Blog do Prof de Ed. Física MSc SERGIO CASTRO,da Pós Graduação em Educação Especial e Tecnologia Assistiva da Universidade Cândido Mendes(AVM) ;Ex-professor da Universidade Estácio de Sá e Ex-Coordenador de Esportes para Pessoas com Deficiências (PcD) do Projeto RIO 2016 da SEEL RJ ,destinado a fornecer informações sobre pessoas com deficiência(PcD) e com Necessidades Educativas Especiais(PNEE), bem como a pessoas interessadas nesta área ( estudantes, pais, parentes, amigos e pesquisadores)
domingo, 4 de março de 2012
sábado, 9 de outubro de 2010
Saiba mais sobre a isenção de taxas e impostos na compra de automóveis por pessoas com deficiência
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Pessoas com Deficiencia: Especial - Pagina 1 [Biblioteca Virtual]
http://www.bibliotecavirtual.sp.gov.br/especial/200907-pessoascomdeficiencia1.php
Atualmente, o Brasil conta com uma população estimada em mais de 191 milhões de
habitantes. Deste total, mais de 20 milhões de pessoas possuem algum tipo de deficiência
física ou intelectual - um número bastante significativo.
Embora seja cada vez maior a discussão sobre temas relacionados à acessibilidade,
direitos básicos e à inclusão no mercado de trabalho, entre outros, sabemos que
muitas pessoas com deficiência continuam sofrendo com o desrespeito e com o
desinteresse de parte da sociedade.
Para superar o desestímulo e as dificuldades, iniciativas de inclusão, como cotas
em concursos públicos, isenção de impostos, normas de acessibilidade e projetos
sociais voltados a esse público, configuram-se em ações importantes. No entanto,
para mudar a realidade da pessoa com deficiência, é fundamental que ela mesma
decida realizar mudanças.
Por isso, neste especial, vamos destacar algumas ações que visam a inclusão e a
promoção da acessibilidade da pessoa com deficiência.
Também vamos apresentar alguns exemplos de pessoas com deficiência que superam
as limitações com talento e muita vontade de fazer a diferença no mundo.
Pessoas com deficiência e a moda
Já ouviu falar em moda para deficientes?Para despertar reflexão sobre o assunto, a Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Governo do Estado de São Paulo promoveu, no último dia 9 de junho, um desfile dos finalistas do primeiro concurso de moda inclusiva. O evento aconteceu no Memorial da América Latina.
O concurso é uma iniciativa para estimular a criação de modelos de vestuário adaptados às necessidades das pessoas com deficiência. Com isso, promove-se a discussão sobre como pensar e fazer moda que respeite a diversidade.
A seguir, veja como foi o desfile.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Direitos dos Portadores de Deficiência Física

Direitos dos Portadores de Deficiência Física
As pessoas portadoras de deficiência física sofrem constantes discriminações, preconceitos e cerceamento no seu direito de acesso à cidade.
O § 20 do art. 227 da Constituição Federal define que “a lei disporá sobre normas de construção dos logradouros e dos edifícios de uso público e de fabricação de veículos de transporte coletivo, a fim de garantir acesso adequado às pessoas portadoras de deficiência”. O art. 244, do mesmo diploma, menciona que a lei disporá sobre adaptação dos logradouros, dos edifícios de uso público e dos veículos de transporte coletivo atualmente existentes a fim de garantir acesso adequado às pessoas portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 227 § 22.
Embora a legislação seja consistente no sentido de assegurar às pessoas portadoras de deficiência o direito de ir e vir e trafegar por qualquer lugar público, ela não é respeitada nos estados e municípios.
Assim é fundamental que haja um empenho por parte da sociedade civil e governo municipal para o atendimento da cidadania da pessoa portadora de deficiência fisica.
Ações
57) Elaborar e apoiar normas urbanísticas municipais que facilitem o acesso dos deficientes físicos à cidade. Instaurar progressivamente equipamentos básicos como rampas nas calçadas, sinaleiras com sinais sonoros para cegos, telefones e banheiros públicos adaptados para o uso de paraplégicos, etc.
58) Criar incentivos para a aquisição e adaptação de equipamentos às pessoas portadoras de deficiência física.
59) Promover campanhas educativas para a integração da pessoa portadora de deficiência ao convívio social.
60) Garantir o atendimento das normas técnicas a respeito de acessibilidade (ABNT n2 9.050/94) por todas as instituições públicas e como exigência de toda nova obra municipal.
61) Promover adaptações urbanísticas a fim de viabilizar a acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência a todos os prédios públicos da cidade.
62) Criação de centros de saúde específicos na área da reabilitação tanto na rede privada como pública.
63) Construção de espaços públicos para a prática de esporte e lazer para usuários portadores de deficiência.
64) Disponibilizar gratuitamente às pessoas necessitadas próteses e órteses em quantidade adequada.
65) Assegurar, nos planos orçamentários municipais, rubricas específicas para programas e ações destinados às pessoas portadoras de deficiência física.
