quarta-feira, 17 de março de 2010

O falso forte


Enzo Perondini esculpiu o corpo à base de remédios e agora luta contra o cancer.

Disposto a ter um físico igual ao do ator e ex-mister Universo Arnold Schwarzenegger, Enzo Perondini começou a treinar musculação aos 16 anos de idade.

Era na época um sujeito magro, com 72 quilos distribuídos por 1,89 metro de altura. Hoje, com 35 anos, ele adora usar camisetas cavadas para não deixar dúvida de que atingiu seu objetivo. Exibe braços com inacreditáveis 55 centímetros de circunferência, quase o tamanho da coxa de uma pessoa normal. Quando está fazendo exercícios, suas veias saltam e os músculos inchados formam uma massa que se estende pelas costas e engole o pescoço. Num movimento de pernas, é capaz de empurrar mais de meia tonelada de peso. Graças a essa força espalhada pelo corpanzil de 120 quilos, transformou-se numa das principais estrelas dos campeonatos de fisiculturismo do país.

Conquistou uma série de títulos paulistas, brasileiros e sul-americanos. Há duas semanas, tentou ser o melhor do mundo, durante um concurso de mister Universo realizado na Turquia. Não chegou sequer às finais, apesar de ter investido uma pequena fortuna na preparação. Nada menos do que 20.000 reais, a maior parte deles gasta na compra de drogas para melhorar o desempenho. "Foi a última vez", garante Enzo. "Já experimentei todos os tipos de bolinha, mas cansei de fazer do meu corpo um laboratório para experiências químicas."

A busca dos músculos esculpidos à base de remédios não é novidade em outros países.

Um dos casos mais conhecidos foi o do fisiculturista alemão Andreas Münzer, que morreu aos 31 anos com os rins e fígado devorados pelas drogas.

O brasileiro Enzo também enfrenta graves problemas de saúde. Pouco antes do campeonato ele ficou assustado quando percebeu um inchaço no estômago. Em seguida, vieram dores insuportáveis, diarréias e sangramentos. Uma ultra-sonografia revelou a gravidade do problema. Nos resultados do exame, lê-se o seguinte sobre o estado de seu fígado: "presença de múltiplos nódulos sólidos dispersos por todos os segmentos hepáticos, o maior deles medindo 5,2 centímetros". O complicado linguajar médico é sinônimo de expressões bastante conhecidas. "Há duas possibilidades fortes para o caso: cirrose ou câncer. Sabendo que o paciente é um fisiculturista, aposto mais na última hipótese", diz um oncologista que prefere manter-se no anonimato. O atleta não tem dúvida. "Estou com câncer", afirma Enzo, que acha estar pagando o preço por ter abusado das drogas. "Sabia dos riscos, mas a vaidade e o ambiente das academias me incentivaram a seguir em frente", justifica.

Nos últimos quinze anos, ele exagerou nos exercícios com halteres e se entupiu de drogas. Primeiro foram os esteróides anabolizantes, nome científico para os hormônios masculinos produzidos em laboratório. Combinado com exercícios, o remédio tem o efeito potencializado e rende aos atletas suplementos de força, resistência e velocidade. Apesar de estar na lista negra de doping do Comitê Olímpico Internacional, continua sendo usado como um elixir mágico pelos fisiculturistas. Enzo tomou sua primeira dose injetada no braço numa farmácia de sua cidade natal, Serra Negra, no interior de São Paulo.

Ao final de um mês, havia acrescentado 7 quilos de músculos ao corpo. É um efeito sedutor. Apenas suando a camisa nos treinamentos, sem usar drogas, um atleta ganha no máximo 2 quilos de músculos por ano.

Animado com esse resultado, Enzo intensificou e diversificou o consumo de remédios. Passou a tomar esteróides anabolizantes em doses literalmente cavalares, comprando em lojas veterinárias formulações sob medida para animais. Depois, a um custo de 2.000 reais por mês, introduziu na sua dieta química hormônios de crescimento. Outra de suas descobertas foram as injeções de insulina, úteis para levar mais rapidamente os nutrientes do sangue para as células musculares. Em alguns momentos, preocupado em controlar o peso antes das competições, cheirou cocaína. "A droga me ajudava a esquecer a fome", conta. Um mês antes dos torneios, Enzo suspendia o coquetel para passar no exame antidoping.

A técnica só falhou uma vez. Foi em 1991, quando recebeu uma suspensão de um ano por uso de anabolizantes. "Agi como um burro, mas aprendi a lição", afirma. Recentemente, quando foi convocado para o exame de doping que o habilitaria a disputar o título mundial, levou escondida na sunga uma seringa contendo a urina de um colega. "Um atleta que não usa nada é como um Fusquinha competindo com um Fórmula 1", compara.

O fisiculturista é um dos únicos que tiveram a coragem de quebrar o pacto de silêncio que existe nas academias de ginástica. A atitude mais comum no meio é negar as evidências. "Combatemos, reprimimos e fiscalizamos o doping", jura Eugênio Francisco Koprowski, presidente da Federação Paulista de Culturismo e Musculação. Existem cerca de 4.000 atletas do esporte no Brasil e a indústria de suplementos alimentares para incrementar as atividades físicas cresce ao ritmo de 20% ao ano. Até o final de dezembro, estima-se que ela deva faturar 25 milhões de reais com a venda de aminoácidos e carboidratos. Embora comercializem produtos legalizados, e não drogas anabolizantes, essas empresas investem no patrocínio de fisiculturistas para fazer marketing da saúde. Enzo é um dos garotos-propagandas. Nas próximas semanas, ele deve submeter-se a uma nova bateria de testes para confirmar a existência do tumor no fígado. Mas não está preocupado. Convertido à religião evangélica, ele acha que Deus vai curá-lo. Como prova de gratidão, deseja agora virar pastor. "Quero contar minha experiência para servir de alerta aos jovens", comenta. "Quando ouço o slogan 'Esporte é saúde', morro de dar risada."

gaderna
28/01/2009 - 18:11
sinceramente eu nunca entendi como uma pessoa pode fazer isso com o corpo, é falta d amor próprio...
os exercà cios devem ajudar na saúde e se arriscar desse jeito só pra ficar grande ta por fora...
isso d fisioculturismo tem q acabar, ficar incentivando os outros a se estragar é foda
jahr
29/01/2009 - 20:26
fato lamentavel....
acredito que esse laboratorio que mtos fazem de seu corpo soh pode acabar da pior forma!!!
q se recupere 100% do fato....
e outros aprendam....q essa parada ta por fora....
leandro silva
29/01/2009 - 20:55
O mais impressionante de td isso é que ainda hj com todos os exemplos que tem por ai ... muita gente ainda faz uso de venenos contra sua propria saude , é lamentavel !!
Konrado Tenório
29/01/2009 - 21:24
é lamentável msm!!!
Pessoas dedicam 1 ano corretamente na musculação = Pessoas q treinam 2meses com anabólicos esteroidais!!!

E convincente o uso dessas práticas em academia...tanto q a cada ano aumenta essa %...
mas acredito q uma declaração dessa é mto mais convincente q qualquer resultado!!!

saude é incopararável a vaidade!
AlexSniper
29/01/2009 - 23:54
É uma pena a história do cara, mas não posso dizer que sou contrário aos anabolizantes.
Acho que usa quem quer. A única coisa que não admito é o cara dizer que usou sem saber dos efeitos. Com a quantidade de informação e a facilidade de acesso, o cara dizer que não sabia é palhaçada.
Fora isso, se tomou, assumiu o risco e tem que encarar uma provável doença como o cara está enfrentando.
Já li alguns estudos falando sobre a parte positiva do uso dos anabolizantes, tanto que são vendidos como medicamentos. A diferença entre o medicamento e o veneno, é a dose.
Não acho que acabando com o fisiculturismo, vá acabar esse tipo de usuário. Lembro que estamos num fórum de artes marciais onde discutimos muito sobre MMA, esporte que muitas pessoas entendem como violência pura, até sádica. O que difere é a informação e a resposabilidade dos riscos. Ainda mais quando os riscos são individuais, como no caso dos anabolizantes. Quem terá prejuà zo, é só o cara.
Ah.. eu NÃO uso nada disso viu moçada...hehe..
FOGFISIO
30/01/2009 - 10:04
Infelizmente essa é a realidade de muitos que usam anabolizantes para ter o corpo perfeito...Todos que exageram cabam pagando um preço.
guile
30/01/2009 - 13:06
meu aigo, o camarada maro q começa na musculação tem de tomar muito cuidado, pois todos os iniciantes querem crescer do dia pra noite, se nao tiver uam cbç boa toma msm, tenho varios amigos q tomam, e nunk mais param. vira viciu msm.
Vinaum Mixed Martial Arts
30/01/2009 - 14:41
QUOTE
Recentemente, quando foi convocado para o exame de doping que o habilitaria a disputar o tà tulo mundial, levou escondida na sunga uma seringa contendo a urina de um colega. "Um atleta que não usa nada é como um Fusquinha competindo com um Fórmula 1", compara.

Ele falou uma grande verdade, isso acontece muito em diversos esportes..
Lembra da Rebeca Gusmão tomou uma punição pesada por isso.. Infelizmente essas coisas nunca vão acabar, sempre vão dar um jeito para burla o antidoping.

Eu sou contra apenas em casos de atletas que utilizam as drogas, é quase uma covardia um cara puro contra um cara dopado..
É como o exemplo que ele mesmo citou é como tivesse um fusca competindo com uma carro de formula 1.

