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terça-feira, 16 de novembro de 2010

BASQUETEBOL EM CADEIRA DE RODAS - ESTADUAL INTEGRADO COM EQUIPES PRINCIPAIS - MATEM AS SAUDADES

CAMPEONATO ESTADUAL INTEGRADO 2003 DE BASQUETEBOL EM CADEIRA DE RODAS. VEJAM AS FOTOS E REPORTAGENS EM :
http://www.acadef.org.br/campcarioca/html/fotos.html



Equipe principal do CR FLAMENGO e equipe cadeirante em disputa do I Campeonato Estadual de Basquetebol em 
Cadeira de Rodas Integrado realizado no ano de 2003 na quadra do TIJUCA T.C que adaptou suas instalações para
 melhoria da acessibilidade dos  atletas cadeirantes.







Equipe do CR FLAMENGO  com Robertão (cap), Parré,Luiz Claudio Pontes, Indio e Carlos





Equipe do C.R. VASCO DA GAMA  dirigida pelo Prof ANTONIO CARLOS ( pulga)


RESULTADO DO CLÁSSICO:
13/10 - Vasco/ACADEF vence FLAMENGO/IBDD na preliminar

Pelo Iº Campeonato Estadual de Basquete em cadeira de rodas o VASCO/ACADEF venceu o FLAMENGO/IBDD, nesta segunda feira 13/10, no ginásio do Tijuca Tênis Clube com o placar de 55x22.

Um show de bola do VASCO/ACADEF que mandou no jogo o tempo todo.


Paulo César foi o cestinha da partida assinalando 17 pontos. Jogaram e marcaram pela ACADEF/Vasco: Pepê(12 pts), Paulo César(17 pts), Fábio, Jonas (08 pts), Aloísio, Alexandro (02 pts), Raniero, Josiano(06 pts), Renato(10 pts), Paulino e  Romário.
Técnico: ACM Pulga

Aquecimento dos paraatletas






Lances livre a favor da equipe do CR VASCO DA GAMA sendo ministrados pelo
Árbitro Internacional da IWBF RICARDO SOUZA e, ao fundo, o Prof SERGIO CASTRO
Técnico da equipe do IBDD-FLAMENGO



http://www.acadef.org.br/campcarioca/html/vascoibdd.html



                   Andamento da partida



Andamento da partida entre CR.VASCO DA GAMA e FLUMINENSE F.C




FOTO DO PRIMEIRO BRUNCH REALIZADO PELO BASQUETEBOL EM CADEIRA DE RODAS PELA FEDERAÇÃO DE BASQUETEBOL EM CADEIRA DE RODAS, PRESIDIDA PELO PROFESSOR SERGIO CASTRO EM 2003






Tabela
Entrevista
Links
Saiu na imprensa
Resenha das partidas
Fotos dos Jogos
Classificação Geral
Fale Conosco
Página Principal ACADEF




Fotos e resenhas dos jogos do CR Vasco da Gama / ACADEF






Tabela do Campeonato Estadual


http://www.acadef.org.br/campcarioca/html/tabela.html






EQUIPES PARTICIPANTES
ACF/Campos/ONG-ESF
CR Vasco da Gama/ACADEF
Jequiá IC/ANDEF

CR Flamengo/IBDD
Fluminense/AADF
Tijuca TC/ADEZO



      
SAIU NA IMPRENSA

Rio promove o 1º campeonato de basquete em cadeira em cadeira de rodas

Clubes cariocas "apadrinham" times de basquete em cadeira de rodas
(1/11) – A Federação de Basquetebol do Estado do Rio de Janeiro (FBERJ) criou uma novidade para o Campeonato Estadual Masculino Adulto de Basquete deste ano, o basquete em cadeira de rodas. Seis instituições de deficientes físicos foram “apadrinhadas” por seis clubes do Rio, Flamengo, Vasco, Fluminense, Campos, Tijuca e Jequiá, e jogam sempre nas preliminares dos jogos de seus times representantes.

O Flamengo adotou o IBDD; o Vasco, a ACADEF; o Fluminense, a AADEF; o Tijuca, a ADEZO; o Campos, a ONG-ESF; e o Jequiá, a ANDEF. O nome da entidade vem seguido do nome do clube, por exemplo, Flamengo/IBDD.

As partidas são como as do basquete convencional, com cinco atletas de cada time se enfrentando em quadra, e cada elenco possui uma média de 12 jogadores. O Campeonato começou no dia 21 de setembro e será encerrado no dia 22 de dezembro,junto com a competição principal. O técnico do Vasco, Antônio Carlos Magalhães, o Pulga, dirigiu a Seleção Brasileira nas pára-Olímpiadas de 96, em Atlanta (EUA). Ele explicou das dificuldades de se formar um atleta deficiente:

- Nosso basquete não é como o convencional, onde em um ou dois meses se consegue formar um jogador. Para formarmos um atleta cadeirante levamos aproximadamente de um a dois anos para motivá-los e readaptá-los aos exercícios –
disse Pulga.

Os treinos ocorrem três vezes na semana, com aproximadamente duas horas e meia de duração, mas para o técnico Gustavo Rodrigues do Jequiá/ANDEF, o ideal seria que eles treinassem todos os dias:

- O melhor seria se treinássemos todos os dias, porém devido ao trabalho e as dificuldades dos atletas, isso não é possível. A vida deles não é fácil, e é preciso ter muita
perseverança para lidar com tantas dificuldades –avaliou o técnico.

O primeiro Campeonato Estadual de Basquete em Cadeira de Rodas proporcionou aos torcedores três clássicos inéditos entre os arqui-rivais Flamengo, Vasco e Fluminense, onde todos se emocionaram nas partidas:

- Jogar um Flamengo e Vasco sempre foi um sonho para mim. Graças à competição, estamos sendo vistos como atletas e não como deficientes. É mais uma maneira de tentarmos uma re-inclusão à sociedade, já que por aqui há bastante preconceito.Em relação aos deficientes – desabafou Robertão, jogador do Flamengo/IBDD.

 - O professor Sérgio Castro, criador e primeiro Presidente da Federação de Basquetebol em Cadeira de Rodas do Estado do Rio de Janeiro, em 1997, declarou que nunca houve na América do Sul um campeonato integrado com as equipes principais, sendo um fato inédito na história do Basquetebol em cadeira de Rodas no continente sul-americano. Embora com a ausência ainda de patrocinadores, espera-se que para os próximos campeonatos esse auxílio possa ser prestado, possibilitando assim um maior prestígio à modalidade paraesportiva cadeirante.

É possível entrar em contato com as instituições através dos seguintes telefones: AADEF 2401-2052; ACADEF 2244-7523; ADEZO 3332-4757, ANDEF 2718-7580, IBDD 2557-6990 e ONG-ESF (22) 27243742 begin_of_the_skype_highlighting              (22) 27243742      end_of_the_skype_highlighting.

Autor: Felipe Vargas



Vasco da Gama / ACADEF x Flamengo / IBDD 




RESULTADO DO CLÁSSICO:
13/10 - Vasco/ACADEF vence FLAMENGO/IBDD na preliminar

Pelo Iº Campeonato Estadual de Basquete em cadeira de rodas o VASCO/ACADEF venceu o FLAMENGO/IBDD, nesta segunda feira 13/10, no ginásio do Tijuca Tênis Clube com o placar de 55x22.
Um show de bola do VASCO/ACADEF que mandou no jogo o tempo todo.

