terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Artigos em portugues sobre AUTISMO na web


artigos em portugues sobre AUTISMO na web VEJAM EM : http://www.scielo.br/pdf/jped/v80n2s0/v80n2Sa10.pdf

A formação de professores e a educação de autistas
autismo - universidade de Campinas
AUTISMO e doenças invasivas do desenvolvimento
Autismo guia prático _ AMA SP
Autismo não está só na cabeça
Como intervir na perturbação autista
Descobrindo emoções
Distúrbios do Espectro do Autismo - perguntas frequentes
http://www.apaesp.org.br/deficiencia_intelectual/direitos/ManualDeficientes_150708.pdf
identificação precoce dos TEAs - um estudo de videos familiares - tese de mestrado
Linfocitos de pacientes com TEAs....
Manual dos Direitos Fundamentais da Pessoa com Deficiencia Intelectual
Qualidade de Vida e AUTISMO
Transtornos do Espectro Autista
Transtornos do espectro do Autismo - palestra Dr. Gillberg

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O Espectro do Autismo


Um texto meu retirado do site: http://www.cepde.rj.gov.br/autismo_sd.htm
VEJAM MAIS SOBRE AUTISMO EM : http://topicosemautismoeinclusao.blogspot.com/2010/02/pinceladas-de-autismo.html


O Espectro do Autismo
" Todas as cores do arco-íris superpostas formam o branco: só a integração de todos com suas diferenças é que pode criar harmonia" Rose Marie Muraro.

< O autismo, ou melhor vamos ampliar para o espectro do autismo, que pode ser de grau leve ao moderado, e inclui também transtornos como Asperger, ou podemos falar de TIDs que são os transtornos invasivos do desenvolvimento que abrangem o Autismo, Asperger, síndrome de Rett, transtorno desintegrativo da infância ( antigo Heller), e o TID não totalmente explicado, ou melhor não apresenta todas as características que o definam como autismo.

Tudo isso parece muito complicado, é que infelizmente hoje temos o diagnóstico de autismo feito observando apenas o comportamento.

Ou seja, se a criança apresenta a tríade de déficts ( dificuldade em comunicação, integração social e imaginação), e preencher os requisitos no DSM -4, então temos uma criança com autismo.

Hoje o diagnóstico pode ser feito desde os 18 meses de idade, e para ser considerado autismo clássico, tem que aparecer antes dos 30 meses de idade.

Sabe-se que é de fundo neurobiológico, com certeza de origem genética, e que se necessita um detonador ambiental para o seu desenvolvimento.

Isto pode ocorrer tanto pré, como peri, como pós parto. Daí o debate atual em torno das vacinas, fatores bioquímicos, pesquisas com relação do que se chama intestino frágil, assim como os celíacos, alguns autistas têm não intolerância mas dificuldades em relação a digestão do glúten e da caseína. Se sabemos que a maior dificuldade do autismo é a comunicação, então os professores, educadores da área, têm que saber lidar com comunicação aumentativa e alternativa, e ambientes estruturados são a peça chave para um bom desempenho em sala de aula.

Daí, ser uma grande dificuldade medir QI de criança autista. Se ela não se comunica e não entende o que o outro quer, como saberá responder? Daí muitos autistas virem sempre acompanhados com o rótulo de retardo mental junto.

Já o comportamento autista, qualquer um de nós pode desenvolver em situação de trauma ou stress. Não sei se vocês se lembrarão do seqüestro de turistas nas Filipinas, em que uma alemã depois de uma semana, apresentou todo um comportamento autista com balanceios de trás para frente, emudeceu... Tem um filme sobre o tema de comportamento autista de uma menina que sofreu o trauma da perda do pai, se chama “ O Enigma das cartas”.

De qualquer maneira , desde já há muito foi por água abaixo, a teoria de mãe geladeira, desenvolvida por Bruno Bettelheim, que muito prejudicou as crianças e as famílias com filhos com autismo. Autismo não é um problema psicológico, é um problema neurobiológico – genético.
Valéria Llacer(mãe de Vinícius- 15 anos - hoje 20 anos!!)

Pesquisa explica porque ninguém quer ser professor - A Profissão mais Desprestigiada do Brasil


VEJAM A MATÉRIA COMPLETA SOBRE Pesquisa explica porque ninguém quer ser professor - A Profissão mais Desprestigiada do Brasil NO EXCELENTE BLOG DO VALDECY ALVES, EM : http://www.valdecyalves.blogspot.com/

Segundo recente pesquisa encomendada pela Fundação Victor Civita e realizada pela Fundação Carlos Chagas, apenas 2% dos alunos do segundo grau, atualmente, pensam um dia em ser professor. Pesquisa acessível em: http://revistaescola.abril.uol.com.br/politicas-publicas/carreira/ser-professor-escolha-poucos-docencia-atratividade-carreira-vestibular-pedagogia-licenciatura-528911.shtml.

E qual o perfil desses 2%? Minoria suprema, que ainda tem coragem de querer ser profissional da educação no Brasil? Segundo a mesma pesquisa os 2% tem o mesmo perfil dos atuais universitários que cursam Pedagogia ou outra licenciatura voltada para sala de aula, a saber:

1) 80% cursaram nível médio em escola pública;
2) 30% deles estão entre os que foram aprovados com as piores notas;

A conclusão é que: aqueles que serão professores são mal qualificados. Respondendo ainda a pesquisa, a área de Pedagogia ficou em 16% lugar na preferência dos alunos da escola pública. Já para os alunos das escolas particulares ainda mais distante, como desejo, ocupa o 36º lugar. Os pesquisadores fizeram a seguinte pergunta: Por que você não quer ser professor? Eis as razões, senhores prefeitos, senhores governadores, senhores secretários de educação:

1) É desgastante;
2) Desvalorizado socialmente;
3) Mal remunerado.

Para piorar, nem os alunos querem ser professores, nem a família quer que sejam professores. DESSA FORMA QUAL SERÁ O FUTURO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL? QUE FUTURO TERÁ O BRASIL? Segundo os especialistas, urgentes medidas devem ser tomadas. Entre elas apontam:

1) Melhor remuneração, para atrair os melhores;
2) Bons planos de Carreira;
3) Investir na formação dos profissionais;
4) Resgatar a importância do professor para sociedade;
5) Tratar o professor como profissional;
6) Entre outros.

