Posted: 13 Mar 2013 11:54 AM PDT
Fabricio Loureiro faz humor de situação
Perfil: Cadeirante, blogueiro de Araraquara faz humor de situação
“Fui para um centro de reabilitação, onde passei por vários médicos e fiz vários exames. Aí veio uma assistente social e me perguntou:
– ‘Já está sabendo das vantagens [em ser cadeirante]?’ – ‘Vantagens?’ – ‘Sim. Vantagens! Agora, na compra de um carro você tem 40% de desconto! Você pode viajar de graça de avião e o seu acompanhante só paga 20% da passagem!’ Caramba! Devia ter quebrado o pescoço antes, hein?”
É assim que Fabrício Loureiro, 31, o Brício Loureiro, de Araraquara (273 km de São Paulo) relembra no palco algumas das situações que vivencia desde 20 de novembro de 2010, data do acidente que o deixou tetraplégico.
Hoje, dois anos e quatro meses após quebrar a vértebra C5, lesionar a medula e perder todos os movimentos do pescoço para baixo em um acidente numa piscina, Loureiro se vê em uma situação que nunca imaginara viver: faz stand-up comedy (comédia feita por um humorista sozinho no palco).
Na época do acidente, Loureiro trabalhava como analista de marketing em São Paulo. Durante 90 dias, ele não conseguiu mexer nada do pescoço para baixo.
“Foram três meses de revolta. Eu tinha uma vida totalmente ativa e de repente vi aquilo tudo parar”, lembra.
Pouco tempo após sofrer a lesão, Loureiro passou pelo centro de reabilitação Lucy Montoro, em São Paulo.
Impossibilitado de trabalhar, mudou-se para a casa da mãe em Araraquara, onde vive atualmente.
APRENDENDO A VIVER
Depois, fez tratamento psicológico e foi “evoluindo”. “Para mim, a vida de cadeirante vai ser horrível para sempre. Mas é uma vida possível. Basta se adaptar à condição imposta.”
Com apoio de enfermeiros em casa e fisioterapia, já recuperou o movimento dos braços. Em vez de se “vitimizar”, como ele diz, resolveu buscar atividades que o ajudassem a se sentir útil.
“Comecei a procurar a internet. O que eu tinha no meu quarto? Um notebook e a possibilidade de ficar sentado.”
Loureiro resolveu criar um blog, além de canais de vídeo temáticos no YouTube. O blog “NãoConcreto” (www.naoconcreto.com.br) faz humor e tem de 30 mil a 40 mil visitas diárias.
CHEGADA AO STAND-UP
De olho no humor, Loureiro inscreveu-se em um concurso de comédia stand-up que garantiria um open mic (apresentação curta para iniciantes) no Comedians, em São Paulo, bar gerenciado por Rafinha Bastos e Danilo Gentili –humoristas que se tornaram sucesso no “CQC” e hoje têm programas próprios nas TVs Fox e Bandeirantes, respectivamente.
Mas ele não conseguiu. “Fui desclassificado porque citei o nome de uma empresa e isso não era permitido.”
A decepção não fez Loureiro parar. Por meio de um convite do blogueiro Rodrigo Fernandes, do blog Jacaré Banguela (um dos mais visitados do país), foi a uma gravação no Comedians com o humorista Marcos Castro.
“Era uma edição do quadro ‘Jacaré Banguela Fora do Ar’. Lá, eu e mais algumas pessoas que trabalham com humor para a internet sentamos juntos”, diz. Foi naquela noite que Loureiro começou a “trocar ideias” com Rafinha Bastos.
“Aí o Jacaré propôs: ‘Vamos fazer uma foto do Rafinha ajudando o Brício a atravessar a rua na cadeira de rodas, porque uma boa ação dessas do Rafinha ninguém divulga’.”
E assim foi. A foto “bombou” nas redes sociais. Loureiro começou a falar com Rafinha sobre o stand-up.
“Falei da vontade que eu tinha de contar piadas também”, conta. “Ele me incentivou. Como eu já fazia humor com o blog, decidi arriscar.”
A Folha tentou, mas não conseguiu falar com Rafinha.
A ENTRADA NO STAND-UP
O primeiro show foi no final do ano passado, num bar em Araraquara. “Fazia tempo que queríamos trazer uma atração de São Paulo para fazer um stand-up.”
Depois da ida à capital e dos incentivos recebidos, pôs a cara para bater. Na contramão de quem começa no stand-up, com textos de cinco a dez minutos, Loureiro montou um de uma hora.
“Minha primeira apresentação tinha umas 350 pessoas na plateia. Consegui fazer o povo rir do começo ao fim.”
A fisioterapeuta Lívia Cardillo, 30, assistiu a esse primeiro show. “Gostei muito. O Fabrício usa bastante o acidente dele e sua nova condição de uma forma que não é agressiva.”
A DEFICIÊNCIA NO SHOW
Nos shows, o humorista faz piadas sobre o cotidiano, com assuntos que estão na mídia, temas sociais e, claro, também sua condição de cadeirante.
“Levo ao palco experiências engraçadas que eu já vivi”, diz. “Muitas piadas são inventadas também.”
E como lidar de forma bem humorada com a reviravolta que a vida deu?
“A verdade mesmo é que todo palhaço é triste. Cada um sabe onde o calo aperta. O meu é a deficiência”, afirma. “Mas não me escondo atrás disso.”
Apesar dos elogios pelo bom humor, Loureiro também já travou embates pela internet. Um caso recente foi com o deputado Jean Wyllys (PSOL). Ambos trocaram farpas pela rede social Twitter após Loureiro discordar de um dos textos do parlamentar.
Wyllys rebateu e disse que “um ser unicelular deveria ser mais esperto” do que o humorista de Araraquara.
Loureiro dá risadas e quer rir mais. Continua apostando no blog, faz apresentações de stand-up pela região e ainda quer uma vaga no Risadaria, maior campeonato dessa categoria de comédia do Brasil.
“Também vou ser ‘residente’ no Almanaque, o primeiro bar em que me apresentei”, conta.
Os planos são ao menos uma apresentação por mês. A próxima será no dia 30.
O ator e comediante paulistano John Leitão, 34 (conhecido na web pelos vídeos de pegadinhas nas ruas de São Paulo), conhece Loureiro há poucos meses, mas já tem uma opinião sobre o talento dele.
“Ele tem futuro. Sabe lidar com a condição de cadeirante com humor.”
E Loureiro tem vontade de ir para o palco em pé? “Andando ou não, eu quero viver. Quando se tem uma lesão desse tipo, você perde sua intimidade, sua privacidade e sua liberdade.”
Ele diz que a lesão lhe tirou muitas coisas. “Menos a minha essência. Isso não vou perder nunca.”
Fonte: www.standupcomedy.com.
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Posted: 12 Mar 2013 02:01 PM PDT
Sophie Morgan não sente nada do peito para baixo, mas garante que tem prazer. Conheça a sua história
Por: Marta Gonçalves Miranda
Sophie Morgan ficou paralisada após um acidente de automóvel em 2003. Tinha apenas 18 anos. “Sofri uma lesão na coluna vertebral, e desde então que não sinto nada do peito para baixo”, conta a britânica ao ‘Daily Mail’. “Mais ou menos no centro das minhas costelas para cima, porém, tenho mobilidade completa. A minha vida é passada sobretudo na cadeira de rodas. Mas eu tenho relações sexuais.”
Artista, modelo e apresentadora de televisão, em 2005 Sophie Morgan participou numa série da ‘BBC2’, ‘Beyond Boundaries’, onde viajou com um grupo de pessoas com deficiência para Nicarágua. Em 2008, participou no ‘Britain’s Missing Top Model’, um reality show de moda que procurava mulheres incapacitadas para serem modelos. Agora, Sophie fala abertamente sobre um assunto que é ainda um tabu para muitas pessoas: a vida sexual dos deficientes físicos. “As pessoas com deficiência têm sexo”, afirma. “E, mais importante do que isso, nós apreciamo-lo.”
