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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Educação na Diversidade


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Fundamentos para Educação Especial

Educação na Diversidade


A educação inclusiva está baseada na necessidade de proporcionar a igualdade de oportunidades, mediante a diversificação dos serviços educacionais de modo a entender as diferenças individuais do aluno, por mais acentuada que seja.

É claro que esta visão sobre a criança portadora de deficiência há algum tempo atrás não era vista da mesma forma. Esta mudança passou por várias fazes, da mais cruel para chegarmos onde hoje estamos.

No fim do século XV, na Grécia a criança portadora de deficiência era vista como uma “aberração”, e assim exterminada, pois naquele período se valorizava a beleza física. No Cristianismo influenciados pelo Clero começaram a ver essas deficiências como um Dom Divino e até mesmo como punição de Deus. A mudança da sociedade influenciou para a criação de instituições para pessoas portadores de deficiências físicas ou “deformações”.

A partir daí, foram criadas instituições para acolher dos portadores de deficiência físicas e mentais.

Apesar da mudança as pessoas portadoras de deficiência eram excluídas da sociedade, pelo fato de acreditarem que não seriam capazes de se integrar normalmente na sociedade.

O século XX da seguimento ao processo de humanização da sociedade. Junto com a Declaração dos Direitos Humanos em 1948, se inicia um processo de institucionalização dos portadores de deficiência.

A educação especial surge como uma proposta inovadora de aplicação dos conceitos pedagógicos, na formação da cidadania e na apreensão da cultura universal pelas pessoas com história de deficiência.

O nosso país fez a opção pela construção de um sistema universal inclusivo, com o que diz respeito a Declaração de Salamanca (Espanha, 1994) na conferência mundial sobre Necessidades Especiais: Acesso e Qualidade.

A Declaração de Salamanca visa os direitos das pessoas Portadoras de Necessidades Especiais na escola inclusiva.

A concepção da Educação Inclusiva desloca-se das necessidades sociais expressas nos currículos padrão tradicionalmente organizados, para o âmbito das necessidades individuais do aluno.

A educação inclusiva deve ser aplicada de forma com que a escola se adapte ao aluno e não o aluno com necessidades especiais se adapte a escola.

Cada criança tem características, interesses, capacidades e necessidades de aprendizagens próprias e diferentes.

Afinal, ninguém é igual a ninguém e nem mesmo tão diferente.

A escola do ensino regular deve assumir essa forma integradora de modo que possa interagir com a comunidade e a família.

Não podemos assumir atitudes discriminatórias, seja ele por qualquer motivo, será que nos como educadores podemos aceitar uma criança com necessidades especiais e recusar um aluno que por algum motivo veio à escola com os pés no chão? Cabe a todos nós abolirmos a barreira do preconceito, descriminação e dificuldades.

A inclusão não se limita apenas a integração no ensino regular, mas também na comunidade, na família e na sociedade em geral. É uma atitude de aceitação, de mudança, de transformação. Todas as crianças devem aprender juntas, independentemente de suas dificuldades e necessidade educacionais especiais, deve receber todo o apoio educacional e eficaz.

Isso não se limita apenas ao ensino regular, mas ao ensino secundário, superior e profissional, por isso é que a sociedade e família com a escola devem agir juntas para que a inclusão realmente possa ser fundamentada.

As crianças com dificuldades especiais não podem ser excluídas, mas sim, encaminhadas as salas regulares e se necessário às salas especiais onde terão o atendimento especializado para o melhor desenvolvimento e desempenho de se mesma.

