo, em algum lugar no tempo entre 2014 e 2015 esses valores estarão equiparados”, acredita. “A carreira do professor não pode estar em desvantagem em relação às demais. Vamos perder jovens vocacionados por causa de uma questão econômica.”
Respondendo a uma pergunta da plateia que mencionou que os cursos de formação de professores teriam “limitações intransponíveis”, o ministro se disse otimista com relação a mudanças. “Os cursos de Pedagogia têm limitações transponíveis. Eu encaro com otimismo que as universidades vão se adequar a uma nova filosofia.”
Universidade treina professor para identificar esquizofrenia
vejam mais em : http://www.educacaofisica.com.br/noticia_mostrar.asp?id=6712
Fonte: Folha OnlinePublicidade
A Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) criou um programa em que médicos e outros profissionais da saúde vão até as escolas ensinar os professores a identificar alunos com suspeita de doenças psiquiátricas graves, como a esquizofrenia. O foco são estudantes entre 11 e 18 anos de 40 escolas públicas de São Paulo.
Depois de identificados, os alunos seguem para o Proesq (projeto de esquizofrenia da Unifesp) para confirmar o diagnóstico -que envolve entrevistas com os jovens e seus familiares e exames de neuroimagem. No momento, 300 estudantes da zona sul de São Paulo passam por avaliações.
O programa foi inspirado em outras iniciativas de sucesso em países como EUA, Inglaterra e Alemanha. "A meta é a detecção precoce. Os professores podem ajudar muito na identificação de sinais sugestivos [da doença]. Às vezes, os adolescentes passam mais tempo com eles do que com seus pais", diz o psiquiatra Rodrigo Bressan, professor da Unifesp e coordenador do Proesq.
Entre os sinais investigados nos alunos estão queda no rendimento escolar, relatos de perseguição ou de ouvir vozes, agressividade e quadros depressivos e de isolamento.
Em geral, a esquizofrenia começa na adolescência ou no início da vida adulta -90% dos casos são diagnosticados entre 15 e 25 anos. Estima-se que 1,8 milhão de brasileiros (1% da população) tenham a doença.
A esquizofrenia preocupa os médicos por várias razões, entre elas, a dificuldade do diagnóstico precoce, o estigma e a não adesão à terapia.
Uma recente revisão de estudos feita pelo Instituto de Psiquiatria da USP mostrou que metade dos portadores de esquizofrenia não adere ao tratamento, o que aumenta em 88% as chances de recaída (surtos).
"Cada surto significa perda de neurônios e declínio mais rápido do paciente. Quanto mais surtos, maior o comprometimento das funções psíquicas e dos danos cerebrais", diz o psiquiatra Hélio Elkis, coordenador do projeto de esquizofrenia do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de SP.
Resistência aos remédios
As recaídas também são causadas por refratariedade, quando o doente desenvolve resistência aos antipsicóticos convencionais -drogas que agem nos receptores neuronais de duas substâncias produzidas no cérebro, a dopamina e a serotonina. De 30% a 40% das pessoas com esquizofrenia podem apresentar o problema.
Nesses casos, é preciso associar à terapia outras drogas antipsicóticas. Mas também há entraves. Uma pesquisa da Unifesp mostrou que 80% dos pacientes refratários às drogas convencionais, tratados em um Centro de Atenção Psicossocial de São Paulo, não eram reconhecidos como tal e muito menos tratados adequadamente.
Segundo Bressan, os médicos tinham medo em medicá-los com a clozapina (antipsicótico usado em casos refratários e fornecido gratuitamente pelo governo do Estado). "O remédio tem como efeito colateral a granulocitose [queda dos glóbulos brancos do sangue]. Mas o risco é mínimo quando os doentes são acompanhados de forma adequada. Também falta treinamento para os profissionais da saúde."
por CLÁUDIA COLLUCCI
Fonte: Folha OnlinePublicidade
A Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) criou um programa em que médicos e outros profissionais da saúde vão até as escolas ensinar os professores a identificar alunos com suspeita de doenças psiquiátricas graves, como a esquizofrenia. O foco são estudantes entre 11 e 18 anos de 40 escolas públicas de São Paulo.