Nos primeiros meses após o acidente, Sophie Morgan passou por todo o tipo de emoções – negação, raiva, medo, depressão e, eventualmente, aceitação do que tinha acontecido. Durante esse período, a ideia de ter sexo nem sequer lhe passou pela cabeça. Os médicos também não lhe falavam sobre o assunto: cirurgiões, fisioterapeutas, psicoterapeutas, estavam todos mais concentrados em ajudá-la a retomar a sua vida do que a abordar essas questões.
“Assumi que a minha vida como paraplégica seria uma vida de celibato”, confessa Sophie. “Mas, então, aconteceu algo completamente inesperado.”
Morgan apaixonou-se. Quando entrou para uma escola de arte, conheceu um surfista de cabelos compridos chamado Olly. A relação não durou muito, porém Sophie descobriu que afinal ainda conseguia ter prazer. “Eu conseguia sentir a penetração e, melhor ainda, ter orgasmos. Essas sensações eram sem sombra de dúvida diferentes das que tinha antes do acidente. Mas se era claro que o dano na minha medula espinal tinha afectado grande parte do meu corpo, outras vias nervosas estavam claramente a funcionar.”
Alguns meses depois, Sophie visitou um amigo da universidade, e foi apresentada aos seus colegas de casa. Foi nesse momento que conheceu Tom, de 28 anos. “O Tom e eu demo-nos bem, mas não aconteceu nada. Mais tarde, ele admitiu-me que apesar de me achar ‘linda’, assumiu que eu seria incapaz de ter relações ou filhos”, revela Morgan ao ‘Daily Mail’.
Tom acabou por perguntar ao amigo se Sophie podia ter sexo. “Eu costumo brincar a dizer que as únicas três coisas que as pessoas realmente querem saber sobre mim é: ‘podes ter sexo?’, ‘podes ter filhos?’ e ‘como é que vais à casa de banho?’”, brinca a jovem britânica. O amigo assegurou-lhe que sim, e pouco tempo depois começaram a namorar. “Eu não fiquei zangada, nem sequer surpreendida”, garante Sophie ao ‘Daily Mail’. “Afinal de contas, eu tinha pensado sobre o mesmo durante muito tempo.”
“Mas a minha experiência é a minha experiência”, continua. “Como qualquer incapacidade, a experiência de cada pessoa com deficiência é ligeiramente diferente. Só porque eu consigo sentir alguma coisa, isso não quer dizer que todos os paraplégicos consigam.”
É o caso de Berry West, 36, um artista amigo de Sophie. Após um acidente de automóvel, o jovem ficou paralisado do pescoço para baixo. Tinha 17 anos. Desde então, o sexo tornou-se um pouco diferente. “Eu não tenho qualquer sensação ou controlo do meu pénis, mas ainda sou capaz de dar prazer a uma mulher. Por isso acabo por apreciar o sexo, apenas de uma maneira diferente.”
Seis anos depois de ter começado a namorar com Tom, Sophie está noiva. “É triste descobrir quantas pessoas – incluindo alguns dos meus amigos mais próximos – permanecem inconscientes do facto de os indivíduos com deficiência quererem, precisarem e terem sexo. A importância da intimidade não pode ser subestimada”, afirma Sophie. “Todos nós – literal e figurativamente – merecemos um final feliz.”
Fonte: www.sabado.pt
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Blog do Prof de Ed. Física MSc SERGIO CASTRO,da Pós Graduação em Educação Especial e Tecnologia Assistiva da Universidade Cândido Mendes(AVM) ;Ex-professor da Universidade Estácio de Sá e Ex-Coordenador de Esportes para Pessoas com Deficiências (PcD) do Projeto RIO 2016 da SEEL RJ ,destinado a fornecer informações sobre pessoas com deficiência(PcD) e com Necessidades Educativas Especiais(PNEE), bem como a pessoas interessadas nesta área ( estudantes, pais, parentes, amigos e pesquisadores)
quinta-feira, 14 de março de 2013
Humorista cadeirante é destaque em matéria da Folha de São Paulo
quarta-feira, 13 de março de 2013
De muletas, mesatenista amputado é campeão nacional contra atletas sem deficiência
Publicado em 11 de março de 2013 às 09h28 - Atualizado em 00.00.0000 às 12:00
Todos os presentes no ginásio da AABB, em Brasília, onde aconteceu a Copa Brasil de Tênis de Mesa, aplaudiram a premiação da categoria Absoluto C, neste domingo. O motivo foi, mesmo, digno de palmas. O vencedor, Marcelo Cardim, é amputado, não pode usar próteses e, jogando apoiado na muleta, ficou com o título entre rivais sem deficiência.“Foi muito boa essa conquista, fiquei feliz por serem jogos difíceis e por conseguir me adaptar. Estou evoluindo e espero ter também algumas conquistas no paraolímpico, nos próximos eventos”.
Cardim é mesatenista da Classe 8, tida como a mais forte do Brasil na categoria, mas deve descer para a Classe 7 quando apresentar seu laudo médico comprovando que não pode mais usar próteses. Mas se o ser humano é capaz de se adaptar a tudo, com ele não foi diferente.
“É engraçado, mas eu acho que joguei até melhor de muleta. Eu uso pino (borracha ao contrário, que inverte o efeito do adversário), aí consigo impedir que o adversário jogue com muito conforto. Deixo o jogo mais lento para mim, do jeito que prefiro”.
O jogador vive em Caraguatatuba, litoral norte de São Paulo, mas está prestes a se mudar para Bauru, no interior paulista, onde a equipe local vem se fortalecendo, tanto no cenário olímpico, quanto no paraolímpico. Lá, espera desenvolver ainda mais seu jogo para disputar contra seus adversários na Classe. “Preciso também perder um pouco de peso (risos)”.
Mais Classe 8
Outros adversários de Marcelo se destacaram entre os olímpicos. Israel Stroh e Luiz Filipe Manara foram semifinalistas no Absoluto B, outra subdivisão da categoria adulto. Manara foi também campeão da classe 8, enquanto Stroh ficou em terceiro.
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sábado, 9 de março de 2013
Complicações do Nanismo
Complicações do Nanismo
Complicações de nanismo transtornos relacionados podem variar muito, mas algumas complicações são comuns a uma série de condições.
Nanismo desproporcional
As características próprias do crânio, coluna e membros compartilhados pela maioria dos formulários de resultado de nanismo desproporcional em alguns problemas comuns:
Atrasos no desenvolvimento motor habilidades, como sentar-se, engatinhar e andar
Freqüentes infecções de ouvido (otite média) e risco de perda auditiva
Arqueamento das pernas (Genu Varum)
Dificuldade em respirar durante o sono (apnéia do sono)
A pressão sobre a medula espinhal na base do crânio
O excesso de fluido ao redor do cérebro (hidrocefalia)
Dentes apinhados
Hunching grave progressiva (cifose) ou balançando (lordose) das costas
Na idade adulta, estreitamento do canal na parte inferior da coluna (estenose espinal lombossacral), resultando em pressão sobre a medula espinhal e dor posterior ou dormência nas pernas
Artrite na idade adulta
O ganho de peso que pode complicar ainda mais problemas com junções e a pressão da coluna e local sobre os nervos
Freqüentes infecções de ouvido (otite média) e risco de perda auditiva
Arqueamento das pernas (Genu Varum)
Dificuldade em respirar durante o sono (apnéia do sono)
A pressão sobre a medula espinhal na base do crânio
O excesso de fluido ao redor do cérebro (hidrocefalia)
Dentes apinhados
Hunching grave progressiva (cifose) ou balançando (lordose) das costas
Na idade adulta, estreitamento do canal na parte inferior da coluna (estenose espinal lombossacral), resultando em pressão sobre a medula espinhal e dor posterior ou dormência nas pernas
Artrite na idade adulta
O ganho de peso que pode complicar ainda mais problemas com junções e a pressão da coluna e local sobre os nervos
Nanismo proporcional
Com nanismo proporcional, problemas de crescimento e desenvolvimento, muitas vezes resultar em complicações com órgãos não desenvolvidos. Por exemplo, problemas cardíacos frequentemente presentes no síndroma de Turner podem ter um efeito significativo sobre a saúde geral de uma criança. Uma ausência de maturação de gênero associada à deficiência de hormônio de crescimento ou síndrome de Turner afeta não apenas o desenvolvimento físico, mas também o funcionamento social.
