sábado, 15 de agosto de 2015

Seleção Brasileira de Futebol de 7 fecha o Parapan de Toronto com a medalha de ouro

Seleção Brasileira de Futebol de 7 fecha o Parapan de Toronto com a medalha de ouro


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Jogos Parapan-Americanos de Toronto.A equipe brasileira de futebol de 7 conquistou a última medalha do Brasil nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto-2015. O ouro veio em grande estilo: vitória sobre a arquirrival Argentina, por 3 a 1. Esta é a segunda conquista nacional na modalidade – já havia vencido também nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2007.
A partida foi mais dura do que era esperado. Na primeira fase, o Brasil havia vencido os argentinos por 7 a 0. Contudo, desta vez, o jogo foi parelho. O Brasil abriu o placar com Evandro. Os rivais empataram logo em seguida, em cobrança de pênalti. Apenas na segunda etapa o Brasil conseguiu fazer os dois gols decisivos.
“Nós sabíamos que o time argentino viria de forma bem fechada, então nosso treinador pediu para que tivéssemos muita paciência. Ainda bem que tudo saiu da forma que queríamos e conseguimos o título”, disse o goleiro Marcão, capitão da equipe.
Desta maneira, o Brasil encerra o Parapan de Toronto com 257 medalhas, sendo 109 de ouro, 74 de prata e mais 74 de bronze. É a melhor campanha de todos os tempos em Parapan-Americanos, tanto em número total de medalhas quanto em quantidade de ouros.
Convênio – Ministério do Esporte
A participação brasileira nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto é custeada por um convênio entre o Ministério do Esporte e o Comitê Paralímpico Brasileiro. Confira as ações:
- Hospedagem Nacional (concentração);
- Alimentação Nacional (concentração);
- Transporte Nacional (concentração até aeroporto);
- Seguro Viagem;
- Aéreo Doméstico (local de origem até concentração e volta de Toronto até local de origem);
- Aéreo Internacional (concentração até Toronto).

PARALIMPÍADAS DE TORONTO 2015 - VEJA TODOS OS RESULTADOS

http://www.cpb.org.br/noticias/

Comitê Paralímpico Brasileiro

No último dia de competição dos Jogos Parapan-Americanos de Toronto-2015, a Seleção Brasileira Masculina de Basquete em Cadeira de Rodas perdeu a disputa de terceiro lugar para a Argentina por 64 x 37. A partida foi disputada neste ...

Brasil vence Argentina e conquista o tri no futebol de 5

Parapan: Brasil vence Argentina e é tri no futebol de 5

Aos 45 anos, o judoca Antônio Tenório conquista o bronze em seu último Parapan

POR 


Ricardinho fez o gol da vitória do Brasil - ernando Maia/MPIX/CPB / Divulgação
TORONTO - O público que assistia à final do futebol de 5 (para cegos) no Parapan de Toronto, nesta sexta-feira, deveria fazer silêncio para não atrapalhar a partida, mas foi impossível. Em um jogo disputado e cheio de catimba, como um Brasil e Argentina costuma ser, a seleção brasileira levou a melhor, venceu por 2 a 1, e conquistou o tricampeonato.
— Foi um jogo muito difícil. Saímos na frente com dois gols, mas passamos sufoco, né? Depois, eles marcaram, e ainda teve aquele lance da falta e outro que o Luan fez uma grande defesa. Mas é mais gostoso assim — disse Ricardinho, autor do segundo gol, aproveitando para falar das dificuldades que a seleção passou. — Tivemos muitas lesões. Não falei antes, mas eu mesmo joguei o campeonato todo com um incômodo.
O jogo não foi tranquilo e os dois técnicos tiveram que fazer muitas substituições por causa do cansaço dos jogadores.
O Brasil abriu o placar com um gol de Jeffinho, aos sete minutos do primeiro tempo, para o delírio da grande torcida brasileira que acompanhava o evento. O segundo só veio faltando seis minutos para o fim, quando Ricardinho driblou três e marcou de fora da área. O jogo foi decido ali, mas não entregue pela Argentina.
BRASIL CHEGA A 255 MEDALHAS
No futebol de cinco, o cronometro é parado a cada falta, gol, escanteio ou substituição, e depois dos segundo gol brasileiro, os minutos duraram uma eternidade. A quatro minutos do apito final, a Argentina marcou. A essa altura, a torcida já gritava e aplaudia cada lance, para o desespero dos goleiros, que tentavam orientar seus times. O alto-falante precisou pedir silêncio em francês, espanhol e inglês. Pouco adiantou. A festa era brasileira.
Como virou rotina, o penúltimo dia de competições do Pan foi recheado de conquistas brasileiras. Em uma das mais emblemáticas, o judoca Antônio Tenório da Silva conquistou o bronze na categoria até 90kg, ao derrotar o venezuelano Hector Espinoza.
Aos 45 anos e quatro medalhas de ouro (Atlanta-1996, Sydney-2000, Atenas-2004 e Pequim-2008) e uma de bronze (Londres-2012) em edições de Paralimpíadas, Tenório vai se despedir dos Jogos na Rio-2016.
O Parapan termina hoje, e o Brasil ainda pode conquistar mais dois ouros, no futebol de 7 e no goalball masculinos, além de um bronze no basquete, também masculino, em mais um confronto com a Argentina. O país lidera o quadro de medalhas, com 255, sendo 107 de ouro. O Canadá tem 165; e os EUA, 132.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/parapan-brasil-vence-argentina-e-tri-no-futebol-de-5-17192645#ixzz3iskE6KxW 
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sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Rugby em cadeira de rodas do Brasil no PARAPAN 2015