É aquilo a maioria das pessoas que tomam anabolizante não tem a mà nima noção do que estão colocando para dentro de seus organismos.
Isso precisa de muito estudos, muito dinheiro para manter as drogas e a alimentação tem que ter uma boa alimentação, um bom descanso e muita força de vontade..
Se não meu amigo você estará jogando seu dinheiro fora porque vai estar perdendo mais da metade dos benefà cios que o anabolizantes oferecem e provavelmente estará sujeito a ter muitos efeitos colaterais..


Ai tem uma pequena historia muito interessante que tinha visto em um site a um tempo a trais e salvei.

Conheci um fisiculturista, que administrava via oral ou injetável, todas as drogas nas quais conseguia colocar a mão. Não pensava em dar um intervalo, na meia vida dos produtos ou sequer na sua origem. Na verdade não ligava para a saúde sendo que a maior parte do dinheiro que ganhava era voltado para a aquisição de drogas e que se danem outras necessidades e as pessoas que viviam ao seu lado.

Durante algum perà odo, o nosso herói às avessas conseguiu ganhar bastante peso e admiração de algumas pessoas, passando a sentir-se mais confiante e mais "macho". Porém, depois de alguns meses, acabou o seu dinheiro e com isso o seu mega ciclo. Em poucas semanas o nosso "herói" perdeu todo o peso conquistado como um balão que se murcha. Deprimido pela rápida perda entrou em depressão, o que passou a catabolizá-lo mais ainda, ficando menor do que era antes do ciclo.

Passou a ser và tima de comentários pejorativos vindo das mesmas pessoas que o havia anteriormente elogiado. Para sair do paradoxo, guardou todo dinheiro que podia até conseguir comprar mais drogas. Ganhou peso novamente e resolveu continuar no ciclo indefinidamente, como uma espécie de deletéria "vingança pessoal". Mas após alguns meses de constante administração, se salientaram os efeitos colaterais, tais como armazenamento óbvio de gordura sexual feminina e ginecomastia que podia ser observado por debaixo da roupa. Nos primeiros meses, o "fisiculturista" exibia orgulhoso o seu fà sico.

Mas com os efeitos colaterais, as camisetinhas sem manga usadas pelo "atleta" tornaram-se camisas com manga e os shorts se tornaram calças para esconder as anomalias. Para sua sorte, acreditem, o dinheiro se tornou escasso novamente. Então, o nosso "atleta" se deparou com uma armadilha e uma importante questão em sua mente altamente perturbada: Como parar agora com as drogas e "continuar a ser homem"? Obviamente, sem a devida resposta e dinheiro, teve o nosso atleta que parar com as drogas e com o seu fisiculturismo.

Alguns anos depois o cidadão reapareceu, já casado. Muito abatido me disse que sofria de oligospermia e não podia engravidar a mulher, queria que eu indicasse algum médico que pudesse tratá-lo. Mesmo atletas mais informados que permanecem por muito tempo em ciclo de esteróides e tomam o devido cuidado para retomar a produção natural de testosterona durante o próprio ciclo com aplicações de HCG ou drogas, como Clomid e demais medidas para evitar efeitos colaterais, se deparam com uma armadilha ao final de um ciclo prolongado, pois sabem que ao parar perderão boa parte da massa muscular conquistada.
guirpm
30/01/2009 - 15:27
GALERA, as drogas estão presentes em TODOS os esportes! Em TODOS os atletas de alto rendimento!
Alto rendimento não é a pessoa que compete aqui e ali, ganha um torneio estadual e bla blabla!
E o cara que vive do esporte!
Alguem aqui realmente acha que o uso dessas substancias só acontece no Fisiculturismo???
É ilusão achar que todos esses eventos que acompanhamos de MMA os atletas são "limpos".
O esporte de rendimento, onde esta envolvido muito dinheiro e fama, esta atrelado as drogas!
Deram o exemplo acima da Rebeca, mas acham que as outras atletas vivem a base de Whey e aminoacidos???
Acreditam que o teste anti-doping elimina o uso das drogas? NÃO!
Acreditam que no UFC os lutadores são "naturais" ou aquilo tudo é genética?
Não sou totalmente contra mas tb não faço apologia, somente estou dizendo que o uso consciente pode auxiliar os atletas.
Ah, e não se enganem que essas drogas são apenas anabolizantes. Vai desde o calmante, diuretico, cafeina, efedrina, EPO, analgésicos e cocaà na.
Pergunte a algum atleta de alto nivel, ou melhor ex-atleta, que ele te dira como funciona!
minotauro55
30/01/2009 - 20:14
Mesmo com os avisos as pessoas nao estao nem ai para o proprio corpo e acabam com doenças serias como o brasileiro da reportagem e o mais triste é que ele nao foi o primeiro e tambem nao sera o ultimo a tomar remedios para parecer mais forte do que realmente é.
igorfred
30/01/2009 - 21:03
QUOTE(minotauro55 @ 30/01/2009 - 20:14)
Mesmo com os avisos as pessoas nao estao nem ai para o proprio corpo e acabam com doenças serias como o brasileiro da reportagem e o mais triste é que ele nao foi o primeiro e tambem nao sera o ultimo a tomar remedios para parecer mais forte do que realmente é.
isso sempre foi assim, e agora com mais façilidade nas mãos dos adolescentes
cofre
31/01/2009 - 17:04
muito triste essa parada de esteróides , mas é aquela coisa o cara mesmo sabendo do grau de nocividade dos anabolizantes
e ainda continua tomando essa porcarias . que esta historia do Enzo sirva de alerta pra todos que pretendem fazer uso de anabolizantes.
RoCkMaRcIaNo
7/02/2009 - 17:25
é lamentavel uma coisa assim...
mas esse é o mundo em que vivemos onde as pessoas buscam resultados rapidos sem se importar com o que vem depois ''/ (os efeitos)
PQDT
18/04/2009 - 16:02
O QUE DIZER GALERA!!!!!!!
POR ISSO É DITO QUE VAIDADE É PECADO E O PREÇO DO PECADO É A MORTE. EU ACREDITO QUE CADA UM TEM O QUE MERECE!!!!!!!!!!
MMA future
18/04/2009 - 16:14
Lamentavel !!!!!!

O q leva uma pessoa a fazer issu?????talvez a falta de informação não sei.

quer massa muscular???? vai treinar fika na academia umas 5 horas por dia e pronto !!
edapso
19/04/2009 - 00:52
aq na minha cidade 1 dono de academia foi preso por estar injetando drogas nos alunos , esse cara era enorme!!já se passou oito meses que ele tá preso, e quando eu o vi parecia um velho de tanta pelanca!!na cadeia num tem esteróide!!kkk

Atenção nos indicadores de desenvolvimento emocional


Atenção nos indicadores de desenvolvimento emocional

Se uma criança não aprende a ler, escrever ou fazer cálculos matemáticos em um período de tempo considerado normal, não quer dizer que esteja atrasada.

Antes de chegar à conclusão de que uma criança tem algum tipo de transtorno, os pais devem ficar atentos a indicadores do desenvolvimento emocional prévio e da pré-linguagem, que estão contidas nos protocolos da Associação Internacional de Pediatria.

De acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais, referência para profissionais da área, a taxa de evasão escolar de crianças ou adolescentes com transtornos de aprendizagem é, em nível global, de cerca de 40%.

Os transtornos de aprendizagem devem ser diagnosticados e tratados principalmente porque podem estar associados à baixa autoestima e déficit em habilidades sociais.

Fonte: Zero Hora (RS)

ESTUDOS BRASILEIROS SOBRE O ESPORTE - LIVRO DO PROF MANOEL TUBINO


VEJA NESTA HOME PAGE, TODAS AS 165 PAGINAS DO LIVRO DO PROFESSOR DOUTOR MANOEL TUBINO DENOMINADO : ESTUDOS BRASILEIROS DO ESPORTE - ÊNFASE NO esporte-educação em : http://www.confef.org.br/arquivos/Livro_Esporte.pdf

HeadMouse - Tecnologia permite pessoas com tetraplegia acessarem o computador


Uma tecnologia inovadora desenvolvida pela Universidade de Lleida, na Espanha, permite que pessoas tetraplégicas possam acessar o computador somente com movimentos faciais: olhos, cabeça, lábios...
Isso é possível graças à um sistema de captura de imagem através de uma câmera (webcam) sendo que qualquer modelo pode ser utilizado. A câmera faz o reconhecimento da imagem através de um sistema de calibração. Para que a imagem seja reconhecida, basta que o usuário faça alguns movimentos com a cabeça, olhos e sobrancelhas...Uma imagem que mostra o ritmo certo do piscar dos olhos ajuda na calibração.

Capturada a imagem, esta aparece no canto inferior direito da tela, limitada por um quadrado que centraliza o rosto da pessoa com um sinal em forma de cruz. A cor verde significa que já é possível navegar, através de movimentos leves da cabeça e dos olhos que direcionam o mouse.

A opção do clique pode ser feita através das configurações (clicando sobre a imagem do usuário) onde podem ser selecionadas as opções de piscar os olhos ou pelo movimento de abrir e fechar dos lábios. É possível definir ainda, a velocidade com que o mouse irá se mover, escolher uma opção para os cliques e arrastar os conteúdos selecionados pelo mouse.
Para que o reconhecimento da imagem seja facilitado é importante que a câmera esteja devidamente centralizada e que, ao fundo haja uma imagem estática (uma parede, por exemplo).

A digitação de textos também é possível de ser realizada, bastando que para isso o usuário localize nas opções de acessibilidade do seu sistema operacional o teclado virtual que, aparecendo na tela do computador, procede-se clicando sobre as letras normalmente.

Com um pouco de treino e controle motor, em pouco tempo o usuário estará interagindo com a máquina de forma autônoma e habilitado a efetuar comandos como executar programas, digitar e navegar pelas páginas.