Gravidez
As mulheres com nanismo desproporcional podem desenvolver problemas respiratórios durante a gravidez. Uma cesariana é quase sempre necessário, pois o tamanho e forma da pelve não permite a entrega normal sucesso.
Percepções públicas
A maioria das pessoas com nanismo prefere não ser rotulado por uma condição. Contudo, algumas pessoas podem se referir a si mesmos como anões ou pessoas pequenas. A palavra “anão” é geralmente considerado um termo pejorativo.
Pessoas de altura média pode ter ideias erradas sobre pessoas com nanismo. Alguns acreditam erroneamente que todas as pessoas com nanismo têm limitadas capacidades intelectuais ou transtornos de personalidade. A julgar pela altura maturidade em vez de idade, algumas pessoas podem tratar as pessoas com nanismo como crianças.
Há também uma longa história de pessoas com nanismo sendo tratados como espetáculos de entretenimento. E a imagem das pessoas com nanismo em filmes modernos muitas vezes recorre a estereótipos.
As crianças com nanismo são particularmente vulneráveis a provocações e ridicularização dos colegas de classe. Porque nanismo é relativamente incomum, crianças podem se sentir isolados de seus pares.
Tratamentos para Nanismo
Tratamentos para Nanismo
A maioria dos tratamentos de nanismo não aumentar estatura, mas pode aliviar os problemas causados por complicações.
Comuns tratamentos cirúrgicos
Procedimentos cirúrgicos que podem corrigir problemas com os ossos em pessoas com nanismo desproporcional incluem:
Inserção de grampos de metal nas extremidades dos ossos longos, onde o crescimento ocorre (placas de crescimento) , a fim de corrigir a direcção em que os ossos estão crescendo
Dividir um osso do membro, endireitando-o e inserindo placas de metal para mantê-lo no lugar
Inserindo hastes ou grampos para ajudar a corrigir a forma da coluna vertebral
O aumento do tamanho da abertura nos ossos da coluna vertebral (vértebras) para aliviar a pressão sobre a medula espinal
Dividir um osso do membro, endireitando-o e inserindo placas de metal para mantê-lo no lugar
Inserindo hastes ou grampos para ajudar a corrigir a forma da coluna vertebral
O aumento do tamanho da abertura nos ossos da coluna vertebral (vértebras) para aliviar a pressão sobre a medula espinal
Alongamento ósseo
Algumas pessoas com nanismo eleger se submeter a cirurgia de alongamento de membros. Com este procedimento, o cirurgião divide um osso comprido em duas ou mais secções, separa as seções um pouco e suspensórios o osso e membro com metal externo “andaime.” Pinos e parafusos sobre este quadro são ajustadas periodicamente para manter a tensão entre as seções, permitindo que o osso a crescer gradualmente de volta juntos em um osso completo, mas já.
Este procedimento é controverso para muitas pessoas com nanismo porque, como com todas as cirurgias, há riscos, e porque o “correção” em estatura pode implicar que há algo de errado em ser curto.
A terapia hormonal
Deficiência de hormônio de crescimento é tratada com injeções de uma versão sintética do hormônio. Na maioria dos casos, crianças recebem injeções diárias por vários anos até atingirem uma altura máxima no adulto - muitas vezes dentro da faixa de adulto médio para sua família. O tratamento pode continuar durante toda a adolescência e início da idade adulta para garantir a maturação adulto, tais como o ganho apropriada no músculo ou gordura. O tratamento pode ser completada com outras hormonas relacionadas se eles também são deficientes.
O tratamento para as meninas com síndrome de Turner também requer estrogênio e terapia hormonal relacionada para que eles para começar a puberdade e alcançar o desenvolvimento gênero adulto. Terapia de reposição de estrogênio geralmente continua ao longo da vida até que uma mulher atinge a idade média da menopausa.
Os remédios para Nanismo
Converse com seu pediatra ou um especialista sobre os cuidados em casa. Questões particularmente importantes para as crianças com nanismo desproporcional incluem o seguinte:
Assentos de carro. Use um assento de carro infantil com um dorso firme e pescoço suporta. Continue usando um assento de carro na direção traseira virada para o maior peso e altura possível (e além do limite de idade recomendada).
Portadores infantis e equipamentos de jogo. Evite dispositivos infantil - tais como balanços, carrinhos de guarda-chuva, slings transportando, bancos e operadoras de jumper mochila - que não suportam o pescoço ou que a curva de volta em forma de C.
Apoio adequado. Apóie a cabeça do seu filho e do pescoço, quando ele ou ela está sentada.
Complicações. Acompanhar o seu filho para sinais de infecção de ouvido ou apnéia do sono.
Postura. Promover boa postura, proporcionando um banquinho e uma almofada para a parte inferior das costas quando a criança está sentada.
Dieta saudável. Comece hábitos alimentares saudáveis cedo para evitar problemas posteriores com o ganho de peso.
Atividades saudáveis. Estimular a participação em atividades recreativas apropriadas, como a natação ou andar de bicicleta.
Diagnóstico da Nanismo Seu pediatra provavelmente analisar uma série de fatores, a fim de avaliar o crescimento do seu filho e determinar se ele ou ela tem uma doença relacionada com nanismo. Os testes de diagnóstico podem incluir o seguinte: Medidas. Uma parte regular de um exame bem-bebê médica é a medição da altura, peso e circunferência da cabeça. Em cada visita, o pediatra irá traçar essas medidas em um gráfico. Este gráfico mostra ranking atual do seu filho percentil para cada medição e crescimento esperado no futuro. Esta informação é importante para a identificação de crescimento anormal, tais como atraso de crescimento ou uma cabeça desproporcionalmente grande. Se as tendências nessas cartas são uma preocupação, o pediatra pode fazer medições mais freqüentes ao longo de um período de vários meses. Aparência. Muitos distintas características faciais e esqueléticas estão associadas a cada um dos vários distúrbios nanismo. Aparência de seu filho também pode ajudar o seu pediatra para fazer um diagnóstico. A tecnologia de imagem. O seu médico pode pedir exames radiográficos, tais como raios-X, porque determinadas anomalias do crânio e do esqueleto pode indicar qual o distúrbio seu filho pode ter. Vários dispositivos de imagem também pode revelar a maturação tardia dos ossos, como é o caso de deficiência de hormona de crescimento. A ressonância magnética (MRI) verificação pode revelar alterações da glândula pituitária ou hipotálamo, ambas as quais desempenham um papel na função hormonal. Os testes genéticos. Os testes genéticos são disponíveis para muitos dos genes conhecidos causais do nanismo distúrbios relacionados, mas estes testes muitas vezes não são necessários para fazer um diagnóstico preciso. O seu médico é susceptível de sugerir um teste apenas para distinguir entre os diagnósticos possíveis quando outra evidência é clara, ou como parte do planejamento familiar mais. Se o seu pediatra acredita que sua filha pode ter síndrome de Turner, em seguida, um teste de laboratório especial pode ser feito, que avalia o estado de cromossomos X extraído de células de sangue. A história da família. Seu pediatra pode ter uma história de estatura em irmãos, pais, avós ou outros parentes para ajudar a determinar se a faixa média de altura em sua família inclui baixa estatura. Testes hormonais. O seu médico pode solicitar exames que avaliam os níveis de hormônio de crescimento ou outros hormônios que são fundamentais para o crescimento e desenvolvimento infantil. Equipe de saúde Um certo número de doenças que causam nanismo pode causar uma variedade de problemas de desenvolvimento e complicações médicas. Portanto, vários especialistas podem estar envolvidos na triagem para as condições específicas, fazer diagnósticos, recomendar tratamentos e prestação de cuidados. Esta equipe pode evoluir conforme as necessidades do seu filho mudar, e seu médico de família ou pediatra pode coordenar o cuidado. Especialistas em sua equipe de cuidados podem incluir os seguintes profissionais: Especialista em distúrbio hormonal (endocrinologista) Ouvido, especialista em nariz e garganta (otorrinolaringologista) Especialista em distúrbios do esqueleto (ortopedista) Especialista de coração (cardiologista) Profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra Sistema nervoso especialista anormalidades (neurologista) Dentista especialista em corrigir problemas com o alinhamento dos dentes (ortodontista) Terapeuta de desenvolvimento, especializado em terapia para ajudar a criança a desenvolver comportamentos apropriados à idade, habilidades sociais e habilidades interpessoais Terapeuta ocupacional, especializado em terapia para desenvolver as habilidades diárias e usar produtos que ajudam adaptativos com atividades cotidianas
Diagnóstico da Nanismo
Seu pediatra provavelmente analisar uma série de fatores, a fim de avaliar o crescimento do seu filho e determinar se ele ou ela tem uma doença relacionada com nanismo. Os testes de diagnóstico podem incluir o seguinte:
Medidas. Uma parte regular de um exame bem-bebê médica é a medição da altura, peso e circunferência da cabeça. Em cada visita, o pediatra irá traçar essas medidas em um gráfico. Este gráfico mostra ranking atual do seu filho percentil para cada medição e crescimento esperado no futuro. Esta informação é importante para a identificação de crescimento anormal, tais como atraso de crescimento ou uma cabeça desproporcionalmente grande. Se as tendências nessas cartas são uma preocupação, o pediatra pode fazer medições mais freqüentes ao longo de um período de vários meses.
