quarta-feira, 31 de março de 2010

VOLEIBOL SENTADO - Criação e diferenças entre o Voleibol convencional


Universidade Estácio de Sá
Educação Física Adaptada
CIS 1830
Prof. MSc SERGIO CASTRO
Março 2010

http://www.google.com.br/#hl=pt-BR&source=hp&q=origem+do+voleibol+sentado&aq=f&aqi=&aql=&oq=&gs_rfai=&fp=a9a19c7ea37d4291


Divulgação/CPB

Estréia

Brasil participará pela primeira vez do vôlei nos Jogos Paraolímpicos
O voleibol sentado teve sua origem na década de 50, na Holanda. Na época, o vôlei convencional se fundiu com o sitzbal, um esporte alemão que não utiliza rede e é praticado por pessoas com mobilidade física reduzida.
A modalidade paraolímpica apresenta algumas diferenças para o vôlei convencional. A dimensão da quadra é menor (10 m x 6 m) contra 18 m x 9 e a altura da rede também é bem inferior à modalidade convencional, tem cerca de 1,05 cm para mulheres e 1,15 cm para homens, já que os atletas competem sentados na quadra. Outra diferença é que no voleibol paraolímpico, o saque pode ser bloqueado. A quadra se divide em zonas de ataque, defesa e neutra (lado de fora do campo de jogo). Participam atletas amputados, paralisados cerebrais, lesionados na coluna vertebral e pessoas com outros tipos de deficiência locomotora.
É permitido o contato das pernas de jogadores de um time com os do outro, porem não podem obstruir as condições de jogo do oponente. Contatos entre mãos são autorizados se pelo menos uma parte delas estiver em cima da linha central da quadra. Um atacante pode "queimar" a linha de ataque caso sua bacia não a toque até o atleta bater na bola. O contato com o chão deve ser mantido durante todo o jogo, sendo permitido perder o contato somente para salvar bolas difíceis e mesmo assim, por pouco tempo.
O esporte estreou nas Paraolimpíadas de Arnhem-1980, na Holanda. A primeira competição contou com sete seleções. Até Sydney-2000, a modalidade era dividida na categoria sentado e em pé, mas em Atenas-2004, o Comitê Paraolímpico Internacional (IPC) decidiu que as competições seriam disputadas apenas com os atletas sentados. O Brasil participará pela primeira vez da competição.
O voleibol paraolímpico é organizado internacionalmente pela Organização Mundial de Voleibol para Deficientes (WOVD). No Brasil, a modalidade é administrada pela Associação Brasileira de Voleibol Paraolímpico (ABVP).




Aula
Vôlei Sentado


Dados da Aula


O que o aluno poderá aprender com esta aula
Conhecer sobre as paraolimpíadas e a modalidade Voleibol Sentado;
Aprender as adaptações nas regras que possibilitam as participações dos jogadores;
Aprender como lidar com as diferentes situações dos esportes adaptados e com as atividades que integrem a todos;
Vivenciar adaptações necessárias para conviver com todos os alunos;
Respeitar as potencialidades e necessidades de cada aluno.

Duração das atividades

1 aula de 50 min./total:50 min

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Não é necessário nenhum conhecimento prévio.


Estratégias e recursos da aula



Espaço: quadra esportiva, pátio da escola e qualquer espaço que possibilite a execução da atividade.

Material: bola de vôlei e rede.
O esporte entrou no programa em Arnhem, em 1980, com 90% das regras básicas do vôlei tradicional. A grande diferença é que este é disputado com o atleta sentado no campo de 10x6 metros, com uma rede de 1,15 metros de altura. Cada equipe pode ter 12 jogadores inscritos, nas categorias masculinas e femininas.



Vôlei Sentado

Algumas diferenças entre as Regras do Voleibol Sentado e o Voleibol Convencional

Siglas:

VA - Vôlei Adaptado


V – Vôlei


1VA - O tamanho quadra de jogo mede 10m x 6m
1V - O tamanho quadra de jogo mede 18m x 9m

2 VA - As linhas de ataque são desenhadas a 2m de distância do eixo da linha central.
2 V - As linhas de ataque são desenhadas a 3m de distância do eixo da linha central.

