Mostrando postagens com marcador rio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador rio. Mostrar todas as postagens

sábado, 26 de junho de 2010

Rio é líder em escolas municipais inclusivas

Rio é líder em escolas municipais inclusivas

Segundo IBGE, Estado tem a maior porcentagem de instituições municipais aptas a receber alunos portadores de deficiências

iG São Paulo | 13/05/2010 10:20
  • Mudar o tamanho da letra:
  • A+
  • A-
O Rio de Janeiro é o Estado com o maior número de cidades que informaram ter escolas municipais inclusivas, de acordo com a Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic), divulgada nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Pelo levantamento, feito em 2009, 82,6% dos municípios têm instituições preparadas para receber alunos com deficiência física, sensorial, cognitiva ou múltipla e portadores de condutas típicas ou de altas habilidades, necessitando de recursos especializados para superar ou minimizar suas dificuldades.
Mato Grosso do Sul (78,2%), Acre (77,3%), Paraná (69,9%) e Pernambuco (68,1%) completam a lista dos cinco melhores colocados. Na outra ponta, estão Tocantins (23%) e Piauí (24,1%). A pesquisa mostra também que 48% dos municípios brasileiros informaram ter escola municipal apta a receber pessoas com deficiência.

Escola inclusiva

Dados da pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic)
IBGE

A oferta de escolas adaptadas para receber alunos com deficiência foi impulsionada após o aumento no número de cidades que implantaram o Plano Municipal de Educação (de 31% em 2006 para 56% em 2009). O Plano Nacional de Educação de 2001 - que traçou metas e objetivos nacionais - prevê a adoção de planos municipais e estaduais.
Dos 3.138 municípios com PME, 1.632 (52%) comprometem-se formalmente com a introdução das questões relativas aos direitos humanos no programa curricular das instituições de ensino local. A iniciativa tem forte impacto nos municípios dos Estados do Mato Grosso do Sul (81,6%) e Pernambuco (71,7%), seguidos por Sergipe (66,7%) e Rio de Janeiro (65%).
Secretarias municipais
A Secretaria Municipal de Educação é o órgão que exerce as atribuições do poder público municipal no que diz respeito à educação. Todos os 5.565 municípios brasileiros tinham, em 2009, secretaria de educação. Em 43,8% havia órgãos exclusivos (contra 26,3% em 2006).

A Munic constatou ainda que houve um salto no número de municípios que declararam possuir sistemas próprios de ensino: de 42,7% em 2006 para 52,1% em 2009. O movimento de municipalização do ensino impõe-se com mais intensidade nas cidades de maior porte populacional, abrangendo quase todas as localidades com mais de 500 mil habitantes (97,5%).
Mas nota-se que a balança se equilibra em favor de uma maioria de municípios com sistema próprio de ensino, desde a classe populacional de 10.001 a 20 mil habitantes (50,6%). Em 2006, o mesmo ocorria somente em municípios com população na classe de 50.001 a 100 mil habitantes (52,7%).
Uma constatação é que mais e menores municípios, no que diz respeito ao porte populacional, têm buscado adquirir autonomia financeira, gerencial e político-pedagógica dos Estados quando o assunto é educação. Mas ainda há muitas cidades vinculadas ao sistema estadual de ensino, variando entre 43,4% na Região Sul e 50,8% na Região Norte.
A pesquisa destaca a tendência de municipalização em Estados como Amapá, que passa de 56,3% do total de municípios com sistema próprio de ensino em 2006 para 93,8%, em 2009. O Rio de Janeiro vai de 89,1% para 92,4%, enquanto Sergipe passa de 68% para 90,6%. Na outra direção, o Rio Grande do Norte aparece com maior porcentual de municípios vinculados ao sistema estadual de ensino (94,6%), seguido por Tocantins (84,9%) e Paraná (76,2%).
A municipalização ocorre quando o Estado entrega ao município toda a estrutura física e logística das escolas estaduais e faz a transferência das atividades, escolas ou instituições de ensino dos níveis que compõem a educação escolar básica.
Ações adotadas
A Munic traz dados das principais medidas ou ações adotadas pelo órgão gestor da educação. Quando o assunto é investimento em capacitação de professores, 85,2% dos municípios afirmam ter polítias neste sentido. Em 2006, o índice foi de 82,2%.
Também melhoraram transporte escolar - de 48,5% para 48,8% -, participação da comunidade na gestão da escola - de 42,7% para 43,6% -, melhoria ou implementação de programas de assistência escolar - de 32,3% a 50,5% -, ampliação do atendimento de alunos com necessidades especiais - de 24% para 28,9% -, desenvolvimento de projetos para educação de jovens e adultos - de 19,7% para 33,1% - e instituição de cursos profissionalizantes - de 2,7% para 3,7%.
Questinados sobre evasão escolar, 60,3% - ante 54,7 em 2006 - dizem que houve diminuição em suas escolas municipais. Dados coletados revelam também que houve piora de 2006 a 2009 na regulamentação e valorização da carreira do magistério - 49,9% para 33,3% -, contratação de professores - 31,6% a 27,5% -, campanha e/ou programa para matricular crianças na escola - de 43,9% para 28,5% -, autonomia financeira da escola - de 14,2% para 9,9% -, desenvolvimento de projetos para educação no campo, indígena e ambiental - de 10% a 9,7% -, desenvolvimento de projetos para promoção de uma educação não racista - de 4,4% a 1% - e investimento em organização administrativa - de 25,2% para 25,1%.