Paulo César foi o cestinha da partida assinalando 17 pontos. Jogaram e marcaram pela ACADEF/Vasco: Pepê(12 pts), Paulo César(17 pts), Fábio, Jonas (08 pts), Aloísio, Alexandro (02 pts), Raniero, Josiano(06 pts), Renato(10 pts), Paulino e  Romário.
Técnico: ACM Pulga


quinta-feira, 19 de agosto de 2010

ANDE comemorou 35 anos

ANDE comemorou 35 anos



Dia especial para a Associação
O CPB e a comunidade nacional do Movimento Paraolímpico parabenizam os 35 anos  da Associação Nacional de Desporto para Deficientes, ANDE. O presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro, Andrew Parsons, cumprimenta a Associação por mais um ano de realização e conquistas.
Fundada em 1975 pelo professor Aldo Miccollis, inicialmente a ANDE teve como objetivo agregar todos os desportos praticados por todas as deficiências. Mais tarde, com a especificação das diversas áreas de deficiência, coube a ANDE fomentar e desenvolver o desporto para pessoas com paralisia cerebral (PC).
"A ANDE comemorou ontem, dia 18 de Agosto, o seu aniversário de 35 anos, uma trajetória de muita luta, trabalho e dedicação de todos.

 Vencemos inúmeras dificuldades, tivemos vitórias, derrotas, ganhos e perdas, mas seguimos firmes com nosso trabalho, encorajados pelo exemplo de nossos líderes, como o saudoso Aldo Miccollis. 

Aproveitamos para reiterar nossa missão de fomentar e desenvolver o desporto para pessoas com deficiência, na busca pela excelência em nosso trabalho", afirmou o presidente da ANDE, Ivaldo Brandão.

Parbenizo o Presidente Prof. IVALDO BRANDÃO  pela competência como vem conduzindo a Instituição, extensivo a todos os seus integrantes. Professor Sergio Castro. Univesidade Estacio de Sá.


VEJA O MANUAL DE CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL EM : http://www.ande.org.br/documentos/Manual_de_Classificacao_Funcional.pdf


DOWNLOADS  DA  ANDE http://www.ande.org.br/downloads.php


CALENDÁRIO PARA 20120: http://www.ande.org.br/calendario.php



quinta-feira, 13 de maio de 2010

sábado, 10 de abril de 2010

PROFESSOR SERGIO CASTRO ELEITO MELHOR PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FISICA DO CAMPUS CABO FRIO DA UNIVERSIDADE ESTACIO DE SÁ


Parabéns aos docentes melhores avaliados na AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2009.2 ! O Campus Cabo Frio se orgulha dos mestres que trabalham na colaboração da missão da universidade!

Professores queridos,

Segue homenagem realizada pela CPA SETORIAL DE CABO FRIO – Professor Luiz Gustavo – para os melhores docentes avaliados em 2009.2 : vocês !!!
Parabéns ! Estar junto dos alunos é sempre gratificante, mas ser aprovado por eles é muito melhor !!

Estamos fixando o anexo nos murais dos cursos , da CPA , da Coordenação dos Professores e da Direção.

Bom feriado !!
Abs.




Professora Cláudia Faissal

Professora Danielle C. Paz

Professor Sérgio José de Castro



Parabéns aos docentes melhores avaliados na AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2009.2 ! O Campus Cabo Frio se orgulha dos mestres que trabalham na colaboração da missão da universidade!

Professora Edna Lassance


Prof. Wellington L. O. de Souza

Professor Mário S. Taranto

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

MUNDIAL DE TÊNIS EM CADEIRA DE RODAS










VEJAM MAIS SOBRE Mundial de tênis em cadeira de rodas EM : http://www.cpb.org.br/comunicacao/noticias/brasil-retorna-ao-grupo-i

Brasil retorna ao Grupo I
Mundial de tênis em cadeira de rodas

O Brasil voltará a disputar a principal divisão do Mundial de Cadeirantes em 2010. No último final de semana, a equipe formada por Maurício Pommê, Daniel Rodrigues e Carlos "Jordan" dos Santos, comandada por Michel Bandeira, terminou o Grupo II da competição em terceiro lugar. Os jogos foram em Nottingham, na Inglaterra. No domingo, os brasileiros confirmaram a classificação ao Grupo I ao vencerem a Argentina por 2 a 0 nos Play-Offs.

A terceira colocação no Grupo II do Mundial foi conquistada no sábado, na vitória por 2 a 0 sobre o Canadá. Daniel Rodrigues foi o primeiro a entrar em quadra, e venceu o portenho Guillermo Camusso por 6/4 7/6(0). Na sequência, a vitória brasileira foi sacramentada por Jordan, que bateu de virada Gustavo Fernandes em parciais de 3/6 6/3 e 6/3.

O 25º aniversário do Mundial de Cadeirantes, comemorado neste ano, também marcou a estreia da equipe juvenil do Brasil na competição. A equipe de Natalia Mayara e Pedro Rocha, capitaneada por Wanderson Cavalcante, terminou a competição em sexto lugar.

Antes de disputar o Mundial, as equipes brasileiras, que tiveram Jesus Tajra como Chefe de Delegação, disputaram o British Open, também em Nottingham.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Confederação Brasileira de Tênis

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Manual para deficientes nas Olimpiadas da China


O manual de orientação para voluntários dos Jogos de Pequim será refeito por conter “linguagem inapropriada” ao falar sobre deficientes.
Os estereótipos usados em 20 das 200 páginas do calhamaço geraram protestos de entidades internacionais, e os organizadores do evento decidiram reescrever trechos do guia.

O texto, distribuído a 100 mil voluntários, afirmava que atletas paraolímpicos e espectadores com deficiências são um grupo especial, com personalidade e forma de pensar únicas.



Deficientes físicos eram classificados como “geralmente saudáveis mentalmente”.
“Mas eles podem ter personalidade incomum por causa de sua deficiência. Por exemplo, alguns são isolados, anti-sociais, introspectivos. Podem ser teimosos e controladores. E têm profundo senso de inferioridade”, dizia o manual.

Deficientes visuais também eram definidos introvertidos, pessoas que raramente demonstram suas emoções.
“Há de fato um problema de linguagem que reforça conceitos que buscamos eliminar. A generalização deve ser evitada. Deficientes não são todos iguais, como pessoas sem deficiências também não são”, declara Andrew Parsons, secretário geral do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB).

O dirigente, no entanto, avalia a criação do guia como um avanço. “Isso demonstra a preocupação em treinar bem as pessoas que irão atender ao público, aos atletas e aos dirigentes na China”, afirma ele.

Parsons conta que, em visitas a Pequim, impressionou-se com o trabalho para tornar a cidade e as instalações acessíveis. “A Cidade Proibida ganhou modificações para acessibilidade. Os Jogos levantam esse tipo de discussão. É um legado deixado por esses eventos.”

O comitê organizador da Paraolimpíada admitiu o uso de linguagem inapropriada, mas não crê em falha na concepção do guia. “Provavelmente foi por causa da diferença cultural e de erro de tradução. Mas, detectado o problema, já pedimos mudanças”, diz Zhang Qiuping, diretor dos Jogos Paraolímpicos.