3 V - A rede tem 6.50 a 7.00m de comprimento e 0.80 de largura.
3 VA - A rede tem. 9,50 a 10.00m de comprimento e 1m de largura.

4 VA - A altura da rede é de 1.15m para homens e 1.05m para mulheres. As antenas estendem-se 100 cm acima do bordo superior da rede.
4 V - A altura da rede é de 2.43 para homens e 2.24 para mulheres. As antenas estendem-se 0.8 0 cm

5 VA - O equipamento dos jogadores no Voleibol Paraolímpico pode incluir calças compridas . Não é permitido sentar sobre material espesso. Não é necessário ter número nos calções ou calças.

6 VA - Uma equipe consiste de no máximo 12 jogadores incluindo de no máximo 2 jogadores classificados como “inabilidade mínima”, u m técnico, um assistente técnico, um preparador físico, e um doutor médico.
- Os seis jogadores em quadra podem incluir no máximo um jogador com “inabilidade mínima”.
6 VA - Uma equipe consiste de no máximo 12 jogadores, um técnico, um assistente técnico, um preparador físico, e um doutor médico.

7 VA - As posições dos jogadores em quadra são determinadas e controladas pelas posições dos seus glúteos. Isto significa que a(s) mão(s) e ou perna(s) dos jogadores podem estender-se na zona de ataque (jogador da linha de fundo no golpe de ataque), na quadra (sacador durante o golpe do saque), ou na zona livre do lado de fora da quadra (qualquer jogador durante o golpe de saque).
7 VA - As posições dos jogadores em quadra são deter minadas e controladas pelas posições dos seus pés em contato com o solo.

8 VA - No momento do(a) sacador(a) golpear a bola, ele/ela deve estar na zona de saque e seus glúteos não devem tocar a quadra (linha final inclusive).
8 VA - No momento do(a) sacador(a) golpear a bola no saque ou decolar (para saque em suspensão), o(s) seus pé(s) não devem tocar a quadra (linha de fundo inclusive). Após este golpe, o sacador pode pisar ou aterrissar fora da zona de saque ou dentro da quadra.



9 V - Tocar a quadra adversária com pé(s)/pernas é permitido em qualquer momento durante o jogo, desde que o jogador não interfira com a jogada do oponente. O jogador deverá retornar com o(s) pé(s)/pernas diretamente para sua própria quadra.
- Contatar a quadra adversária com qualquer outra parte do corpo é proibido.
9 VA - Tocar a quadra adversária com a mão ou pé(s) é permitido desde que alguma parte de suas mãos e pés permaneçam em contato ou diretamente acima da linha central.
- Contatar a quadra adversária com qualquer outra parte do corpo é proibido.

10 VA - Aos jogadores da linha de ataque é permitido completar um golpe de ataque do saque ao adversário, quando a bola estiver na zona de ataque e completamente acima do topo da rede.
10 V - Completar um golpe de ataque do saque do adversário é falta, quando a bola estiver na zona de ataque e completamente acima do topo da rede.

11VA - Um jogador de defesa pode realizar qualquer tipo de golpe de ataque de qualquer altura, desde que no momento do golpe os glúteos do jogador não toque ou cruzem sobre a linha de ataque.
11 V - Um jogador de defesa pode realizar um golpe de ataque, exceto: a) os seus pés contatem ou ultrapassem a linha de ataque na decolagem e, b) no momento do golpe a bola esteja inteiramente acima do topo da rede.

12 VA - Jogadores da linha de frente estão permitidos de bloquear o saque adversário.
12 V - Bloquear o saque adversário é uma falta de bloqueio.

13 VA - O jogador deve ter contato com a quadra com a parte do corpo entre o ombro e os glúteos em todos os momentos quando tocar a bola. É proibido erguer-se, pôr-se de pé ou dar passadas.
Uma pequena perda de contato com a quadra é permitida para jogar a bola, excluindo-se o saque, o bloqueio e golpe de ataque, quando a bola estiver completamente mais alta que o topo da rede.
14 VA - O primeiro árbitro realiza suas funções de pé no solo no poste em uma das extremidades da rede.
14 V - O primeiro árbitro realiza suas funções sentado ou de pé na plataforma de árbitro localizada em uma da s extremidades da rede
Sua visão deve estar aproximadamente 50 cm acima da rede.