quarta-feira, 31 de março de 2010

No Rio, inclusão é decisão dos pais


Dois alunos e uma aluna de escola municipal regular no Rio de Janeiro
José Renan Macedo Almeida, de 11 anos, tem deficiência física em decorrência de paralisia cerebral. Até 2009, estudava em classe especial, sem divisão por série. Desde fevereiro, cursa o 4.º ano do ensino fundamental em uma turma regular da Escola Municipal Dídia Machado Fortes, na Barra da Tijuca, no Rio.

O conteúdo que aprende é o mesmo dos outros colegas. Ele participa das aulas de educação física – faz atletismo -, aprende percussão (ou “aula de tambor”, conforme explica). Dribla as dificuldades de coordenação motora fazendo os exercícios em um laptop, que o pai, porteiro, ganhou. Na sexta-feira, sua tarefa era uma redação sobre aquecimento global. Atualmente, diz que quer ser bombeiro.

O que mudou foi a política de inclusão do município. Antes, os alunos com deficiência eram avaliados e selecionados pela Secretaria de Educação. Alguns eram considerados aptos à inclusão e iam para as escolas regulares. Outros eram encaminhados para classes ou escolas especiais.

A ideia era que as classes especiais fossem temporárias, onde as crianças seriam preparadas para a inclusão. Mas, às vezes, ficavam ali tanto tempo que, crescidas, não podiam ser encaminhadas para as primeiras séries do ensino fundamental. O sistema tinha ainda brechas – por erros de avaliação, houve casos de crianças hiperativas que foram parar nas turmas para deficientes. Hoje, a secretaria não diz quem pode ou não ser incluído. A escolha cabe aos pais.

“Todas as crianças têm ganhos. Elas aprendem com as diferenças, crescem com menos preconceitos. Os alunos sem deficiência entendem que ser diferente é normal e aprendem a lidar melhor com as próprias dificuldades. A criança com deficiência cresce com pessoas que pertencem à sua geração e aprendem de acordo com suas possibilidades, sem que ninguém imponha limites”, defende Cláudia Grabois, diretora do Instituto Helena Antipoff, órgão que coordena a educação especial.

Leia a matéria inteira em:

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100328/not_imp530212,0.php

Clarissa Thomé

Fonte: Jornal O Estado de São Paulo

Publicado em segunda-feira, março 29th, 2010 - 19:58 e classificado em + NOTÍCIAS, Deficiência, Educação, INCLUSÃO. Você pode acompanhar os comentários sobre esta publicação agregando este RSS 2.0 feed.

domingo, 14 de junho de 2009

Top model deficiente auditiva brilha em desfile no Fashion Rio



Modelo Brenda Costa mostrou look todo branco na passarela de Mara Mac.
A top model Brenda Costa, que é surda, roubou a cena no desfile da grife Mara Mac, neste domingo (7), no Fashion Rio. Deficiente auditiva de nascença, a morena carioca mostrou um vestido de corte amplo e todo em branco.

Para o verão 2010, a Mara Mac apostou nas transparências, presentes em vestidos, blusas e túnicas. A marca também deu destaque a peças em tecidos rústicos e cores naturais, como macaquinhos, bermudas e blazers sem mangas.

O terceiro dia de Fashion Rio começou com o clima de festa da Acqua Studio. A grife levou à passarela peças conceituais e futuristas, em formas arredondadas e espirais.

Mais cedo, fora do line up principal, a marca infantil Lilica Ripilica desfilou sua coleção primavera-verão. Entre os modelos, os filhos dos atores Marcelo Novaes e Letícia Spiller, Danton Mello, Guilherme Fontes, Flávia Alessandra, Ana Paula Tabalipa, Marcos Pasquim e Rafaela Mandelli.

Agenda da semana
Na segunda (8), a Apoena abre os trabalhos às 16h, com peças baseadas na arquitetura de Brasília. A programação segue com Cantão, Victor Dzenk, Luiza Bonadiman, Carlos Tufvesson e Coven.

Na terça (9), a passarela será do estilista Walter Rodrigues, às 16h, seguido de Sta. Ephigênia, Alessa, Lenny, Giulia Borges e Tessuti.A estilista Juliana Jabour inaugura o último dia do evento, com apresentação às 16h, seguida das grifes Filhas de Gaia, Totem, Espaço Fashion, Auslander e Redley, que promete levar o ator Rodrigo Santoro à passarela.

Os desfiles dos próximos dias têm ainda uma longa lista de top models confirmadas, como Isabeli Fontana, Izabel Goulart, Ana Claudia Michaels, Ana Beatriz Barros e Carol Fransceschini.

Alicia Uchoa e Carla Meneghini do G1, no Rio

Fonte:
http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL1186181-7084,00- TOP+MODEL+ DEFICIENTE+AUDITIVA+BRILHA+EM+DESFILE+NO+FASHION+RIO.html