Segundo agências internacionais, a versão em chinês do manual contém os mesmos termos do texto em inglês.

This entry was posted on Monday, June 9th, 2008 at 4:09 pm and is filed under Uncategorized, abnt 9050, abnt nbr9050, acessibilidade, nbr deficiente, norma nbr 9050, normas 9050, os deficientes, produtos banheiro, projeto banheiro, vaso sanitario, velhice. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.

domingo, 31 de maio de 2009

NOVA GERAÇÃO - AS ALTERAÇÕES EM RELAÇÃO ÀS GERAÇÕES ANTERIORES

Vejam o excelente artigo de SIDNEI DE OLIVEIRA sobre o relacionamento das gerações anteriores e as atuais:

http://kantu.mkt9.com/ver_mensagem.php?id=H|652|19297|123455358390071800


Tenho compartilhado pensamentos e reflexões através de crônicas e artigos.


Agradeço cada mensagem de apoio e também cada convite para acrescentar mais amigos em minha lista de emails.


Muitos leitores tem me questionado sobre um tema que tenho estudado com muita profundidade, que apresento em minhas palestras e workshops e que será objeto de meu próximo livro - GERAÇÃO Y - A era das conexões - tempo de relacionamentos.


Assim, além de enviar minhas crônicas, estarei regularmente enviando também, artigos sobre o tema Geração Y, inaugurando assim um novo debate com meus leitores.

O primeiro artigo tem o título:

DÁ PARA ENTENDER A GERAÇÃO Y?
Não há como ficar impassível diante da nova geração, conhecida como geração Y (nascidos a partir de 1980 ).

Ansiedade, impaciência, arrogância, egoísmo...
São vários os adjetivos que, pais, professores e líderes experientes estão usando para classificar a nova geração de jovens que assumem cada dia mais, as posições de destaque na sociedade.

Porque eles são tão questionadores? Como eles conseguem manter o foco em tantas coisas simultaneamente? Como estimulá-los e guiá-los em seu futuro?

Muitas dúvidas e especulações tem desafiado pessoas das gerações que antecederam a Geração Y.

Líderes de empresas encontram dificuldades em atrair, reter e desenvolver os novos profissionais que estão chegando.
Pais vivem numa relação de constante tolerância e desaprovação nas escolhas de seus filhos.
Professores se sentem ameaçados por alunos que demonstram maior domínio de suas matérias ou mais habilidade em obter informações.

A energia e habilidades que eles apresentam estão assustando pais, professores e líderes, que acabam agindo de forma conservadora, adotando modelos de liderança ultrapassados e com isso, bloqueando toda criatividade e inovação.

Precisamos fazer algumas reflexões sobre a Geração Y e estabelecer uma relação histórica com as gerações anteriores.

Que características e que fatores históricos e culturais influenciaram o comportamento e a educação dos jovens em suas respectivas gerações?

Como surgiu a Geração Y ?
Modelos baseados nos comportamentos gerados pelas novas tecnologias no decorrer dos últimos 50 anos, provocaram profundos impactos nesta geração, principalmente agora que ela atingem o primeiro estágio da vida adulta.

É necessária uma nova abordagem para o entendimento da Geração Y, com modelos práticos de comportamentos de gestão e de educação. É muito importante estabelecer um novo papel para os lideres de gerações anteriores, diante da inequívoca força de transformação, que a nova geração está promovendo na sociedade.

Neste novo cenário AS PERGUNTAS MUDARAM, por isso as respostas que os pais, os professores e os lideres tem não servem mais.

O modelos de lideranças que eram certos e garantidos tem produzidos resultados equivocados e negativos, enquanto que práticas consideradas erradas até a pouco tempo, estão sendo reavaliadas diante de resultados positivos.

Precisamos fazer novas perguntas, uma delas é: COMO LIDERAR A GERAÇÃO Y?
______________________________________________________________________________________________
Sidnei Oliveira
www.sidneioliveira.com.br

sábado, 30 de maio de 2009

TOP BLOG - VOTE NO SITE DO PROFESSOR SERGIO CASTRO



CEGOS E DEFICIENTES VISUAIS - Aprender a ver uma nova vida

Aprender a ver uma nova vida
Submetido em Sábado, 24/01/2009 - 20:48 por Lerparaver
Com o tema: Deficiência visual Educação Emprego Reabilitação Vida diária
Perder a visão na fase adulta. Há cada vez mais pessoas a perder a visão na fase adulta, principalmente devido a diabetes e VIH. Muitas isolam--se e fecham-se em casa, porque têm medo de cair em buracos ou chocar contra coisas. Mas a solução existe. Há técnicos que ensinam os cegos a andar em segurança e a fazer quase tudo o que é necessário para prosseguir uma vida normal, com estudos, emprego, família e vida social. "Não nos podemos entregar à doença", diz Carlos Manuel Ferreira, que tem 41 anos e cegou em 2005. Na quinta-feira, etiquetas em braile passaram a identificar os artigos que os deficientes visuais compram nos hipermercados

Técnicos ensinam pessoas a ultrapassar deficiência visual

De um momento para o outro, a vida de luz e cor de Teresa Simões mergulhou num mundo de trevas, em que tudo se resume numa palavra: cegueira. Quem perde a visão já na fase adulta considera que "é muito pior do que ter nascido cego". Ficam desorientados e perdidos, sem saberem onde estão nem para onde vão. Alguns até chegam a dizer que "a melhor coisa que podia acontecer era morrer". Mas a vida continua para além da penumbra que lhes tolda a vista. Têm de aprender a usar melhor os outros sentidos com a ajuda de pessoal técnico que os ensina a ver um novo mundo. Há cegos que conseguiram aprender tudo tão bem que garantem ter "uma vida normal como as outras pessoas".

Numa tarde de sábado, foi essa vida normal que a equipa de reportagem do DN encontrou ao entrar num apartamento da Quinta do Pinheiro, em Odivelas. Quem depara com Helena Cristina Fernandes a brincar na sala com as duas filhas gémeas está longe de imaginar que aquela mulher de 42 anos é cega. Tal como o seu marido, José Manuel Fernandes. As crianças, Marta e Márcia, de quatro anos, são normavisuais - vêem normalmente.

Lourinha e muito faladora, Marta ouve a mãe perguntar: "O que é que a mãe é ao pai?" E responde prontamente: "É marida." De grandes olhos azuis, Márcia é mais calminha que a irmã. As duas dizem que os pais, quando eram miúdos, "deviam ser muito traquinas. Caíram e ficaram mal dos olhos. Têm de ir ao médico arranjar os olhos".

Helena estava preocupada com a chegada da equipa do DN, porque tinha lá ido o técnico instalar a TV por cabo e tinha-se atrasado. "Eu gosto mais de ver a SIC Notícias, o Canal História e o National Geographic. O meu marido quer mais é o desporto e elas gostam é do Canal Panda", contou.

"Nunca vi muito bem"

A trabalhar desde há seis anos no serviço informativo do call center da Segurança Social, Helena Cristina revelou já ter avançado com um requerimento "para mudar para uma função técnica", onde possa aplicar o curso de Gestão de Recursos Humanos e Organização Estratégica, que terminou em Julho de 2008, no Instituto Superior de Línguas e Administração. Antes foi telefonista durante sete anos, no Hospital de S. José, em Lisboa.