Praticado por verdadeiros gladiadores sobre rodas, modalidade criada no Canadá nos anos 70 atrai público, que vibra com choques entre as cadeiras e requer mecânicos especializados



Canadenses Fabien Lavoie (dir) e Jason Crone bloqueiam o colombiano Edgar Vanegas Cardona
Frank Gunn/The Canadian Press via AP
Canadenses Fabien Lavoie (dir) e Jason Crone bloqueiam o colombiano Edgar Vanegas Cardona

O Parapan não está sendo um sucesso de público. O rúgbi em cadeira de rodas, que faz sua estreia na programação no evento em Toronto, é uma exceção nesse cenário. E não é difícil entender os motivos. Disputado por jogadores que se transformam em verdadeiros gladiadores sobre rodas, o esporte é quase uma modalidade radical, pontuada pelo som metálico das pancadas. Derrubar o adversário no chão é permitido - esse recurso equivale ao "tackle" do rúgbi convencional. O expediente é saudado pelo público, que se levanta nesses momentos. 
A popularidade em Toronto é bem compreensível também por fatores geográficos. O esporte foi criado em solo canadense, em Winnipeg, na década de 70, e é muito procurado por paratletas por ser bastante inclusivo. Diferente do basquete sobre cadeira de rodas, que exige algumas habilidades específicas, o rúgbi contempla atletas tetraplégicos. O Canadá é uma das três potências internacionais, ao lado dos EUA e da Austrália. Dessa forma, o Brasil, que nunca participou de uma Paralimpíada nesse esporte, deve se dar por satisfeito se conquistar o bronze. O rúgbi sobre cadeiras de rodas entrou como modalidade de exibição na Paralimpíada de Atlanta, em 96, e introduzido na programação, valendo medalha, em Sydney-2000.
"O rúgbi em cadeira de rodas é um esporte novo no Brasil. Começou a ser praticado aqui por volta de 2007 ou 2008. Nos Estados Unidos e Canadá está mais bem enraizado", observa Marcel Cardoso Ferreira de Souza, jogador e presidente do Minas Quad Rugby. O pai dele, Joel Ferreira, é o mecânico da seleção brasileira, que está no Canadá.
O esporte ganhou impulso no país graças ao documentário Murderball, de 2005, vencedor do festival de Sundance daquele ano. O próprio Marcel se tornou praticante graças ao filme, responsável também por alterar a rotina de Joel, que começou como mecânico da cadeira do filho e se integrou ao estafe da seleção.
Algumas regras, inspiradas no basquete, proporcionam dinamismo ao esporte. Cada jogada deve ser concluída em 40 segundos; se o jogador não optar pelo passe é necessário quicar a bola a cada dez segundos, e não é permitido voltar quadra. Do rúgbi foram incorporadas a forma de pontuar - passar da linha de fundo com a bola - e o tackle. É um jogo de contato, mas de contato entre as cadeiras, não entre jogadores. Por esse motivo, trata-se de uma modalidade mista, embora haja apenas uma em ação no Parapan, uma colombiana.
O papel do mecânico é importantíssimo. Frequentemente, são acionados para fazer rápidos pit stops na quadra. "As cadeiras têm pneus semelhantes aos de bicicleta. Então a câmara de ar pode furar. O pneu é material de responsabilidade do atleta. Cada um leva duas ou três para um jogo", diz Marcel. 
Em competições internacionais grandes, há soldadores encarregados de fazer reparos nas cadeiras. No Brasil há um fabricante especializado, cujas cadeiras são vendidas a R$ 5 mil. "Mas a qualidade deixa a desejar. As melhores são importadas. Tem duas marcas principais, uma dos Estados Unidos e outra da Nova Zelândia. As cadeiras de alumínio saem por R$ 17 mil, e as de titânio, mais resistentes, custam R$ 20 mil", diz Marcel.
O Brasil venceu a Argentina com facilidade pela primeira fase. Foto: Fernando Maia/MPIX/CPB
Além da derrota, o jogador argentino acabou levando um tombo em quadra. Foto: Fernando Maia/MPIX/CPB
Os brasileiros fazem campanha 50% com duas vitórias e duas derrotas. Foto: Fernando Maia/MPIX/CPB
Os canadenses Fabien Lavoie (dir) e Jason Crone (esq) bloqueiam o colombiano Edgar Vanegas Cardona. Foto: Frank Gunn/The Canadian Press via AP
O colombiano Carlos Neme Montoya sofre queda em partida contra o Canadá. Foto: Frank Gunn/The Canadian Press via AP
O canadense Travis Murao disputa a posse de bola com o colombiano Jhon Orozco Nunez. Foto: Frank Gunn/The Canadian Press via AP
O Brasil venceu a Argentina com facilidade pela primeira fase. Foto: Fernando Maia/MPIX/CPB
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    quarta-feira, 12 de agosto de 2015