O que temos visto no Estado do Ceará, que não é diferente do resto do Brasil? Mesmo com o advento da Lei do Piso salarial para os profissionais da educação: Conseguiram reduzir a remuneração em alguns municípios; as propostas de planos de carreira são vergonhosas; os profissionais da educação são tratados como despesa; não há investimento na formação dos profissionais; o professor é cada vez mais humilhado e ridicularizado, mesmo quando no desespero faz greve; quando falta ao trabalho com várias doenças que variam de problemas vocais, depressão e até problemas mentais, pelo desgaste e desilusão com a profissão, são tratados pela mídia como irresponsáveis e pelo Ministério Público como criminosos; não são tratados como profissionais, tanto que até o instituto do concurso é sabotado e passam a contratar por politicagem, por apadrinhamento, não por critérios objetivos, pois o concurso selecionaria os melhores, mas qual melhor quer ser professor? A pesquisa apontou que é profissão que atrai uma minoria entre os piores alunos. No Ceará educação de qualidade é um sonho de uma noite de verão.

Como paradoxo, os repasses do FUNDEB, de janeiro de 2008 até janeiro de 2010, tiveram um aumento em média, em se tratando de mais recursos, da ordem aproximada de 70%, considerando a atualização do valor aluno para o ano de 2010. PARA ONDE ESTÁ INDO TODO ESSE DINHEIRO NINGUÉM SABE. Mas ninguém vê a mídia escrita ou televisiva investigando os desvios, muito menos o Ministério Público.


CASOS REAIS NO CEARÁ:

1º) No Município de Tabuleiro do Norte, há mais professores contratados que concursados;
2) No Município de Bela Cruz a proposta de Plano de Carreira previa que a formação contínua seria contada apenas como ponto para progressão da avaliação de desempenho;
3) No Município de Apuiarés o prefeito transferiu professores para escolas muito distantes, só porque votaram em outro candidato;
4) No Município de Fortaleza um professor leva anos para ter atendido um simples requerimento de progressão funcional ou um simples pedido de concessão de licença prêmio;
5) No Município de Ocara o prefeito lotou a mesma professora pela manhã numa escola e à tarde noutra escola a quilômetros de distância, sendo impossível mesmo em veículo motorizado chegar a tempo de dar aula e sem pagar auxílio transporte;
6) No Município de Itapajé, chamaram de plano de carreira, um projeto de lei onde só havia previsão de classe única. Como pode existir carreira onde há apenas uma classe se as classes são os degraus da carreira? Devendo no mínimo existir uma classe para nível médio, uma para nível superior e outra classe para especialista;
7) No Município de Quixeré, para cumprir a lei do piso nacional para os profissionais da educação, o Município cassa direito adquirido como o qüinqüênio;
8) No Município de Mucambo, o sindicato da categoria chegou a sofrer perseguição, porque ousou mobilizar a categoria para debater o plano de carreira e apresentou emendas;
9) No Município de Jijoca, a presidente do Sindicato teve retirada metade da jornada, perdendo metade do salário, por ousar mobilizar a categoria da educação para debater o seu plano de carreira;
10) Nenhum Município do Ceará, em suas propostas de planos de carreira, compradas de forma caríssima de assessorias da Capital do Estado, em alguns casos chegando ao valor de R$ 50.000,00 (cinqüenta mil reais), prevê política para formação contínua dos profissionais da educação, eleição para núcleo gestor das escolas, condições adequadas de trabalho, número de alunos por professor, atos que redundem em gestão realmente democrática...

Para finalizar, 03 perguntinhas, que você pode responder em forma de comentário:

I- Se é professor ou professora municipal, você é feliz com a sua profissão? Por quê ?
II- Se ainda cursa o segundo grau, sonha em ser professor(a) no seu Município?
III- Você deseja que um filho, uma irmã ou outro parente que você gosta venha a ser professor(a) municipal?

No dia que as três perguntas acima forem respondidas positivamente, cursar Pedagogia ou outras licenciaturas terá o mesmo Status que Direito, Engenharia e Medicina, os cursos mais desejados por aqueles que cursam atualmente o segundo grau, sejam em escolas públicas, sejam em escolas particulares. Segundo a citada pesquisa. Ah! Você viu quanto ganha um procurador municipal, um médico no Município, um engenheiro? Então compare com o piso de um professor. Depois avalie e reflita: EDUCAÇÃO DE QUALIDADE É UM DIREITO HUMANO FUNDAMENTAL? TERÁ QUALIDADE SE CONTINUAREM TRATANDO OS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO COMO OS TRATAM HOJE?

Refletir... entender... para agir... para mudar...

CADEIRAS DE RODAS ELÉTRICAS NA VIDA DE UM TETRAPLÉGICO


A IMPORTÂNCIA DA CADEIRA DE RODAS NA VIDA DE UM TETRAPLÉGICO:

Primeiro de tudo temos que saber o que queremos.Pois uma cadeira de rodas para nós é mais que um simples Produto de Apoio, é o que nos vai permitir facilitar ou dificultar ainda mais nossa vida. Eu por exemplo necessito e não abdico de uma cadeira com seguintes funções: assento e encosto reclinável, apoio de pernas eleváveis e que seja de uso interior/exterior.

É fundamentar adquirirmos uma cadeira que sirva na perfeição nossas necessidades, nunca, mas nunca, comprar uma cadeira de rodas que tenhamos dúvidas.

Tipo: depois adapto-me a ela, depois vejo, não há cadeiras perfeitas…nada disso.

Até porque bem sabem que em nós mínima diferença torna-se um enorme obstáculo. Para mim basta minha almofada estar torta um centímetro que é o suficiente para alterar meu equilíbrio e já não me sentir confortável.

Temos que recolher o maior número de informações sobre cada modelo, de preferência contactar quem já os usa e tentar esclarecer mínimos pormenores.

Mesmo assim nunca esquecendo, que o que é perfeito e recomendado por um pode não servir para outro. Daí a importância de experimentar cadeiras.

Algumas lojas que as comercializam nem sempre as têm em stock ou modelos para amostra, mas outras sim. É uma questão de persistência.

Eu, este ano preciso mudar de cadeira. Uso uma MISTRAL 3, depois de verificar ao pormenor vários modelos, falar com especialistas, minha médica, quem as usa, resolvi restringir escolha a 3 modelos: STORM 4, QUICKIE SALSA E GROOVE.