Mas, até alcançar esta vida normal, Helena teve de lutar muito para aprender a ver de outra maneira. Algarvia de Benafim, no concelho de Loulé, recorda nunca ter visto "muito bem. Por isso, só estudei até à 4.ª classe na escola normal. Ficava mais à frente e perto da janela, para ter mais luz. A professora dava licença para me levantar e ir ver o que ela tinha escrito no quadro".

Para continuar os estudos, "tinha de ir para uma escola em Loulé. Mas não dava, porque só havia uma camioneta de manhã para ir às aulas e outra ao fim da tarde para voltar a casa. Como a essa hora já havia pouca luz, eu não conseguia ver para regressar a casa. Deixei de estudar".

Só aos 22 anos, depois de o médico Luís Cardia dizer que "não havia cura", Helena foi para o Centro de Reabilitação Nossa Senhora dos Anjos, perto de Santa Apolónia, em Lisboa. "Estive lá seis meses em internato e, de 15 em 15 dias, ia de autocarro sozinha para o Algarve. Para aprender a viver com a deficiência, ensinaram braile, mobilidade na rua e actividades domésticas", recordou Helena, adiantando que faz "toda a lida da casa".

Depois voltou para junto dos pais, no Algarve, que vêem normalmente, tal como a irmã. "Procurei emprego durante um ano, mas não consegui, porque só tinha a 4.ª classe. Resolvi mudar-me para Lisboa e trabalhei ano e meio num lar de raparigas cegas, em Chelas. Estudei à noite em escolas de ensino normal, até terminar o 12.º ano", referiu.

"Só tive problemas nos 8.º e 9.º anos, porque a professora de História não queria cegos nas aulas dela. Mas estudei muito e tive 19,6 valores no exame. No fim, a professora deu- -me os parabéns e já me aceitava nas aulas. Depois até me escreveu uma carta em braile a pedir-me desculpa", recordou.

Na Acapo - Associação de Cegos e Amblíopes de Portugal, "fiz um curso de recepcionista/telefonista. Entre 2000 e 2004 fui directora da Acapo", contou Helena, adiantando que em 2003 fez provas específicas e entrou para a faculdade.

Desde que tem as gémeas, a sua vida complicou-se um pouco, mas Helena não tardou a encontrar solução: "O infantário fica na Pontinha, mas era complicado ir de autocarro para lá e andar com as duas meninas pela mão, porque assim não podia pegar na bengala para me orientar. Então decidimos comprar um carro e pedimos a uma amiga para o conduzir e levar as meninas à escola e trazê-las a casa."

Escola inglesa foi solução

O caso do pai das gémeas, José Manuel Fernandes, de 45 anos, é menos atribulado, porque sempre viveu em Lisboa: "Aos três anos, tive um tumor raro difícil de detectar. Desenvolve-se no fundo dos olhos e os pais confundem aquilo com uma ramela. Limpam, aquilo desaparece, mas volta e vai sempre agravando. Depois já é tarde para tratar, porque se propaga rapidamente para o interior."

"Fiquei cego dos dois olhos ainda em criança", relatou José Manuel, lembrando que, para começar a estudar, em 1968, "a única solução foi uma escola inglesa. Fui o primeiro cego em Portugal a frequentar escolas de ensino normal, mas em Inglaterra isso já era comum".

Foi revisor de braile para o Ministério da Educação, deu formação profissional em braile e foi director da Acapo. Em 2001 concluiu o curso de Psicologia. Actualmente é psicólogo na Acapo.

Segundo José Manuel, "até aos anos 80, muitos cegos trabalhavam em linhas de montagem de fábricas, porque o trabalho é tão repetitivo que nem é preciso ver. Estudos até dizem que eles têm mais concentração, porque não se distraem com outras coisas. Depois automatizaram a produção, despediram-nos e eles não conseguiram arranjar outro trabalho. Passaram a pedir esmola".

"Há 12 anos a tactear"

Madalena, de 28 anos, vive na Covilhã e passou dois meses no Centro de Reabilitação Nossa Senhora dos Anjos, em Lisboa. Encontrámo-la na cozinha do centro a fazer sopa, no âmbito das aulas de actividades da vida doméstica. Além da sua visão estar abaixo dos 10%, só ouve de um ouvido.

"Desde há 12 anos - quando a visão começou a reduzir - que ando a tactear, porque nunca me indicaram este centro ou outro sítio para reabilitação", disse ao DN. "Só vejo uma área muito pequena. Não consigo ver uma pessoa inteira, mas apenas um bocadinho dela de cada vez", explicou.

"Já sou casada há sete anos e só este ano é que o meu marido se apercebeu disso, embora eu já lhe tivesse falado no meu problema logo quando começámos a namorar, há dez anos", contou.

Os seus dois filhos - uma menina de três anos e um rapaz com seis - "não têm qualquer problema de visão nem de audição", esclareceu.

"Uma pessoa não é incapaz"

No mesmo centro de reabilitação, Teresa Simões, de 40 anos, aprendeu que "uma pessoa cega não é uma pessoa incapaz". Natural de Toledo, no concelho da Lourinhã, só aos 19 anos descobriu a doença, "que se foi desenvolvendo muito lentamente. Pelos 27 anos houve uma evolução rápida, devido à morte do meu irmão", explicou.

Estudou até ao 11.º ano e desistiu por considerar que "não conseguia continuar, por ver mal", lembrou. Depois trabalhou como secretária e mais tarde como auxiliar de educação num jardim de infância, na Lourinhã, até 1996.

Nesse ano "piorei e achei que devia fazer reabilitação e começar uma vida nova, longe dali e longe de quem me conhecia. Pedi transferência para Lisboa e comecei por ter aulas no Centro de Reabilitação Nossa Senhora dos Anjos".

Foi reintegrada como auxiliar na Escola Nuno Gonçalves, em Lisboa, e passou para a central telefónica da Direcção-Geral do Ensino Superior.

Salienta que "foi muito difícil o período entre descobrir a doença e cegar. Fui a muitos médicos, um disse que havia de chegar um dia e nem um café ia conseguir fazer. Isso foi muito pior do que me dizer que ia ficar cega. Afinal, consigo fazer um café e muito mais que isso".

"Ceguei em 2000. Nesse ano fui fazer o 12.º ano e, entre mais de dois mil candidatos para a Direcção de Serviços de Informação e Documentação do Ministério da Educação, fiquei em primeiro lugar. E é aqui que continuo a trabalhar", contou.

Hoje anda em passo acelerado pela rua, mas nem sempre foi assim. "Em 2002 tive um acidente. Nunca vi o Metro de Lisboa e só conhecia o do Canadá, em que as carruagens estão todas ligadas por mangas. Com a bengala à frente, detectei um espaço livre e pensei que fosse a porta. Avancei e caí entre as duas carruagens para a linha. Alguém viu, gritou e o metro não avançou. Parti o nariz."

"Fiquei com fobias e com medo de andar na rua e no metro", confessou. "Quando chegava a casa, respirava de alívio e pensava: consegui passar mais um dia e voltar sã e salva", lembrou.