66) Acionar o Ministério Público estadual e federal quando houver desrespeito aos direitos de cidadania da pessoa portadora de deficiência.
67) Criar cursos de profissionalização e capacitação para os trabalhadores portadores de deficiência física.
No município, é possível colocar em prática diversas iniciativas destinadas a minorar o problema.
Ações
46) Criar comissões, conselhos ou fóruns destinados a debater estabelecer diretrizes e ações governamentais para o combate à discriminação específica como por gênero, etnia ou orientação sexual.
É importante que existam instâncias para a proteção dos direitos do negros, mulheres, homossexuais etc.
47) Desenvolver uma política de “Ações Afirmativas” (tipo de políticas pública voltada a oferecer vantagens compensatórias a grupo historicamente prejudicados) voltada a diminuir as desigualdades no acesso ao mercado de trabalho. Estabelecer, como exemplo, sanções administrativas para as empresas que praticarem a discriminação, incentivar a contratação de pessoas discriminadas estabelecendo cláusulas de percentuais a serem observados pelos novo empreendimentos a serem instalados na cidade.
48) Desenvolver campanhas destinadas a combater as diversas formas de discriminação e incentivar as vitimas a denunciarem quando tiverem seus direitos violados. Valorizar a pluralidade e a diferenças entre os cidadãos.
49) Desenvolver pesquisas a fim de obter dados e informações sobre os grupos mais discriminados em cada município.
50) Prever, nos planos orçamentários municipais, rubricas especificas para programas e ações a fim de combater as formas de discriminação e preconceito.
51) Inserir nos planos curriculares o conceito de educação multicultural para que crianças e jovens conheçam a história, cultura e costumes dos diferentes povos e identidades sociais.
52) Realizar cursos profissionalizantes e pré-universitários voltados capacitar os grupos discriminados a possuírem maior acesso a mercado formal e às universidades.
55) Estabelecer com organizações não-governamentais, universidades e demais entidades civis articulações a fim de implementar ações em conjunto de combate à discriminação.
56) Criar programas habitacionais que considerem prioritário o beneficio às mulheres carentes que sejam “chefes de família”.
sábado, 26 de dezembro de 2009
Aprovado projeto de lei para realização de censo das pessoas com deficiência em SP
Foi aprovado em segunda votação na terça-feira (8) na Câmara dos Vereadores de São Paulo projeto de lei da vereadora Mara Gabrilli que cria o Programa Censo Inclusão.
O programa tem o objetivo principal de mapear as pessoas com deficiência que vivem na cidade de São Paulo. O levantamento trará dados reais a respeito do segmento na capital, propiciando a elaboração de ações e políticas públicas específicas voltadas para a inclusão das pessoas com deficiência. O texto seguirá agora para o prefeito de São Paulo.
“Quem é a pessoa com deficiência em São Paulo hoje? O dado estatístico ao qual temos acesso é o Censo IBGE, realizado de dez em dez anos e extremamente amplo, de modo que não há um número confiável e atualizado sobre o qual possamos trabalhar com eficiência”, diz a autora do texto Mara Gabrilli.
Ao saber, por exemplo, qual a faixa de renda majoritária dos cerca de 1,5 milhão de pessoas com deficiência na capital, muitos fabricantes poderão alcançar um mercado a mais. “Atualmente a maioria das pessoas com deficiência não é bem-recebida pelo comércio da cidade em geral, por exemplo. Um levantamento como este pode jogar luz para este potencial público consumidor, hoje praticamente ignorado”, diz a vereadora. Um exemplo bem trivial é uma loja de roupas que tenha um degrau, extinguindo automaticamente todos os cadeirantes que possam vir a se interessar por seus modelos. Outro exemplo, estrutural e mais importante, é que, com estes números, as instituições de ensino poderão dimensionar melhor seus espaços para receber este público.
O texto do projeto prevê que o levantamento seja feito a cada quatro anos, pela secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED), que também ser responsabilizará por fazer parcerias e convênios necessários a sua realização.
Por conta da possibilidade de aprovação da lei, a vereadora já alocou R$ 500 mil de suas emendas parlamentares à Secretaria para que seja utilizada para o censo.
O projeto de lei seguirá agora para sanção ou veto do prefeito de São Paulo.
Fonte: Assessoria da vereadora Mara Gabrilli
Referência: http://www.plenamulher.com.br/
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
TERAPIA MUSICAL - PROFESSORES DESCOBREM UM METODO EMOCIONAL COM PESSOAS COM DEFICIENCIA

TEXTO EM INGLES: http://www.chicagotribune.com/news/chi-music-teachers-21-dec21,0,1633975,full.story
Learning to play an instrument, experts say, allows hidden talents to sing
By Lisa Black
Tribune reporter
Elizabeth "Lizzi" Gottlieb loves music and she loves an audience, so when her flute teacher comes calling on Tuesday evenings, she is quick to assemble her family for an impromptu concert.