Atividade I

Com os alunos divididos em grupos e sentados em círculo começar um vôlei sentado com troca de passes de toque e manchete entre os alunos de cada grupo.
Essa será uma boa oportunidade para que o professor comece a abordar o voleibol adaptado, suas regras, inclusão, dificuldades e dinâmica do jogo.



Atividade II

Dividir a turma em dois times e montar um jogo de vôlei sentado e de preferência seguindo as regras oficiais deste jogo.

Recursos Complementares


www.voleiparaolimpico.org.br

Avaliação
Discutir com a turma se já conhecia as paraolimpíadas e os jogos nela realizados. Discutir como as modificações das regras proporcionam a inclusão;
Verificar se os alunos entenderam e reconhecem as limitações das pessoas portadoras de necessidades especiais;
Discutir como a escola poderia fazer para contribuir para uma maior participação dos alunos portadores de necessidades especiais em todas as disciplinas.





Algumas diferenças entre as Regras do Voleibol Sentado e o Voleibol
Voleibol Sentado
Voleibol
1 - O tamanho quadra de jogo mede 10m x 6m
1A - O tamanho quadra de jogo mede 18m x 9m
2 - As linhas de ataque são desenhadas a 2m de distância do eixo da linha central.
2A - As linhas de ataque são desenhadas a 3m de distância do eixo da linha central.
3 - A rede tem 6.50 a 7.00m de comprimento e 0.80 de largura.
3A - A rede tem. 9,50 a 10.00m de comprimento e 1m de largura.
4 - A altura da rede é de 1.15m para homens e 1.05m para mulheres. As antenas estendem-se 100cm acima do bordo superior da rede.
4A - A altura da rede é de 2.43 para homens e 2.24 para mulheres. As antenas estendem-se 0.80cm
5 - O equipamento dos jogadores no Voleibol Para-olímpico pode incluir calças compridas. Não é permitido sentar sobre material espesso. Não é necessário ter número nos calções ou calças.
  
6 - Uma equipe consiste de no máximo 12 jogadores incluindo de no máximo 2 jogadores classificados como “inabilidade mínima”, um técnico, um assistente técnico, um preparador físico, e um doutor médico.
- Os seis jogadores em quadra podem incluir no máximo um jogador com “inabilidade mínima”.
6A - Uma equipe consiste de no máximo 12 jogadores, um técnico, um assistente técnico, um preparador físico, e um doutor médico.
7- As posições dos jogadores em quadra são determinadas e controladas pelas posições dos seus glúteos. Isto significa que a(s) mão(s) e / ou perna(s) dos jogadores podem estender-se na zona de ataque (jogador da linha de fundo no golpe de ataque), na quadra (sacador durante o golpe do saque), ou na zona livre do lado de fora da quadra (qualquer jogador durante o golpe de saque).
7A - As posições dos jogadores em quadra são determinadas e controladas pelas posições dos seus pés em contato com o solo.
8 - No momento do(a) sacador(a) golpear a bola, ele/ela deve estar na zona de saque e seus glúteos não devem tocar a quadra (linha final inclusive).
8A - No momento do(a) sacador(a) golpear a bola no saque ou decolar (para saque em suspensão), o(s) seus pé(s) não devem tocar a quadra (linha de fundo inclusive). Após este golpe, o sacador pode pisar ou aterrissar fora da zona de saque ou dentro da quadra.
9 - Tocar a quadra adversária com pé(s)/pernas é permitido em qualquer momento durante o jogo, desde que o jogador não interfira com a jogada do oponente. O jogador deverá retornar com o(s) pé(s)/pernas diretamente para sua própria quadra.
- Contatar a quadra adversária com qualquer outra parte do corpo é proibido.
9A - Tocar a quadra adversária com a mão ou pé(s) é permitido desde que alguma parte de suas mãos e pés permaneçam em contato ou diretamente acima da linha central.
- Contatar a quadra adversária com qualquer outra parte do corpo é proibido.
10 - Aos jogadores da linha de ataque é permitido completar um golpe de ataque do saque ao adversário, quando a bola estiver na zona de ataque e completamente acima do topo da rede.
10A - Completar um golpe de ataque do saque do adversário é falta, quando a bola estiver na zona de ataque e completamente acima do topo da rede.
11 - Um jogador de defesa pode realizar qualquer tipo de golpe de ataque de qualquer altura, desde que no momento do golpe os glúteos do jogador não toque ou cruzem sobre a linha de ataque.
11A - Um jogador de defesa pode realizar um golpe de ataque, exceto: a) os seus pés contatem ou ultrapassem a linha de ataque na decolagem e, b) no momento do golpe a bola esteja inteiramente acima do topo da rede.
12 - Jogadores da linha de frente estão permitidos de bloquear o saque adversário.
12A - Bloquear o saque adversário é uma falta de bloqueio.
13 - O jogador deve ter contato com a quadra com a parte do corpo entre o ombro e os glúteos em todos os momentos quando tocar a bola. É proibido erguer-se, pôr-se de pé ou dar passadas.
Uma pequena perda de contato com a quadra é permitida para jogar a bola, excluindo-se o saque, o bloqueio e golpe de ataque, quando a bola estiver completamente mais alta que o topo da rede.
  