Infelizmente todas têm um senão: nenhuma delas é de fácil transporte em malas de carros normais, não entendo do porquê de fábricas continuarem a produzir cadeiras de rodas cada vez mais pesadas e de difícil manuseamento.

ABAIXO DEIXO ALGUNS MODELOS. BASTA CLICAREM NA INDICAÇÃO POR BAIXO DE CADA IMAGEM, QUE TERÃO TODA A INFORMAÇÃO.
http://tetraplegicos.blogspot.com/2010/02/cadeiras-de-rodas-electricas.html


STORM 4

Mais sobre ela.

QUICKIE SALSA

Detalhes

GROOVE

Detalhes

ALBER ADVENTURE

Detalhes

ALGUMAS CADEIRAS DE MAIS FÁCIL MANUSEAMENTO/TRANSPORTE.

BORA

Detalhes

MIRAGE

VEJAM A MATERIAA INTEIRA NA PAGINA DO BLOG EM : http://tetraplegicos.blogspot.com/2010/02/cadeiras-de-rodas-electricas.html

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Disability Community Helps in Haiti


New Mobility: The magazine for active wheelchair users

Disability Community Helps in Haiti

VEJAM MAIS EM : https://www.newmobility.com/newsDetail.cfm#article11587 E AINDA EM

http://www.laurahershey.com/?p=229

February 2010

As money, supplies and personnel flow in from around the world to aid victims of the Jan. 12 earthquake in Haiti, a number of U.S. disability organizations are working to make sure that disabled Haitians are not forgotten.

According to Paul Timmons of Portlight Strategies, the situation in Port-au-Prince has produced an outpouring of support within the disability community unlike any seen before in the wake of a natural disaster. “We’ve seen an explosion of grass-roots interest [in Haiti] among people with disabilities in this country,” Timmons says.

Based in Stone Mountain, Ga., Portlight provides support to people with disabilities and other underserved communities affected by disasters. In the aftermath of the quake, Portlight has concentrated on supplying disabled Haitians, “as quickly as possible,” with much-needed durable medical equipment, principally walkers, crutches and wheelchairs.

When asked how people with disabilities can continue their support for Haiti relief efforts even after the immediate emergency has passed, Timmons responds, “In the short term, keep sending money ... In the long term, we have an opportunity to build — or rebuild — a dynamic advocacy community both here and in Haiti. People with disabilities are more visible now than they used to be.”

In addition to Portlight, the Danville, Calif.-based Wheelchair Foundation is spearheading the “Plane to Haiti” mission, with the goal of supplying the country with doctors, support staff and over three tons of medical supplies and equipment. More information about the mission can be found at www.planetohaiti.org.

Also, Joni and Friends, a Christian ministry founded by Joni Eareckson Tada, is partnering with churches and other organizations on the ground in Haiti to provide walkers, crutches and both adult and pediatric wheelchairs. To learn more about these efforts, go to www.joniandfriends.org.

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GUIA DE PRODUTOS PARA PESSOAS COM DEFICIENCIA



VEJAM MAIS SOBRE O GUIA DE PROCUTOS PARA PcD EM ?

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França deixa de considerar o transsexualismo como doença mental


VEJA O ARTIGO COMPLETO EM : http://redepsicologia.com/franca-deixa-de-considerar-o-transsexualismo-como-doenca-mental

A França é o primeiro país deixar de considerar o transsexualismo, formalmente referida como perturbação da identidade de género, como uma doença mental oficialmente reconhecida.
Apesar de alertar a Associação de Psiquiatria Americana e a Organização Mundial de Saúde para a vontade cada vez mais forte da comunidade LGBT para que o diagnóstico deixe de existir, caso esta medida se extenda a outros países poderá ter implicações a ter em conta.
Por exemplo, em alguns países é necessário ter o referido diagnóstico para que seja elegível ao procedimento de reatribuição de sexo, ou seja, poderá haver implicações no seu custo.
Link para a notícia no jornal Le Figaro: “Le transsexualisme n’est plus une maladie mentale“.
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2º Curso de Hiperactividade – 10 anos da Consulta de Hiperactividade do Hospital Santo António

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Serra lança projeto para deficientes na Praia Grande e 'cai' na água durante evento


O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), entrou hoje no mar com tênis, calça jeans e camiseta tipo polo na Praia da Guilhermina, na Praia Grande, durante o lançamento do projeto Praia Acessível - que vai oferecer cadeiras de rodas adaptadas para que deficientes físicos possam tomar banho de mar. Serra evitou falar de política, mas, no melhor estilo pré-eleitoral, aproveitou a praia lotada em pleno feriado de carnaval para acompanhar os cerca de 20 deficientes que estrearam as cadeiras.

Empurrou uma delas, entrou no mar até que o nível da água atingisse a altura da cintura e brincou de jogar água no grupo durante cerca de cinco minutos.

Serra decidiu empurrar uma das cadeiras assim que ouviu a sugestão de um popular e, ao que tudo indica, também resolveu entrar no mar com roupa e tudo em cima da hora: não havia qualquer assessor com uma toalha e o governador retornou ao carro oficial encharcado.

AE

Serra acompanha cadeirante antes de entrar no mar

O governador aparentava cansaço depois das viagens recentes ao Nordeste nos últimos dias.

O lançamento do projeto Praia Acessível ocorreu em uma tenda montada na Praia de Guilhermina.

A ideia é distribuir cerca de cem cadeiras, na primeira fase, entre diversas praias do litoral (as primeiras serão Guilhermina; Perequê, em Ilhabela; e Boqueirão, em Santos).

Compareceram ao evento os prefeitos de Peruíbe, Mongaguá, Guarujá e Bertioga e os vice-prefeitos de Praia Grande, São Vicente e Itanhaém.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Direitos dos Portadores de Deficiência Física


Direitos dos Portadores de Deficiência Física

As pessoas portadoras de deficiência física sofrem constantes discriminações, preconceitos e cerceamento no seu direito de acesso à cidade.

O § 20 do art. 227 da Constituição Federal define que “a lei disporá sobre normas de construção dos logradouros e dos edifícios de uso público e de fabricação de veículos de transporte coletivo, a fim de garantir acesso adequado às pessoas portadoras de deficiência”. O art. 244, do mesmo diploma, menciona que a lei disporá sobre adaptação dos logradouros, dos edifícios de uso público e dos veículos de transporte coletivo atualmente existentes a fim de garantir acesso adequado às pessoas portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 227 § 22.