Aparência. Muitos distintas características faciais e esqueléticas estão associadas a cada um dos vários distúrbios nanismo. Aparência de seu filho também pode ajudar o seu pediatra para fazer um diagnóstico.
A tecnologia de imagem. O seu médico pode pedir exames radiográficos, tais como raios-X, porque determinadas anomalias do crânio e do esqueleto pode indicar qual o distúrbio seu filho pode ter. Vários dispositivos de imagem também pode revelar a maturação tardia dos ossos, como é o caso de deficiência de hormona de crescimento. A ressonância magnética (MRI) verificação pode revelar alterações da glândula pituitária ou hipotálamo, ambas as quais desempenham um papel na função hormonal.
Os testes genéticos. Os testes genéticos são disponíveis para muitos dos genes conhecidos causais do nanismo distúrbios relacionados, mas estes testes muitas vezes não são necessários para fazer um diagnóstico preciso. O seu médico é susceptível de sugerir um teste apenas para distinguir entre os diagnósticos possíveis quando outra evidência é clara, ou como parte do planejamento familiar mais. Se o seu pediatra acredita que sua filha pode ter síndrome de Turner, em seguida, um teste de laboratório especial pode ser feito, que avalia o estado de cromossomos X extraído de células de sangue.
A história da família. Seu pediatra pode ter uma história de estatura em irmãos, pais, avós ou outros parentes para ajudar a determinar se a faixa média de altura em sua família inclui baixa estatura.
Testes hormonais. O seu médico pode solicitar exames que avaliam os níveis de hormônio de crescimento ou outros hormônios que são fundamentais para o crescimento e desenvolvimento infantil.
Equipe de saúde
Um certo número de doenças que causam nanismo pode causar uma variedade de problemas de desenvolvimento e complicações médicas. Portanto, vários especialistas podem estar envolvidos na triagem para as condições específicas, fazer diagnósticos, recomendar tratamentos e prestação de cuidados. Esta equipe pode evoluir conforme as necessidades do seu filho mudar, e seu médico de família ou pediatra pode coordenar o cuidado. Especialistas em sua equipe de cuidados podem incluir os seguintes profissionais:
Especialista em distúrbio hormonal (endocrinologista)
Ouvido, especialista em nariz e garganta (otorrinolaringologista)
Especialista em distúrbios do esqueleto (ortopedista)
Especialista de coração (cardiologista)
Profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra
Sistema nervoso especialista anormalidades (neurologista)
Dentista especialista em corrigir problemas com o alinhamento dos dentes (ortodontista)
Terapeuta de desenvolvimento, especializado em terapia para ajudar a criança a desenvolver comportamentos apropriados à idade, habilidades sociais e habilidades interpessoais
Terapeuta ocupacional, especializado em terapia para desenvolver as habilidades diárias e usar produtos que ajudam adaptativos com atividades cotidianas
Ouvido, especialista em nariz e garganta (otorrinolaringologista)
Especialista em distúrbios do esqueleto (ortopedista)
Especialista de coração (cardiologista)
Profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra
Sistema nervoso especialista anormalidades (neurologista)
Dentista especialista em corrigir problemas com o alinhamento dos dentes (ortodontista)
Terapeuta de desenvolvimento, especializado em terapia para ajudar a criança a desenvolver comportamentos apropriados à idade, habilidades sociais e habilidades interpessoais
Terapeuta ocupacional, especializado em terapia para desenvolver as habilidades diárias e usar produtos que ajudam adaptativos com atividades cotidianas
Seu pediatra provavelmente analisar uma série de fatores, a fim de avaliar o crescimento do seu filho e determinar se ele ou ela tem uma doença relacionada com nanismo. Os testes de diagnóstico podem incluir o seguinte:
Medidas. Uma parte regular de um exame bem-bebê médica é a medição da altura, peso e circunferência da cabeça. Em cada visita, o pediatra irá traçar essas medidas em um gráfico. Este gráfico mostra ranking atual do seu filho percentil para cada medição e crescimento esperado no futuro. Esta informação é importante para a identificação de crescimento anormal, tais como atraso de crescimento ou uma cabeça desproporcionalmente grande. Se as tendências nessas cartas são uma preocupação, o pediatra pode fazer medições mais freqüentes ao longo de um período de vários meses.
Aparência. Muitos distintas características faciais e esqueléticas estão associadas a cada um dos vários distúrbios nanismo. Aparência de seu filho também pode ajudar o seu pediatra para fazer um diagnóstico.
A tecnologia de imagem. O seu médico pode pedir exames radiográficos, tais como raios-X, porque determinadas anomalias do crânio e do esqueleto pode indicar qual o distúrbio seu filho pode ter. Vários dispositivos de imagem também pode revelar a maturação tardia dos ossos, como é o caso de deficiência de hormona de crescimento. A ressonância magnética (MRI) verificação pode revelar alterações da glândula pituitária ou hipotálamo, ambas as quais desempenham um papel na função hormonal.
Os testes genéticos. Os testes genéticos são disponíveis para muitos dos genes conhecidos causais do nanismo distúrbios relacionados, mas estes testes muitas vezes não são necessários para fazer um diagnóstico preciso. O seu médico é susceptível de sugerir um teste apenas para distinguir entre os diagnósticos possíveis quando outra evidência é clara, ou como parte do planejamento familiar mais. Se o seu pediatra acredita que sua filha pode ter síndrome de Turner, em seguida, um teste de laboratório especial pode ser feito, que avalia o estado de cromossomos X extraído de células de sangue.
A história da família. Seu pediatra pode ter uma história de estatura em irmãos, pais, avós ou outros parentes para ajudar a determinar se a faixa média de altura em sua família inclui baixa estatura.
Testes hormonais. O seu médico pode solicitar exames que avaliam os níveis de hormônio de crescimento ou outros hormônios que são fundamentais para o crescimento e desenvolvimento infantil.
