A Superproteção da Criança com Nanismo
Já ressaltamos aqui no Nanismo em Foco aimportância da família no processo de formação da pessoa com deficiência. Em vista desse fator tão importante fica a pergunta, o que os pais devem e o que não devem fazer quando têm um filho com nanismo? Está aberta mais uma sessão noNanismo em Foco, tentando ajudar os novos e antigos pais de crianças com nanismo, ou qualquer outra deficiência.
A pessoa com nanismo precisa desde cedo ser incentivada a enfrentar os problemas e ultrapassar os obstáculos que a vida lhe colocar, afinal não é fácil ter nanismo. Precisa ser ensinado a ela uma forma de vida independente, mesmo portando uma deficiência física que a limitará em algumas ações cotidianas. Os limites devem ser encarados como desafios a serem superados, e não como um ponto de partida para a insegurança e superproteção de pais e familiares.
O que estamos falando aqui, não é que a criança com nanismo deve ficar "solta" no mundo. Conhecemos o mundo que vivemos e os perigos que ele oferece as pessoas, principalmente por falta de instrução quando mais jovens. Mas a naturalidade com que as coisas acontecem requer que as pessoas sejam cada vez mais independentes.
CUIDADO COM A SUPERPROTEÇÃO DA CRIANÇA COM NANISMO
É normal que pais de pessoas que portam qualquer tipo de deficiência tenham, de certa forma, um cuidado especial com o filho. Querer o filho sempre bem e tentar protegê-lo dos perigos da vida é o que se espera de qualquer pai, qualquer mãe. O problema surge quando essa proteção se torna excessiva a ponto de interferir negativamente no desenvolvimento do portador de nanismo.Clique aqui para ver um pouco mais sobre o papel da família na vida do portador de nanismo.A criança portadora de nanismo deve ter a chance de se aventurar e experimentar o mundo a sua volta por conta própria. O cuidado exagerado dos pais pode tornar a criança insegura e essasuperproteção pode trazer consequências provocando perda da autonomia, medo de enfrentar determinadas situações e dificuldade para se relacionar com outras pessoas. Além disso, a criança pode sofrer com a falta de iniciativa e se isolar em mundos alternativos (videogames e computadores, por exemplo).
A pessoa com nanismo precisa desde cedo ser incentivada a enfrentar os problemas e ultrapassar os obstáculos que a vida lhe colocar, afinal não é fácil ter nanismo. Precisa ser ensinado a ela uma forma de vida independente, mesmo portando uma deficiência física que a limitará em algumas ações cotidianas. Os limites devem ser encarados como desafios a serem superados, e não como um ponto de partida para a insegurança e superproteção de pais e familiares.
O que estamos falando aqui, não é que a criança com nanismo deve ficar "solta" no mundo. Conhecemos o mundo que vivemos e os perigos que ele oferece as pessoas, principalmente por falta de instrução quando mais jovens. Mas a naturalidade com que as coisas acontecem requer que as pessoas sejam cada vez mais independentes.

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