At 21, Gottlieb has played the flute since fifth grade, an immensely rewarding hobby for the young woman with Down syndrome who practices for hours in her bedroom.
"Lizzi will never be a total virtuoso, but she can play hundreds of songs and get joy out of it," says her longtime instructor, Bob Lieberman, 58, who tapped his foot as she played "Yellow Submarine."
Lieberman and other music teachers understood long before being validated by research that playing an instrument offers much more than simple pleasures and emotional release. For children and adults with disabilities, music can unleash especially powerful gifts, helping them communicate or process information in new ways, researchers say.
While music therapists work on life skills, improving wellness, self-esteem and accomplishment, there are invisible benefits at play, too, that can be had even in more traditional lessons not tied to a medical purpose.
"Music is non-threatening, and it is all around us," said Melaine Pohlman, a Geneva music therapist and president of the Illinois Association for Music Therapy. "We are all able to experience it on some level. Even folks who are severely impaired can experience music."
Increasingly, parents are signing up children for music lessons who, years ago, might not have gotten the chance because of a disability. In Hinsdale, for instance, Autumn Voakes, executive director of the American Music Institute said that more parents are seeking lessons for children with autism. She hired two teachers with special-education experience as a result and hopes to expand her programs to specialize in the area, she said.
Listening to music stimulates the brain in areas involved with paying attention, making predictions and updating memory, said Vinod Menon, associate professor of psychiatry, behavioral sciences and neurosciences at Stanford University.
But playing an instrument challenges the brain even more, engaging the visual, motor and auditory systems as the musician reads notes and moves his or her hands and body to perform while listening to the sounds.
"This is a good way to engage multiple networks in the brain," Menon said. "They establish temporal patterns. How exactly this might improve mental and cognitive functions is at present unclear. I think it would be quite surprising if they did not have a significant impact."
Rebekah Cope, 31, a violin teacher for The Musical Offering in Evanston, counts several students with attention-deficit hyperactivity disorder as among her most talented.
One of them, Karlita Williams, 14, a freshman at Payton High School in Chicago, has played half a dozen instruments, including violin and, more recently, viola. She often needs more time to learn the lesson, but "then she comes back two weeks later and is playing beautifully," Cope said.
"She has these very elaborate ways of finding a note and learning what she's playing," Cope said. "It seems complicated to everyone else but makes sense to her."
Karlita, diagnosed at 9 with ADHD, said she finds it easier to focus when working with a teacher one-on-one. She tried ballet and tap dance classes when younger but found it too tempting to socialize with others.
Often she needs Cope to repeat instructions in different ways, sometimes over a period of weeks, before she fully understands.
"I hear her, but I have a problem where -- you know how you hear people talk but you aren't really listening? You are not processing the information," Karlita said. "I had one teacher say I learn by osmosis. I space out. It takes a while."
During a recent lesson, she shifted from one sneakered foot to the other while playing "Danny Boy" on viola in Cope's Northwest Side apartment.
Cope listened intently, violin in hand, stopping the performance every few measures to correct Karlita's hand positioning or demonstrate by playing along.
Over and over, they repeated the part until both were satisfied that Karlita would nail the song during an upcoming concert.
The teen, who performs with the Chicago Youth Symphony Orchestra, said she can tell when she has played the song correctly by the look on her teacher's face.
"When you get it perfect, it's great," she said.
Families often learn the benefits of music therapy at the child's school but encounter waiting lists for private sessions because of a shortage of trained therapists, Voakes said.
"When I was younger, I worked at a studio and I was one of a few teachers who was comfortable in taking autistic students," Voakes said. "The biggest benefit is emotional, having something that they can connect to, something that they feel is their own."
None of that would surprise Lieberman of Arlington Heights, who has worked with students of all ages since 1974, some with disabling diseases that affect the brain, including multiple sclerosis and encephalitis. Gottlieb is one of two students with Down syndrome on his teaching roster.
Anyone can learn an instrument if they have the desire to practice, much like an athlete, he said.
Lieberman met Gottlieb when she was in grade school and playing the clarinet.
After taking one look at her tiny fingers, he announced that the flute would be a better choice.
She has entertained her family ever since, with older brother, Matthew, 23, suggesting which songs she should perform during lessons and adjusting her hair so it doesn't fall in her face.
Though the petite Gottlieb usually sits on a stool during her living room sessions with Lieberman, she is found at other times sitting on the floor, cross-legged, playing the flute, her brother said.
"She will sometimes lock herself in her bedroom and play for hours," he said.
None of the other family members, including two younger sisters, is musically inclined, said sister, Hannah, 17, describing herself as tone-deaf.
"I was a really bad flutist," she said, laughing when her mother, Susan, agreed.
Gottlieb, who had her third heart surgery at age 16, recovered more quickly by playing the wind instrument, which built up her strength with its breathing requirements, her mother said.
Lieberman "has been so patient and yet so challenging for her," Susan Gottlieb said.