Equipe de saúde
Um certo número de doenças que causam nanismo pode causar uma variedade de problemas de desenvolvimento e complicações médicas. Portanto, vários especialistas podem estar envolvidos na triagem para as condições específicas, fazer diagnósticos, recomendar tratamentos e prestação de cuidados. Esta equipe pode evoluir conforme as necessidades do seu filho mudar, e seu médico de família ou pediatra pode coordenar o cuidado. Especialistas em sua equipe de cuidados podem incluir os seguintes profissionais:
Especialista em distúrbio hormonal (endocrinologista)
Ouvido, especialista em nariz e garganta (otorrinolaringologista)
Especialista em distúrbios do esqueleto (ortopedista)
Especialista de coração (cardiologista)
Profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra
Sistema nervoso especialista anormalidades (neurologista)
Dentista especialista em corrigir problemas com o alinhamento dos dentes (ortodontista)
Terapeuta de desenvolvimento, especializado em terapia para ajudar a criança a desenvolver comportamentos apropriados à idade, habilidades sociais e habilidades interpessoais
Terapeuta ocupacional, especializado em terapia para desenvolver as habilidades diárias e usar produtos que ajudam adaptativos com atividades cotidianas
Ouvido, especialista em nariz e garganta (otorrinolaringologista)
Especialista em distúrbios do esqueleto (ortopedista)
Especialista de coração (cardiologista)
Profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra
Sistema nervoso especialista anormalidades (neurologista)
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Terapeuta de desenvolvimento, especializado em terapia para ajudar a criança a desenvolver comportamentos apropriados à idade, habilidades sociais e habilidades interpessoais
Terapeuta ocupacional, especializado em terapia para desenvolver as habilidades diárias e usar produtos que ajudam adaptativos com atividades cotidianas
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1ª professora com Down do país defende inclusão em escola regular
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Posted: 07 Mar 2013 04:01 PM PST
Débora Seabra, de 31 anos, é professora
assistente em Natal (RN). 'A escola regular
me fez sentir incluída', diz.
Vanessa Fajardo
Seja na aula de spinning, de musculação, nas oficinas de teatro ou no trato com as crianças no trabalho como professora, Débora Araújo Seabra de Moura, de 31 anos, prova que a inclusão é possível. Moradora de Natal (RN), ela estudou exclusivamente na rede regular de ensino, e foi a primeira pessoa com síndrome de Down a se formar no magistério, em nível médio, no Brasil, em 2005. Fez estágio na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e há nove anos trabalha como professora assistente em um colégio particular tradicional de Natal, a Escola Doméstica. Débora considera que sua vida escolar teve mais experiências positivas. "A escola regular me fez sentir incluída com as outras crianças. Para mim não existe separação. Superei preconceitos, fiz muitas amizades e mostrei para as pessoas o que era a inclusão", afirma. Neste ano, a missão da jovem na Escola Doméstica é ajudar a cuidar e alfabetizar uma sala com 28 crianças de 6 a 7 anos do 1º ano do ensino fundamental. "Eu gosto das crianças. Tenho paciência, só alguns são bagunceiros e a maioria é focado. Se eu sou brava? Não, sou normal, trato eles super bem", diz. A professora diz que foi muito bem recebida pelos funcionários, professores e alunos da escola que de vez em quando a questionam sobre as diferenças. "Às vezes as crianças me perguntam: 'Tia por que você fala assim?'. Aí eu respondo: 'Minha fala é essa, cada um fala de um jeito, de forma diferente'. Aproveito e explico que tenho síndrome Down e eles entendem."
Desinformação Há 31 anos quando Débora nasceu pouco se sabia sobre a síndrome de Down. Na época, as crianças que têm olhos amendoados e podem ter habilidade cognitiva comprometida por conta presença do cromossomo 21 eram chamadas de maneira pejorativa de 'mongoloides'. Receosos, os pais em sua maioria optavam em matricular os filhos nas escolas especiais. Eles achavam de maneira errônea que ao restringir o contato das crianças aos deficientes as chances de adaptação eram maiores. Contrariando esta tendência, o médico psiquiatra José Robério, de 72 anos, e a advogada Margarida, 71, pais de Débora não imaginaram outra escola para a garota, se não a regular. Foi assim por toda a vida escolar, nem sempre fácil. Ainda na educação infantil, Débora lembra de ter sido chamada de 'mongol' por um garoto. Ela chorou, ficou magoada, mas encontrou na professora uma aliada que explicou à classe que 'mongois' eram os habitantes da Mongólia e ainda ensinou as crianças o que era a síndrome de Down.
'Amor se sobrepõe' A mãe relata: "Nunca cogitei uma escola especial porque Débora era uma criança comum. A escola especial era discriminatória e ela precisava de desafios. Não sabia muito bem como seria, mas estava aberta para ajudar minha filha a encarar qualquer coisa". Engajada na causa, em 1983, Margarida fundou a Associação de Síndrome de Down, em Natal, com o objetivo de conscientizar a população e batalhar pelo fim do preconceito. "Quando eu soube que Débora tinha Down foi como seu eu tivesse virado do avesso. A perspectiva era tenebrosa, não havia informação, mas o amor se sobrepõe a qualquer deficiência", afirma Margarida. "Criamos a Débora desprovida de total preconceito, sempre a tratei igual ao meu filho mais velho [Frederico, advogado, de 33 anos], o assunto nunca foi tabu. Ela é uma moça como qualquer outra, sonha, deseja, tem planos, é descolada e bem aceita em qualquer ambiente." Por conta de sua experiência com professora, Débora já foi convidada para palestrar em várias partes do país e até fora dele, como Argentina e Portugal. Sempre que pode participa de iniciativas para ajudar a combater o preconceito. "Ainda existe e acho que as palestras ajudam a diminui-lo. Muitos professores foram assistir minhas palestras e fui aplaudida em pé pela plateia." No dia 21 de março quando se comemora o Dia Internacional da Pessoa com Síndrome de Down, Débora vai apresentar uma peça teatral junto com outros professores da Escola Doméstica de Natal para explicar o que é a síndrome aos alunos. Ela fez aulas de teatro por três anos. Outro plano é lançar um livro de pequenas fábulas, todas de cunho moral que abordam a inclusão.
Fonte: G1
sexta-feira, 8 de março de 2013
PARABÉNS A TODAS AS MULHERES COM E SEM DEFICIÊNCIA!
Deficiente Ciente
PARABÉNS A TODAS AS MULHERES COM E SEM DEFICIÊNCIA!
O Dia Internacional das Mulheres tem várias versões para o seu surgimento em todo o mundo, mas o importante é lembrar a importância e força do sexo feminino no mundo.
O Dia Internacional da Mulher é comemorado em 8 de março, sendo que tem como origem as manifestações de grupos femininos russos por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada da Rússia czarista na Primeira Guerra Mundial. Essas manifestações marcaram o início da Revolução de 1917. Porém, a ideia de reservar um dia da mulher já havia aparecido desde os primeiros anos do século XX, nos Estados Unidos e na Europa, em meio as lutas de mulheres por melhores condições de vida e trabalho, bem como pelo direito de voto.
A proposta do Dia Internacional da Mulher foi iniciada na virada do século XX, durante o processo de industrialização e expansão econômica, que levou a grandes protestos sobre as condições de trabalho. As mulheres empregadas em fábricas de vestuário têxtil foram protagonistas de um desses protestos em 08 de março de 1857 em Nova Iorque. O protesto requeria melhores condições de trabalho e salários mais altos.
Porém o que levou mesmo a essa data ser comemorada mundialmente foi a tese do incêndio provocado na fábrica da Triangle Shirtwaist, que também ocorreu em Nova Iorque, em 25 de março de 1911. Onde foi registrada cerca de 146 mortes. Segundo relatos, cerca de 129 trabalhadoras foram trancadas e queimadas vivas. O incêndio da fábrica Triangle, é até hoje, o pior incêndio da história de Nova Iorque.