Postado por ¨Andreza S F Melo¨ às 12:34 3 comentários Links para esta postagem
Marcadores: Educação Especial e Inclusão

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

SEMINÁRIO DIVERSIDADE NAS ESCOLAS: PRECONCEITO E INCLUSÃO



Seminário Diversidade nas Escolas


SEMINÁRIO
“DIVERSIDADE NAS ESCOLAS: PRECONCEITO E INCLUSÃO”
1º PAINEL
“ORIENTAÇÃO SEXUAL, IDENTIDADE DE GÊNERO E RELAÇÕES DE GÊNERO”


Data: 21 de outubro de 2009
Horário: 10 horas
Local: Senado Federal


Comissão de Educação, Cultura e Esporte

Anexo II, Ala Alexandre Costa, Sala 15 – Plenário
Brasília-DF

Palestrante 1: Fernando Haddad, Ministro de Estado da Educação – 10’
Palestrante 2: Nilcéa Freire, Ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres
da Presidência da República – SPM – 10’
Palestrante 3: Toni Reis, Presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais,
Travestis e Transexuais – ABGLT – 10’
Palestrante 4: Carlos Laudari, Diretor da Pathfinder do Brasil – 10’
Palestrante 5: Miriam Abramovay, Socióloga, Pesquisadora da Organização dos Estados
Ibero-Americanos e Secretária Executiva do Observatório Ibero-Americano
de Violências nas Escolas – 10’
Palestrante 6: Pedro Chequer, Médico e Coordenador do UNAIDS no Brasil (Programa
Conjunto das Nações Unidas para o HIV/Aids) – 10’
Moderador: Senador Flávio Arns, Presidente da Comissão de Educação, Cultura e Esporte
do Senado Federal
Categorias: + NOTÍCIAS · Cursos e eventos · Educação

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

DIVERSIDADE - PR-5 REALIZA SEMINÁRIO EDUCAÇÃO, SEXUALIDADE, GÊNERO E DIVERSIDADE


VEJAM MAIS SOBRE DIVERSIDADE - PR-5 REALIZA SEMINÁRIO EDUCAÇÃO, SEXUALIDADE, GÊNERO E DIVERSIDADE EM : http://www.ufrj.br/detalha_noticia.php?codnoticia=8099

TUDO PROMOVIDO PELA UFRJ

FERNANDA TURINO - OLHAR VIRTUAL
dmvi@reitoria.ufrj.br

Nos dias 11, 12 e 13 de agosto, a Pró-Reitoria de Extensão (PR-5) promove o Seminário Educação, Sexualidade, Gênero e Diversidade. Serão realizadas mesas-redondas, apresentação de trabalhos e bate-papos com o objetivo de trocar informações entre pesquisadores, estudantes, profissionais de educação e saúde, ativistas e representantes da sociedade civil que desenvolvam pesquisas e ações no campo da Sexualidade, Gênero e Educação.

O evento é financiado pelo Ministério da Educação através do Programa Papo Cabeça e do Projeto Diversidade Sexual na Escola.

O seminário é gratuito e acontece, a partir das 18h, no Salão Dourado do Fórum de Ciência e Cultura, localizado na Avenida Pasteur, 250, 2º andar, Urca, no campus da Praia Vermelha. A programação completa, ficha de inscrição e outras informações podem ser obtidas no site do evento.

PROGRAMAÇÃO

11 de agosto

15h | Credenciamento

18h | Abertura

Laura Tavares
Pró-Reitora de Extensão da UFRJ

Antonio Ledo
Diretor da Faculdade de Medicina da UFRJ

Rita Bornia
Diretora da Maternidade Escola da UFRJ

José Leonídio Pereira
Coordenador do Programa Papo Cabeça da UFRJ

Alexandre Bortolini
Coordenador do Projeto Diversidade Sexual na Escola da UFRJ

18h30 | Sexualidade e Ciência
Provocador: Alexandre Bortolini

Peter Fry
Doutor em Antropologia Social e Professor do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ

Antonio Quinet
Médico, psiquiatra, psicanalista, dramaturgo, doutor em Filosofia e Professor do Mestrado em Psicanálise, Saúde e Sociedade da UVA

12 de agosto

9h a 12h | Sexualidade, Religião, Multiculturalismo e Educação
Provocadora: Silvia Rios