14 - O primeiro árbitro realiza suas funções de pé no solo no poste em uma das extremidades da rede.
14A - O primeiro árbitro realiza suas funções sentado ou de pé na plataforma de árbitro localizada em uma das extremidades da redeSua visão deve estar aproximadamente 50 cm acima da rede.
Integração através do esporte
    Dentro da filosofia em que se fundamentam os direitos humanos é evidente que todos devem ter as mesmas oportunidades de aprender e de desenvolver as suas capacidades para assim alcançar a independência social e econômica, bem como poder se integrar à vida comunitária. Para os PNEEs a adaptação é visível e fundamental em suas vidas, levando em consideração o histórico de sua deficiência e também a independência e autonomia como elementos essenciais. Um portador de necessidades educativas especiais deve ser tratado como uma pessoa qualquer, havendo apenas uma diferença no aspecto motor, e nunca como uma pessoa "deficiente", a limitação em uma característica física não atinge a sua totalidade de ser, contida no conceito de “pessoa deficiente”. Todos da sociedade são orientados por regras e padrões de comportamento, e de valores éticos e estéticos, determinado culturalmente, dentro de um padrão de normalidade, sendo este um conceito estritamente corporal. E a inclusão é um modo da sociedade aceitar estes corpos que estão fora do “padrão”, ocorrendo assim à superação e a compreensão dos ditos “normais” para serem aceitos.
    Os efeitos sociais e psicológicos, que acompanham alguns deficientes podem criar maiores problemas do que a incapacidade física, quando se lida com o deficiente, deve ser dirigido para as qualidades mais similares àqueles de uma pessoa normal. Freqüentemente a aparência física da pessoa deficiente é notadamente diferente às vezes até bizarra, privando -a das atividades normais da vida. Quanto mais diferente for a sua aparência, maior será a possibilidade de o deficiente físico ser alvo de chacotas, de ser ridicularizado, e ser motivo de pena, uma atitude que servirá para aumentar e perpetuar o mórbido conhecimento de sua diferença.
Considerações finais
    A pessoa deficiente é aquela incapaz de assegurar-se por si mesma, total ou parcialmente às necessidades de uma vida individual ou social normal, em decorrência de uma deficiência congênita ou não em suas capacidades físicas ou mentais. Este conceito de deficiente enfoca os limites e a incapacidade e não as possibilidades do deficiente enquanto pessoa. O trabalho realizado nos centros de reabilitação é voltado para o deficiente e não para a sociedade, trabalhando com reflexo social e não com o social propriamente dito. A instituição se fecha em si mesma. O profissional de Educação Física deve estar preparado para trabalhar em diversas áreas, o que às vezes não acontece por causa da sua especialização técnica em determinados desportos. O que este profissional deve procurar são mais informações científico-pedagógicas através de conhecimentos de autores e até mesmo de profissionais que trabalhem com os PNEE para melhor realizar o seu trabalho nesta área. As tarefas principais do professor de educação física adaptada a promover a auto-aceitação e confiança que permitirão à pessoa deficiente desenvolver habilidades e talentos que compensam a sua deficiência física. Ele deve ser persuadido de que todas as tentativas são válidas (NOVAES, 1986.).