Embora a legislação seja consistente no sentido de assegurar às pessoas portadoras de deficiência o direito de ir e vir e trafegar por qualquer lugar público, ela não é respeitada nos estados e municípios.

Assim é fundamental que haja um empenho por parte da sociedade civil e governo municipal para o atendimento da cidadania da pessoa portadora de deficiência fisica.

Ações

57) Elaborar e apoiar normas urbanísticas municipais que facilitem o acesso dos deficientes físicos à cidade. Instaurar progressivamente equipamentos básicos como rampas nas calçadas, sinaleiras com sinais sonoros para cegos, telefones e banheiros públicos adaptados para o uso de paraplégicos, etc.

58) Criar incentivos para a aquisição e adaptação de equipamentos às pessoas portadoras de deficiência física.

59) Promover campanhas educativas para a integração da pessoa portadora de deficiência ao convívio social.

60) Garantir o atendimento das normas técnicas a respeito de acessibilidade (ABNT n2 9.050/94) por todas as instituições públicas e como exigência de toda nova obra municipal.

61) Promover adaptações urbanísticas a fim de viabilizar a acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência a todos os prédios públicos da cidade.

62) Criação de centros de saúde específicos na área da reabilitação tanto na rede privada como pública.

63) Construção de espaços públicos para a prática de esporte e lazer para usuários portadores de deficiência.

64) Disponibilizar gratuitamente às pessoas necessitadas próteses e órteses em quantidade adequada.

65) Assegurar, nos planos orçamentários municipais, rubricas específicas para programas e ações destinados às pessoas portadoras de deficiência física.

66) Acionar o Ministério Público estadual e federal quando houver desrespeito aos direitos de cidadania da pessoa portadora de deficiência.

67) Criar cursos de profissionalização e capacitação para os trabalhadores portadores de deficiência física.

No município, é possível colocar em prática diversas iniciativas destinadas a minorar o problema.

Ações

46) Criar comissões, conselhos ou fóruns destinados a debater estabelecer diretrizes e ações governamentais para o combate à discriminação específica como por gênero, etnia ou orientação sexual.

É importante que existam instâncias para a proteção dos direitos do negros, mulheres, homossexuais etc.

47) Desenvolver uma política de “Ações Afirmativas” (tipo de políticas pública voltada a oferecer vantagens compensatórias a grupo historicamente prejudicados) voltada a diminuir as desigualdades no acesso ao mercado de trabalho. Estabelecer, como exemplo, sanções administrativas para as empresas que praticarem a discriminação, incentivar a contratação de pessoas discriminadas estabelecendo cláusulas de percentuais a serem observados pelos novo empreendimentos a serem instalados na cidade.

48) Desenvolver campanhas destinadas a combater as diversas formas de discriminação e incentivar as vitimas a denunciarem quando tiverem seus direitos violados. Valorizar a pluralidade e a diferenças entre os cidadãos.

49) Desenvolver pesquisas a fim de obter dados e informações sobre os grupos mais discriminados em cada município.

50) Prever, nos planos orçamentários municipais, rubricas especificas para programas e ações a fim de combater as formas de discriminação e preconceito.

51) Inserir nos planos curriculares o conceito de educação multicultural para que crianças e jovens conheçam a história, cultura e costumes dos diferentes povos e identidades sociais.

52) Realizar cursos profissionalizantes e pré-universitários voltados capacitar os grupos discriminados a possuírem maior acesso a mercado formal e às universidades.

55) Estabelecer com organizações não-governamentais, universidades e demais entidades civis articulações a fim de implementar ações em conjunto de combate à discriminação.

56) Criar programas habitacionais que considerem prioritário o beneficio às mulheres carentes que sejam “chefes de família”.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

A Educação Especial e a Escola Inclusiva


CREDITO : BLOG MEUS TRABALHOS PEDAGOGICOS.BLOGSPOT.COM http://meustrabalhospedagogicos.blogspot.com/search/label/Educa%C3%A7%C3%A3o%20Especial%20e%20Inclus%C3%A3o
Pesquisa e Prática Profissional – Instrumento de Investigação

Projeto de Pesquisa - A Educação Especial e a Escola Inclusiva.

Justificativa:
A educação especial é um recurso especializado para educar e socializar todas as pessoas portadoras de necessidades especiais, tendo em vista as suas dificuldades individuais, assim desenvolver trabalhos para que haja uma aprendizagem satisfatória, participação ativa e atividades envolventes e interessantes a todos.

A sociedade também precisa ser esclarecida sobre a inclusão, e saber a verdadeira importância para a formação de seus filhos, integração e inclusão fazem hoje em dia parte do cotidiano de muitas famílias, as crianças precisam ter o direito e entender que são normais dentro dos seus próprios limites, que quando essas crianças chegarem a faze adulta se incluam e se adaptem a comunidade a que pertencem para trabalhar e usufruir do que tem no nosso meio.

Objetivos Gerais:
Atender portadores de Necessidades Educativas Especiais, ampliar o acesso desses alunos nas classes comuns, fornecer capacitação aos professores propiciando em atendimento de qualidade, favorecendo uma aprendizagem na qual as crianças possam adquirir conhecimentos juntas, desenvolver no professor a capacidade de usar formas criativas com alunos portadores Necessidades Educativas Especiais a fim de que a aprendizagem e a inclusão se concretizem.

Objetivos Específicos:

a) Analisar o processo da inclusão dentro da escola;

b) Verificar a situação real vivida pelos professores e alunos dentro da escola;

c) Desvelar os problemas enfrentados pelos professores dentro da escola e junto aos órgãos competentes e responsáveis diretos;

Metodologia de Pesquisa:

Nossa abordagem para a pesquisa na escola foi qualitativa. A pesquisa feita na escola utilizamos o nosso diário bordo, fizemos a entrevista através de questionário escrito, pudemos observar que a escola não tem nenhuma estrutura física para os portadores de necessidades especiais, há muitos degraus espaços pequenos que não são adaptados, existem muitos professores que rejeitam alunos portadores de necessidades físicas, por estrutura física da escola.