O download do programa pode ser feito aqui

http://www.baixaki.com.br/download/headmouse.htm

terça-feira, 16 de março de 2010

PROJETO DANÇARTE PARA CADEIRANTES



VEJA O VIDEO DESTE MARAVILHOSO PROJETO ELABORADO E EXECUTADO PELA ASSOCIAÇÃO NITEROIENSE DE DEFICIENTES FÍSICOS(ANDEF), SITUADO EM RIO DO OURO ( NITEROI), UMA DAS DUAS MELHORES ASSOCIAÇÕES PARA PESSOAS COM DEFICIENCIA DA AMERICA DO SUL, SOMENTE SUPERADA PELO CENARD ( CENTRO DE ENTRENAMIENTO DE ALTO RENDIMIENTO), SITUADO EM BUENO AIRES( ARGENTINA).
Sua linda filha Camila é tambem uma das responsaveis por este sucesso.
veja o video em : http://www.youtube.com/watch?v=AUJlaXE_fZY e AINDA NO SITE DA ANDEF : http://www.andef.org.br/home/index.php

A doutora ( médica) TANIA RODRIGUES e seu dinâmico Marido JOÃO BATISTA são dois personagens responsaveis por esse projeto. Os dois podem ser considerados como os principais alavancadores do esporte adaptado no Brasil a exemplo de José Gomes Blanco, Aldo Miccolis, Aldo Potrich( falecido), sergio del Grande, Robson Sampaio e outros. e outros

A cultura como forma de inclusão e reabilitação


A Andef sempre foi uma instituição preocupada com o desenvolvimento cultural tanto de pessoas com deficiência como da comunidade de um modo geral. A prova disso é a união de pessoas com e sem deficiência misturadas em todas as atividades que são desenvolvidas por nossa instituição. O resultado final desta equação são os aplausos de pessoas por todos os lugares que nosso grupos culturais se apresentam.
Uma das referências da ANDEF é o grupo de dança sobre rodas "Corpo em Movimento", que é formado por dançarinos com e sem deficiência. Eles se apresentam por diversos estados do Brasil e outros países de todo o mundo mostrando a plasticidade nos movimentos e a capacidade das pessoas com deficiência.

A Andef também conta com a Oficina Teatral de Inclusão Social Luis Fernando Guimarães. As aulas de teatro no início foram apenas uma brincadeira, mas ganhou grandes proporcões. Em 2005, o ator Luis Fernando Guimarães aceitou o convite para ser o padrinho da oficina, que apresenta espetáculos com assuntos ligados à juventude, drogas e pessoas com deficiência.

A ANDEF também oferece à comunidade atividades como o grupo folclórico, além das turmas de danças, lutas e artes.

EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA E EDUCAÇÃO ESPECIAL - BLOG DO PROFESSOR SERGIO CASTRO: CALENDÁRIO ESPORTIVO NACIONAL 2010 e 2011

EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA E EDUCAÇÃO ESPECIAL - BLOG DO PROFESSOR SERGIO CASTRO: CALENDÁRIO ESPORTIVO NACIONAL 2010 e 2011

CALENDÁRIO ESPORTIVO NACIONAL 2010 e 2011



VEJAM O CALENDARIO PARAESPORTIVO NACIONAL 2010 e 2011 em : http://www.cpb.org.br/area-tecnica/noticias/calendario-esportivo-2010

VOLEIBOL SENTADO - TOQUE DE MIDAS



Amauri Ribeiro escreve sua história no voleibol sentado brasileiro

Por: Julia Censi
Fotos: JJ Clemente
VEJAM MAIS EM : http://www.efdeportes.com/efd125/o-voleibol-sentado-um-reflexao-bibliografica-e-historica.htm



Por 22 anos, ele esteve dentro da quadra. Defendeu a seleção brasileira de vôlei em quatro olimpíadas: Moscou, em 1980, Los Angeles, em 1984, Seul, em 1998, e Barcelona, em 1992; e ajudou a conquistar a primeira medalha olímpica brasileira de ouro. Foi, e ainda é, considerado um dos melhores jogadores de meio de rede do Brasil. A vida de atleta começou cedo para Amauri Ribeiro. Ainda adolescente, ele descobriu a paixão pelo vôlei e a combinação treino, dedicação e talento fez do jogador referência no esporte.

Hoje a história se repete. Amauri Ribeiro volta às quadras, agora como técnico, e ajuda novamente o Brasil a garantir a vaga para os Jogos de Pequim. Desta vez, no comando da seleção brasileira de voleibol sentado. “Com a minha experiência
de jogador tento passar para eles o que é ser atleta. A maioria virou atleta depois de adulto, após ter sofrido um trauma. Não começaram a jogar quando crianças, não tinham essa relação com o esporte. Minha maior preocupação é transformá-los em atletas. Passar pra eles como deve ser a conduta de um atleta. A diferença está mais na parte psicológica. Trabalhar a ansiedade. Eles precisam saber do que são capazes”, conta.

E para quem sempre respirou voleibol é difícil deixar as raízes de lado. Desde que parou de jogar, em 1993, aos 34 anos, Ribeiro escolheu o banco como posição e acabou se tornando técnico da equipe juvenil do Banespa. Há dois anos, seguiu o mesmo caminho em direção ao voleibol sentado, modalidade que ainda engatinhava no Brasil. Aos poucos, sua história começa a se confundir com o amadurecimento do voleibol sentado no país.

“Eu conheci o voleibol sentado em um evento, o dia olímpico, no Centro Olímpico de São Paulo e me convidaram para treinar. Veio a Paraolimpíada de Atenas e sugeri que filmássemos as equipes estrangeiras para vermos em que nível eles estavam. Acabei indo pra Atenas, conheci as melhores seleções lá e quando voltei comecei a trabalhar. Recebi um convite pra ser técnico da seleção brasileira e aceitei”, relembra o técnico que hoje, além da seleção brasileira, treina a equipe de voleibol sentado do Centro Assistencial Cruz e Malta e dá aulas na Prefeitura de São Paulo e na cidade paulista de Pirapora do Bom Jesus.

Nos Jogos Parapan-americanos, na cidade do Rio de Janeiro, 12 jogadores entraram desconhecidos nas instalações do Riocentro, onde aconteceram todos os jogos de vôlei da competição. Entraram com um sonho em que poucas pessoas acreditavam. Saíram medalhistas de ouro. Saíram com a inédita vaga para a Paraolimpíada de Pequim. “Desde o começo eu sabia que a gente podia ganhar dos Estados Unidos. Não ia ser fácil, mas o nosso time era bom, tinha treinado e podia vencê-los. Faltava apenas esse empurrão. Encorajá-los”, diz Ribeiro.

Além da medalha, o ex-jogador comemora outra grande vitória desse time. Pela primeira vez, eles puderam treinar como as grandes seleções internacionais. “Fizemos um trabalho muito bom de preparação para o Parapan. Coisa que os atletas não conheciam. Por ser um esporte novo no Brasil, não tivemos como aprimorar a parte tática. Nosso grande receio no Parapan era fazer o pessoal jogar o que treinava porque na hora do jogo é diferente”, explica.

A recompensa? Uma equipe entrosada que mostrou maturidade e calma para vencer a forte equipe dos Estados Unidos, na final dos Jogos Parapan-americanos Rio 2007. “A gente perdeu para os Estados Unidos na hora em que podia perder. Na final, jogamos com outra cabeça. E essa vitória muda a história do voleibol sentado no Brasil. Temos uma vaga para Pequim. A partir de agora é trabalhar cada dia mais”, diz Amauri.

Com a mesma calma e seriedade com que brilhava ao lado de Bernard, Bernardinho e Renan na geração de prata do vôlei brasileiro, Amauri Ribeiro começa a escrever sua história no vôlei paraolímpico brasileiro. Começa a transformar em ouro o talento de Diogo, Rodriguinho, Guilherme e tantos outros. Começa a brilhar ao lado de outros “meninos de ouro” do Brasil.


Por dentro do vôlei sentado

As regras são semelhantes às do vôlei convencional e as diferenças estão no tamanho da quadra, que é menor, 10m x 6m contra 18 x 9m, e a altura da rede que mede 1.15m do solo no masculino e 1.05m para o feminino Os atletas jogam sentados na quadra e podem bloquear o saque adversário. Competem atletas amputados, principalmente de membros inferiores, e pessoas com outros tipos de deficiência locomotora. A modalidade começou a ser praticada em 1956 na Holanda e tem crescido bastante nos países europeus. Atualmente, o Brasil é campeão parapanamericano e a Bósnia-Herzegovina campeã mundial.

Ações do documento

Tecnologia também é saúde







Conheça cinco aparelhos eletrônicos que ajudam a melhorar a qualidade de vida

André Cardozo

vejam mais em : http://tecnologia.ig.com.br/noticia/2010/03/15/tecnologia+tambem+e+saude+9426494.html

Para muita gente, tecnologia e saúde não andam juntas. A imagem de nerds viciados em produtos eletrônicos não combina muito com o cotidiano de academias de ginástica e parques. Mas alguns aparelhos são úteis tanto para geeks que querem melhorar a forma quanto para atletas amadores que desejam controlar melhor suas atividades físicas.

A seguir você confere cinco produtos que fazem isso. Eles não são distribuídos oficialmente no Brasil, mas podem ser encontrados em sites a Amazon e também em lojas especializadas em equipamentos esportivos.

Zeo Personal Sleep Coach

Problemas de sono? O Zeo Personal Sleep Coach pode ajudar a resolvê-los. O aparelho monitora o sono e fornece informações que podem ajudá-lo a dormir melhor. Para começar a usar o Zeo é necessário colocar uma espécie de “bandana eletrônica” ao dormir. Preso à cabeça do usuário esse aparelho é o responsável por monitorar a atividade elétrica do cérebro durante o sono.