"Sou muito vaidosa e dou importância à imagem. Marco os frasquinhos de verniz das unhas com fita gomada ou tiro bocadinhos dos rótulos para distinguir as várias cores", explicou Teresa.

Na sua vivenda na Quinta do Conde, onde vive sozinha, faz todas as tarefas. "Passar a ferro é fácil, porque vou tacteando para sentir se a roupa já está direita. E não pensem que alguém passa a ferro melhor do que eu", disse com um grande sorriso de orgulho.

"Não me sinto dependente e acho que estou muito bem integrada. Ando na ginástica e na hidroginástica e costumo sair com os amigos ao bar, ao teatro e à discoteca. E danço no meio da pista. Não fico lá sentada a um canto", esclareceu.

"Vejo à minha maneira"

Carlos Manuel Ferreira, de 41 anos, deixou de ver em 2005. Antes de começar a frequentar aulas de reabilitação, sentia-se completamente perdido. "Até cheguei a pensar que a melhor coisa que me podia acontecer era morrer", confessou ao DN.

Segundo explicou, o seu caso "é hereditário da parte da mãe, que ainda vê qualquer coisa". Entre quatro irmãos, dois têm problemas de visão. Os outros têm visão normal e nem usam óculos.

"Andei na escola normal, mas não conseguia ler no livro. Tinha de ir ao pé do quadro ver o que a professora escrevia. Só fiz a terceira classe", recordou, adiantando que "o médico dizia que pelos 40 anos ficaria mesmo sem ver. A visão foi diminuindo muito lentamente. Só me fui apercebendo quando comecei a tropeçar nas coisas".

Trabalhou durante 22 anos na distribuição de produtos alimentares e bebidas. No último ano de serviço, em 2005, "já não via, mas conseguia fazer o trabalho, porque já sabia de cor onde ficavam as lojas e onde tinha de ir", explicou esclarecendo que apenas vê "a claridade e o escuro. Não consigo ver a pessoa que está à minha frente". Por isso, ficou de baixa e depois passou à reforma.

"As técnicas da Acapo é que me deram a mão e me fizeram subir, desde há quatro anos. Sentia que tinha caído num buraco, quando deixei de ver", contou Carlos Manuel, considerando que, "a nível psicológico, é mais complicado uma pessoa ver e depois perder a visão. É pior do que ter nascido já sem ver". Para aprender a ser autónomo, também frequentou o Centro de Reabilitação Nossa Senhora dos Anjos.

Residente na Pontinha, em Odivelas, lembra que, "no início, tinha o complexo de andar de bengala. Quando me perguntavam o que tinha acontecido, eu nem sabia o que responder. Era um desconsolo tão grande"...

"Sentia-me muito mal. Ficava fechado em casa. Chegava a estar na cama e não queria ir para as aulas de reabilitação. Estava quase a desistir", conta Carlos, com um ar desolado. Agora diz ter uma certeza: "Não nos podemos entregar à doença."

Actualmente, frequenta o programa Novas Oportunidades, onde escreve num computador adaptado. "Estou a terminar a 4.ª classe e quero continuar os estudos. Também tenho aulas de carpintaria, braile e informática na Associação Portuguesa de Deficientes Visuais", revelou.

"As aulas de reabilitação deram-me uma nova visão da vida. Agora consigo ver. Vejo à minha maneira. Já fui ver teatro de revista. E gostei", frisou.

"No outro dia pedi a um vizinho para me emprestar a bicicleta dele. E andei mesmo de bicicleta, sem chocar com nada e sem pôr os pés no chão. Ele nem queria acreditar no que estava a ver", relatou Carlos Manuel, cheio de orgulho.

http://dn.sapo.pt/2009/01/24/sociedade/aprender_a_uma_nova_vida.html

Processo de reabilitação só começa depois de "fazer o luto da doença"

Milagre. "Todos os cegos têm a secreta esperança de voltar a ver", diz a directora do centro de reabilitação

Quando ficam cegas, "as pessoas chegam aqui completamente perdidas, todas encolhidas, enroscadas, quase em posição fetal para se protegerem, porque têm medo de cair ou chocar contra as coisas", diz Conceição Luís, directora do Centro de Reabilitação Nossa Senhora dos Anjos, em Santa Apolónia, Lisboa. "São pessoas que viam normalmente e, de repente, cegaram e ficaram perdidas", referiu ao DN.

"Trabalhamos imenso na recuperação da auto-estima. No primeiro mês e meio, a nossa função principal é tirar as pessoas do buraco em que se encontram", explicou, pois "entraram em depressão e ainda não aceitam o facto de terem cegado. Têm de fazer o luto. É preciso que a pessoa aceite que está cega".

"Não posso ensinar braile nem pôr a bengala na mão de uma pessoa que ainda não assumiu que está cega", esclarece a directora do centro, revelando que "todos têm a secreta esperança de que vão voltar a ver. Acreditam que a ciência vai evoluir e resolver o problema".

Salienta que "uma pessoa só está reabilitada quando está integrada. Por isso, tentamos colocar as pessoas em postos de trabalho, através dos serviços do Instituto do Emprego e Formação Profissional. Mas é muito difícil, porque os responsáveis das empresas ainda não estão muito receptivos. O objectivo é colocá-los na função que queriam desempenhar antes de ficarem cegos".

"Se não ficarem com uma actividade, eles voltam a fechar-se em casa e a isolar-se. A solução é um emprego ou outra formação, como, por exemplo, o programa Novas Oportunidades para os que não têm a escolaridade completa", declarou.

E dá um exemplo: "Tive aqui um jovem de 20 anos, com descolamento da retina, que tinha feito várias operações e chegou a uma altura em que já não havia solução. Cegou."

"Nas aulas participava e era expert em informática. Quando não estava nas aulas, ficava fechado no quarto. Perguntámos-lhe porque se isolava assim e ele respondeu: "Quando não estou nas aulas, durmo, porque enquanto durmo sonho e enquanto sonho eu vejo", contou.

"Está a tirar um curso de programação informática e é DJ numa discoteca", revelou Conceição Luís, considerando que, "se ele fosse embora daqui sem ter uma colocação noutra actividade, acabaria por se fechar em casa e ficar outra vez perdido".

Adianta que, "normalmente, eles dizem que após terem cegado ainda conseguem imaginar as coisas às cores. Mas depois passa a ser tudo a preto e branco".

Este centro, que pertence à Segurança Social, existe há 46 anos e tem capacidade para 22 internos, que vêm de fora de Lisboa e ali permanecem durante o processo de reabilitação. Tudo é gratuito, incluindo refeições e alojamento. Quem vive na capital frequenta as aulas em regime externo.

Os períodos de reabilitação "são normalmente de três meses para utentes com baixa visão e de cinco meses a um ano para casos de cegueira total", informou a directora.

Ali ensinam mobilidade de quatro níveis, como movimentarem-se no interior do centro, na zona envolvente, nos transportes públicos e na área de residência. No programa de actividades da vida diária, a equipa de reportagem do DN encontrou Maria Bárbara na cozinha a receber formação e a confeccionar um bolo de ananás. Residente em Vila Viçosa, vê abaixo dos 10%. "Desde os 17 anos que tenho baixa visão, mas há cinco anos, devido a uma depressão, o problema agravou-se muito", contou Bárbara, que trabalhava no Centro de Saúde de Vila Viçosa, mas desde há três anos está em casa.