Muitas vezes a criança é matriculada no ensino regular e sofre várias reprovações, por falta de atenção ou concentração, então o professor encaminha aos oftalmologistas, psicólogos, médicos para fazer uma avaliação psico-educacional para ver o grau de dificuldade que se encontra neste aluno, descrevendo todos os aspectos social, cognitivo, psicomotor, acadêmico, para então ir para uma classe de recurso que trabalha com dificuldades leves, depois a classe especial que trabalha com portadores de necessidades especiais, deficientes mentais (DM) ou deficientes visuais(DV), só a partir daí é que professor vai conhecer seus alunos buscando todas as informações possíveis e montar seu planejamento de aula e trabalhar com ele, pois a lei diz que o professor deve incluir os alunos especiais e na escola regular e depois incluí-los a nossa sociedade, tudo com a aprovação do Núcleo Regional de Educação.

O professor deve usar de toda sua criatividade, fabricando brinquedos com sucatas, reciclagem e utilizando jogos, pois material didático e pedagógico é o professor que constrói tornando as aulas melhores e facilitando a aprendizagem, se caso não obter sucesso o professor pede ajuda a equipe pedagógica da escola.


Os alunos que estudam nesta escola apresentam dificuldades leves, não dependem de cadeiras ou muletas.

A falta do acompanhamento da família na aprendizagem do aluno é um dos grandes problemas que as professoras enfrentam, é importante que os pais dêem a continuidade do trabalho do professor, ajudando nas tarefas participando da vida escolar de seu filho.

Tivemos a oportunidade de assistir uma aula na qual a professora trabalhava com tapeçaria, que consegue conciliar que todos façam o que ela pede, havia três meninas e três meninos com sérios problemas mentais, porém todos participavam ativamente, cada aluno apresenta um problema diferente, além disso, nossa sociedade é muito carente, alunos que não tem uma família unida, estruturada, um ambiente familiar para ir quando saem da escola.

Quando pesquisamos sobre o assunto vemos que a realidade esta longe de ser o que as leis determinam, há muito trabalho ainda a ser desenvolvido para chegar à realidade da teoria, pois há muitos direitos aos portadores de necessidades especiais que foram obtidos através da Declaração de Salamanca em 1994 (Espanha) e que não são colocados em prática pelos órgãos responsáveis.

O processo de inclusão envolve os pais que precisam ter consciência da importância do trabalho dos professores e da equipe pedagógica da escola tendo como principal objetivo à melhoria no desenvolvimento e na qualidade de vida de seu filho

Educação na Diversidade


CREDITO : BLOG MEUS TRABALHOS PEDAGÓGICOS.BLOGSPOT.COM

Fundamentos para Educação Especial

Educação na Diversidade


A educação inclusiva está baseada na necessidade de proporcionar a igualdade de oportunidades, mediante a diversificação dos serviços educacionais de modo a entender as diferenças individuais do aluno, por mais acentuada que seja.

É claro que esta visão sobre a criança portadora de deficiência há algum tempo atrás não era vista da mesma forma. Esta mudança passou por várias fazes, da mais cruel para chegarmos onde hoje estamos.

No fim do século XV, na Grécia a criança portadora de deficiência era vista como uma “aberração”, e assim exterminada, pois naquele período se valorizava a beleza física. No Cristianismo influenciados pelo Clero começaram a ver essas deficiências como um Dom Divino e até mesmo como punição de Deus. A mudança da sociedade influenciou para a criação de instituições para pessoas portadores de deficiências físicas ou “deformações”.

A partir daí, foram criadas instituições para acolher dos portadores de deficiência físicas e mentais.

Apesar da mudança as pessoas portadoras de deficiência eram excluídas da sociedade, pelo fato de acreditarem que não seriam capazes de se integrar normalmente na sociedade.

O século XX da seguimento ao processo de humanização da sociedade. Junto com a Declaração dos Direitos Humanos em 1948, se inicia um processo de institucionalização dos portadores de deficiência.

A educação especial surge como uma proposta inovadora de aplicação dos conceitos pedagógicos, na formação da cidadania e na apreensão da cultura universal pelas pessoas com história de deficiência.

O nosso país fez a opção pela construção de um sistema universal inclusivo, com o que diz respeito a Declaração de Salamanca (Espanha, 1994) na conferência mundial sobre Necessidades Especiais: Acesso e Qualidade.

A Declaração de Salamanca visa os direitos das pessoas Portadoras de Necessidades Especiais na escola inclusiva.

A concepção da Educação Inclusiva desloca-se das necessidades sociais expressas nos currículos padrão tradicionalmente organizados, para o âmbito das necessidades individuais do aluno.

A educação inclusiva deve ser aplicada de forma com que a escola se adapte ao aluno e não o aluno com necessidades especiais se adapte a escola.

Cada criança tem características, interesses, capacidades e necessidades de aprendizagens próprias e diferentes.

Afinal, ninguém é igual a ninguém e nem mesmo tão diferente.

A escola do ensino regular deve assumir essa forma integradora de modo que possa interagir com a comunidade e a família.

Não podemos assumir atitudes discriminatórias, seja ele por qualquer motivo, será que nos como educadores podemos aceitar uma criança com necessidades especiais e recusar um aluno que por algum motivo veio à escola com os pés no chão? Cabe a todos nós abolirmos a barreira do preconceito, descriminação e dificuldades.

A inclusão não se limita apenas a integração no ensino regular, mas também na comunidade, na família e na sociedade em geral. É uma atitude de aceitação, de mudança, de transformação. Todas as crianças devem aprender juntas, independentemente de suas dificuldades e necessidade educacionais especiais, deve receber todo o apoio educacional e eficaz.

Isso não se limita apenas ao ensino regular, mas ao ensino secundário, superior e profissional, por isso é que a sociedade e família com a escola devem agir juntas para que a inclusão realmente possa ser fundamentada.

As crianças com dificuldades especiais não podem ser excluídas, mas sim, encaminhadas as salas regulares e se necessário às salas especiais onde terão o atendimento especializado para o melhor desenvolvimento e desempenho de se mesma.

Postado por ¨Andreza S F Melo¨ às 12:34 3 comentários Links para esta postagem
Marcadores: Educação Especial e Inclusão

A diferença entre Escola Inclusiva e Escola Integradora




CREDITO : BLOG MEUS TRABALHOS PEDAGOGICOS.BLOGSPOT.COM

Metodologia da Educação Especial


A diferença da Escola inclusiva e da Escola integradora

Esse tema por si só já é bastante polemico e discutido por familiares e educadores do ensino regular, principalmente os que trabalham com educação especial.

O processo de integração resultou em uma separação de dois contextos de educação, que foi a educação regular e a educação especial.