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Zeo: sono sob controle

O segundo componente do Zeo é um receptor chamado de Bedside Display. Similar a um rádio relógio, ele grava as informações enviadas pela bandana e as exibe para o usuário em uma tela LCD.

As informações gravadas pelo Zeo podem ser enviadas para a internet. O Bedside Display usa cartões do padrão SD para guardar os dados. Esses cartões podem ser conectados ao PC e, a partir dele, as informações do sono podem ser enviadas para o site do Zeo. No site, elas são comparadas com informações de noites anteriores e podem revelar padrões de sono que não haviam sido percebidos pelo usuário.
Preço: US$ 250
Site: www.myzeo.com

Fitbit
O Fitbit é uma espécie de tudo-em-um dos aparelhos de monitoramento corporal. Ele verifica informações como quantidade de passos, calorias gastas e qualidade do sono. O aparelho possui um sensor de movimento similar ao usado no controle do Wii e, com seu formato de clipe, pode ser usado na cintura, no pulso, ou colocado em um bolso.



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FitBit: variedade de funções


Um recurso interessante é a transferência dos dados para a internet. O Fitbit faz isso de modo automático, assim que o usuário passa perto da base sem fio que acompanha o clipe. As informações são enviadas para o site Fitbit.com e podem ser consultadas fornecendo login e senha.
Preço: US$ 99
Site: www.fitbit.com

Withings

Balanças costumam causar medo em muita gente, principalmente naqueles que estão acima do peso. Neste aspecto a Withings é igual a todas as outras.


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Withings: balança conectada


O diferencial dessa balança está na conectividade. Ela traz conexão sem fio no padrão Wi-Fi e envia informações diretamente para um website, que pode ser acessado apenas pelo dono da balança, por meio de uma senha. A Withings mede peso e Índice de Massa Corporal (IMC). O site fornece gráficos que facilitam o acompanhamento das informações monitoradas.
Preço: US$ 160
Site: www.withings.com

Nike+ SportBand

Quem gosta de se exercitar pode usar esse produto da Nike para monitorar suas corridas e caminhadas. O SportBand é composto de um sensor, encaixado no tênis, e uma pulseira, que recebe os dados. A pulseira guarda informações como número de passos, tempo de caminhada e calorias gastas.




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SportBand: monitoramento de corrida


Depois de fazer o exercício, o usuário pode transferir as informações para o site da Nike. Para fazer isso, basta retirar o pen drive embutido na pulseira e encaixá-lo no PC. O site da Nike permite acompanhar desempenho nos exercícios e definir objetivos de treinamentos.

A Nike recomenda usar o SportBand com tênis da linha Nike+, que vêm com um pequeno bolso para abrigar o sensor. Mas é possível usar o produto com qualquer tênis, desde que se consiga prender o sensor ao calçado.
Preço: 60 dólares
Site: nikerunning.nike.com

Nike+ iPod

Esse kit funciona de modo similar ao Nike+ SportBand. A diferença é que, no lugar da pulseira, ele traz um adaptador para iPod nano. Esse adaptador recebe as informações enviadas pelo sensor embutido no tênis.

Outra diferença está no modo de transferência das informações para a internet. O Nike+ iPod usa o iTunes, programa de gerenciamento de fotos, vídeo e áudio da Apple, para mandar as informações para o site da Nike.


Divulgação

Nike+ iPod: parceria com a Apple


O Nike+ iPod também pode ser usado com o iPhone 3GS. Nesse caso não há necessidade de adaptador. O smartphone já vem preparado para guardar as informações enviadas pelo sensor.
Preço: 30 dólares
Site: apple.com/ipod/nike

domingo, 14 de março de 2010

Lazer e Desporto Adaptado nas Praias Cariocas




vejam o site do NOVO SER em :
http://www.novoser.org.br/evento29.htm

Como já era esperado, a partir de janeiro de 2010, as praias cariocas, em destaque para Copacabana, Arpoador, Barra da Tijuca, Piscinão de Ramos, entre outras também ganharam status de “Praia Para Todos”, uma alternativa concreta e inovadora, onde as pessoas com deficiência e mobilidade reduzida vão poder desfrutar de nossas praias sem as rotineiras barreiras arquitetônicas que inviabilizam o lazer mais democrático da Cidade Maravilhosa.

A relevante iniciativa é do ESPAÇO NOVO SER - ENS – cuja missão é promover a acessibilidade plena e a inclusão social das pessoas com deficiência e de seus respectivos familiares – tendo com patrocinadora a MICHELIN e como apoiadores o surfista Rico de Souza, o grupo Adapt e ReaTeam, ONG RIO inclui e a Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro. O projeto tem como objetivo oferecer, além de banho de mar orientado, inúmeras atividades de recreação e lazer, bem como a iniciação ao esporte adaptado, com intuito de potencializar valores e atitudes pessoais e sociais, através de prazerosos momentos de descontração e lazer em pleno ar livre.

Utilizando uma infra¬estrutura básica composta por vagas de estacionamento reservadas nas vias de acesso à praia, rampas de acesso a areia, esteira para passagem de cadeira de rodas, piso tátil para pessoas com deficiência visual, banheiros adaptados, cadeira de banho, cadeiras anfíbias e tendas o Projeto Praia Para Todos – Lazer e Desporto Adaptado nas Praias Cariocas têm caráter itinerante e acontece aos domingos das 09:00 às 14:00 horas durante todo verão, contemplando diferentes cenários litorâneos e diferentes comunidades cariocas.

As atividades programadas e administradas por profissionais especializados se diversificam de acordo com a demanda dos usuários, com destaque para o surf adaptado oferecido pelo surfista consagrado Rico de Souza e o voleibol sentado de praia, a mais nova modalidade paraolímpica, em parceria com Débora Morand, bem como o tradicional futebol e frescobol e a consagrada peteca. E claro, como de praxe a piscina infantil, os jogos recreativos e os brinquedos cantados, que a gurizada adora. Assim como os jogos de tabuleiro e de mesa, entre outras atividades, congregando, o que há de mais sagrado dentro do contexto social, o direito de ir (estar) e vir, inclusive na praia, em sua plenitude.

Venha, participe e celebre a cultura do lazer !!!

ESPAÇO NOVO SER – Acessibilidade Plena e Inclusão Social

www.novoser.org.br
www.espaconovoser.blogspot.com
www.twitter.com/NOVOSER

Contatos: (21) 3904-2614 ou (21) 8591-6858

NOVA MODALIDADE PARAOLIMPICA : P E T R A


Nova Modalidade
Circuito Loterias Caixa


Crédito: Beto Monteiro

Durante o Circuito Loterias Caixa, que ocorre em Belém, uma nova modalidade esportiva foi apresentada ao público. Criada em 1989 na Dinamarca, a Petra é praticada desde o ano passado no Brasil. Uma parceria entre a ANDE, CPB e AETERJ fez com que o esporte viesse a ser exercido no país.

Um equipe de profissionais da AETERJ foi a pioneira. Eles estão em Belém apresentando o novo esporte.

“É uma modalidade dinâmica, veloz. Tem cara de esporte. É uma opção a mais para os atletas com paralisia cerebral”, explica Ana Cecília Frazão, classificadora de atletas PC e fisioterapeuta que trabalha com a equipe de Petra.

“Muito interessante! O esporte é ótimo, muito boa a iniciativa para atletas com paralisia”, disse, empolgado com a novidade, João Carlos Ferreira, atleta do lançamento de dardo, enquanto assistia a demonstração.

O Race Running, como é chamado no exterior, é uma modalidade do atletismo onde os atletas correm com os seus próprios pés apoiando-se a uma armação com três rodas anexadas a um suporte para o seu corpo. O corredor tem o apoio de um assento e de um suporte para tronco e o guidão é utilizado para direcionar.

Os atletas da Petra são classificados entre três diferentes classes: CP1, CP2 e CP3, sendo três a o grau de menor gravidade.

A CPISRA é a entidade que organiza o esporte em âmbito internacional e realizou um campenato mundial em 2009, na Dinamarca. O Brasil e mais seis países estiveram presentes. Os atletas nacionais conseguiram um incrível desempenho, conquiistando sete medalhas de ouro.

Os idealizadores do projeto foram o Professor Doutor Ivaldo Brandão e a Fisioterapeuta Doutora Tânia Frazão. Edinaldo Silva, educador físico, foi o responsável pela execução do projeto.

“A primeira tricicleta foi feita à base de vídeos da internet. Não sabíamos como fazer! Após a viagem a Dinamarca, conhecemos melhor o projeto e, com dicas dos dinamarqueses, evoluímos nosso equipamento”, disse Edinaldo, durante a palestra de apresentação do esporte.

Entre os dias 4 e 11 de julho, ocorrerá o primeiro Campeonato Aberto Europeu de Petra, em Copenhagen, Dinamarca.