"Os meus filhos já são crescidos e vão-me ajudando, mas não me sentia muito bem a cozinhar e às vezes atrapalhava-me, porque não conseguia ver as coisas. Por isso vim para aqui. Agora já consigo fazer quase tudo mais à vontade", relatou, com um sorriso de satisfação.

A directora do centro revela que também acompanham os utentes "ao teatro, ao cinema e a outros eventos para perceberem que podem continuar a ter vida social".

Foram ver o filme Ensaio sobre a Cegueira, na antestreia, com auscultadores que lhes transmitiam por voz o que passava nas legendas. Salienta que, "no final do filme, um cego recupera a visão. Ficaram com aquela mensagem de esperança que os cegos podem voltar a ver".

"Gostei muito do filme. Aquele retrato das pessoas que perdem a visão de repente é mesmo o estado em que elas nos chegam aqui ao centro: completamente perdidas", observou Conceição Luís.

DANIEL LAM

Fonte: http://dn.sapo.pt/2009/01/24/sociedade/processo_reabilitacao_comeca_depo...

quinta-feira, 30 de abril de 2009

CONFERENCIA NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2 0 1 0 - C O N A E

CONAE 2010
Conferência Nacional de Educação
Nota1
SUMÁRIO

TEMA CENTRAL: Construindo o Sistema Nacional Articulado de Educação: O Plano Nacional de Educação, Diretrizes e Estratégias de Ação.

Eixo Temático I
Papel do Estado na Garantia do Direito à Educação de Qualidade: Organização e Regulação da Educação Nacional.

Eixo Temático II
Qualidade da Educação, Gestão Democrática e Avaliação

Eixo Temático III
Democratização do Acesso, Permanência e Sucesso Escolar.

Eixo Temático IV
Formação e Valorização dos Profissionais da Educação

Eixo Temático V
Financiamento da Educação e Controle Social

Eixo Temático VI
Justiça Social, Educação e Trabalho: Inclusão, Diversidade e Igualdade

COMO ESTÁ ORGANIZADA?
O debate será orientado por um Documento Referência, publicado na página www.mec.gov.br, do Ministério da Educação.
A Conae terá como sede a cidade de Brasília.
VOCÊ PODE E DEVE PARTICIPAR
Informações
Ministério da Educação Secretaria Executiva Adjunta
Esplanada dos Ministérios, bloco L, sala 805, 8º andar
CEP 70047-900 - Brasília/DF - Brasil
Telefones: (61) 2104.9944 - 2104.8623 - 2104.9772 - 2104.8130
Fax: 2104.9612
conferencia@mec.gov.br

TEMA CENTRAL E EIXOS TEMÁTICOS

Além do Tema Central, a Conae terá seis Eixos Temáticos. Para cada Eixo Temático, serão organizados vários Colóquios com o propósito de garantir aprofundamentos
teóricos necessários à análise das propostas, bem como para subsidiar as deliberações da Conae:

TEMA CENTRAL:
Construindo o Sistema Nacional Articulado de Educação:
O Plano Nacional de Educação, Diretrizes e Estratégias de Ação.

Eixo Temático I
Papel do Estado na Garantia do Direito à Educação de Qualidade: Organização e Regulação da Educação Nacional.

Colóquio
o • O Papel do Estado na Regulação e na Garantia do Direito à Educação.
o • Definindo as Responsabilidades Educacionais de cada Sistema de Educação, as Áreas de Co-Responsabilidades e os Indicadores para o Monitoramento Público do Efetivo
Direito à Educação.
o • Propondo Diretrizes e Mecanismos de Planejamento Normativo, Estratégico e Operacional no Âmbito do Sistema Nacional de Educação Articulando os Sistemas de Ensino.
o • Sistema Nacional Articulado de Educação e o Papel da União: Coordenação da Política Nacional, Colaboração, Ação Supletiva e Estabelecimento de Diretrizes e Normas
Gerais.
o • CNE e Fórum Nacional de Educação: Espaços de Exercício do Estado Democrático de Direito.
o • Sistema Nacional, Planejamento e Gestão da Educação: Construindo Articulações entre Plano Nacional de Educação, Plano Plurianual e Plano de Ações Articuladas
em Âmbito Nacional, Estadual e Municipal.
o • Setor Privado e Educação: Participação, Regulação e Papel Social.
o • Autonomia Universitária e a Constituição Federal.

Eixo Temático II
Qualidade da Educação, Gestão Democrática e Avaliação

Colóquio
o • Sistema Nacional de Avaliação como Instrumento de Qualidade e sua Interface com o Plano Nacional de Educação e os Planos Decenais Correspondentes.
o • Gestão Democrática e Qualidade Social da Educação.
o • Emancipação, Autonomia e Participação Popular: Desafios na Construção da Qualidade Social e Democrática da Educação para Todos.
o • Padrões de Qualidade para a Educação Básica e Superior: Definindo os Referenciais e Garantindo a Efetivação deste Princípio Constitucional.
o • O PDE e a Construção Coletiva de Referenciais para a Efetivação da Qualidade Social da Educação.
o • Concepções Curriculares e a Consolidação Político-Pedagógica da Prática Educativa.
o • Educação Superior e Sociedade: Indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extensão.
o • Avaliação para a Qualidade Social da Educação.

Eixo Temático III
Democratização do Acesso, Permanência e Sucesso Escolar.

Colóquio
o • Acesso à Educação e Obrigatoriedade.
o • Educação Infantil: Expectativas, Desafios e Possibilidades.
o • Processos Educativos, Ampliação do Atendimento da Educação Escolar e Tecnologias da Informação e Comunicação.
o • Educação Integral e Integrada: Ampliação de Tempos e Espaços Educativos.
o • Educação Infantil: Expectativas, Desafios e Possibilidades.
o • Consolidando as Políticas para a Universalização do Ensino Fundamental com Qualidade Social.
o • Expansão e Consolidação do Ensino Médio.
o • Consolidando a Educação Superior como Bem Público Social e Direito Humano.
o • Educação Superior, Pesquisa e Sociedade.
o • Educação Profissional, Demanda e Inclusão Social.
o • Educação de Jovens e Adultos: Desafios e Perspectivas.

Eixo Temático IV
Formação e Valorização dos Profissionais da Educação

Colóquio
o • Formação Inicial e Continuada de Professores: Políticas e Desafios.
o • Funcionários de Escola e Pessoal Técnico-Administrativo: Formação e Identidade Profissional.
o • Avaliação e os Instrumentos de Valorização dos Profissionais da Educação.
o • Piso Salarial, Diretrizes Nacionais de Carreira, Desenvolvimento Profissional, Reconhecimento Social e Melhoria das Condições de Trabalho na Educação Escolar.
o • Formação dos Profissionais da Educação e Educação à Distância.
o • A Educação Básica e Superior e as Tecnologias de Informação e Comunicação e os Conteúdos Multimidiáticos.
o • Política Nacional de Formação: Articulação entre Ministério da Educação, Sistemas de Ensino e Instituições Públicas de Educação Básica e Superior.
o • Políticas de Prevenção e de Atendimento à Saúde dos Trabalhadores em Educação.