Lizzi Gottlieb counts Hannah Montana and the Beatles among her favorites. She once sneaked downstairs in the middle of the night and loaded her father's iPod with her own selections, effectively making the music player her own.
Her father, Scott, enjoys telling that story. But mostly, he boasts of his daughter's work with Lieberman.
"He treats her like everyone else," he said. "That's what we like in this house."
lblack@tribune.com
Copyright © 2009, Chicago Tribune
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
LEGISLAÇÃO PARA PESSOAS COM DEFICIENCIA

Informação especializada para a sociedade
Sendo a falta de informação e desconhecimento sobre Direitos a maior barreira na conquista da cidadania e inclusão social, a Secretaria DE ESTADO DE SÃO PAULO apresenta este serviço virtual, homenageando um grande militante da área, com o objetivo de gerar subsídios para o empoderamento das pessoas com deficiência.
VEJAM MAIS EM :
http://www.centroruibianchi.sp.gov.br/
LEGISLAÇÃO FEDERAL
CONVENÇÕ0ES E PROGRAMAS
LEGISLAÇÃO
BIBLIOGRAFIA
ARTIGOS EM DESTAQUE
DATAS COMEMORATIVAS
ESTATÍSTICAS
LINKS
TEXTOS http://www.acadef.org.br/texto.html
O Centro de Informação Rui Bianchi tem como proposta a disseminação de informações sobre os direitos das pessoas com deficiência. Aqui você encontra informações, artigos, trabalhos acadêmicos e vasta bibliografia com enfoque principal na pessoa com deficiência.
O objetivo primordial é de subsidiar a sociedade para a promoção da cidadania e a inclusão social das pessoas com deficiência.
Este serviço é oferecido pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência e expressa a ação que permeou a luta das lideranças dos movimentos de pessoas com deficiência desde a década de 70.
Em sua trajetória como militante na área da deficiência, Rui Bianchi do Nascimento priorizou a informação como instrumento de transformação.
e MUITO MAIS
domingo, 29 de novembro de 2009
PESSOAS C/ DEFICIENCIA, PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS, PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS - VEJAM AS PRINCIPAIS GRAVAÇOES DA TV BRASIL

vejam as gravações na integra em : http://tvbrasil.assimvivemos.com.br/
ASSIM VIVEMOS
O Assim Vivemos é uma sessão de cinema diferente.
Todas as quintas-feiras, ao meio-dia e meia, na TV Brasil, serão exibidos filmes de diversos lugares do mundo, todos com uma característica em comum: os personagens principais serão sempre pessoas com deficiência.
Para o público de pessoas com deficiência visual ou com deficiência auditiva, temos todas as acessibilidades: a audiodescrição e a interpretação para LIBRAS, e ainda a opção do Closed Caption.
Nos filmes estrangeiros, a audiodescrição é mesclada com o Voice Over, interpretação de todos os diálogos dos filmes.
Os filmes têm muitas informações que estão apenas nas imagens, e muitas outras que estão apenas no som.
Através da audiodescrição, nós contamos tudo o que está acontecendo na tela.
Enquanto isso, nosso intérprete traduz o filme para a Língua Brasileira de Sinais.
Quem preferir, pode também utilizar a legenda oculta, basta selecionar esse modo no controle da TV.
Assim, todos podem assistir ao programa juntos e ninguém perde nenhum detalhe.
Nossa seleção inclui filmes de ficção, animação e documentários, vindos de 14 países diferentes. Antes de cada filme, nossos apresentadores introduzem os personagens da semana: pequenos documentários que produzimos, retratando brasileiros com deficiência que têm grandes histórias para contar.
Na primeira exibição da série, de março a setembro de 2009, tivemos Chats ao vivo após todas as sessões, mas na segunda exibição, que vai de setembro de 2009 a março de 2010, não teremos.
Ainda assim, você pode participar enviando sua opinião para a área de comentários do site. Será um prazer receber sua mensagem.
Bem-vindo ao Assim Vivemos!
Sintonize a TV Brasil:
TV aberta – canal 2 VHF e 32 UHF (transmissora da zona rural).
Em SP, canal digital 63 UHF
Net - canais 4 (SP), 16 (DF), 18 (RJ e MA)
Sky-Direct TV – canal 116
TVA digital - canal 181 (RJ e SP)
Na internet, assista ao vivo:
www.tvbrasil.org.br
VEJAM A PROGRAMAÇÃO DIARIA EM : http://www.tvbrasil.org.br/programacao/
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Dicas de relacionamento com as pessoas com deficiência
Sempre que quiser ajudar, ofereça ajuda, perguntando qual é a melhor maneira de proceder.
Não se ofenda se a oferta for recusada, pois nem sempre ela é necessária.
Bom senso e naturalidade são essenciais no relacionamento com as pessoas com deficiência.
Trate-as conforme a sua idade. Se for uma criança, trate-a como uma criança, ser for um adulto, trate-a como um adulto.