Depois desse episódio, muitos outros protestos foram feitos, e um que se destacou foi o de 1908, onde 15.000 mulheres marcharam sobre a cidade de Nova Iorque exigindo a redução da carga horária, melhores salários e o direito de voto. Sendo assim, o primeiro Dia Internacional da Mulher seguiu-se em 28 de fevereiro de 1909 nos Estados Unidos após uma declaração do Partido Socialista da América. Em 1910 ocorreu a primeira conferência internacional sobre a mulher em Copenhague, dirigida pela Internacional Socialista, e assim, o Dia Internacional da Mulher foi estabelecido.
Dia da Mulher no Ocidente
No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado no começo do século, até a década de 1920. Na antiga União Soviética, durante o stalinismo, a data tornou-se elemento de propaganda partidária. Nos países ocidentais, a comemoração caiu no esquecimento por um longo período e foi somente recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960. Na atualidade, a celebração do Dia Internacional da Mulher perdeu parcialmente o seu sentido original, adquirindo um caráter festivo e comercial. Em 1975, foi designado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher e, em dezembro de 1977, o Dia Internacional da Mulher foi adotado pelas Nações Unidas, para lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas do público feminino.
No decorrer nos anos muitas mulheres se destacaram na história, por razões distintas, cada uma delas tem hoje seu nome lembrado.
Fonte: Mundo das Tribos
Conheço grandes mulheres, mas como não há espaço para colocar todas as fotos aqui, deixo algumas para representar todas as mulheres com e sem deficiência.
Parabéns mulheres guerreiras, determinadas e inspiradoras!
PARABÉNS A TODAS AS MULHERES COM E SEM DEFICIÊNCIA!
O Dia Internacional das Mulheres tem várias versões para o seu surgimento em todo o mundo, mas o importante é lembrar a importância e força do sexo feminino no mundo.
O Dia Internacional da Mulher é comemorado em 8 de março, sendo que tem como origem as manifestações de grupos femininos russos por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada da Rússia czarista na Primeira Guerra Mundial. Essas manifestações marcaram o início da Revolução de 1917. Porém, a ideia de reservar um dia da mulher já havia aparecido desde os primeiros anos do século XX, nos Estados Unidos e na Europa, em meio as lutas de mulheres por melhores condições de vida e trabalho, bem como pelo direito de voto.
A proposta do Dia Internacional da Mulher foi iniciada na virada do século XX, durante o processo de industrialização e expansão econômica, que levou a grandes protestos sobre as condições de trabalho. As mulheres empregadas em fábricas de vestuário têxtil foram protagonistas de um desses protestos em 08 de março de 1857 em Nova Iorque. O protesto requeria melhores condições de trabalho e salários mais altos.
Porém o que levou mesmo a essa data ser comemorada mundialmente foi a tese do incêndio provocado na fábrica da Triangle Shirtwaist, que também ocorreu em Nova Iorque, em 25 de março de 1911. Onde foi registrada cerca de 146 mortes. Segundo relatos, cerca de 129 trabalhadoras foram trancadas e queimadas vivas. O incêndio da fábrica Triangle, é até hoje, o pior incêndio da história de Nova Iorque.
Depois desse episódio, muitos outros protestos foram feitos, e um que se destacou foi o de 1908, onde 15.000 mulheres marcharam sobre a cidade de Nova Iorque exigindo a redução da carga horária, melhores salários e o direito de voto. Sendo assim, o primeiro Dia Internacional da Mulher seguiu-se em 28 de fevereiro de 1909 nos Estados Unidos após uma declaração do Partido Socialista da América. Em 1910 ocorreu a primeira conferência internacional sobre a mulher em Copenhague, dirigida pela Internacional Socialista, e assim, o Dia Internacional da Mulher foi estabelecido.
Dia da Mulher no Ocidente
No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado no começo do século, até a década de 1920. Na antiga União Soviética, durante o stalinismo, a data tornou-se elemento de propaganda partidária. Nos países ocidentais, a comemoração caiu no esquecimento por um longo período e foi somente recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960. Na atualidade, a celebração do Dia Internacional da Mulher perdeu parcialmente o seu sentido original, adquirindo um caráter festivo e comercial. Em 1975, foi designado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher e, em dezembro de 1977, o Dia Internacional da Mulher foi adotado pelas Nações Unidas, para lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas do público feminino.
No decorrer nos anos muitas mulheres se destacaram na história, por razões distintas, cada uma delas tem hoje seu nome lembrado.
Fonte: Mundo das Tribos
Conheço grandes mulheres, mas como não há espaço para colocar todas as fotos aqui, deixo algumas para representar todas as mulheres com e sem deficiência.
Parabéns mulheres guerreiras, determinadas e inspiradoras!
Designers criam acessório de iPhone que auxilia cegos a se guiar pelas ruas
Deficiente Ciente
Em um projeto de apenas 36 horas para o Copenhagen Institute of Interaction Design (CIID), em Copenhagen, na Dinamarca, os designers Andrew Spitz, Markus Schmeiduch e Ruben Van Der Vleuten desenvolveram um assessório de iPhone para deficientes visuais que desejam se localizar.

Chamado de Blind Maps, a interface interativa em braile e cegos a se locomoverem com mais segurança pelas ruas. O dispositivo ainda oferece um feedback em tempo real e informações em áudio.

Enquanto caminha, o usuário é notificado da existência de cruzamentos nas proximidades, curvas ou algum outro obstáculo que mereça atenção extra. Para entender melhor como funciona, confira o vídeo abaixo:
Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios

Chamado de Blind Maps, a interface interativa em braile e cegos a se locomoverem com mais segurança pelas ruas. O dispositivo ainda oferece um feedback em tempo real e informações em áudio.

Enquanto caminha, o usuário é notificado da existência de cruzamentos nas proximidades, curvas ou algum outro obstáculo que mereça atenção extra. Para entender melhor como funciona, confira o vídeo abaixo:
Fonte: Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios
Tags:Deficiência Visual
20 dúvidas mais importantes sobre a inclusão
Deficiente Ciente
As soluções para os dilemas que o gestor enfrenta ao receber alunos com deficiência
Fonte: Blog Johanna Melo Franco
Referência: Site Inclusive
Foi a favor da diversidade e pensando no direito de todos de aprender que a Lei nº 7.853 (que obriga todas as escolas a aceitar matrículas de alunos com deficiência e transforma em crime a recusa a esse direito) foi aprovada em 1989 e regulamentada em 1999. Graças a isso, o número de crianças e jovens com deficiência nas salas de aula regulares não para de crescer: em 2001, eram 81 mil; em 2002, 110 mil; e 2009, mais de 386 mil – aí incluídas as deficiências, o Transtorno Global do Desenvolvimento e as altas habilidades.
Hoje, boa parte das escolas tem estudantes assim. Mas você tem certeza de que oferece um atendimento adequado e promove o desenvolvimento deles? Muitos gestores ainda não sabem como atender às demandas específicas e, apesar de acolher essas crianças e jovens, ainda têm dúvidas em relação à eficácia da inclusão, ao trabalho de convencimento dos pais (de alunos com e sem deficiência) e da equipe, à adaptação do espaço e dos materiais pedagógicos e aos procedimentos administrativos necessários.
Para quebrar antigos paradigmas e incluir de verdade, todo diretor tem um papel central. Afinal, é da gestão escolar que partem as decisões sobre a formação dos professores, as mudanças estruturais e as relações com os familiares.Você encontra respostas para as 20 dúvidas mais importantes sobre a inclusão.
1. Como ter certeza de que um aluno com deficiência está apto a frequentar a escola?
Aos olhos da lei, essa questão não existe – todos têm esse direito. Só em alguns casos é necessária uma autorização dos profissionais de saúde que atendem essa criança. É dever do estado oferecer ainda uma pessoa para ajudar a cuidar desse aluno e todos os equipamentos específicos necessários.Cabe ao gestor oferecer as condições adequadas conforme a realidade de sua escola.