    Parapan supera Pan em medalha – onde somos inúteis?

    Parapan supera Pan em medalha – onde somos inúteis?

    Pois é. O mesmo cara que está lá nos jogos Parapan-americanos são os mesmos deficientes que tem uma imensa dificuldade de transporte, de acessibilidade, de emprego (talvez até foi um motivo de entrar no esporte), de até manter as suas famílias – sim, alguns tem suas próprias famílias – não tem nem apoio para ir aos jogos, mas ganham as medalhas. Por que? Por que um Neymar é ferido numa pancada e os deficientes estão lá lutando? Porque para as pessoas deficientes não basta o dinheiro, não basta ser reconhecido na imprensa hipócrita, tem que honrar sua missão de defender o Brasil sem “maracutaia”. Como disse o capitão Nascimento: “missão dada, missão cumprida, parceiro”.
    Mas a sociedade vê eles como “exemplos de superação” e que devem ser parabenizados e devem ser reconhecidos, ao mesmo tempo, a mesma sociedade pára em vagas destinadas a nós, não nos dá oportunidade de trabalho, não nos respeita na rua ou nos shoppings, não arruma as calçadas para nós temos um acesso melhor. Não digo em doar dinheiro para instituições – que na maioria das vezes não são tão eficientes – mas no mínimo respeitar as pessoas que tem alguma deficiência e não alimentar uma cultura de hipocrisia que só alimenta o descaso. Ora, sabemos que por trás de muitas dessas hipocrisias está o Estado que deveria defender o direito a liberdade, o direito de ir e vir, o direito que temos uma vida plena e o direito a saúde, o direito a educação, o direito a uma profissão e a trabalho. É frustrante você passar horas numa sala de aula, comprar livros, fazer aqueles trabalhos chatos que mais te enchem o saco do que te ensinam, e ninguém te dá uma chance de mostrar o que você aprendeu. Isso não falo só de mim, com uma enorme dificuldade de transporte e de acessibilidade urbana – desculpe o prefeito, mas São Paulo não é nenhum exemplo de acessibilidade e muito menos de transporte acessível, onde os ônibus adaptados são velhos, as vans especiais do ATENDE são velhas, danificadas, e para conseguir ir em algum emprego temos que já programar dês da entrevista, porque leva dois meses – não trabalham e dependem do pouco que recebem de beneficio do governo, onde prefere fazer isso, do que dar infraestrutura para o cidadão com deficiência. Ainda a “filhadaputagem” não é pouca, o Estado não obriga nem as empresas a respeitarem a lei (por motivos óbvios) e nem o próprio Estado dá essa porcentagem dentro das suas empresas. Ou seja, com ou sem concurso, as vagas deveriam ser fixas e não sorteiros de “prêmios” como se o Estado fizesse as coisas como um favor, favor damos a eles em voto que muitas vezes, colocamos eles e eles só corrompem a maquina publica.
    O problema é moral e não ético, porque vai a cerne da nossa cultura que se corrompe todo os dias, porque somos um povo crédulo, gostamos de colocar desculpas metafisicas aonde o problema não é e nunca vai ser resolvido no paraíso, mas sim, na Terra. Uma parcela dessa culpa é sim das pessoas deficientes que não se cansam de ficar paradas, de ficar se achando o máximo no Facebook, mas fora dele se sentem um lixo. Alguém luta dentro de movimentos? Alguém luta dentro de ONGs? Ou vão ficar eternos adolescentes xingando muito no twitter? Namorar é bom, casar é bom, mas se não houver ação e não houver uma grande mobilização (sem ideologias que nada acrescentam dentro da inclusão), não haverá nem o direito de você amigo, dar o beijinho na boca. Não haverá o direito de trabalhar, o direito de ter uma reabilitação e o direito de viver, porque vão achar no direito de nos abortar por nós sermos deficientes. Essa é a sociedade que nos acha no esporte “exemplo de superação”, ou em outras áreas como a TV, mas que no dia a dia nos acham um empecilho para seu laser, um empecilho para ir ao trabalho, um empecilho para ir em um porto de saúde. Existem, pasmem, postos de saúde que não tem médicos especializados e nem tão pouco, acessibilidade dentro dos seus estabelecimentos.
