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domingo, 10 de outubro de 2010

OLIMPIADAS ESPECIAIS - Jogos Nacionais da Special Olympics Brasil




















Jogos Nacionais da Special Olympics Brasil 2010

Dia 12 de outubro, no dia das crianças, São Paulo receberá os Jogos Nacionais da
Special Olympics Brasil. Um evento que contará com mais de 250 atletas especiais
de 7 diferentes estados.

Os jogos contarão com futebol, natação, atletismo, tênis, tênis de mesa, ginástica
ritmica e judô.

Seja fã você também e prestigie a coragem junto com os atletas especiais nesse dia
de muita celebração.

Local: Clube Atletico Indiano
Horário: das 9h as 17h;
Entrada: um brinquedo novo ou em bom estado
Patrocinadora Oficial:

sábado, 2 de outubro de 2010

CRIANÇA ESPECIAL - DOWN - COMO PARTICIPAR DAS OLIMPÍADAS ESPECIAIS

:: Home >> Criança especial

Atletas para valer

Em competições adaptadas às suas habilidades, crianças deficientes ganham destreza e independência



Vencer é apenas um detalhe, quando a criança com deficiência entra na quadra de basquete, de tênis ou de futsal, na pista de patinação no gelo, na piscina ou nos campos de futebol. O importante é participar e superar limites a cada cesta, gol ou ponto, sentindo o gosto da vitória no corpo que se mostrou capaz. Daí o sucesso de iniciativas como as Olimpíadas Especiais, que envolvem, todos os anos, perto de 1 milhão de portadores de deficiência mental no mundo, em 23 esportes de inverno e verão. O Brasil desenvolve o programa há 12 anos e atende anualmente cerca de 18 mil atletas, em 13 modalidades esportivas. "Não são apenas competições. Temos um programa de treinamento, com a participação de quase 5 mil voluntários, voltado para a integração do deficiente na sociedade. O esporte gera autoconfiança para que ele enfrente e vença as barreiras sociais", explica Vanilton Senatore, diretor executivo das Olimpíadas Especiais Brasil.

Ninguém fica de fora

A criança portadora de deficiência mental pode ingressar nas Olimpíadas Especiais Brasil a partir dos 8 anos de idade. Na fase inicial, ela participa de atividades recreativas, para se adaptar ao esporte. Começa a competir por volta dos 10 anos em modalidades individuais e, aos 15, está pronta para integrar um time e disputar jogos coletivos. As competições são organizadas de acordo com as habilidades dos atletas. "É o grande diferencial das Olimpíadas Especiais. Os grupos não são selecionados pelo rendimento no esporte. Todos participam das competições, não apenas os mais talentosos", esclarece Vanilton Senatore.

As crianças mais novinhas e os portadores de deficiência mental severa participam de disputas adaptadas. No atletismo, em uma prova de arremesso de peso, a bola de ferro pode ser substituída por uma mais leve, de beisebol. Se o jogo é em grupo, como futebol, e o atleta não tem condições de trabalhar em equipe, cria-se para ele uma prova individual na mesma modalidade. A criança dribla, chuta no gol e mostra como conduz a bola para uma equipe de árbitros avaliar sua habilidade. Não deixa de praticar o esporte de que tanto gosta, só porque é coletivo.

Medalha de ouro

As competições nacionais e mundiais das Olimpíadas Especiais acontecem a cada dois anos, alternando esportes de verão e inverno. Em 1997, no Canadá, na primeira participação do Brasil em patinação de velocidade sobre gelo, Luciana dos Santos, portadora da síndrome de Down, fez bonito. Levou a medalha de ouro nos 25 metros e a de bronze na prova de 50 metros. "Passei a ser mãe de uma atleta especial e não mais de uma deficiente mental", orgulha-se Jandira Mansão dos Santos, que se tornou treinadora de patinação sobre rodas, estimulada pela vitória da filha, na época com 14 anos. Na volta do campeonato no Canadá, ela resolveu fazer um curso de Educação Física e criou a Companhia Artística Esportiva Luz (Cael), em São Bernardo do Campo (SP). Luciana diversificou as atividades esportivas: além de patinar, faz tênis, natação e ginástica rítmica.

Em cadeira de rodas

As crianças com deficiência física também demonstram sua garra no esporte. Em São Paulo, participam de dois projetos de basquete em cadeira de rodas: o Cesta de Três, pioneiro na atividade, criado há um ano e meio pela Associação Desportiva para Deficientes (ADD), e o Projeto Kids, mais recente. Escolas e empresas patrocinam as iniciativas, oferecendo espaço, transporte e bolsas de estudo para crianças de 6 a 16 anos. "O esporte é um grande convite ao deficiente para se integrar. Ele se fortalece de todas as formas, na reabilitação física e na convivência social", afirma a psicóloga Eliane Assumpção, coordenadora de projetos infantis na ADD. Larissa Blasco Leme, 13 anos, paraplégica, descobriu isso no Cesta de Três. "Para quem anda, fazer uma cesta não é tão gratificante quanto para alguém que a faz sentado. É maravilhosa a sensação de ter conseguido vencer tantos obstáculos", explica ela.