Eixo Temático V
Financiamento da Educação e Controle Social

Colóquio
o • Gestão e Financiamento de Políticas Educacionais no Regime de Colaboração: Políticas, Papel dos Entes Federados, Órgãos de Controle Interno, Externo e de Controle
Social.
o • Política de Fundos: Articulação e Consolidação do Sistema Nacional de Educação
o • Vinculação e Subvinculação dos Recursos Financeiros à Manutenção e Desenvolvimento da Educação, na Perspectiva do Custo-Aluno-Qualidade
o (CAQ).
o • Financiamento da Educação: Controle Social e Regulação dos Setores Público e Privado.
o • Estratégias para o Financiamento da Educação Pública de Qualidade: Alterações no Sistema Tributário e Fiscal.
o • Estabelecendo Referenciais e Novas Fontes de Recurso para o Financiamento da Educação Pública.

Eixo Temático VI
Justiça Social, Educação e Trabalho: Inclusão, Diversidade e Igualdade

Colóquio
o • Política de Ações Afirmativas para Estudantes: Promovendo a Igualdade.
o • Estratégias de Superação à Violência no Ambiente Educacional.
o • Educação e Mundo do Trabalho.
o • Educação e Relações Etnorraciais e Multiculturais.
o • Educação Ambiental e Contextualização Curricular.
o • Diversidade Regional e Contextualização Curricular.
o • Educação do Campo.
o • Educação Escolar Indígena e Territorialidade.
o • Direito à Educação para Adolescentes em Medidas Socioeducativas e para Pessoas Privadas de Liberdade.
o • Educação e Diversidade Sexual.
o • Educação de Pessoas com Deficiências, Transtornos Globais de Desenvolvimento e Altas Habilidades/Superdotação.
o • A Pós-Graduação, a Produção e a Socialização do Conhecimento

A Conferência Nacional de Educação já tem data marcada. Será de 23 a 27 de abril de 2010. Até lá, serão realizadas Conferências Municipais ou Intermunicipais, no
primeiro semestre de 2009; e Estaduais e do Distrito
Federal, no segundo semestre do mesmo ano. Para garantir a participação de todos aqueles que se interessam em promover educação de qualidade no Brasil, as instituições
educativas também poderão, nesse período, organizar suas reuniões preparatórias e debater as propostas apresentadas na busca da melhoria da educação brasileira.
É importante a participação de todos, especialmente estudantes,
professores, gestores, pais, entidades sindicais, movimentos sociais, conselhos de educação, entre outros. Vamos debater e apresentar propostas para melhorar a Educação
Básica, a Educação Superior, a Educação Profissional e Tecnológica e as demais modalidades de ensino.
Com a realização da Conferência Nacional de Educação (Conae), o Ministério da Educação, os movimentos sociais e seus parceiros institucionais garantem um espaço
democrático para que a sociedade possa expressar sua opinião e construir coletivamente os rumos para a educação nacional. A Conferência incentiva e fortalece o debate
sobre as necessidades educacionais da sociedade brasileira. Esse processo participativo reúne os desafios inerentes à educação nacional - nos âmbitos público e privado
-, analisa os desafios e oferece subsídios ao processo de formulação e implementação das políticas públicas, contribuindo com as ações dos poderes públicos.
O Ministério da Educação, em articulação com a Comissão Organizadora Nacional, coordena esse amplo debate nacional sobre a educação em todos os níveis, etapas e
modalidades de ensino.
A mobilização social prevista nas diversas etapas da Conae vai permitir a discussão, em nível local, estadual/distrital e nacional, de forma democrática, das responsabilidades,
dos compromissos das diretrizes que serão referências para a definição de políticas educacionais desenvolvidas em um amplo processo de colaboração, respeitando a
autonomia federativa e promovendo a consolidação da unidade nacional.
A Conae proporá as diretrizes para a construção do Sistema Nacional Articulado de Educação e para o Plano Nacional de Educação (PNE) e formulará as estratégias de
sua implementação. O Sistema Nacional
Articulado de Educação, construído por meio de ampla participação, é elemento fundamental para a implementação de um projeto de nação que tenha a educação como eixo
central, a partir de uma concepção orgânica e sistêmica, integrando plenamente os níveis, as etapas e modalidades.
A Conae também fornecerá as bases para a consolidação de um trabalho convergente e permanente entre Estado e sociedade, por meio do regime de colaboração entre os
entes federados, os sistemas de ensino, os movimentos sociais, as instituições educativas, visando à democratização da gestão, a ampliação do acesso, a garantia
da permanência de crianças, jovens e adultos, a promoção da inclusão social e a valorização das diversidades cultural e étnica constitutivas da formação do povo
brasileiro.
A Conferência Nacional de Educação tem por objetivos:
o • Elaborar conceitos, diretrizes e estratégias nacionais para a efetivação do Sistema Nacional Articulado de Educação;
o • Integrar todos os níveis, etapas e modalidades da educação escolar em uma abordagem sistêmica, com vistas a edificar o sistema nacional articulado de planejamento
e gestão, de avaliação, de financiamento, de formação (inicial e continuada) dos trabalhadores em educação, de garantia das condições de oferta com qualidade social;
o • Instalar o processo de institucionalização do Fórum Nacional de Educação, convocado e instalado pelo Ministério da Educação, como instância consultiva, de articulação,
organização, acompanhamento da política nacional de educação e de coordenação das Conferências Nacionais de Educação no âmbito do Sistema Nacional Articulado de
Educação;
o • Propor reformulações necessárias para que o planejamento de ações articuladas entre a União, os estados e Distrito Federal e os municípios se torne a estratégia
de implementação do Plano Nacional de Educação;
o • Indicar as condições para a definição de políticas educacionais que promovam a inclusão social e valorizem a diversidade;
o • Definir diretrizes para orientar a avaliação e a qualificação do processo de ensino e aprendizagem.

COMO ESTÁ ORGANIZADA?

A Conferência Nacional será precedida de Conferências Municipais ou Intermunicipais, Estaduais e do Distrito Federal, também podendo ocorrer encontros nas instituições
educativas para a ampliação dos debates - o que depende do grau de mobilização e dos objetivos de cada comunidade.
A Comissão Organizadora Nacional, instituída pela Portaria Ministerial nº 10/2008, estabelece as normas regimentais gerais e acompanha a organização das Conferências.
Será instalada uma Comissão Organizadora Local e definido o número e o critério de escolha dos participantes. Quem deseja participar deve procurar informações na
secretaria de educação ou nas entidades parceiras do seu município ou estado.
A Comissão Organizadora Local escolherá a melhor forma de aprofundar o debate temático, incluindo a discussão das especificidades e perspectivas de sua realidade,
sem esquecer as formas de articulação e de colaboração no âmbito municipal, estadual e distrital e nacional.
O debate será orientado por um Documento Referência, publicado na página www.mec.gov.br, do Ministério da Educação.
Todas as propostas devem ser apresentadas e debatidas pelas Conferências Estaduais. Na Conferência Estadual de Educação será elaborado um relatório pela Comissão
Organizadora Estadual, com todas as deliberações, incluindo as novas propostas. Este relatório será enviadoà Comissão Organizadora Nacional.
Recebidos e sistematizados os relatórios estaduais, a Comissão Organizadora Nacional elaborará o Documento-Base, de âmbito nacional,a ser analisado, modificado e
aprovado na Conae.
Os procedimentos durante a conferência e as formas de inscrição ecredenciamento dos participantes constam no Regimento Interno da Conferência e nos demais documentos
e normas regulamentares.
As propostas votadas e aprovadas nas etapas estadual e distrital comporão o Documento-Base da Conae, cuja metodologia obedecerá a mesma dinâmica: aprovação, supressão
(parcial ou total), adição ou substituição do texto mediante sufrágio. O Documento Final, com todas as deliberações da Conae, será a referência prioritária na construçãodo
Sistema Nacional Articulado de Educação e nos encaminhamentos relativos ao Plano Nacional de Educação.
A Conae terá como sede a cidade de Brasília.