A escola integradora tem como base preparar a criança com deficiência (PcD) para a sociedade, junto com a convívio com as outras crianças de modo que possa se tornar o mais “normal” possível, minimizando assim as suas dificuldades.

A educação especial passou a ser um ensino paralelo, subalterno ao ensino regular.

O conceito da integração surgiu na década de 90, sob o enfoque social, a integração representa uma vida de mão dupla, envolvendo as pessoas com deficiência e a comunidade das pessoas consideradas “normais”.

Com a integração escolar surge uma nova visão de escola, que é de favorecer o desenvolvimento de todos os alunos, de acordo com as suas características pessoas e a características das pessoas que estão a sua volta.

Dessa forma o processo de integração deposita a responsabilidade de suas mudanças diretamente na pessoa portadora de deficiência, de modo que a escola especial limita-se a capacitar e preparar as crianças portadoras de necessidades especiais para a escola regular ou para o trabalho.

O processo de inclusão é mais amplo, vai alem da integração, o objetivo é alcançar todas as crianças, apoiado ao princípio de igualdade e oportunidade para todos, é prerrogativa de que cada um tem interesses e características e necessitam que sejam atendidas no processo educacional.

A escola inclusiva assegura que nenhuma manifestação de dificuldade seja impedimento de aprendizagem do aluno, respeitando sempre diferenças individuais.

A inclusão aliada aos direitos legais assegura as oportunidades das crianças com dificuldades de aprendizagem ou dificuldade física, o acesso a escola regular, mesmo freqüentando a escola especial.

Parte do pensamento de que cada um aprende com o outro e temos que conhecer os nossos próprios limites e respeitar os limites dos outros, mesmo que seja permanente ou provisório.

A concepção de inclusão requer mudanças nas práticas relacionadas aos grupos excluídos.

Com relação as atitudes, temos que rever o modo de pensar, a nossa aceitação, com isso pede-se também mudanças arquitetônicas que possibilitam acessibilidade das crianças portadoras de necessidades especiais.

A escola inclusiva carrega responsabilidades não apenas físicas, mas uma mudança social e educacional, derrubando a barreira do preconceito, da exclusão, essa mudança tem que partir principalmente do professor junto com o aluno e a família, fazendo das dificuldades um desafio para sua carreira, para sua vida. E nunca é tarde relembrar, um mundo inclusivo é um mundo no qual todos tem acesso as oportunidade de ser e estar na sociedade de forma participativa.

Onde a relação entre acesso, oportunidades e características individuais não são marcados por interesses econômicos, ou pela caridade pública. Mas para poder dar continuidade a integração e a inclusão devemos rever o papel do professor, é exatamente aí onde reside o problema que a grande maioria dos nossos colegas professores apresentam.

A grande maioria alega que se sentem “despreparados” e “desmotivados” para a docência de grupos tão diferentes e diversificados, consideram uma tarefa difícil, pois tem os seus baixos salários, pouco estímulo em atuar na área inclusiva, e para fazerem especialização.

Além de que as condições de trabalho para a maioria não favorece em nada. Infelizmente isto não é um exagero.

Desde a sua formação para o exercício do magistério, encontramos sérias falhas, dificultada ainda mais pela falta de formação continuada.

Na inclusão, como professor, precisamos reconhecer num aluno em sala de aula suas dificuldades de aprendizagem e tentar criar diferentes métodos de ensino aprendizagem para que o aluno com dificuldades consiga entender o que o professor ensina.

Mas para isso o professor precisa realmente estar preparado e qualificado, se reciclando para a melhoria do sistema educacional inclusivo.

A Educação Especial como Tema Transversal


CREDITO : BLOG MEUS TRABALHOS PEDAGOGICOS http://meustrabalhospedagogicos.blogspot.com/search/label/Educa%C3%A7%C3%A3o%20Especial%20e%20Inclus%C3%A3o
Abordagens dos Temas Transversais

A Educação Especial como Tema Transversal


Como todos nós já sabemos a Educação Especial é uma forma diferenciada de ensino aprendizagem para as crianças portadoras de necessidades especiais. Para assegurar a qualidade de ensino foi criado o PCN´s – Parâmetro Curriculares Nacionais no ano de 1997, para garantir as crianças o conhecimento escolar e o conhecimento social, e os Temas Transversais serve para os professores e crianças como um elo, uma ponte para a educação no Brasil. Embora saibamos que a escola não pode ser a única responsável pelo processo de conscientização, humanização para a formação da criança. A comunidade, bem como a família são duas partes fundamentais para auxiliar neste processo. Dessa forma o que sugeri os PCN´s é que se incluam as questões sociais como tema, ligadas as disciplinas comuns no Currículo Escolar.

Os Temas Transversais são temas selecionados para a discussão dos problemas sociais, políticos, ambientais, sexuais e morais, de uma forma diferenciada.

A proposta é que se trabalhe dentro de um tema especifico, mas puxando questões e estimulando a curiosidade da criança para temas paralelos que façam parte do cotidiano.

Temas esses, que favoreçam para o crescimento humano de cada individuo, fazer com que a criança reconheça valores que em muitas ocasiões não haviam percebido.

A criança que aprende a trabalhar com os temas transversais, alem de aprender de uma forma interdisciplinar, aprende também a ter uma visão muito mais amplas dos problemas do mundo.

É uma forma de crescimento pessoal, de auto valorização, conhecendo melhor o seu colega e aprende a respeitar as suas diferenças.

Mas para se trabalhar dessa forma, não podemos separar as matérias, mas sim, encontrar um elo de ligação entre eles, e os Temas Transversais serve de ponte para o levantamento dessas questões.

Nas atividades anteriores discutimos sobre integração e inclusão, sobre a importância da inclusão social e escolar na vida dos portadores de necessidades especiais, bem como na vida das crianças com défices de aprendizagem.

Entendemos também que exclusão é uma forma de preconceito, bastante comum na vida de muitas pessoas.

A utilização dos Temas Transversais é uma maneira de abolir essas práticas discriminatórias dentro da escola, dentro da comunidade, pois podemos trabalhar com as dificuldades do dia-a-dia e juntamente com as crianças tentarmos resolvê-las.

É como usar a matemática dentro de um supermercado como meio de economia, é uma das maneiras que podemos utilizar uma disciplina junto com um problema do cotidiano.