Para outras informações sobre a Petra:
Ana Cecília Frazão - anaceciliafrazao@gmail.com
Edinaldo Gomes da Silva - edi_naldogomes@hotmail.com

CURIOSIDADE: Em homenagem a mascote das paraolimpíadas de Barcelona/1992, que se chamava Petra, que ao experimentar essa nova modalidade demonstrou uma incrível performance



Media Guide Comunicação
Assessoria de Imprensa do Comitê Paraolímpico Brasileiro
Diogo Mourão (diogo@mediaguide.com.br / 21 8301-0149)
Manoela Penna (manoela@mediaguide.com.br) / 21 8301-0123)

Em Brasília
Thalita Kalix (Media Guide) - (thalita.kalix@cpb.org.br / 61 3031 3035 / 61 8161 9271)
Thiago Ypiranga (CPB) (Thiago.ypiranga@cpb.org.br/ 61 3031 3035/61 8161 9271)

quinta-feira, 11 de março de 2010

DEFICIT DE ATENÇÃO AINDA É PROBLEMA SUBESTIMADO


VEJA REPORTAGEM COMPLETA DA REVISTA VEJA EM : http://veja.abril.com.br/noticia/saude/deficit-atencao-ainda-problema-subestimado-533861.shtml

As vendas de metilfenidato - medicamento indicado para o tratamento de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) – saltaram quase 80% entre 2004 e 2008, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O aumento provocou suspeitas de uso indiscriminado da droga: levantou-se até a hipótese de que crianças receberiam erroneamente o diagnóstico positivo por conta do comportamento agitado. Além disso, adolescentes estariam obtendo o remédio tarja-preta clandestinamente para turbinar suas funções cognitivas.

VEJA TAMBÉM


Cérebro e Mente

A medicina do cérebro e o impacto na sua saúde
Em VEJA de 30/9/2009: Entrevista com a psquiatra que sofreu com o déficit de atenção
Consultados acerca da eventual prescrição infantil imprópria, especialistas ouvidos por VEJA.com apostaram justamente na tese contrária. "Configura-se mais um caso de subdiagnóstico do que de prescrição exagerada", afirma Luís Rohde, psiquiatra da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS). "Esse fenômeno de vendas mal corresponde à necessidade real do país", complementa Paulo Mattos, psiquiatra da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e autor do livro sobre o tema No Mundo da Lua. A partir de dados da Anvisa e do IBGE, o médico diz que menos de 30.000 pessoas com TDAH são tratadas por ano no país - número baixo, frente aos 3 milhões de brasileiros potencialmente portadores.

Por essa razão, os especialistas preferem creditar a disparada no consumo à disseminação do conhecimento sobre o distúrbio neuropsiquiátrico - que atinge entre 3% e 6% das crianças em idade escolar. "Quanto maior a gama de informações, capacitação e esclarecimento acerca de um transtorno, mais pessoas procuram um diagnóstico. Isso faz com que aumente a incidência do uso da medicação", afirma Iane Kestelman, psicóloga e presidente da Associação Brasileira de Déficit de Atenção.

Diagnóstico difícil - A opinião dos médicos, contudo, não encerra a questão. "De fato, existem diagnósticos errados e o uso desnecessário da medicação - o que ocorre em todas as áreas medicina. Mas o tratamento correto não pode pagar a conta dos maus profissionais", afirma Kestelman.

Na raiz do problema está a dificuldade no diagnóstico de TDAH. Ao contrário de outros males, não há um exame laboratorial que possa complementar ou confirmar a análise realizada em consultório. Para descobrir se uma criança possui o transtorno, é preciso observar se os sintomas ocorrem há pelo menos seis meses em ambientes diferentes, como escola e família. Além disso, o médico especialista deve, por meio de entrevista, analisar se o perfil do paciente se encaixa em uma lista de 18 sintomas. Isso pode dar margem a que um médico menos experiente realize um diagnóstico exagerado.

"Os sintomas de desatenção, hiperatividade e impulsividade têm que se manifestar em todos os contextos em que a criança vive e precisam provocar um prejuízo na vida dela, seja no relacionamento familiar, social ou no desempenho acadêmico", explica Marcos Arruda, neurologista pediátrico do Instituto Glia e membro da Associação de Neurologia e Psiquiatria Infantil.

Erro e acerto - Por conta de um diagnóstico errado, o designer Gabriel (que prefere não revelar seu nome verdadeiro) viveu severas turbulências durante boa parte da vida. "Minha infância e adolescência foram um inferno. Mais tarde, cheguei a largar a faculdade três vezes devido ao problema", conta. Sofrendo, ele procurou um médico, que apresentou o diagnóstico de transtorno bipolar e impôs ao jovem, hoje com 27 anos, três anos de tratamento intensivo com remédios para combater aquele mal.

Há dois anos, porém, veio um novo veredito: TDAH. Veio também uma nova vida. "Agora, faço em 15 minutos uma tarefa que, por conta de distração, levaria uma hora", diz Gabriel.

Surpresa maior acerca da sua situação médica estaria por vir. Depois do novo diagnóstico, a mãe de Gabriel revelou que ele recebera o mesmo parecer médico na infância. O tratamento, contudo, foi suspenso devido a pressões na escola. "Naquela época, a diretora repreendeu minha mãe porque não achava correto dar um remédio tarja-preta para uma criança", diz Gabriel. "Ela só me contou a história depois do novo diagnóstico: até então, ela tinha vergonha de revelar isso."

Como funciona a droga - A Ritalina, nome comercial do metilfenidato, ajuda pessoas com transtorno de déficit de atenção e hiperatividade a se concentrar com mais facilidade. "Um paciente com TDAH tem seu processo de atenção desregulado na liberação de dopamina (neurotransmissor)", diz Geraldo Possendoro, psiquiatra comportamental da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). "A medicação estabelece o funcionamento adequado."

Déficit de atenção: professor pode ajudar


REPORTAGEM DA EXCELENTE REVISTA VEJA : Normalmente, é no ambiente escolar que os problemas de atenção e hiperatividade começam a aparecer. Além de agitada, a criança não consegue tirar notas boas ou pode ter problemas para se relacionar com os amigos. Por isso, os médicos ressaltam a importância do professor nesse processo: ele pode levantar a hipótese da existência de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). "Muitas vezes, eles percebem os sinais antes mesmo dos pais. É importante ouvi-los", afirma Paulo Mattos, psiquiatra da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e autor do livro No Mundo da Lua, sobre TDAH.

Nas escolas, o comportamento das crianças é observado de perto por pedagogos. Quando uma criança começa apresentar um comportamento prejudicial, os pais devem ser imediatamente convidados para uma conversa.

"Não temos capacidade de diagnosticar. O que podemos fazer é conversamos com a família e sugerir uma avaliação médica", explica Kristine Kross Maita, diretora da Unidade do Morumbi do Colégio Visconde de Porto Seguro, em São Paulo. "Na escola, temos muitas crianças que tomam Ritalina (medicamento que controla o TDAH) e já tivemos resultados excelentes."

O tratamento para uma criança com TDAH pode mudar completamente sua evolução, principalmente na fase escolar. No entanto, é preciso cautela. "Nem todos os que são agitados têm TDAH", alerta Silvania Leporace, coordenadora do serviço de orientação educacional do Colégio Dante Alighieri, em São Paulo. "As crianças fazem muitas coisas ao mesmo tempo, mas nem todas são hiperativas. Algumas só precisam de regras e limites", completa.

Paulo Mattos resume qual deve ser o objetivo de um eventual tratamento para uma criança, caso o TDAH seja comprovado. "A ideia principal não é tratar essa criança porque ela é agitada demais e atrapalha as outras. Deve-se tratá-la porque o problema atrapalha o próprio desenvolvimento dela."

Leia mais:

http://veja.abril.com.br/noticia/saude/deficit-atencao-professor-pode-ajudar-533950.shtml

Déficit de atenção ainda é problema subestimado

Droga para déficit de atenção é usada para 'turbinar' mente

Todas as notícias de Saúde

DOZE CONSELHOS PARA TER UM INFARTO FELIZ !!!


Dr. Ernesto Artur - Cardiologista
VEJA ARTIGO COMPLETO EM : http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://clinicamedicaepm.files.wordpress.com/2008/12/heart-failure-depression.jpg&imgrefurl=http://clinicamedicaepm.wordpress.com/2008/12/09/12-conselhos-para-ter-um-infarto-feliz/&usg=__57aHjZlrI1ZVYwfGJRETteH2UZ0=&h=266&w=249&sz=9&hl=pt-BR&start=46&itbs=1&tbnid=OCHMoYPttHXCGM:&tbnh=113&tbnw=106&prev=/images%3Fq%3Dinfarto%26start%3D40%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26gbv%3D2%26ndsp%3D20%26tbs%3Disch:1 e

http://images.google.com.br/images?hl=pt-BR&source=hp&q=infarto&btnG=Pesquisar+imagens&gbv=2&aq=f&oq=

Quando publiquei estes conselhos 'amigos-da-onça' em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.

1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.

2 Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.

3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.

4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.

5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.

6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.

7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.

8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro. (e ferro , enferruja!!. .rs)

9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado.. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.

10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo.

11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.

12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis.

Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens.


Duvido que voce não tenha um belo infarto se seguir os conselhos acima!!!




OS ATAQUES DE CORAÇÃO

Uma nota importante sobre os ataques cardíacos..
Há outros sintomas de ataques cardíacos, além da dor no braço esquerdo(direito). Há também, como sintomas vulgares, uma dor intensa no queixo, assim como náuseas e suores abundantes.

Pode-se não sentir nunca uma primeira dor no peito, durante um ataque cardíaco. 60% das pessoas que tiveram um ataque cardíaco enquanto dormiam, não se levantaram... Mas a dor no peito, pode acordá-lo dum sono profundo.

Se assim for, dissolva imediatamente duas Aspirinas na boca e engula-as com um bocadinho de água. Ligue para Emergência (193 ou 190) e diga ''ataque cardíaco'' e que tomou 2 Aspirinas. Sente-se numa cadeira ou sofá e force uma tosse, sim forçar a tosse pois ela fará o coração pegar no tranco; tussa de dois em dois segundos, até chegar o socorro.. NÃO SE DEITE !!!!

Um cardiologista disse que, se cada pessoa que receber este e-mail, o enviar a 10 pessoas, pode ter a certeza de que se salvará pelo menos uma vida !