    Esse fenômeno se dá pela cultura, porque não exste outra explicação plausível além desse ponto. Porque existem deficientes que sim venderam a luta por causa de status, por causa de um emprego bom, para ter clientes para suas palestras, até mesmo, pessoas que se prendem em favores ou são tão passivas – com a alma de rebanho – que acham que o serviço publico ou particular, estão lhe fazendo um favor. Quem paga mesmo a conta de tudo isso? Quem paga para fazerem promessas cheias de marketing e não cumprem? Pagamos tantas coisas com impostos e até quando o próprio Estado nos fornece aparelhos (no meu caso, cadeira de rodas), o Estado compra, mas ao mesmo tempo recebe com os impostos da empresa responsável. Tudo vai parar dentro do Estado, porque a regra é sempre deixar quem está a margem da sociedade ali mesmo, porque sem essa parcela social, não tem quem coloque políticos no poder e nem trabalhar nas fabricas ou firmas de materiais brutos. Nós ainda somos vistos como a parcela social que não conseguimos trabalhar, que não conseguimos sair, que somos sofredores eternos, mas servimos para votar e consumir. Diz para para todos que você não vai votar? Diz que os empresários terão que dar alimentos e roupas para nós todo mês? Dar emprego e uma vida digna para nós ninguém quer, mas nos cobrar nosso deveres ai somos cobrados energicamente.
    Acredito que somos cobrados até muito mais do que outras pessoas. Acredito que as cobranças devem ser feitas, afinal não somos a bolacha mais gostosa do pacote, quando fazemos nossa parte dentro do sistema social. Dentro disso não adianta cobrar ética se você não tem nenhuma, não adianta cobrar honestidade se não tem nenhuma, não adianta cobrar capacidade se desdem a capacidade do outro porque olha um corpo com deficiência. Não olha que dentro de procurar um emprego não está um ser humano que quer esmolas, mas um ser humano que com muito esforço estudou e venceu todas as mazelas sociais e estatais para segurar aquele simples papel. Aguentou professor chato, aguentou noites sem dormir, para você que prega o livre mercado – lógico que no pensamento do empresario brasileiro, o livre mercado é só o dele – não enxergar esse simples ato de tirar um diploma. Fazer concurso publico não é um divertimento, não somos tão ingênuos de estudar dia ou noite, para a única determinação de se trabalhar lá é um simples laudo medico. Isso mesmo. Se você passar só irá trabalhar na repartição publica se tiver um laudo medico, se o medico liberar e se a vaga não for preenchida por um associado de um partido. Ou somos tão ingenuo que não sabemos disso? Ou não sabemos que não dão cobertura dentro do Parapan Toronto porque não damos nem dinheiro e nem audiência? Aliás, a mesma imprensa e a mesma publicidade que não respeita a lei de quotas das empresas.
    Então, não vejo exemplos maiores de superação e sim, pessoas que tem as mesmas dificuldades, as mesmas angustias, os mesmas desrespeito de uma sociedade idiota e hipócrita que ainda não enxergou e nem entendeu nada. A mesma imprensa que divulga o Teleton, a mesma sociedade que doa e faz campanha, para se sentirem com a consciência limpa, mas que não é sincera.
    Amauri Nolasco Sanches Júnior, 39, publicitário, técnico de informática e filósofo. Idealizador da palestra: “Inclusão e Ética”, leve para sua empresa. Contato:amauri.njunior@gmail.com ou o whatt: 11984124939.