Uma pessoa com deficiência não é uma pessoa doente! A deficiência somente impõe, em casos específicos, a necessidade de adaptações.
Tipos de Deficiência
É comum ouvirmos as pessoas referirem-se às pessoas com deficiência como “deficientes físicos”.
A deficiência física engloba vários tipos de limitações motoras (paraplegia, tétraplegia, paralisia cerebral e amputação, por exemplo).
Mas existem também outros tipos de deficiência:
Deficiência Intelectual (pessoas com funcionamento mental significamente baixo da média);
Deficiência Auditiva (pessoas com redução ou ausência da capacidade de ouvir determinados sons, em diferentes graus de intensidade);
Deficiência Visual (pessoas com redução ou ausência total da visão, podendo ser classificada em baixa visão ou cegueira);
Surdocegueira (é uma deficiência única, que apresenta a perda da visão e da audição concomitantemente em diferentes graus);
Deficiência Múltipla (associação de duas ou mais deficiências.Exemplo: deficiência intelectual associada à deficiência física).
Dicas de relacionamento com as pessoas com deficiência FÍSICA
•Não se apóie na cadeira de rodas, isso pode causar algum tipo de incômodo à pessoa com deficiência, que têm neste equipamento a complementação da sua mobilidade.
•Use palavras como “correr” e “andar” naturalmente, as pessoas com deficiência física também utilizam estes termos.
•Para conversar com uma pessoa em cadeira de rodas, caso a conversa seja prolongada, sente-se para ficar no mesmo nível de seu olhar.
•Nunca movimente a cadeira de rodas sem antes pedir permissão e perguntar como deve proceder.
•Se estiver acompanhando uma pessoa que anda devagar, procure acompanhar o seu ritmo.
•A pessoa com paralisia cerebral pode apresentar alguma dificuldade na comunicação; no entanto, na maioria das vezes o seu raciocínio está intacto. Caso não compreenda o que diz, peça que repita, ou escreva, respeitando o ritmo de sua fala.
Dicas de relacionamento com as pessoas com deficiência INTELECTUAL
•Não subestime a pessoa com deficiência intelectual.
•Dê-lhe atenção. Cumprimente-a normalmente.
•Ajude somente quando houver necessidade ou quando for solicitado.
•As pessoas com deficiência intelectual levam mais tempo para aprender e compreender determinadas tarefas.
•Procure dar instruções objetivas e claras, tenha paciência e explique quantas vezes forem necessárias para que ela possa entender o que está sendo pedido.
•Não confunda deficiência intelectual com doença mental. A pessoa com deficiência intelectual compreende
•normalmente a sua realidade, ela tem uma deficiência, não uma doença!
Dicas de relacionamento com as pessoas com deficiência AUDITIVA
•Procure falar pausadamente, mantendo contato visual, pois se você dispersar o olhar, ele poderá entender que a conversa acabou.
•Não grite, fale com tom de voz normal, a não ser que lhe peçam para levantar a voz.
•Se tiver dificuldade para entendê-lo, não tenha receio de pedir que repita.
•Para iniciar uma conversa com uma pessoa surda, acene ou toque levemente em seu braço.
•Quando o surdo estiver acompanhado de intérprete, fale diretamente com a pessoa surda, não com o intérprete.
•Se necessário, comunique-se por meio da escrita.
•Não é correto a utilização do termo surdo-mudo. A pessoa surda “fala” em sua língua própria, a língua de sinais. Entretanto, a terapia fonoaudiológica pode colaborar para o desenvolvimento das possibilidades de fala oral.
Dicas de relacionamento com as pessoas com deficiência VISUAL
•Utilize naturalmente termos como “cego”, “ver” e “olhar”. Os cegos também os utilizam.
•Ao conversar com uma pessoa cega, não é necessário falar mais alto, ao menos que ela também tenha uma deficiência auditiva.
•Ao conduzir uma pessoa cega, ofereça seu braço (cotovelo) para que ela segure. Não agarre-a, nem puxe pelo braço ou pela bengala.
•Ao explicar a direção para um cego, indique distância e pontos de referência com clareza: “tantos metros à direita, à esquerda”. Evite termos como: “por aqui” e “por ali”.
•Informe sobre os obstáculos existentes, como degraus, desníveis e outros; quando houver a necessidade de passar por lugares estreitos, a exemplo de portas, corredores, posicione seu braço para trás, de modo que a pessoa cega possa segui-lo.
•Sempre que se ausentar de uma sala, informe a pessoa, caso contrário ela ficará falando sozinha.
Dicas de relacionamento com as pessoas com deficiência MÚLTIPLA E SURDOCEGAS
Deficiência Múltipla
•Para lidar com uma pessoa que tenha deficiência múltipla, observe-a ou pergunte a quem a acompanha.
•O relacionamento se estabelece de acordo com as orientações já elencadas nos itens anteriores.
Surdocegueira
•Pergunte como deve se comunicar com o surdo cego ao seu guia-intérprete ou acompanhante.