Cuide-se, a vida é bela...

segunda-feira, 8 de março de 2010

O cinema ideal para deficientes físicos



Deficiente dá dicas do que ele considera ser os melhores cinemas acessíveis da cidade de São Paulo

http://deficienteciente.blogspot.com/2010/03/o-cinema-ideal-para-deficientes-fisicos.html

Na edição especial do Guia que avalia as 45 salas de São Paulo e que circula na próxima sexta (5), ganharam pontos extras os exibidores com boa acessibilidade. Mas, para facilitar a vida de um cinéfilo portador de necessidades especiais, não bastam rampas ou elevadores. Para começar a série de posts 'Meu Oscar', na qual pessoas com perfis fora do padrão indicam os endereços que melhor atendem às suas exigências, o blog pediu ao deficiente físico Anderson Santana, de 22 anos, a indicação dos melhores (e os piores) cinemas para quem tem problemas de mobilidade.

O auxiliar de enfermagem usa muletas desde a infância e diz que as dificuldades costumam começar logo na entrada dos multiplex. "Às vezes, os funcionários ficam inibidos de oferecer ajuda, com medo de me constranger", afirma. Mas constrangimento maior ocorre quando ele precisa mostrar as muletas a alguém na bilheteria, para "provar" que merece desconto (há uma política, não legislada, de conceder meia-entrada a deficientes).


Quando vai ao cinema com amigos cadeirantes, o problema são os assentos reservados a eles – geralmente nas primeiras fileiras, com péssima visibilidade. "No Cinemark Aricanduva é assim. Nem todos os meus amigos couberam no espaço. A gente mesmo que teve de se ajeitar, sem ajuda de ninguém", relembra. Outro problema: lá, os funcionários se recusaram a dar preferência para Anderson e sua turma na fila, para "evitar represálias de outros clientes".

O auxiliar de enfermagem diz que o Cinemark até já participou de encontros com pacientes da AACD, onde ele trabalha, para saber como oferecer mais conforto a deficientes. Em uma das filiais, a iniciativa está rendendo: se tivesse de dar um Oscar de "melhor cinema para portadores de necessidades especiais", Anderson elegeria o do Shopping Metrô Santa Cruz. "A equipe de funcionários é a que mais ajuda", diz. E, para levar usuários de cadeiras de roda, ele recomenda o Cinemark Pátio Paulista: "A área reservada é ótima e você não paga estacionamento".

Fonte: Blog do Estadão (01/03/2010)
Referência: Rede Saci

E por falar em cinema, convido os leitores a acessarem o blog Infoativo.DefNet. Leiam os interessantes textos que o Dr.Jorge Márcio escreveu, a respeito dos shoppings, cinemas e a pessoa com deficiência. Acessem os links abaixo:
Shooping também podia ter uma avatar?
Onde Vivem os Monstros? Shopping Não tem Avatar...

Obs. Terminologia correta para as expressões da matéria acima, segundo Romeu Kazumi Sassaki :
"Portador de necessidades especiais" "deficientes"
Termo correto: Pessoa com deficiência

Veja também nesse blog:
Meia-entrada no cinema
Afinal, o deficiente paga ou não meia-entrada no cinema?

Leia mais: http://deficienteciente.blogspot.com/2010/03/o-cinema-ideal-para-deficientes-fisicos.html#ixzz0hdYWXspi
Under Creative Commons License: Attribution

domingo, 7 de março de 2010

WEB PARA EDUCADORES


sexta-feira, 5 de março de 2010
VEJAM MAIS EM :

http://webparaeducadores.blogspot.com/

A máquina de tradução simultânea da Microsoft

A Microsoft acaba de revelar sua máquina de tradução em tempo real. O vídeo abaixo mostra a simulação da tradução simultânea de uma conversa entre interlocutores dos idiomas inglês e alemão. Basta falar que o sistema reconhece a voz, faz registro por escrito e a leitura nos idiomas nativos dos interlocutores.
http://www.youtube.com/watch?v=FFe7xVHMl_s&feature=player_embedded






Tecnologia dessa natureza possivelmente serão incorporadas a sistemas de webconferência, comunicadores tipo MSN, Skype e Google Talk, a navegadores web e aos ambientes virtuais de aprendizagem de um modo geral, o que permitirá o acesso imediato a conhecimentos codificados por diferentes culturas. Seremos exploradores do nosso próprio planeta. Como a escola, os professores e governos irão lidar como isso? O que isso significa para a educa

De forma sem precedentes na história da Educação, professores e alunos poderão desenvolver projetos colaborativos com colegas da França, Índia, EUA, Peru, Japão etc, etc e etc sem barreiras idiomáticas. Trata-se sem dúvidas de uma oportunidade para conhecer o outro, e "conhecer o outro" é condição essencial para "respeitar o outro" e para a afetividade. Refiro-me aqui à afetividade inserida na discussão dos sistemas complexos, como elemento que interfere em parâmetros sistêmicos como conectividade e coesão.

Estamos sem dúvidas diante de tecnologias que aproximam e que, por isso, contribuem para a inteligência coletiva e para a Complexidade, haja vista que permitem potencializar competências distribuídas e religar conhecimentos antes ocultos pelas limitações impostas pelas tecnologias da Era dos Átomos.
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Marcadores: ferramentas
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Pós em Design Instrucional e Tecnologias na Aprendizagem
O SENAC-SP está com duas excelentes opções de cursos lato sensu para quem deseja se preparar para o novo cenário da Educação, que é fortemente afetado pelo advento das novas tecnologias da informação e comunicação. São eles:

Design Instrucional

Curso de pós-graduação (lato sensu) dirigido a profissionais que desejam atuar no desenvolvimento de projetos de cursos oferecidos via Internet, em organizações públicas, privadas e de terceiro setor, de todos os níveis e formatos de ensino. Mais info aqui.

Tecnologias na Aprendizagem

Curso de pós-graduação lato sensu que visa preparar profissionais que atuam ou que desejam atuar na gestão e mediação de projetos educacionais em espaços formais, informais, não-formais, integrando o uso das tecnologias da informação e da comunicação aos processos de ensino e aprendizagem. Mais info aqui.


Fui aluno do curso de DI ainda quando era ofertado pela UFJF em parceria com a Site Educacional, portanto conheço alguns professores e os coordenadores e posso garantir a qualidade e seriedade dos cursos.

O Curso de Design Instrucional continua com a coordenação da experiente Profa. Vani Kenski, e quem assina a coordenação do Tecnologias na Aprendizagem é a Profa. Paula Carolei. Também é docente desse curso a Profa. e Educomunicadora Salete Soares, amiga e parceira de estudo no Grupo Nós.

Postado por José Erigleidson às 20:02 0 comentários Links para esta postagem
Marcadores: cursos

PNEE - Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais


Conforme comentário feito por Aldemira (Amazonas) no dia 25 de agosto sobre o texto “Primeiro faz depois pensa”: Adorei este texto e quem tiver/souber de livros, revistas, sites e textos referentes ao trabalho educacional com crianças especiais (PNEE) e as novas tecnologias, por favor, não esqueçam de mim. Irei fazer estudos e pesquisas nesta área, para a monografia da Especialização: Tecnologias em Educação.

Referências bibliográficas

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Diário Oficial da União de 23 de dezembro de 1996.
BRASIL, MEC/SEESP. Programa de Capacitação de Recursos Humanos do Ensino Fundamental: deficiência auditiva. Série Atualidades Pedagógicas, nº 4, V.I, Brasília, 1997.
BRASIL, MEC/SEESP. Política Nacional de Educação Especial. Brasília, 1994.
BRASIL. Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei nº 8.068 de 13 julho de 1990.(ementa). Diário Oficial da União de 13 de julho de 1990.
Boletim da Federação Nacional das APAEs. InformAPAE. ANO VII. Fevereiro e Abril de 2001.

CARVALHO, Edler Rosita. Removendo barreiras para a aprendizagem. Porto Alegre: Mediação, 2002
CLAURE, Mônica. A identificação da deficiência: em busca do diagnóstico preciso.In:Revista Espaço, Rio de Janeiro, n. 10, julho/dez, 1998. p. 24- 29.
COLL, César; PALÁCIOS, Jesús e MARCHESI, Álvaro (Org.) Desenvolvimento Psicológico e educação: necessidades educativas especiais e aprendizagem escolar Porto Alegre: Artes Médicas. v.3, p. 7 - 23.

CORAZZA, Sandra M. História da Infância sem fim. Ijuí/RS: Ed. Unijuí, 2000.
CORRÊA, Jardelina Montalvão. A Família numa visão da metodologia áudio+visual de linguagem oral para crianças com perda auditiva. In: Revista Espaço, Rio de Janeiro, n. 12, julho/dez, 1999. p. 13- 25.
COSTA, Antonio C. Gomes. Educação e Participação do CEMPEC
DECLARAÇÃO de Salamanca e Linha de Ação sobre Necessidades Educativas Especiais. (1994, Salamanca). Brasília: CORDE, 1997.

Diversidade na Educação. Brasília: Ministério da Educação/Secretária de Educação Especial. N. 21. p.11-18. 1º semestre de 1999.

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Endereços eletrônicos de artigos, monografias e sites

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http://coralx.ufsm.br/revce/ceesp/2001/02/a5.htm

http://www.ilhasolteira.com.br/colunas/index.php?acao=verartigo&idartigo=1140571147
Conforme comentário feito por Aldemira no dia 25 de agosto sobre o texto “Primeiro faz depois pensa”: Adorei este texto e quem tiver/souber de livros, revistas, sites e textos referentes ao trabalho educacional com crianças especiais (PNEE) e as novas tecnologias, por favor, não esqueçam de mim. Irei fazer estudos e pesquisas nesta área, para a monografia da Especialização: Tecnologias em Educação.