Depois de identificados, os alunos seguem para o Proesq (projeto de esquizofrenia da Unifesp) para confirmar o diagnóstico -que envolve entrevistas com os jovens e seus familiares e exames de neuroimagem. No momento, 300 estudantes da zona sul de São Paulo passam por avaliações.
O programa foi inspirado em outras iniciativas de sucesso em países como EUA, Inglaterra e Alemanha. "A meta é a detecção precoce. Os professores podem ajudar muito na identificação de sinais sugestivos [da doença]. Às vezes, os adolescentes passam mais tempo com eles do que com seus pais", diz o psiquiatra Rodrigo Bressan, professor da Unifesp e coordenador do Proesq.
Entre os sinais investigados nos alunos estão queda no rendimento escolar, relatos de perseguição ou de ouvir vozes, agressividade e quadros depressivos e de isolamento.
Em geral, a esquizofrenia começa na adolescência ou no início da vida adulta -90% dos casos são diagnosticados entre 15 e 25 anos. Estima-se que 1,8 milhão de brasileiros (1% da população) tenham a doença.
A esquizofrenia preocupa os médicos por várias razões, entre elas, a dificuldade do diagnóstico precoce, o estigma e a não adesão à terapia.
Uma recente revisão de estudos feita pelo Instituto de Psiquiatria da USP mostrou que metade dos portadores de esquizofrenia não adere ao tratamento, o que aumenta em 88% as chances de recaída (surtos).
"Cada surto significa perda de neurônios e declínio mais rápido do paciente. Quanto mais surtos, maior o comprometimento das funções psíquicas e dos danos cerebrais", diz o psiquiatra Hélio Elkis, coordenador do projeto de esquizofrenia do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de SP.
Resistência aos remédios
As recaídas também são causadas por refratariedade, quando o doente desenvolve resistência aos antipsicóticos convencionais -drogas que agem nos receptores neuronais de duas substâncias produzidas no cérebro, a dopamina e a serotonina. De 30% a 40% das pessoas com esquizofrenia podem apresentar o problema.
Nesses casos, é preciso associar à terapia outras drogas antipsicóticas. Mas também há entraves. Uma pesquisa da Unifesp mostrou que 80% dos pacientes refratários às drogas convencionais, tratados em um Centro de Atenção Psicossocial de São Paulo, não eram reconhecidos como tal e muito menos tratados adequadamente.
Segundo Bressan, os médicos tinham medo em medicá-los com a clozapina (antipsicótico usado em casos refratários e fornecido gratuitamente pelo governo do Estado). "O remédio tem como efeito colateral a granulocitose [queda dos glóbulos brancos do sangue]. Mas o risco é mínimo quando os doentes são acompanhados de forma adequada. Também falta treinamento para os profissionais da saúde."
por CLÁUDIA COLLUCCI
Professor de EF muda vida de deficientes físicos
Fonte: PE360graus.com.brPublicidade
VEJAM MAIS EM : http://www.educacaofisica.com.br/noticias_mostrar.asp?id=6819
Ele descobre talento em pessoas que já tinham perdido as esperanças; entre os talentos estão ex-moradores de rua e deficientes físicos
Um professor de educação física está mudando a vida de muitas pessoas ao seu redor. Já são 26 histórias que começam com sofrimento e terminam com esperança. Todas elas têm em comum um nome: Luis Araújo, mais conhecido como professor Luisinho. Há dois anos ele descobre talento onde menos se espera.
Uma dessas pessoas foi Maria Quitéria, que foi pedir um esmola e ganhou uma nova vida. “Ela chegou aqui como uma pedinte, como qualquer moradora de rua e a partir daí eu mostrei ela ao grupo. Ela se interessou e começou a trabalhar conosco. Inclusive ela não tinha nem uma identificação, nem uma certidão de nascimento, com a ajuda de outras pessoas nós conseguimos tirar toda a documentação”, contou Luís Araújo.