•Ao chegar perto de uma pessoa surdo cega, toque-o levemente nas mãos para sinalizar que está ao seu lado.
•Alguns surdo cegos comunicam-se colocando a mão em seu maxilar para sentir a vibração do som que você está emitindo.
MITOS E VERDADES
MITO: Todas as pessoas com deficiência intelectual são sociáveis e sorridentes.
VERDADE: As pessoas com deficiência intelectual, assim como as demais pessoas, tem sua personalidade própria que independe de sua deficiência.
MITO: Toda pessoa com deficiência visual tem habilidades para música.
VERDADE: As habilidades para a música, e outros tipos de arte, dependem exclusivamente do interesse, empenho e oportunidade pessoal e não estão necessariamente ligadas ao tipo de deficiência.
MITO: Todas pessoas com paralisia cerebral possuem um atraso no desenvolvimento cognitivo.
VERDADE: As pessoas com paralisia cerebral, muitas vezes, possuem dificuldades de comunicação que são
interpretadas erroneamente como atraso cognitivo.
MITO: Todo surdo é mudo!
VERDADE: A língua de sinais também é uma língua. Sendo assim, de maneira geral, o surdo não fala oralmente, mas “fala” em sinais. Entretanto, o fonoaudiólogo pode ajudá-lo a desenvolver também suas possibilidades de fala oral.
FONTE:
SECRETARIA MUNICIPAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA E MOBILIDADE REDUZIDA
Viaduto do Chá, 15 - 10º andarEdifício Matarazzo - CEP 01002-020 - São Paulo - SP
www.prefeitura.sp.gov.br/pessoacomdeficiencia
seped@prefeitura.sp.gov.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
PRAIA ACESSÍVEL - POSSIBILIDADE DE ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA


VEJAM MAIS SOBRE PRAIAS ACESSIVEIS EM : http://br.yhs.search.yahoo.com/avg/search?fr=yhs-avg&type=yahoo_avg_hs2-tb-web_br&p=VEJAM%20MAIS%20SOBRE%20PRAIAS%20ACESS%C3%8DVEIS%20NOS%20SITES%20%3A%20
sábado, 14 de março de 2009
Programa Assim Vivemos - TV Brasil
A série mostrará histórias de inclusão e superação no Brasil e no mundo, veiculando filmes e depoimentos que mostram que é possível quebrar barreiras, paradigmas e superar preconceitos culturais e de costumes. Composto de 26 episódios, cada programa mostrará sempre a vida de um personagem e um ou dois documentários. A apresentação será de Moira Braga e Nelson Pimenta.
quinta-feira, 12 de março de 2009
SEXUALIDADE X PESSOAS ESPECIAIS
<http://www.webartigos.com/authors/1849/G%E9ssica-Hellmann>* Publicado 2/04/2008*
Psicologia <http://www.webartigos.com/categories/Psicologia/> ,
Desenvolvimento Pessoal<http://www.webartigos.com/categories/Desenvolvimento-Pessoal/> ,
Corpo e Mente <http://www.webartigos.com/categories/Corpo-e-Mente/
Neste artigo ela aborda a orientação sobre a sexualidade de crianças e adolescentes especiais, como, por exemplo, portadores de Síndrome de Down e Cadeirantes. Sabemos que a sexualidade em si já é encarada com certo preconceito. Falar sobre ela já gera polêmica, imagine abordar este assunto no contexto de pessoas especiais.Segundo Trabbold (2006) "Por medo de expor o adolescente a riscos físicos e emocionais, muitos pais negam a existência do problema e preferem encarar o filho como um "anjo assexuado". Por outro lado, os profissionais das instituições especializadas tendem a rotulá-los como pessoas hipersexualizadas, que não têm autocontrole".Segundo a autora, uma pesquisa feita pelo psicólogo Hugues Costa da França Ribeiro, comprovou o que sua experiência de dez anos na área já havia lhe ensinado: que eles têm desejo sexual, anseiam por uma relação afetiva e que são capazes de aprender a lidar com sua própria sexualidade.Para Gejer (2006) "O deficiente mental, como qualquer outro indivíduo, tem necessidade de expressar seus sentimentos de modo próprio e intransferível. A repressão da sexualidade, nestes indivíduos, pode alterar seu equilíbrio interno, diminuindo as possibilidades de se tornar um ser psiquicamente integral. Por outro lado, quando bem encaminhada, a sexualidade melhora o desenvolvimento afetivo, facilitando a capacidade de se relacionar, melhorando a auto-estima e a adequação à sociedade"."Uma pessoa com deficiência mental leve ou moderada pode compreender e adquirir parâmetros para discernir o que é adequado ou não, o que é privado ou público, quem tem permissão de tocar em suas partes íntimas e ainda entender as conseqüências do ato sexual, como a gravidez e o contágio de doenças sexualmente transmissíveis ... A sexualidade é um fator importante para o desenvolvimento da personalidade de qualquer indivíduo, algo que não pode ser negado ou sublimado" afirma Ribeiro. (Trabbold, 2006)A autora continua "Isolados em suas casas, em instituições especializadas, o deficiente geralmente é afastado do contato com outros grupos sociais". Este "círculo" de proteção