Referências bibliográficas
Leia em www.cybelemeyer.blogspot.com

Endereços eletrônicos de artigos, monografias e sites
Leia em www.cybelemeyer.blogspot.com

METODO TEACCH - MODELOS DE ATIVIDADES PARA CONFECCONAR

Modelos de atividades para confecção TEACCH

Colegas...aqui vocês encontram modelos de atividades para confeccionar e trabalhar com o método TEACCH...se alguém tiver interesse é só copiar o link!!É todo esse link grande ai

http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.scatc.org/images/images/teacch/march%25202007/IMG_1188.JPG&imgrefurl=http://www.scatc.org/pages/teacch_work_jobs.htm&usg=__8K0ifasIFE-GOdBLBeXVU39jJeo=&h=1944&w=2592&sz=1012&hl=pt-BR&start=15&um=1&itbs=1&tbnid=XJl641CfnAHr5M:&tbnh=113&tbnw=150&prev=/images%3Fq%3Dteacch%26hl%3Dpt-BR%26client%3Dfirefox-a%26rls%3Dorg.mozilla:pt-BR:official%26sa%3DN%26um%3D1

Postado por Fernanda Azevedo Gomes às 13:19

DISLEXIA

DISLEXIA

Dislexia é uma específica dificuldade de aprendizado da Linguagem: em Leitura, Soletração, Escrita, em Linguagem Expressiva ou Receptiva, em Razão e Cálculo Matemáticos, como na Linguagem Corporal e Social.

Não tem como causa falta de interesse, de motivação, de esforço ou de vontade, como nada tem a ver com acuidade visual ou auditiva como causa primária.

Dificuldades no aprendizado da leitura, em diferentes graus, é característica evidenciada em cerca de 80% dos disléxicos.

Dislexia, antes de qualquer definição, é um jeito de ser e de aprender; reflete a expressão individual de uma mente, muitas vezes arguta e até genial, mas que aprende de maneira diferente...

Pessoas disléxicas – e que nunca se trataram – lêem com dificuldade, pois é difícil para elas assimilarem palavras. Disléxicos também geralmente soletram muito mal. Isto não quer dizer que crianças disléxicas são menos inteligentes; aliás, muitas delas apresentam um grau de inteligência normal ou até superior ao da maioria da população.
A dislexia persiste apesar da boa escolaridade. É necessário que pais, professores e educadores estejam cientes de que um alto número de crianças sofre de dislexia. Caso contrário, eles confundirão dislexia com preguiça ou má disciplina. É normal que crianças disléxicas expressem sua frustração por meio de mal-comportamento dentro e fora da sala de aula. Portanto, pais e educadores devem saber identificar os sinais que indicam que uma criança é disléxica - e não preguiçosa, pouco inteligente ou mal-comportada.

Algumas características:

Dificuldades com a linguagem e escrita;

Dificuldades em escrever;

Dificuldades com a ortografia;

Lentidão na aprendizagem da leitura;

Haverá muitas vezes:
disgrafia (letra feia);
discalculia, dificuldade com a matemática, sobretudo na assimilação de símbolos e de decorar tabuada;

Dificuldades com a memória de curto prazo e com a organização’;

Dificuldades em seguir indicações de caminhos e em executar seqüências de tarefas complexas;

Dificuldades para compreender textos escritos;

Dificuldades em aprender uma segunda língua.

Haverá às vezes:

· Dificuldades com a linguagem falada;

· Dificuldade com a percepção espacial;

· Confusão entre direita e esquerda.

PAC- AVALIAÇÃO DA DEFICIÊNCIA MENTAL

PAC- AVALIAÇÃO DA DEFICIÊNCIA MENTAL

Avaliação da deficiência Mental: PAC-Perfil de avaliação da competência
consiste em uma versão resumida do PAC(Primary Progress Assessment Chart), que possibilita aos professores de AEE ou de E.Especial a avaliação da deficiência mental, medindo o desempenho do educando a partir da adaptação e necessidade de intervenção de outros profissionais de saúde e educação.
Abrange uma investigação das seguintes áreas(competências):

1-CUIDADO PESSOAL:

Hábitos à mesa; locomoção; higiene;vestuário.

2-COMUNICAÇÃO:Linguagem falada; Linguagem escrita; Atividade numérica; Conceitos básicos(advérbios que discrimina diferenças e igualdades)

-Se o educando for portador de deficiências de órgãos sensoriais deve-se descrever e mensurar(acuidade visual, auditiva, déficits motores, disartrias etc.)

3-SOCIALIZAÇÃO:Atividades domésticas; Atividades recreativas; comoportamento em sala de aula; Sexualidade.

4-OCUPAÇÃO:Agilidade,Destreza;Concentração;Responsabilidade(capacidade de cumprir ordens)

HIPERATIVIDADE e DÉFICIT DE ATENÇÃO (TDAH)

HIPERATIVIDADE e DÉFICIT DE ATENÇÃO (TDAH)

O QUE É A HIPERATIVIDADE?
A hiperatividade, denominada na medicina de desordem do déficit de atenção, pode afetar crianças, adolescentes e até mesmo alguns adultos. Os sintomas variam de brandos a graves e podem incluir problemas de linguagem, memória e habilidades motoras.

Embora a criança hiperativa tenha muitas vezes uma inteligência normal ou acima da média, o estado é caracterizado por problemas de aprendizado e comportamento.

Os professores e pais da criança hiperativa devem saber lidar com a falta de atenção, impulsividade, instabilidade emocional e hiperativa incontrolável da criança.

A criança hiperativa pode ter muitos problemas. Apesar da "dificuldade de aprendizado", essa criança é geralmente muito inteligente. Sabe que determinados comportamentos não são aceitáveis. Mas, apesar do desejo de agradar e de ser educada e contida, a criança hiperativa não consegue se controlar. Pode ser frustrada, desanimada e envergonhada. Ela sabe que é inteligente, mas não consegue desacelerar o sistema nervoso, a ponto de utilizar o potencial mental necessário para concluir uma tarefa.

Toda criança hiperativa traz consigo o Déficit de Atenção, mas nem toda criança com Déficit de Atenção é necessariamente hiperativa.
Algumas características:

· Freqüentemente não presta atenção a detalhes ou comete erros por omissão em atividades escolares, de trabalho ou outras;

· Com freqüência tem dificuldades para manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas;

· Com freqüência parece não ouvir quando lhe dirigem a atenção;

· E facilmente distraído por estímulos externos alheios às tarefas;

· Freqüentemente agita as mãos ou os pés ou se remexe na carteira;

· Freqüentemente abandona sua carteira na sala de aula ou em outras situações nas quais se espera que permaneça sentado;

· Fala em demasia;

· Está freqüentemente a ‘mil’ ou muitas vezes age como se estivesse a ‘todo vapor’.

O diagnóstico da Hiperatividade é médico. Feito o diagnóstico a criança deve ser encaminhada a um psicopedagogo e conforme o caso também a um psicólogo.

SINDROME POS POLIO - ORIENTAÇÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE



ORIENTAÇÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE :

Prefácio

VEJAM ARTIGO COMPLETO EM : http://www.saude.sp.gov.br/resources/profissional/destaques/sindrome_pos_poliomelite_manual.pdf

Nas últimas três décadas tem-se observado mais acuradamente ao redor do
globo que muitos dos indivíduos que tiveram a poliomielite paralítica desenvolvem,
décadas mais tarde, um conjunto de problemas de saúde como fadiga excessiva, dor
muscular e articular, e a nova fraqueza muscular, o mais alarmante de todos os sinais e sintomas.

Na década de 70, por causa de poucos artigos na literatura médica sobre as
alterações neurológicas, a postura dos profissionais de saúde foi de ceticismo. Para
complicar ainda mais, esse conjunto de sintomas não tinha nome. E sem nome, não
existia doença. Somente na década de 80, após o conhecimento da história de milhares
de pessoas com os mesmos sintomas na fase tardia da pólio, a comunidade médica
adotou o nome Síndrome Pós-Poliomielite (SPP).

A síndrome Pós-Poliomielite, entretanto, não foi uma nova descoberta, os
sintomas foram descritos pela primeira vez na literatura médica francesa em 1875, e na literatura médica mundial cerca de trinta e cinco artigos foram publicados até 1975.
Em nosso país a história registrada da transmissão autóctone do vírus da
poliomielite foi de 78 anos e após dezoito anos do último caso muitos dos sobreviventes estão vivenciando os sintomas da SPP.

Temos observado, sob uma forma sistemática que a SPP é uma realidade no
Brasil. Mais de cinqüenta por cento dos pacientes atendidos em nosso serviço com
história prévia de poliomielite apresentam a nova fraqueza muscular, acompanhada de
outros sinais e sintomas muitas vezes de caráter limitante. A caracterização dessa
entidade exigiu uma mudança na forma de atendimento a estes pacientes, sob uma
forma padronizada com envolvimento da multidisciplinalidade. Descobrimos que estes
pacientes são diferentes, apresentam características próprias que precisam ser melhor
entendidas e tratadas.

Os conhecimentos propiciaram implementação de serviço específico no
ambulatório de Doenças Neuromusculares na UNIFESP/EPM e reuniões informativas
regulares para os pacientes. Nestas reuniões com o engajamento pró-ativo dos
pacientes a criação da ABRASPP - Associação Brasileira de SPP.

sábado, 6 de março de 2010

SAPATILHAS PARA COMPETIÇÃO E TREINAMENTO


Créditos Imagem
Autor: timtak
Licença: CC Attribution-NonCommercial 2.0

SAIBA MAIS - Sua sapatilha

Sapatilhas de atletismo geralmente são fabricadas com as melhores matérias-primas e tecnologia de ponta, para proporcionarem uma maior duração, conforto e desempenho. Há no mercado, inúmeros modelos de sapatilhas, destinadas às diversas modalidades e categorias do atletismo.