    Atleta brasileiro sem os dois braços é medalha de prata no arco em Toronto

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    Esportes


    Criado numa família que nunca o tratou com regalias ou preconceitos, Matt Stutzman costumava acompanhar o pai em caçadas

    Publicada em 11/08/2015 15:25:25
    Foto: Danilo Borges/Brasil2016
    A pontaria ilimitada de Matt Stutzman
    A pontaria ilimitada de Matt Stutzman
    Matt Stutzman posiciona o arco com os pés, fixa com a boca a corda a um gancho no ombro direito e tensiona o conjunto com uma mistura de movimentos dos pés e do tronco. Em seguida, estabiliza a mira, ativa uma espécie de gatilho com a boca e acerta com precisão de "prata parapan-americana" o alvo a 50 metros de distância.
    O atleta norte-americano de 32 anos se auto-intitula "The Armless Archer" (Arqueiro sem braços, em tradução literal) e é extremamente competitivo no arco composto.
    Veja Matt Stutzman em ação
    Medalha de prata nos Jogos Paralímpicos de Londres, em 2012, ele perdeu a final em Toronto para o companheiro de equipe Andre Shelby, pelo apertado placar de 144 a 140 na decisão.
    "Não foi exatamente como eu esperava, mas tenho de reconhecer que o Andre atirou muito, muito bem. Eu tive problemas para gerenciar o tempo entre os disparos. Acho que no começo isso me prejudicou, porque acabava acelerando demais. Mas é seguir adiante e melhorar", afirmou, em referência ao fato de que o tempo para executar cada um dos tiros é de 20 segundos.
    Criado numa família que nunca o tratou com regalias ou preconceitos, Matt Stutzman costumava acompanhar o pai em caçadas. Nelas, o instrumento utilizado era o arco e flecha. "Ele sempre me dizia que se fosse um bom atirador, poderia ser melhor caçador. Com o tiro com arco, percebi que poderia colocar comida na mesa da minha família com o esporte", afirmou.
    Para ele, que alimenta o sonho paralímpico de 2016, o importante foi ter conquistado, com a final integralmente americana em Toronto, duas vagas para o time dos EUA nos Jogos do Rio. "É difícil vencer os concorrentes internos e por isso conquistar as vagas foi importante. Agora teremos o Mundial na Alemanha, no fim do mês, depois as seletivas e quero pensar em um passo de cada vez. Mas sonho com o ouro em 2016, sim", afirmou Stutzman, que começou a praticar a modalidade em 2010 e havia terminado em quarto o Parapan de Guadalajara, no México, em 2011.

    Menina sem um dos braços ganha cão igual à ela e se tornam grandes amigos


    Ella Peggie tem um ano de idade e nasceu sem o seu braço esquerdo. Sua mãe, Brooke Hodgson, de 21 anos, fez questão de escrever um e-mail ao ao centro animal “Animal Welfare League of Queensland”, em busca de melhorar a “auto-estima” da filha.

    Foto: Reprodução / Daily Mail
    Foto: Reprodução / Daily Mail
    Em Queensland (Austrália), Brooke viu um anúncio de um cão que estava em busca de um lar. Ela se chama Snowy, também tem um ano de idade e, coincidentemente, uma pata a menos devido a uma cirurgia.
    No e-mail, a mãe perguntou se o animal poderia ser ‘reservado’ para a filha e a resposta foi positiva.
    Foto: Reprodução / Daily Mail
    Foto: Reprodução / Daily Mail
    “Vai ser incrível quando Ella perceber que é um pouco diferente dos demais e, ao se entristecer, ver que ela não está sozinha”, afirma Brook. “Elas têm a mesma idade, são novas e possuem um longo tempo de vida pela frente para crescerem juntas. Isso me emociona”, finaliza a mãe de Ella, que ao ver a cachorrinha pela primeira vez no anúncio, se apaixonou.
    Fonte: RedeTV!

    Ministério do Esporte anuncia lista de atletas aprovados no programa Bolsa Atleta

    10/08/15




    O Ministério do Esporte divulgou nesta quarta-feira, 5, por meio do Diário Oficial da União, a lista de atletas aprovados no programa Bolsa Atleta, do Governo Federal. Ao todo, 6.093 foram escolhidos.

    Os atletas escolhidos para serem contemplados têm desta quarta-feira até o dia 4 de setembro de 2015 para enviar o termo de adesão solicitado. Recomenda-se que o termo seja impresso em duas vias, para o caso de ser necessário um segundo envio das informações.

    A lista completa pode ser acessada por meio deste link.

    Os atletas que não enviarem o termo no prazo estabelecido terão um prazo de envio a partir de 5/9/2015 a 4/10/2015. Terão de apresentar justificativa plausível da confederação e, somente será aceito, após a analise da coordenação do Bolsa Atleta.

    Assessoria de imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro (imp@cpb.org.br)
     

    Fonte: CPB