1. VOCÊ PODE E DEVE PARTICIPAR

A construção do Sistema Nacional Articulado de Educação é responsabilidade de todos nós. Ao discutir a formulação deste sistema, você estará discutindo a melhoria
de toda a educação nacional. Temas importantes como financiamento, qualidade e valorização dos profissionais da educação constituem eixos centrais para o Sistema
Nacional de Educação. Vejamos alguns exemplos:
o • Ao debater o transporte escolar de qualidade, você estará contribuindo para a elaboração de políticas de acesso a milhares de crianças à escola;
o • Quantos milhões de crianças brasileiras têm acesso à alimentação escolar? Existe profissionalização dos trabalhadores que cuidam especificamente desta seção
tão importante da escola? Como a discussão do financiamento da educação interfere na alimentação escolar e na capacitação desses trabalhadores da educação?
o • Existem professores que estão em efetiva atividade de sala de aula, mas ainda não possuem licenciatura para o exercício da função. Como esta discussão está inserida
no sistema nacional de educação e no regime de colaboração?
o • Como o debate da violência nas escolas dialoga com a gestão democrática?
o • As diferenças entre negros e brancos na sociedade brasileira têm reflexo direto no acesso à educação de cada grupo e na inserção qualificada no mercado de trabalho.
Como a discussão acerca do acesso à educação de qualidade perpassa as relações etnorraciais?
o • Sabemos que o salário dos profissionais de educação é inferior à média salarial de países com índices educacionais elevados. Como o financiamento da educação
em patamares mais elevados que os atuais se relaciona com esta questão sensível?
o • Um dos motivos referentes à falta de vagas na escola de seu bairro pode ser a falta de um sistema nacional articulado de educação capaz de integrar as matrículas
da rede municipal, estadual e federal.
O planejamento educacional está articulando os sistemas de ensino municipal, estadual e federal? O não-atendimento universal da educação infantil, especialmente
as creches públicas, relaciona-se à ampliação do financiamento da educação. Como você e sua comunidade avaliam esta questão?
o • A falta de regulação mais rigorosa da educação privada faz com que mesmo aquelas famílias com visíveis dificuldades financeiras sejam, após um curto espaço de
inadimplência, enquadradas no Sistema de Proteção de Crédito. Isto é um impeditivo para a realização do direito universal à educação?
Promova o debate em cada local onde você atua, começando pelo próprio ambiente familiar. Organize reuniões preparatórias: nas escolas, nas universidades, nos centros
comunitários, nas associações de moradores, nos sindicatos, etc. Isso irá ajudar a fortalecer a sua comunidade e contribuirá para garantir uma participação propositiva
e crítica na política educacional. No entanto, para que os participantes possam se eleger como delegados da Conferência Nacional, precisarão participar das Conferências
Municipais (veja a data na programação do seu município) e ser eleitos na Conferência Estadual.
Não se esqueça: para participar da etapa final da Conae, em 2010, será preciso que você participe em uma Conferência Municipal e se eleja como delegado na Estadual
ou do Distrito Federal. Os delegados serão eleitos nos estados segundo dois critérios definidos pela Comissão Organizadora Nacional.

Você pode ser um deles!

Informações

Ministério da Educação Secretaria Executiva Adjunta
Esplanada dos Ministérios, bloco L, sala 805, 8º andar
CEP 70047-900 - Brasília/DF - Brasil

Telefones: (61) 2104.9944 - 2104.8623 - 2104.9772 - 2104.8130
Fax: 2104.9612
conferencia@mec.gov.br
1 Sem qualquer perda, este documento foi re-arranjado por felippeana@hotmail.com, transformando um arquivo Word de 3,61MB em um arquivo Word de 87,5KB, em honra
aos/às internautas e pessoas interessadas com quem se relaciona e que estão atentas à CONAE 2010. Foram mantidas - em Propriedades - a autoria e a empresa produtora
do arquivo original.

domingo, 14 de dezembro de 2008

FLOG DO PROFESSOR SERGIO CASTRO


Visitem o FLOG do Professor SERGIO CASTRO em :



http://www.flodeo.com/sergiojdcastro/2495995/en

PROFESSOR SERGIO CASTRO PARTICIPA NA REDE GLOBO DO SERIADO MALHAÇÃO


Professor Sérgio Castro na Rede Globo


O Coordenador de Tiro Esportivo da ABRADECAR e professor  da Universidade Estacio de Sá (RJ) professor Sérgio Castro, foi convidado para participar do programa Malhação, da Rede Globo. Na oportunidade, Sérgio irá ministrar aulas de acessibilidade, basquetebol e manuseio de cadeira de rodas para a atriz Francisca Queiroz, que interpreta a professora Vitória. A atriz faz o papel de uma professora cadeirante, que incentiva outras pessoas portadoras de deficiência à superação por meio de mensagens positivas. Nesta ocasião, participou também como árbitro de uma partida de Basquetebol entre os atores da seriado Malhação.

VEJA MAIS EM : http://www.abradecar.org.br/news/modelo/index09022006.html

ENTREVISTA DO PROF SERGIO CASTRO para a Televisão da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC)

ENTREVISTA DO PROF SERGIO CASTRO para a Televisão da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC)

http://www.abradecar.org.br/news/modelo/index0308.html

O professor Sérgio Castro - coordenador da ABRADECAR e presidente da Federação de Basquetebol em Cadeira de Rodas do Estado do Rio de Janeiro – participou de programa da Televisão da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC) acerca do desenvolvimento do basquetebol em cadeira de rodas no Brasil e da participação da seleção brasileira masculina de basquete em cadeira de rodas nas Paraolimpíadas de Atenas. A entrevista foi exibida na sexta-feira, dia 6 de agosto, às 21 horas, no canal 16 da NET.

ENTREVISTA Á UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA
http://www.abradecar.org.br/news/modelo/index3011.html

A Universidade Veiga de Almeida & Fundação Oswaldo Cruz realizaram o I Encontro Comemorativo do Dia Internacional da Pessoa com Deficiência. O evento aconteceu nos dias 3 e 4 de dezembro e teve como tema Acessibilidade e Esporte . Participaram do Encontro o vice-presidente da ABRADECAR, Luiz Cláudio Pereira; o coordenador da modalidade de tiro adaptado, Prof MSc Sérgio José de Castro; e o secretário-geral do Comitê Organizador dos Jogos Mundiais em Cadeira de Rodas & Amputados, Mauro Gandra Filho.