Mas, como escolher a sapatilha certa para você?

Devemos levar em consideração o nível de profissionalismo do atleta, tipos de pista onde ela será mais utilizada e obviamente a modalidade praticada:

a. As sapatilhas mais caras geralmente são as mais indicadas para atletas de alto nível. Algumas vezes essas sapatilhas deixam a desejar na resistência, por privilegiarem o desempenho. Portanto podem não ser indicadas para treino e para pessoas que desejam uma sapatilha que dure por vários anos. Atletas iniciantes devem procurar modelos com um solado generoso. Por não possuírem uma musculatura muito desenvolvida nas pernas para manter a corrida na ponta dos pés e por estarem com os músculos e articulações em formação, mesmo nas provas de velocidade e salto são mais indicadas as sapatilhas de meio-fundo e fundo para estes atletas.

b. Se você for usar sua sapatilha com mais freqüência em pistas de carvão/terra, procure sapatilhas com mais pregos no solado, solas mais grossas e proteções nas laterais. Em pistas sintéticas não há restrições, a maioria dos modelos já possuem uma durabilidade acima da expectativa.

c. Existem sapatilhas para quase todas as modalidades do atletismo. No entanto, algumas podem ser usadas para modalidades diferentes. É o caso da sapatilha de meio-fundo, considerado um modelo “coringa”. Ela pode ser usada para competições de provas de 200 a 1500 m, com e sem barreiras, e até para provas de saltos horizontais e com vara. A sapatilha de salto em altura pode ser adaptada para utilização no lançamento de dardo com uma boa tornozeleira elástica. Para as provas de arremesso de peso e lançamento de disco e martelo, geralmente um único modelo de atletismo já atende a necessidade. Sapatilhas de velocidade, além de serem indicadas para provas de 100 a 400 metros rasos também podem ser usadas para barreiras, especialmente o 100 e o 110 com barreiras.

Limpeza (Adaptado do site: www.classicodesportivo.pt):

a. Nunca lave na máquina de lavar, pois poderá danificar ou até mesmo destruir a parte superior da sua sapatilha.

b. Os materiais são sensíveis. Limpe as suas sapatilhas cuidadosamente à mão. Utilize água morna, sabão em barra (não use detergente) e um pano macio.

c. As sapatilhas em camurça deverão ser limpas quando secas, utilizando uma escova macia. Poderá utilizar um pano úmido, mas atenção às cores claras que poderão escurecer.

d. Não force a secagem de suas sapatilhas, utilizando secadora ou outros meios de secagens “caseiras”, pois os materiais utilizados para a sua fabricação poderão descolar ou quebrar. Coloque papel pardo sem cores dentro das sapatilhas molhadas e deixe-as secar a temperatura ambiente (à sombra).

E lembre-se: use sempre pregos compatíveis com o tipo de pista. Pregos muito grandes, além de danificar a pista, diminuem a vida útil das sapatilhas.


PROMOÇÃO - Produto em Destaque

Falando em Sapatilhas, você já conferiu a Sapatilha Pista e Campo? Sim, nós temos nossa própria Sapatilha. Pensada e projetada para que os atletas usufrutuem de um produto de excelente qualidade, como as das famosas marcas, com a vantagem de um preço mais acessível. A Sapatilha Multimodalidade Pista e Campo é leve e versátil, indicada para provas de meio-fundo e fundo e para treinamento e/ou iniciação em modalidades de velocidade e saltos.

Consulte-nos sobre desconto para compra de quantidades maiores.




PARTICIPE!

Diga-nos o que achou da Sapatilha Pista e Campo. Caso você tenha adquirido nossa sapatilha, conte-nos sua experiência! Queremos saber os pontos positivos e negativos do produto, para desenvolvermos modelos cada vez melhores. Sortearemos um cliente para receber um kit com brindes exclusivos. O nome do ganhador estará disponível no tópico “Sapatilha Pista e Campo” no Orkut e em nosso Blog, Loucos por Atletismo, a partir do dia 30 de março.


FALE CONOSCO - Canais de Comunicação Pista e Campo


Site: www.pistaecampo.com.br
E-mail: sac@pistaecampo.com.br
MSN: sac@pistaecampo.com.br
Blog: blog.pistaecampo.com.br
Orkut: www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=35171597

vejam mais em : http://images.google.com.br/images?hl=pt-BR&source=hp&q=SAPATILHAS+PARA+CORRIDA&btnG=Pesquisar+imagens&gbv=2&aq=f&oq=


Engana-se se pensa que as sapatilhas são todas iguais. Embora um único par possa ser utilizado para praticar uma variedade de desportos, a verdade é que não estará a obter a performance máxima se calçar, por exemplo, as sapatilhas que normalmente usa para jogar ténis para fazer uma sessão de jogging. Para poder correr sem parar, comece pelas sapatilhas adequadas.
Analise um par antigo. A melhor forma de decidir quais as próximas sapatilhas de correr a adquirir é analisar um par antigo, ou seja, comece por colocar as sapatilhas lado a lado e determine o seguinte: se inclinarem para o meio, as suas novas sapatilhas necessitarão de maior estabilidade; se inclinarem para fora, as suas novas sapatilhas devem permitir uma maior absorção de choque. Agora, examine as biqueiras das sapatilhas velhas – consegue ver a forma de algum dos seus dedos? Recorda-se de algum desconforto nesta zona? Se respondeu sim a qualquer uma destas questões, recomenda-se que as sapatilhas novas sejam um tamanho acima e/ou mais largas. Agora, verifique o estado das solas para saber quais as zonas mais gastas – são estas que denunciam a forma como o seu pé pousa ao correr, o que significa que o próximo modelo deve ter algum suporte extra nestas áreas.
Loja especializada. Se correr é uma actividade que leva a sério, então a compra de umas sapatilhas para esse efeito deve ser igualmente ponderada. Para começar, desloque-se a uma loja de desporto especializada – isto porque para além de encontrar prateleiras e prateleiras de modelos, estas estarão organizadas por desporto, o que por si só já facilita a selecção. Adicionalmente, contará com o know-how de quem trabalha no mercado para determinar qual a melhor sapatilha para si. Se tiver um par de sapatilhas antigas, leve-as consigo.
Quantos quilómetros? Quanto mais tempo dedicar à corrida, melhor devem ser as sapatilhas a adquirir. Se é uma pessoa que corre todos os dias, ou quase, e que habitualmente participa em maratonas, então o investimento feito num bom par de sapatilhas será facilmente recuperado simplesmente porque sentirá a diferença, a vários níveis. Se começou recentemente ou pensa iniciar um programa de corrida, então a primeira aquisição de sapatilhas específicas para esta modalidade pode passar por um modelo mais básico que o ajudará a começar com o pé direito, mas das quais não se arrependerá no caso de desistir ou de querer melhorar a sua performance e adquirir um modelo superior.
Perfeitas nos pés. Para fazer uma escolha acertada no que toca a sapatilhas para correr, vá com tempo para a loja de desporto e, sem descurar nenhuma das dicas acima apresentadas, não tenha receio de experimentar todos os modelos disponíveis! Faça questão de manter cada sapatilha no pé durante alguns minutos, passeando e até correndo um pouco pela loja para perceber como é que as sapatilhas respondem ao movimento e qual a duração do seu conforto. Sabia que um par de sapatilhas adequadas não só ajuda a proteger as articulações, joelhos e costas, como pode contribuir para a velocidade e performance de um corredor?
A adaptação. Escolhidas as sapatilhas, segue-se outra importante fase – a adaptação. Antes de as levar para a rua, ande com elas em casa, não só para começar a “quebrá-las”, mas para se certificar que escolheu, de facto, o melhor modelo para si. Na hora de começar a correr com as sapatilhas novas, faça-o sempre com meias e comece com pequenas distâncias para reduzir o risco de bolhas e outros desconfortos provocados por sapatos novos. Por este mesmo motivo, aconselha-se a nunca estrear umas sapatilhas numa prova ou maratona.
Uma revisão adequada. Independentemente do preço e do conforto, um par de sapatilhas não dura para sempre e, no momento em que começar a sentir que lhe apertam ou magoam os pés, estará na altura de voltar a investir. Se continuar a correr com sapatilhas que já tem há anos e que já viram melhores dias, o risco de lesão torna-se cada vez mais elevado. Quando em dúvida, siga a regra dos especialistas: troque as sapatilhas a cada 700 km.
QUAL A MELHOR SAPATILHA A ESCOLHER?

http://www.omundodacorrida.com/phpBB2/showthread.php?t=4751


http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&source=hp&q=SAPATILHAS%20PARA%20CORRIDA&gbv=2&oq=&ie=UTF-8&sa=N&tab=iw


O mito das sapatilhas para corrida

Existe um "burburinho" na net sobre se as nossas sapatilhas caras de atletismo/corrida é que nos estão a deixar lesionados. Enviaram-me os seguintes dois fascinantes artigos sobre o assunto. Quem tiver curiosidade e uns 10 min livres, recomendo leitura:

What Ruins Running
http://www.boston.com/bostonglobe/magazine/articles/2009/04/19/what_ruins_running/

The painful truth about trainers: Are running shoes a waste of money?
http://www.dailymail.co.uk/home/moslive/article-1170253/The-painful-truth-trainers-Are-expensive-running-shoes-waste-money.html