pode também restringir a evolução do indivíduo.Existem controvérsias entre a escolha de uma Instituição Educacional Especializada e a inclusão em Escolas Normais. Qual delas é melhor para o desenvolvimento da criança e adolescente? Qual delas vai facilitar o desenvolvimento da independência, da socialização? Teoricamente a sociabilização do individuo especial com outros considerados "normais" facilita a inclusão. E quanto ao preconceito? Pode haver rejeição? Como lidar com isso?A informação, o diálogo é extremamente importante para o desenvolvimento da sexualidade da criança e do adolescente."A omissão do tema em casa, na escola ou no consultório médico gera desinformação e preconceito. Muita gente prefere acreditar, por exemplo, que eles não sejam capazes de compreender os cuidados necessários para o sexo seguro. Por isso, o tema não deve ser tratado apenas nas entrelinhas. É preciso fornecer informações claras e precisas para que sejam assimiladas". (Belisário, 2006)É importante lembrar que a sexualidade faz parte da natureza humana. É preciso lembrar que a sexualidade vai além do ato sexual."Apesar das diferenças entre os deficientes, quase todos são capazes de aprender a desenvolver algum nível de habilidade social e conhecimento sexual. Isso pode incluir habilidade para diferenciar comportamento apropriado e não apropriado e para desenvolver um senso de responsabilidade de cuidados pessoais e relacionamento com os outros". (Gejer, 2006).A autora afirma que:- Jovens com deficiência são sexualmente ativos;- As aspirações sociais e sexuais de pessoas especiais não são diferentes dos seus pares;- Estudos demonstram que problemas físicos e mentais têm menor influência sobre a expressão sexual do deficiente do que sua integração social;- Pais de adolescentes com deficiência devem se unir com outros educadores para proporcionar uma boa educação sexual para seus filhos;"O desejo e as descobertas da sexualidade são sinais de saúde. Mas quando o adolescente com deficiência começa a sair, conhecer pessoas, namorar e buscar uma vida sexual ativa, a família perde o controle sobre suas atividades, o que pode gerar medo de que ele seja rejeitado ou até mesmo abusado sexualmente. Com o intuito de proteger os filhos com deficiência, os pais costumam tratá-los como eternas crianças, negando assim o seu direito à sexualidade. Para acabar com medos, os processos de inclusão na escola e na comunidade são estratégias fundamentais". (Belisário, 2006)A arte é uma das atividades recomendadas pelos educadores como alternativa para o desenvolvimento da sexualidade das pessoas especiais. Tanto a arte como a sexualidade são prazerosas para o indivíduo.Rocha (2006) diz que a Declaração Universal dos Direitos Humanos é inegavelmente um marco de referência para o posicionamento do ser humano no Mundo, na sua dimensão individual e social, destacando-se os princípios consignados na Declaração as "Normas sobre a Igualdade de Oportunidades para as Pessoas com Deficiência" (Nações Unidas, 1994).O autor afirma que a conscientização acerca do que é qualidade de vida das pessoas com deficiência mental torna-se fundamental em áreas determinantes como: interação e relações sociais; bem-estar psicoafetivo e autonomia e poder de decisão. Contudo, não faz qualquer sentido falarmos destas dimensões da qualidade de vida da pessoa portadora de deficiência mental quando, ao mesmo tempo, se lhe é vedado o direito à sua sexualidade. "A pessoa portadora de deficiência mental deve aprender desde logo a reconhecer a sua individualidade, compreender o comportamento social e o seu comportamento como membro de uma sociedade, conhecer a sua própria vulnerabilidade e, essencialmente, saber escolher, decidir e desenvolver a sua própria sexualidade".A sexualidade faz parte do indivíduo, não se pode negar à pessoa especialal a liberdade de viver e expressar a sua sexualidade. Ela pode ser entendida também como expressão da afetividade, construção da auto-estima e do bem-estar.Pais e educadores, entretanto, negociam suas representações com a realidade da vida na instituição e da vida familiar, produzindo "regulações" da sexualidade, em especial aquelas ligadas à contracepção (Venâncio, 2006).Além das pessoas com deficiência mental, outras que sofrem preconceitos quanto a sua sexualidade são os cadeirantes. Principalmente porque "esbarram" em fatores culturais quanto à função social masculina e feminina."A despeito das mudanças que se processam quanto à função social da mulher hoje, principalmente a partir do seu engajamento no mercado de trabalho e, decorrente, de seu papel mais participativo em termos de eqüidade com o homem no seio da família, permanecem ainda resquícios da sociedade