É claro que para trabalharmos com crianças com necessidades especiais temos que fazer algumas adaptações, como por exemplo, adaptações nos materiais didáticos e até mesmo dentro da sala de aula, mas não quer dizer que temos que excluí-los das atividades, adaptações sim, todos temos diferenças e temos muito que aprender e o que ensinar.

Um desenvolvimento individual vem do conhecimento e pesquisa em grupo, os alunos vão se conhecendo, aprendendo e assim se respeitando.

Postado por ¨Andreza S F Melo¨ às 12:48 0 comentários Links para esta postagem
Marcadores: Educação Especial e Inclusão

Lancet faz retratação de estudo ligando vacina a autismo


Revista já havia manifestado arrependimento pela publicação do trabalho de Andrew Wakefield, em 1998


LONDRES - Uma importante publicação médica britânica retratou-se nesta terça-feira, 2, de um estudo errôneo que ligava a vacina tríplice ao autismo e a doença intestinal.

Pesquisa em saúde ganha reforço no orçamento dos EUA
Estudo nos EUA descarta vínculo entre vacinas e autismo
Médico inglês que ligou vacina a autismo enfrenta processo


A retratação da Lancet vem um dia depois de uma revista concorrente, a BMJ, ter divulgado, sob embargo, um comentário pedindo a retratação formal do estudo. O comentário deveria vir a público nesta quarta-feira, 3.

O comentário da BMJ afirma que desde o estudo encabeçado pelo médico britânico Andrew Wakefield foi publicado em 1998 pela Lancet, "seus argumentos foram considerados como comprovados por muitas pessoas, e o horrível drama social da demonização da vacina ganhou vida própria".

Depois que o estudo controverso foi publicado, muitos pais pararam de vacinar os filhos, levando a um ressurgimento, no Reino Unido, do sarampo.

Estudos subsequentes não foram capazes de comprovar a ligação entre vacina e autismo, mas muitos pais continuam desconfiados.

No Reino Unido, a taxa de vacinação nunca mais voltou a subir, e surtos de sarampo tornaram-se comuns.

Dez dos 13 coautores do estudo repudiaram as conclusões do trabalho há vários anos, e a Lancet já havia declarado que a pesquisa jamais deveria ter sido publicada.

"Nós retratamos completamente o artigo de nosso registro de publicações", afirma nota dos editores da Lancet divulgada nesta terça.

na semana passada, o Conselho Geral de Medicina do Reino Unido decidiu que Wakefield demonstrou "desprezo brutal" pelas crianças usadas no estudo, e agiu com falta de ética. Wakefield e os dois colegas que não repudiaram o estudo correm o risco de perder o direito de praticar a Medicina.

Para realizar o estudo, Wakefield retirou amostras de sangue de convidados da festa de aniversário de seu filho, e pagou 5 libras (cerca de R$ 15) a cada criança pela contribuição.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

CURSO DE MERGULHO PARA INSTRUTORES E BATISMO PARA PcD


Curso: Capacitação Profissional em Mergulho Autônomo Recreativo Adaptado para Pessoas com Deficiência - ITC

CREDITO : BLOG DEFICENTE ALERTA http://deficientealerta.blogspot.com/2010/01/curso-de-mergulho-para-instrutores-e.html

Handicapped Scuba Association - HSA).

Período: 8 a 13 de fevereiro de 2010.
Local: Fortaleza de São João-Círculo Militar - Rio de Janeiro/RJ.
Organização: Major Luiz Claudio.
Professora-Instrutora: Lucia Sodré.

Contatos e Maiores Informações:

Major Luiz Claudio:
Tel. Celular: 21-96427529 - 21-92418459. Tel. Convencional: 221-5862218.
Email: maraheclaudio@yahoo.com.br

Lucia Sodré:
Email: luciasodre@gmail.com
Tel.: 21-93149303.

Mergulho Adaptado - Capacitação Profissional (Instrutor-Dive Master e Assistente de Instrutor de Mergulho Autônomo) - Lucia Sodré - Handicapped Scuba Association - HSA

E MAIS...:

A todos os interessados no mergulho autônomo adaptado!

O Major Luiz Claudio (Fortaleza de São João) será o organizador para o período de 8 a 13 de fevereiro de 2010, um curso de capacitação profissional em mergulho adaptado - ITC - HSA. Cidade: Rio de Janeiro. Local: Fortaleza de São João-Círculo Militar, conta com mais...

Durante esse vento, no dia 12 de janeiro, as 14h, receberemos pessoas com deficiência interessadas em conhecer um pouquinho do mundo submarino em piscina! = Turismo submarino em piscina.

Se você desejar participar, entre em contato no email luciasodre@gmail.com para que possamos enviar o formulário de inscrição (pré-requisito para a atividade, como também, com todas as informações necessárias para a sua participação - gratuita -. Vagas limitadas!

Seja rápido!!!

Fonte: Espaço Novo Ser


DEFICIENTE ALERTA foi criado para orientar,educar,protestar e ajudar todos com deficiência. www.deficientealerta.blogspot.com

VEJAM MAIS SITES SOBRE MERGULHO ADAPTADO EM : http://search.conduit.com/Results.aspx?q=CURSO+MERGULHO+ADAPTADO&ctid=CT1964375&octid=CT1964375



MERGULHO RECREATIVO ADAPTADO

O mergulho adaptado foi reconhecido formalmente em 1981, através da fundação internacional Handicapped Scuba Association, na Califórnia (EUA), pelo instrutor e biólogo James Gatacre.

A HSA viabilizou a certificação de mergulhadores portadores de deficiências físicas, visuais e auditivas, rompendo com a marginalização por falta de informação a respeito das potencialidades de pessoas rotuladas como incapazes. A sociedade cria uma imagem irreal quando associa deficiência à doença ou ineficiência. As pessoas não conseguem perceber que deficiência é diferença, é uma característica a mais, sobre a individualidade de alguém, pois cada um de nós é portador de limitações e potencialidades.

Não existem pessoas deficientes, existem pessoas portadoras de limitações, que não determinam impedimento para realizações, se as diferenças forem respeitadas. Deficiente é a sociedade, que necessita ser continuamente transformada para viabilizar a participação natural de todos que a constituem.

Mergulhar é fascinante e está ao alcance de todos que desejam compartilhar com o mar. Para todas as dificuldades existem soluções. Para todas as limitações existem adaptações. O importante é o prazer pela realização.