Atualmente ela está entre paratletas de alto rendimento que incentivadas pelo professor derrubam todas as limitações. “Todo dia eu me ajoelho e rezo para esse professor porque o que ele está fazendo por mim ninguém faz não. Eu agradeço muito a ele porque ele é mesmo que ser meu pai”, completou.
“Ele que me incentiva a fazer melhor nas competições”, disse o paratleta Roberto Jorge. O incentivo é importante, mas não o suficiente. O fim de um convênio com o Ministério dos Esportes tornou tudo mais difícil. “Nós tínhamos profissionais como fonoaudiólogo, como psicólogo, assistente social, médico, enfermeira Ana Nery e hoje esses profissionais nós não temos aqui”, lamentou o professor.
O mais novo desafio é conseguir um ônibus para levar o grupo para a cidade de Natal (RN), onde acontece uma competição neste final de semana. “Eu tenho fé em Deus, aquele lá de cima que eu vou trazer não só medalha, um índice para o brasileiro que é a nossa expectativa”, desejou Tiago Moura.
Além da medalha, a ida da equipe significa um índice, a autoestima e o desenvolvimento de todo o grupo. Roberto Jorge já não precisa da cadeira de rodas pra se locomover. O esporte tem sido um tratamento eficiente. A dedicação do professor só não supera a de Maria José que acompanha o filho em todos os treinamentos. “Hoje eu vejo meu filho um atleta, viajando. É uma coisa maravilhosa, melhor coisa que Deus poderia ter deixado na minha vida”, disse a mãe de Roberto Jorge.
O carinho da mãe foi retribuído em palavras pelo paratleta. “Enquanto eu tiver ela eu jogo a mão pro céu e agradeço muito a Deus, porque quando eu perder ela eu vou ficar sem guia, quem é que vai me guiar”, disse Roberto Jorge.
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Ele descobre talento em pessoas que já tinham perdido as esperanças; entre os talentos estão ex-moradores de rua e deficientes físicos
Um professor de educação física está mudando a vida de muitas pessoas ao seu redor. Já são 26 histórias que começam com sofrimento e terminam com esperança. Todas elas têm em comum um nome: Luis Araújo, mais conhecido como professor Luisinho. Há dois anos ele descobre talento onde menos se espera.
Uma dessas pessoas foi Maria Quitéria, que foi pedir um esmola e ganhou uma nova vida. “Ela chegou aqui como uma pedinte, como qualquer moradora de rua e a partir daí eu mostrei ela ao grupo. Ela se interessou e começou a trabalhar conosco. Inclusive ela não tinha nem uma identificação, nem uma certidão de nascimento, com a ajuda de outras pessoas nós conseguimos tirar toda a documentação”, contou Luís Araújo.
Atualmente ela está entre paratletas de alto rendimento que incentivadas pelo professor derrubam todas as limitações. “Todo dia eu me ajoelho e rezo para esse professor porque o que ele está fazendo por mim ninguém faz não. Eu agradeço muito a ele porque ele é mesmo que ser meu pai”, completou.
“Ele que me incentiva a fazer melhor nas competições”, disse o paratleta Roberto Jorge. O incentivo é importante, mas não o suficiente. O fim de um convênio com o Ministério dos Esportes tornou tudo mais difícil. “Nós tínhamos profissionais como fonoaudiólogo, como psicólogo, assistente social, médico, enfermeira Ana Nery e hoje esses profissionais nós não temos aqui”, lamentou o professor.
O mais novo desafio é conseguir um ônibus para levar o grupo para a cidade de Natal (RN), onde acontece uma competição neste final de semana. “Eu tenho fé em Deus, aquele lá de cima que eu vou trazer não só medalha, um índice para o brasileiro que é a nossa expectativa”, desejou Tiago Moura.