Notas
  1. As corridas a pé, o pugilismo e o combate de gladiadores estão em destaque, porque eram os principais esportes praticados pelos gregos.
  2. Jogos de argolinhas, as cavalhadas e as touradas eram jogos típicos da época colonial.
  3. Tipo de luta.
  4. As informações foram extraídas dos sites: da Associação Desportiva para Deficientes e do Comitê Paraolímpico Brasileiro.
Referências
  • ACCIOLY, Aluízio Ramos; MARINHO, Inezil Penna: História e organização da educação física e dos desportos. Volume 1. Rio de Janeiro: Cia Brasil Editora, 1956.
  • ADAMS, R. C et al. Jogos, esportes e exercícios para deficientes físicos. 3ª ed. São Paulo: Manole, 1985.
  • BETTI, Mauro. A janela de vidro: esporte, televisão e educação física. 1997. 290 f. Tese (Doutorado em Educação) - Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 1997.
  • BIZZOCCHI, Carlos “Cacá”. O voleibol de alto nível: da iniciação à competição. 2ª ed. Barueri, SP: Manole, 2004.
  • BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: Educação Física. Brasília: MEC/SEF, 1997.
  • BROTTO, F.O. Jogos cooperativos, o jogo e o esporte como um exercício de convivência. Santos, Projeto de cooperação, 2001.
  • CANFIELD, J.; REIS, C. Aprendizagem motora no voleibol. Santa Maria: JTC, 1998.
  • FERREIRA. Aurélio de Holanda. Minidicionário da Língua Portuguesa. 1ª ed. 12ª impressão. Revisão de 1997. Rio de Janeiro: Ed. Nova Fronteira S. A., 1985.
  • GALATTI, Larissa Rafaela: Fundamentos da pedagogia do esporte no cenário escolar. Moviemnto & Percepção, Espírito Santo do Pinhal, SP, v.6, nº. 9, jul / dez 2006.
  • GRIFI, Giampiero: História da Educação Física e do Esporte. Porto Alegre: D.C. Luzzatto Editora, 1989.
  • KORSAKAS, Paula; Rose, Dante de Junior: Os encontros e desencontros entre esporte e educação: uma discussão filosófico-pedagógica. Revista Mackenzie de Educação Física e Esporte – Ano 1, número 1, 2002.
  • LISTELLO, Auguste: Educação pelas atividades físicas, esportivas e de lazer. São Paulo: EPU – Ed da Universidade de São Paulo, 1979.
  • MONTANDON, Isabel. Educação Física e Esportes nas Escolas de 1º e 2º graus. Vol. 2. Belo Horizonte-Rio de Janeiro: Villa Rica, 1992.
  • NOVAES, Maria Helena. Psicologia Aplicada à Reabilitação. Rio de Janeiro: Ateneu, 1986.
  • RAMOS, J. J. Os exercicios fisicos na historia e na arte: do homem primitivo aos nossos dias. São Paulo: IBRASA, 1983. p. 348.

3 comentários:

Unknown disse...

AMIGO SÉRGIO: Sempre procurei aplicar o basico que me ensinou.
Hoje tenho orgulho de minhas conquistas, e me vi na responsabilidade de devidi-lo contigo, no mes de maio a ADEZO sagrou-se campeã do regional leste na Andef/Niteroi.
Todo esse trabalho começou com vc.
Obrigado pela iniciativa.
Hoje todos os atletas carregão com orgulho as medalhas de campeão.
Forte abraço.
Amigo de sempre; PAULO SÉRGIO SALES - Coord.de Esportes da ADEZO

Anônimo disse...

olá estou fazendo um trabalho e ñ sei responder vc poderia mim ajudar?/?

Anônimo disse...

se o time A sacar e o levantador tentar bloquear + a bola sosh bater em sua mao eh posivel dar + 2 ou 3 toques?
obg