Um grave problema que reflete no cotidiano de muitas pessoas portadoras de deficiências é a falta de estrutura da sociedade na qual vivemos, que não atende às necessidades básicas relacionadas a transporte, locomoção em bancos, hotéis, hospitais, edifícios, restaurantes, ruas, escolas, como se não existissem pessoas usuárias de cadeiras de rodas, muletas, bengalas e outros recursos que viabilizem uma maior autonomia. A sociedade também não proporciona satisfatoriamente o acesso ao ensino e ao mercado de trabalho, criando espaços para a desintegração social e a marginalização.

A ONU estima que cerca de 10% de nossa população apresenta alguma deficiência, o que representa aproximadamente 13 milhões de pessoas sendo: 5% portadoras de deficiências mentais; 2% físicas; 1,5% auditivas, 1% múltiplas; 0,5% visuais.

SÍNDROME DE DOWN

Todos sabemos das maravilhas que o mergulho pode oferecer: estar em um ambiente totalmente diferente do nosso, respirar debaixo d`água, a fantástica vida marinha, parecer que esta flutuando numa imensidão azul... Pode parecer fácil, mas para algumas pessoas mergulhar é vencer algumas barreiras e superar alguns medos.

Imagine o que representa isso para uma criança, que é naturalmente curiosa e ávida por novas experiências. Agora imagine uma criança ou adolescente portador da Síndrome de Down poder sentir as maravilhosas sensações do mundo subaquático!

vejam mais no site : http://images.google.com/imgres?imgurl=http://intervox.nce.ufrj.br/~sbma/comp2.jpg&imgrefurl=http://www.divers.com.br/pt/servico/adaptado.html&usg=__mLmuJ9HHTWeeXXtUB4noqW9_EZI=&h=540&w=386&sz=89&hl=pt-BR&start=16&tbnid=uKD8h586w60ZsM:&tbnh=132&tbnw=94&prev=/images%3Fq%3DCURSO%2BMERGULHO%2BADAPTADO%26hl%3Dpt-BR

Manual AVAPE de autismo


“O Capitão AVAPE contra o Fantasma Autismo”

CONHEÇA O MARAVILHOSO MANUAL DA A V A P E SOBRE AUTISMO EM : http://www.psiquiatriainfantil.com.br/biblioteca_de_pais_ver.asp?codigo=47

Este manual foi elaborado pelo Grupo de Saúde Mental da AVAPE (Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência), em parceria com o Projeto Distúrbios do Desenvolvimento do Instituto de Psicologia da USP, com o objetivo de informar e esclarecer as pessoas sobre o autismo.

O autismo, para fins diagnósticos, é encontrado no DSM IV-TR e na CID 10, dentro da classificação dos Transtornos Invasivos do Desenvolvimento.

O conceito mais utilizada desde 2001 é “continuum autistico”, sendo também evidenciado como transtorno do espectro autista. Contudo, clinicamente, para pais e cuidadores, a linguagem coloquial de fácil entendimento usualmente utilizada é Autismo.

Por meio de uma linguagem simples e acessível, o Manual expõe as principais características de diagnóstico do autismo, que podem ser observadas pelos pais e cuidadores desde a primeira infância. Este volume abordará o que é o Autismo e como evidenciá-lo precocemente. E no próximo episódio, confira: “O Capitão AVAPE contra o Fantasma Autismo - Parte 2: o combate”.

Boa leitura,
Grupo de Saúde Mental da AVAPE


INSCREVA-SE NO FORUM SOBRE PSIQUIATRIA INFANTIL EM : http://www.psiquiatriainfantil.com.br/forum/ucp.php?mode=register

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Brasil perde único mesatenista medalhista dos Jogos Paraolímpicos


Luiz Algacir foi medalhista de prata nas Paraolimpíadas de Pequim, em 2008

O para-atleta Luiz Algacir, único medalhista brasileiro do tênis de mesa em Jogos Paraolímpicos, que estava internado desde julho de 2009 para tratamento de um câncer, faleceu às 6h30 do último sábado, aos 36 anos de idade.

A medalha de prata conquistada nas Paraolimpíadas de Pequim, em 2008, foi seu maior feito na carreira. Luiz Algacir foi o primeiro brasileiro a alcançar o pódio no tênis de mesa paraolímpico. “Ele foi o maior atleta brasileiro do tênis de mesa”, garante Benedito Rodrigues de Oliveira, o Benê, técnico de Algacir.

“Recebemos consternados a notícia sobre o falecimento do atleta Luiz Algacir, um dos mais queridos no movimento paraolímpico”, lamentou Andrew Parsons, presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB).

“Ele foi um dos atletas de maior relevância no cenário nacional, teve uma carreira incrível, que culminou com a medalha de prata em Pequim. Além de um grande atleta era uma grande pessoa. Nossa condolências à família. O CPB se põe à disposição”, completou Parsons.

Paralisia

Luiz era extremamente querido pelos amigos e companheiros de esporte. O tênis de mesa era a paixão deste curitibano que perdeu os movimentos das pernas aos 15 anos, após cair de uma árvore em Foz do Iguaçu.

O esporte entrou na sua vida aos 18 anos. Mas antes jogava basquete e tênis. Foi a amiga e também atleta Maria Luiza Passos que o convenceu a ir para o tênis de mesa. O encanto foi tanto que o sonho dele era ensinar a modalidade para crianças depois que abandonasse as competições.

“Quero encerrar a carreira realizado, depois de alcançar todos os meus objetivos. Mas não vou conseguir ficar longe do esporte, por isso pretendo ser técnico de criança”, planejava, antes das Paraolimpíadas de Pequim.

Carreira

Além da medalha de prata paraolímpica, o atleta paranaense tinha dois ouros parapanamericanos, conquistados em 2007, no Rio de Janeiro, um individual e outro em equipe. Luiz Algacir também foi eleito duas vezes consecutivas o melhor jogador cadeirante das Américas: em 2001 e 2002.

“Ele foi a pessoa mais fantástica com quem eu já trabalhei. Ele sabia ouvir, sabia aplicar a técnica e sabia treinar forte”, recorda Benê. Luiz Algacir foi enterrado ontem, no Cemitério do Boqueirão.

http://ARNALDO.ESPORTEBLOG.COM.BR - MODALIDADES ESPORTIVAS PARA PORTADORES DE DEFICIÊNCIAS FÍSICAS | arnaldo.esporteblog.com.br

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