patriarcal e autoritária da sociedade fálica". (Salimene, 2006)A autora continua "Esses valores atingem de modo severo os portadores de deficiência física (em conseqüência de danos neurológicos). Estes, a despeito das disfunções sexuais presentes em diferentes níveis, quanto à ereção, ejaculação, orgasmo e reprodução, mantêm a sua sexualidade latente, quando entendida no seu conceito ampliado"."A ereção é resultado do enchimento dos corpos cavernosos do pênis por sangue. Como a conexão com o cérebro está prejudicada (pela lesão medular), a ereção psicogênica (pensar em algo que lhe de tesão) não ocorrerá. A ereção ocorrerá por mecanismos reflexos, ou seja, pela manipulação do pênis. Então, você poderá recorrer a métodos físicos, como colocar um anel na base do pênis para preservar a ereção por tempo mais prolongado. Com isto, você estará retendo o sangue nos corpos cavernosos. Os métodos químicos, que consistem em injeção na base do pênis ou introdução pela uretra de determinadas substâncias (prostaglandina), deverá ter o seu uso controlado por indicação médica para evitar efeitos colaterais indesejáveis. A solução definitiva mais comum é a colocação de uma prótese, feita de um material flexível, ficando o pênis sempre em estado de semi-ereção. Uma outra prótese, seria formada por tubos colocados no local dos corpos cavernosos. Estes tubos estariam em contato com uma bolsa cheia de líquido, que quando pressionada os encheria. Este líquido preenchendo os tubos agiria como se fosse o sangue preenchendo os corpos cavernosos, provocando a ereção". (Moraes, 2006)"É necessário que se incorporem ações terapêuticas voltadas para a reabilitação sexual dessas pessoas para ajudá-las a superar suas dificuldades. Assim buscamos caminhos para que possam exercitar sua sexualidade o mais plenamente possível, com a obtenção do prazer físico e psíquico, fatores contribuintes para sua reintegração social saudável". (Salimene, 2006)Ao aceitar o seu corpo lesado e, por incrível que possa parecer para alguns, até curti-lo, você estará pronto para que outras pessoas possam também aceitá-lo com suas limitações. Cito como exemplo a entrevista concedida ao Géh na primeira edição de sexualidade: "Costumo dizer que o sexo com os cadeirantes é muito mais parecido do que diferente do "tradicional".As pessoas imaginam que é complexo, muito diferente, ou até mesmo que somos assexuados. Claro que cada caso é um caso. Falo de mim e do que sei dos meus amigos. Fazer sexo é sempre bom. Sinto o mesmo desejo de antes e as sensações são até mais intensas. A principal diferença é um trabalho maior do parceiro, que vai me ajudar com as posições..." afirma Juliana Oliveira, tetraplégica.Se você não sente metade do seu corpo, você descobrirá sozinho ou junto com seu parceiro que seu corpo é uma fonte de prazer e que ao estimular outras partes sensíveis, como a boca, a orelha, o peito e as costas você poderá estar descobrindo a sua nova sexualidade. (Moraes, 2006)Ao compreendermos que a sexualidade é mais complexa que o ato sexual, é carinho, é sentimento, é sensações, é tudo que proporciona bem estar e prazer ao indivíduo. Desta forma é possível quebrar tabus e viver plenamente a sexualidade. Este conceito é válido para todas as pessoas, especiais ou não.
Bibliografia
Belisário Filho, José Ferreira. Sexualidade e Deficiência: superando preconceitos. Disponível em:
< http://www.andi.org.br/noticias/templates/boletins/template_pontoj.asp?articleid=2933&zoneid=23>. Acessado em: 24/11/2006.
Gejer, Débora. O adolescente com deficiência mental e sua sexualidade. Disponível
em: < http://www.entreamigos.com.br/textos/sexualid/oadole.htm>. Acessado em: 24/11/2006.
Morais, José Carlos. Conversando sobre sexo. Disponível em:
< http://www.entreamigos.com.br/textos/sexualid/sexo.html>. Acessado em: 24/11/2006.
Rocha, Jorge. Viver a sexualidade é um direito de todos. Disponível em: < http://www.malhatlantica.pt/ecae-cm/sexualidade1.htm>. Acessado em: 24/11/2006.
Salimene , Arlete Camargo de Melo. A Sexualidade da pessoa com deficiência física. Disponível em: < http://www.entreamigos.com.br/textos/sexualid/sexpede.htm>. Acessado em: 24/11/2006.
Trabbold, Ângela. Sexo dos Anjos. Disponível em: <http://www.entreamigos.com.br/textos/sexualid/sexanjo.htm>. Acessado em: 24/11/2006.
Venâncio, Ana Teresa A. Representações sociais da diferença: sexualidade e deficiência mental. Disponível em:< http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-73312006000100008&lng=es&nrm=&tlng=pt>. Acessado em: 24/11/2006.
Publicado originalmente na Revista Sexualidade <http://www.gehspace.com/sexualidade71a75.htm#71>
SEXUALIDADE PARA DEFICIENTES MENTAIS:
Veja Mais em :
SEXUALIDADE DAS PESSOAS COM SINDROME DE DOWN