Além da medalha, a ida da equipe significa um índice, a autoestima e o desenvolvimento de todo o grupo. Roberto Jorge já não precisa da cadeira de rodas pra se locomover. O esporte tem sido um tratamento eficiente. A dedicação do professor só não supera a de Maria José que acompanha o filho em todos os treinamentos. “Hoje eu vejo meu filho um atleta, viajando. É uma coisa maravilhosa, melhor coisa que Deus poderia ter deixado na minha vida”, disse a mãe de Roberto Jorge.
O carinho da mãe foi retribuído em palavras pelo paratleta. “Enquanto eu tiver ela eu jogo a mão pro céu e agradeço muito a Deus, porque quando eu perder ela eu vou ficar sem guia, quem é que vai me guiar”, disse Roberto Jorge.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Ivaldo Brandão é reeleito presidente da ANDE

Um dos profissionais brasileiro de maior competência em esportes para pessoas com deficiência do Brasil, o Professor IVALDO BRANDÃO foi reeleito para a gestão 2009-2013. Sua diretoria também é composta de profisionais de alto gabarito técnico.
Ivaldo Brandão é reeleito presidente da ANDE
por Camila Benn — última modificação 20/05/2009 16:06
A Chapa Gestão com Dignidade foi eleita com 68% dos votos
A Associação Nacional de Desporto para Deficientes (ANDE) entra em um novo ciclo. A nova diretoria foi eleita com 68% dos votos, no dia 14 de maio de 2009, no Rio de Janeiro. A chapa ANDE – GESTÃO COM DIGNIDADE=RESULTADO apresentou logo em seguida as propostas para o quadriênio 2009-2013, e o novo organograma. O presidente Ivaldo Brandão tem como meta “fomentar, organizar, promover e desenvolver práticas desportivas das pessoas com deficiência, principalmente dos paralisados cerebrais no Brasil, visando sua autonomia, qualidade de vida e independência para o exercício pleno da cidadania”, explicou.
Confira abaixo os profissionais eleitos na assembléia.
DIRETORIA 2009-2013
Presidente: IVALDO BRANDÃO VIEIRA
Vice-Presidente: SEBASTIÃO ANTONIO DA COSTA NETO
1ª Secretária: YARA YULE
2ª Secretária: ROSEMERY MARIA DA SILVA
1º Tesoureiro: ARTUR CRUZ GOMES
2º Tesoureiro: LIDIA COSTA
Diretor Médico: SYLVIO MOREIRA
Diretor Técnico: PAULO MIRANDA
Diretor de Classificação: CLAUDIO DIHEL
Diretor de Marketing: ALEXANDRE BARONI
CONSELHO FISCAL
MISAEL PAULO
JOÃO BENTIM
JOSÉ MARIA
DÉCIO BARONI
VERA GODOY
COORDENAÇÃO REGIONAL
Região Norte: SILVIO DO CARMO (RCP)
Região Nordeste: DÉCIO BARONI(AMDD )
Região Centro-Oeste: SILAS SILVESTRE
Região Leste: MÁRCIA CAMPEÃO
Região Sudeste: MOISÉS FABRÍCIO
Região Sul: DARLAN CIESIELSKI
COORDENAÇÃO DE MODALIDADE
Futebol: Prof. JORGE MIRANDA
Bocha: Profª. JANAÍNA PESSATO
Polibaty: Profª. MARLI CASSOLI
Natação: Prof. MENESCAL PEDRINHA
Halterofilismo: Prof. MARCOS SANTOS
Atletismo: Prof. Gilberto
Hipismo Adaptado: Dr. FREDERICO FRAZÃO
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Será que posso ser um Professor de EDUCAÇÃO FÍSICA?
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Professor de EF aos 80 anos comanda academia
Professor de EF aos 80 anos comanda academia, veja mais em :
http://www.educacaofisica.com.br/noticia_mostrar.asp?id=5545
Tire proveito máximo da academia :
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