As soluções para os dilemas que o gestor enfrenta ao receber alunos com deficiência
Fonte: Blog Johanna Melo Franco
Referência: Site Inclusive
Foi a favor da diversidade e pensando no direito de todos de aprender que a Lei nº 7.853 (que obriga todas as escolas a aceitar matrículas de alunos com deficiência e transforma em crime a recusa a esse direito) foi aprovada em 1989 e regulamentada em 1999. Graças a isso, o número de crianças e jovens com deficiência nas salas de aula regulares não para de crescer: em 2001, eram 81 mil; em 2002, 110 mil; e 2009, mais de 386 mil – aí incluídas as deficiências, o Transtorno Global do Desenvolvimento e as altas habilidades.
Hoje, boa parte das escolas tem estudantes assim. Mas você tem certeza de que oferece um atendimento adequado e promove o desenvolvimento deles? Muitos gestores ainda não sabem como atender às demandas específicas e, apesar de acolher essas crianças e jovens, ainda têm dúvidas em relação à eficácia da inclusão, ao trabalho de convencimento dos pais (de alunos com e sem deficiência) e da equipe, à adaptação do espaço e dos materiais pedagógicos e aos procedimentos administrativos necessários.
Para quebrar antigos paradigmas e incluir de verdade, todo diretor tem um papel central. Afinal, é da gestão escolar que partem as decisões sobre a formação dos professores, as mudanças estruturais e as relações com os familiares.Você encontra respostas para as 20 dúvidas mais importantes sobre a inclusão.
1. Como ter certeza de que um aluno com deficiência está apto a frequentar a escola?
Aos olhos da lei, essa questão não existe – todos têm esse direito. Só em alguns casos é necessária uma autorização dos profissionais de saúde que atendem essa criança. É dever do estado oferecer ainda uma pessoa para ajudar a cuidar desse aluno e todos os equipamentos específicos necessários.Cabe ao gestor oferecer as condições adequadas conforme a realidade de sua escola.
quinta-feira, 7 de março de 2013
Atendimento Educacional Especializado (AEE) Sala de Recursos Multifuncionais: Trajetória da Educação Especial
Atendimento Educacional Especializado (AEE) Sala de Recursos Multifuncionais: Trajetória da Educação Especial: Ao analisarmos a história da Educação Especial no Brasil e no mundo, percebemos que as pessoas com necessidades especiais, já sofreram mui...
Natalense com paralisia cerebral faz pós-graduação em neurociência
Deficiente Ciente
Cícera Bruna teve problemas no parto e nasceu com limitações. Hoje, com 28 anos, é formada em psicologia e já escreveu um livro.
“Uma luta incansável”. O título da autobiografia da natalense Cícera Bruna Silva de Sousa resume a história de superação de uma mulher de 28 anos e que hoje trabalha numa clínica de reabilitação para pessoas com limitações físicas. A personagem poderia ser apenas uma entre tantas que buscam sobrepor seus próprios obstáculos, não fosse o fato dela própria ter paralisia cerebral. E mais: Bruna é psicóloga. Sozinha, ainda fez intercâmbio na Inglaterra, onde aprendeu a falar inglês básico. E, atualmente, cursa pós-graduação em neurociência.
A batalha dos estudantes com deficiência nas universidades
Jovem com paralisia cerebral realiza sonho e se forma em Administração
Guilherme Finotti, 20 anos, com paralisia cerebral se formou em Sistemas para Internet
Bruna sofreu a paralisia cerebral durante o parto, em razão de um prolapso de cordão umbilical. Isso ocorre quando o cordão umbilical sai pela vagina antes de o bebê ser retirado, o que impede a passagem do sangue pelo cordão. A complicação pode provocar a morte fetal ou mesmo problemas de saúde que afetam o desenvolvimento da criança. Bruna sobreviveu, mas herdou dificuldades na fala e limitações motoras. Ela anda e se movimenta lentamente.
Mesmo com as limitações, Bruna concluiu psicologia em 2010, numa universidade particular de Natal. E não pensa em parar. Hoje, ela cursa pós-graduação em neurociência em outra faculdade da capital potiguar.
Com um sorriso largo e bastante disposição, a psicóloga diz que é feliz com o que já conseguiu fazer e com o que ainda está produzindo. “A felicidade quem busca somos nós. Eu sou feliz demais”, disse ela.
Bruna coordena um projeto de integração entre pacientes na mesma clínica de reabilitação em que por anos fez terapias. “Nós, que temos essas dificuldades, precisamos de momentos de lazer entre uma ida e outra ao médico”, explicou, acrescentando que utiliza a própria psicologia para ajudar os jovens com limitações a conversarem sobre o problema.
A psicóloga
De 15 em 15 dias ela se reúne com um grupo de pessoas entre 18 e 30 anos que fazem tratamento de problemas semelhantes aos dela. O objetivo é debater a vivência e as dificuldades dos portadores de necessidades especiais.
É na clínica, agora trabalhando, que a psicóloga se apropria de sua experiência com as limitações para inspirar as pessoas a superarem suas dificuldades. “A sua vida pode acrescentar à minha. E a minha, à sua”, ressaltou.
Cícera Bruna toca os projetos na clínica, continua fazendo terapia e vibra com cada conquista. “O simples fato de conseguir tocar os dedos para mim é uma vitória”, celebrou.
A escritora
A autobiografia ‘Uma luta incansável’ reúne as anotações que Bruna fez em seu diário ao longo da adolescência. No livro, ela relata histórias de seu cotidiano. Como escritora, também faz planos para o futuro. A jovem está escrevendo um romance que deve ser publicado no próximo ano. Para ela, “o importante é olhar o lado positivo da vida, independente do que você tem”.
Fonte: G1

Psicóloga Cícera Bruna conta sua história de superação (Foto: Rafael Barbosa, do G1)
“Uma luta incansável”. O título da autobiografia da natalense Cícera Bruna Silva de Sousa resume a história de superação de uma mulher de 28 anos e que hoje trabalha numa clínica de reabilitação para pessoas com limitações físicas. A personagem poderia ser apenas uma entre tantas que buscam sobrepor seus próprios obstáculos, não fosse o fato dela própria ter paralisia cerebral. E mais: Bruna é psicóloga. Sozinha, ainda fez intercâmbio na Inglaterra, onde aprendeu a falar inglês básico. E, atualmente, cursa pós-graduação em neurociência.
A batalha dos estudantes com deficiência nas universidades
Jovem com paralisia cerebral realiza sonho e se forma em Administração
Guilherme Finotti, 20 anos, com paralisia cerebral se formou em Sistemas para Internet

Cícera Bruna não esconde sua alegria
(Foto: Rafael Barbosa, do G1)
(Foto: Rafael Barbosa, do G1)
Mesmo com as limitações, Bruna concluiu psicologia em 2010, numa universidade particular de Natal. E não pensa em parar. Hoje, ela cursa pós-graduação em neurociência em outra faculdade da capital potiguar.
Com um sorriso largo e bastante disposição, a psicóloga diz que é feliz com o que já conseguiu fazer e com o que ainda está produzindo. “A felicidade quem busca somos nós. Eu sou feliz demais”, disse ela.
Bruna coordena um projeto de integração entre pacientes na mesma clínica de reabilitação em que por anos fez terapias. “Nós, que temos essas dificuldades, precisamos de momentos de lazer entre uma ida e outra ao médico”, explicou, acrescentando que utiliza a própria psicologia para ajudar os jovens com limitações a conversarem sobre o problema.
A psicóloga

Psicóloga tem fala e movimentos limitados
(Foto: Rafael Barbosa, do G1)
(Foto: Rafael Barbosa, do G1)
É na clínica, agora trabalhando, que a psicóloga se apropria de sua experiência com as limitações para inspirar as pessoas a superarem suas dificuldades. “A sua vida pode acrescentar à minha. E a minha, à sua”, ressaltou.
Cícera Bruna toca os projetos na clínica, continua fazendo terapia e vibra com cada conquista. “O simples fato de conseguir tocar os dedos para mim é uma vitória”, celebrou.