Maria das Dores
Professora e Coordenadora do Núcleo Religião, Gênero, Ação Social e Política da Escola de Serviço Social da UFRJ

Ana Canen
Doutora em Educação e Professora do Depto de Fundamentos da Faculdade de Educação da UFRJ

Maria Regina Bortolini
Doutoranda em Educação pela UFRJ e Professora da FASE e da UNESA

13h | Apresentação de trabalhos

15h | Espaço reservado para visitação e apresentação dos banners

15h30 | Sexualidade e Violência
Provocador: Alexandre Bortolini

Luiz Mott
Doutor em Antropologia, professor da UFBA e fundador do
Grupo Gay da Bahia

Miriam Abramovay
Coordenadora de Pesquisas da Red de Información Tecnológica de Latinoamérica - RITLA e Pesquisadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Juventudes, Identidades e Cidadania - NPEJI da UCSAL

Pedro Bicalho
Conselheiro-Presidente da Comissão de Direitos Humanos do Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro e Professor do Instituto de Psicologia da UFRJ

13 de agosto
9h a 12h | Juventude e Sexualidade, Identidades e Direitos
Provocadora: Cláudia Fanelli

Luiz Paulo da Moita Lopes
Doutor em Lingüística Aplicada e Professor do Programa Interdisciplinar de Lingüística Aplicada da UFRJ

Maria Luiza Heilborn
Professora do Instituto de Medicina Social da UERJ e Coordenadora do
Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos - CLAM/IMS/UERJ

Vanessa Leite
Mestre em Saúde Coletiva e Pesquisadora Associada do Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos - CLAM/IMS/UERJ

13h | Apresentação de trabalhos

15h | Espaço reservado para visitação e apresentação dos banners

15h30 | Políticas Públicas, Educação e Sexualidade

José Leonídio Pereira
Professor da Faculdade de Medicina e Coordenador do Programa Papo Cabeça

José Afonso Mazzon
Professor da Faculdade de Economia da USP e Coordenador do Projeto de Estudo sobre Ações Discriminatórias no Âmbito Escolar

Rogério Diniz Junqueira
Pesquisador do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP

Cláudio Nascimento
Superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro

18h | Encerramento

18h30 | Lançamento dos vídeos Novamente e Por Outros Olhos
Os curtas tratam sobre homofobia nas escolas e foram produzidos a partir de uma oficina com jovens estudantes LGBTA

20h | Coquetel

domingo, 5 de julho de 2009

DEFICIÊNCIA VISUAL - CEGOS - ARTIGOS, REPORTAGENS E ESTUDOS por SONIA HOFFMANN


VEJAM MAIS NO SITE http://www.diversidadeemcena.net/artigos.htm
DE SONIA HOFFMANN

A CRIANÇA DEFICIENTE VISUAL E SEUS PAIS http://www.diversidadeemcena.net/artigo01.htm
BENEFÍCIOS DA ORIENTAÇÃO E MOBILIDADE - ESTUDO INTERCULTURAL ENTRE BRASIL E PORTUGAL http://www.diversidadeemcena.net/artigo02.htm

PERCEPÇÃO, AÇÃO E CONHECIMENTO NAS CRIANÇAS CEGAS http://www.diversidadeemcena.net/artigo03.htm

A CONSTRUÇÃO DA CRIANÇA COM DEFICIÊNCIA VISUAL COMO SUJEITO SOCIAL http://www.diversidadeemcena.net/artigo04.htm

ENSINA-ME A SER INDEPENDENTE! http://www.diversidadeemcena.net/artigo05.htm

PRESENTE A UMA CRIANÇA CEGA. http://www.diversidadeemcena.net/artigo06.htm

CONVERSA DE CEGO http://www.diversidadeemcena.net/artigo07.htm

O CEGO ESTRELINHO http://www.diversidadeemcena.net/artigo08.htm