Olhos vendados

Nem mesmo o fato de não enxergar impede as crianças de ingressar no mundo esportivo. No Instituto Benjamin Constant (IBC), no Rio de Janeiro, elas fazem natação, tae kwon do, judô, atletismo, futsal e ginástica olímpica. Bolas com guizo no futsal e guias ligados ao atleta por uma corda na corrida são algumas das adaptações para a prática dos esportes. Mas há modalidades criadas especialmente para cegos e portadores de baixa visão, como o goalball, um jogo praticado com bola, em duas equipes, com todos os jogadores vendados. Assim, os que têm pouca visão não levam vantagem sobre os que não enxergam nada. A manha do esporte é perseguir a bola, que possui guizos, pelo som. E depois localizar a trave de nove metros de largura, bem maior do que as convencionais, para fazer o gol com as mãos. "O jogo, além de divertido, favorece a independência da criança, ao desenvolver sua orientação espacial", diz a coordenadora de Educação Física do IBC, Soraia Izabel Corrêa Cabral.

Não importa a modalidade esportiva, a deficiência, os resultados. O exemplo dos atletas especiais mostra que eles já são vencedores ao aceitar o desafio de superar suas barreiras físicas e emocionais para enfrentar a vida em sociedade. Para eles, ganhar uma disputa é adquirir destreza, amigos, um relacionamento familiar mais saudável e se sentir parte integrante de uma comunidade.

sábado, 2 de janeiro de 2010

EUNICE SHRIVER KENNEDY - A MÃE DAS OLIMPÍADAS ESPECIAIS


Irmã de JFK, Eunice Kennedy fundou as Olimpíadas Especiais

LUDWIG GUTTMANN o Pai dos Esportes para os Deficientes
Atribue-se ao Médico neurologista Judeu LUDWIG GUTTMANN o jargão de "pai dos Esportes para pessoas com deficiência, que se alastrou através do mundo.

Através de seu trabalho magnífico no sentido de recuperar os soldados que que apresentavam mutilações de membros ou lesão da coluna, com a prática esportiva, razão principal do aumento da auto-estima e, principalomente pela possibilidade de reinserção daquelas pessoas à sociedade.

Este fato foi realizado a partir do ano de 1944, na cidade de Aylesbury, na Inglaterra, onde foi criado por ele o HOSPITAL DE STOKEMANDEVILLE, justamente para apoiar àqueles que apresentavam esta problemática.

Ao falar das Paraolimpíadas, é necessário que se faça referência ao Dr. Ludwig Guttmann. Ele começou o trabalho com aproximadamente 14 homens e duas mulheres na
modalidade de Arco e Flecha.

Em 1948 ele idealizou os I Jogos de Stoke Mandeville (paralelo aos Jogos Olímpicos de Londres, 1948) com a participação de aproximadamente 20 atletas. Tal fato teve ótima aceitação, e quatro anos depois houve a realização dos II Jogos de Stoke Mandeville, com a participação de aproximadamente 130 atletas, entre ingleses e holandeses.

Foi então que os organizadores decidiram realizar este evento anualmente, que não parou de crescer a ganhar notoriedade.
VEJAM MAIS EM : http://olympicstudies.uab.es/brasil/pdf/91.pdf


JÁ, EUNICE KENEDY,dedicou-se à área de pessoas com SÍNDROME DE DOWN e com algum tipo de deficiência Mental ou Intelectiva e também de pessoas com retardo mental.

Eunice Kennedy Shriver, 88, irmã do presidente americano John F. Kennedy, assassinado em 1963, morreu na madrugada do dia 11/08/2009, uma terça feira.

Fundadora das Olimpíadas Especiais, Eunice estava internada no hospital da cidade de Hyannis, Estado de Massachusetts, há cerca de dez dias, devido a uma série de derrames.

Irmã de JFK, Eunice Kennedy fundou as Olimpíadas Especiais

Os irmãos de Eunice, além de JFK, eram Robert Kennedy, senador pelo Estado de Nova York assassinado em 1968, e o senador Ted Kennedy, que luta contra um câncer cerebral que foi diagnosticado em maio de 2008 e é considerado um dos nomes mais importantes do Partido Democrata.

Eunice deixou o marido e filhos, entre eles Maria, ex-apresentadora de TV casada com o ator e governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger.

Considerada uma das maiores defensoras dos direitos dos deficientes nos Estados Unidos, Eunice realizou as primeiras Olimpíadas Especiais em 1968, inspirada pela sua irmã mais velha, Rosemary, que sofreu de deficiência mental durante a maior parte da sua vida devido a uma lobotomia.

Eunice não apenas fundou as Olimpíadas Especiais como defendeu os direitos das pessoas com deficiências até seus 80 anos.

"Ela era a luz das nossas vidas, uma mãe, mulher, avó, irmã e tia que nos ensinou por meio do exemplo e com paixão o que significa viver uma vida guiada pelo amor e pela devoção ao próximo", afirmou a família, em comunicado.

"Ela transformou a vida de centenas de milhões de pessoas pelo mundo, e eles são o legado vivo dela."


Eunice Kennedy levou orgulho e alegria aos deficientes, diz Obama


O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, divulgou nota de pesar pela morte de Eunice Kennedy Shriver, 88, irmã do presidente John F. Kennedy, morto em 1963, e fundadora das Olimpíadas Especiais.

"Sua liderança enriqueceu muito a vida dos para-atletas do mundo que experimentaram o orgulho e a alegria da competição e da conquista graças à visão dela", afirmou o presidente, para quem Eunice será lembrada "como a mulher extraordinária que ensinou à nossa nação e ao nosso mundo que nenhuma barreira mental ou física pode deter o poder do espírito."