A escritora
A autobiografia ‘Uma luta incansável’ reúne as anotações que Bruna fez em seu diário ao longo da adolescência. No livro, ela relata histórias de seu cotidiano. Como escritora, também faz planos para o futuro. A jovem está escrevendo um romance que deve ser publicado no próximo ano. Para ela, “o importante é olhar o lado positivo da vida, independente do que você tem”.
Fonte: G1
Tags:Paralisia Cerebral
Atleta mirim leva irmão com paralisia cerebral para triathlons
Deficiente Ciente
Atleta mirim leva irmão com paralisia cerebral para triathlons
Postado por Vera Garcia em 08.02.2013
Os irmãos Conner Green, de nove anos, e Cayden Long, de sete anos, foram eleitos os esportistas mirins do ano de 2012 pela Sports Illustrated Kids e apareceram na capa da última edição do ano da publicação. O motivo da ação especial é premiar Conner por participar de triathlons ao lado de seu...
Móveis de PVC adaptados ajudam criança com deficiência neuromotora
Deficiente Ciente
Móveis de PVC adaptados ajudam criança com deficiência neuromotora
Postado por Vera Garcia em 06.12.2012
O acesso aos equipamentos de reabilitação, utilizados em clínicas de terapia ocupacional, esbarra no alto custo. Pensando nisso foi criada uma solução barata e de fácil manuseio. A própria família pode produzir a peça e transformar a vida do paciente. Pequeno Davi já consegue andar no cercadinho...
Desmistificando alguns pensamentos sobre a Paralisia Cerebral
Deficiente Ciente
Desmistificando alguns pensamentos sobre a Paralisia Cerebral
Postado por Vera Garcia em 06.02.2013
Por Maria Alice Furrer É comum lermos e ouvirmos por aí que uma pessoa com Paralisia Cerebral não compreende o que ocorre ao seu redor ou até mesmo vive em “estado vegetativo”. Talvez devido ao nome dessa patologia, muitas pessoas acham que trata-se de um “cérebro paralisado”,...
quarta-feira, 6 de março de 2013
CONVITE DE FÓRUM DE EXTENSÃO COMEMORATIVO AO DIA INTERNACIONAL DA SÍNDROME DE DOWN
CONVITE DE FÓRUM DE EXTENSÃO COMEMORATI VO AO DIA INTERNACIO NAL DA SÍNDROME DE DOWN
Entrada
x
Entrada
Estimados companheiros
Convite do Fórum de Inclusão
Descrição dos elementos do cabeçalho
Logo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Logo do Núcleo de Educação Especial e Inclusiva – pessoas de mãos
dadas em formato de círculo semi aberto na cor azul e acima a sigla
NEEI
Convite do Fórum de Inclusão
Descrição dos elementos do cabeçalho
Logo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Logo do Núcleo de Educação Especial e Inclusiva – pessoas de mãos
dadas em formato de círculo semi aberto na cor azul e acima a sigla
NEEI
Cena do cartaz: Abaixamos o preconceito levantando a Avenida
divulgando a Escola de Samba com alguns jovens com síndrome de Down
integrantes da Escola de Samba.
Texto e descrição de demais fotos ilustrativas do convite
O texto é centralizado ladeado por cenas dos Embaixadores da Alegria
na Avenida tendo como destaque Fernanda Honorato, jovem com síndrome
de Down, rainha da bateria
A coordenação do Projeto de Extensão FORINPE do Núcleo de Educação
Especial e Inclusiva da Faculdade de Educação da UERJ ,em comemoração
ao Dia Internacional da Síndrome de Down, convida para palestra sobre
o projeto social e cultural Escola de Samba Embaixadores da Alegria
Dia 12 de março de 9h às 12h na RAV 122
12º andar- Faculdade de Educação/ UERJ- Rua São Francisco Xavier 524- Maracanã
9h - ABERTURA - Profª Drª Edicléa Mascarenhas- coordenadora do NEEI e
do FORINPE e demais autoridades presentes
9:30h- MESA REDONDA - Sr Paul Davies, Sr Caio Leitão idealizadores
da Escola de Samba Embaixadores da Alegria
Srª Fernanda Honorato ( repórter e Rainha da Bateria) e Srª Carmen
Honorato ( familiar)
11:00 às 12:00- debates e encerramento;
Esperamos vocês
sábado, 2 de março de 2013
sexta-feira, 1 de março de 2013
Doença grave e deficiência física e intelectual darão prioridade na restituição do IR
Deficiente Ciente
A novidade está no programa de declaração desse ano.
Os contribuintes portadores de doenças graves e os deficientes físicos e mentais também terão prioridade na restituição do Imposto de Renda a partir deste ano.
Até o ano passado, apenas os maiores de 60 anos de idade tinham essa prioridade (desde que a declaração não apresentasse problemas).
A novidade está no programa da declaração deste ano. Ao abrir a declaração na ficha Identificação do Contribuinte, há uma janela com a pergunta: “Um dos declarantes é pessoa com doença grave ou portadora de deficiência física ou mental?”.
A pergunta indica “um dos declarantes” para os casos em que a declaração é em conjunto. Costumam declarar em conjunto casais de aposentados, especialmente quando ambos têm mais de 65 anos (nesse caso, há uma parcela adicional isenta a partir do mês em que o contribuinte completou aquela idade; para a declaração deste ano, o valor é de R$ 1.637,11).
Pelas regras em vigor, apenas os rendimentos de aposentadoria, pensão ou reforma, incluindo a complementação recebida de entidade privada e a pensão alimentícia, são isentos caso o contribuinte seja portador de doenças.
Serão beneficiados na restituição os portadores de Aids, alienação mental, cardiopatia grave, cegueira, contaminação por radiação, doença de Paget em estados avançados (osteíte deformante), doença de Parkinson, esclerose múltipla, espondiloartrose anquilosante, fibrose cística (mucoviscidose), hanseníase, nefropatia grave, hepatopatia grave, neoplasia maligna, tuberculose ativa e paralisia irreversível e incapacitante.
Em todos esses casos, todo o rendimento (qualquer que seja o valor) é isento do IR. Se o contribuinte tiver outras fontes de renda (como salário, aluguéis etc.), entretanto, elas serão tributadas normalmente.
Fonte: Rádio Independência
Referência: Rede SACI
Referência: Rede SACI
Tags:Inclusão
Próxima novela das nove vai falar de obesidade infantil e autismo
Deficiente Ciente
A trama de Walcyr Carrasco, terá um hospital entre um de seus cenários importantes. Lá passará dois personagens infantis principais. Uma delas será uma jovem obesa, que desenvolve diabetes. Por lá passarão dois personagens infantis importantes Uma delas será uma jovem obesa, que, devido à má alimentação, acabará com diabetes. No caso da menina, os pais vão descuidar da alimentação da filha. O outro personagem será um menino portador de autismo e vai abordar a mudança de rotina dos pais para cuidar de um filho com necessidades especiais. De acordo com a jornalista Keila Jimenez do jornal “Folha de São Paulo”, A trama, deve começar a ser gravada em março. O diretor Wolf Maya ainda escolhendo locações na cidade de São Paulo, mas o elenco já está definido. A novela tem previsão de estreia para junho.
Walcyr Carrasco e Wolf Maya em coletiva – Reprodução
A que se iniciará após a novela “Salve Jorge”, ainda sem título definido, contará com dois pontos de merchandising social ligado à infância: obesidade e autismo.
Fonte: Boainformacao.com.br
A diversidade nos contos de fada dos irmãos Grimm
Deficiente Ciente
Por Silvana Sousa de Mello
1- Introduzindo os contos
Os livros são memória. São os documentos onde a humanidade, através dos séculos, vem registrando e projetando suas lutas, medos, sonhos e esperanças – sua cultura. (Perrotti, 1990, p.99)
Para falarmos de literatura infantil, devemos nos remeter aos seus primórdios, porém, deixo o aprofundamento do assunto para os estudiosos que se debruçaram em analisá-la historicamente. Aqui, me detenho apenas em sintetizar alguns acontecimentos importantes, dando um vôo panorâmico, superficial, sobre o assunto.
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