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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Educação Inclusiva - U E R J

Educação Inclusiva

Inclusão social e escolar de alunos com 

necessidades educacionais: práticas 

pedagógicas, cultura escolar e aspectos psicossociais

APRESENTAÇÃO
 – ProPEd, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro
 (UERJ), o objetivo desse grupo é desenvolver estudos 
e pesquisas sobre Educação Inclusiva, com ênfase nos 
processos escolares e sociais que permeiam a 
implementação dessa proposta nas escolas brasileiras, 
visando a superar o distanciamento entre as políticas 
públicas de inclusão e as práticas de educação formal.
 O foco das investigações se volta para a análise e 
desenvolvimento de estratégias de ensino-aprendizagem 
que viabilizem a inclusão de alunos com necessidades
 educacionais especiais, sobretudo deficiências e
 condutas típicas no ensino regular, bem como a 
formação continuada de educadores e gestores escolares.


DISSERTAÇÕES

Políticas e Estratégias de Atendimento Educacional para Alunos com Necessidades Educacionais Especiais no Município do Rio de Janeiro, Brasil, suas Implicações para o Desenvolvimento da Educação Inclusiva em Cabo Verde.
Autor: Vitorino de Pina Ramos
Defesa: Setembro de 2009

Avaliação de necessidades educacionais especiais: construindo uma nova prática educacional
Autor: Mércia Cabral de Oliveira
Defesa: Agosto de 2008

Orquestrar a gestão escolar para respostas educativas na diversidade
Autor: Luciane Porto Frazão de Sousa
Defesa: Agosto de 2007

Uma leitura sociológica da construção do espaço escolar à luz do paradigma da Educação Inclusiva
Autor: Katiuscia C. Vargas Antunes
Defesa: Julho de 2007

Rompendo a barreira do silêncio: interações de uma aluna surda incluída em uma classe do ensino fundamental
Autor: Vera Lucia Lopes Dias
Defesa: Novembro de 2006

Concepção do Professor sobre o aluno com seqüela de paralisia cerebral e sua inclusão no ensino regular
Autor: Cleide Câmara
Defesa: Setembro de 2005

A prática da inclusão de alunos com necessidades educativas especiais em classe regular: um estudo de caso com abordagem etnográfica
Autor: Katia Machado
Defesa: Agosto de 2005

O Professor Itinerante como Suporte para Educação Inclusiva em Escolas da Rede Municipal de Educação do Rio de Janeiro
Autor: Márcia Pletsch
Defesa: Fevereiro de 2005

TESES

Repensando a inclusão escolar de pessoas com deficiência mental: diretrizes políticas, currículo e práticas pedagógicas
Autor: Márcia Pletsch
Defesa: Março de 2009

A Educação Inclusiva no Município de Niterói(RJ): das propostas iniciais às experiências em sala de aula - o desafio da bidocência
Autor: Rejane Fontes
Defesa: Outubro de 2007

Retratos e imagens das vivências inclusivas de dois alunos com autismo em classes regulares.
Autor: Maryse Suplino
Defesa: Fevereiro de 2007

MONOGRAFIAS

A Educação Inclusiva em uma Unidade do Colégio Pedro II – Um Estudo de Caso
Autor: Mariana Cardoso Meirelles da Costa
Defesa: Agosto de 2009

Intervenções realizadas com estudantes que apresentam necessidades educacionais especiais em busca de uma educação inclusiva: a percepção de uma bolsista de iniciação a docência
Autor: Priscilla dos Santos Moreira
Defesa: Março de 2009

Inclusão de Portadores de Necessidades Especiais na Educação Infantil: uma visão dos Professores.
Autor: Felipe Cariscio
Defesa: Julho de 2005



domingo, 18 de abril de 2010

Como proceder com alunos desmotivados


Existem certos problemas no ambiente escolar que são praticamente impossíveis de não ocorrer, sendo a desmotivação do aluno um dos mais preocupantes, fato rotineiro que ocorre com profissionais de todas as áreas da educação e em diferentes níveis de ensino.

Considerado como um problema de difícil resolução é fundamental que o professor compreenda o que vem a ser a motivação e como ela se constrói.

Geralmente a falta de motivação é originada das características próprias do aluno e do ambiente escolar como um todo, fazendo com que o aluno passe a ter medo do próprio fracasso escolar e de como lidar com ele.

Ressalta-se que os pais, os colegas e o grupo social no qual este jovem se relaciona, também contribuem para a sua desmotivação.

Determinados alunos apresentam grande dificuldade em interagir com certas atividades, outros apresentam resistência total no sentido de adquirir conhecimentos, se isolando dos demais colegas, negando a participar das atividades propostas, bem como não apresentando interesse qualquer em realizar algo que se refere à aprendizagem.

O professor deve ficar atento ao comportamento de seus alunos, visto que podem partir desde aqueles jovens mais agitados, tanto aos jovens desligados e inquietos.

No sentido de ajudar o aluno desmotivado, o professor deve se preocupar com o ambiente escolar, em especial a sala de aula, o desenvolvimento das atividades, a organização e principalmente a relação professor/aluno e o processo avaliativo.

Com o objetivo de contribuir com os professores que muitas vezes no exercício da profissão apresentam o verdadeiro interesse em ajudar o aluno desmotivado, segue abaixo algumas sugestões baseadas em estudiosos da área com o objetivo de auxiliar o educador na prática, motivando seu aluno, independente da disciplina ou série em que se encontra:

• Aplique o conteúdo com entusiasmo, evitando aulas “mecânicas”;

• Faça com que o aluno compreenda o que está sendo ensinado, ao invés de apenas memorizar;

• Busque sempre relacionar os conteúdos com fatos da atualidade;

• Elabore atividades que possa detectar a evolução do aluno;

• Estabeleça um ritmo de aula de forma que todos possam acompanhar o raciocínio que exige o conteúdo;

• Quando o aluno apresentar dificuldades, apresente a ele pistas proporcionando oportunidades para superar as dificuldades, fazendo com que o aluno exerça seu próprio raciocínio;

• Ao iniciar a aula estabeleça metas e objetivos dessa, porém, baseados no ritmo da turma, combinando regras para que não seja desviado o objetivo da aula;

• No momento da avaliação, o ideal é que o professor evite comparações, ameaças, ou seja, condutas negativas que possam vir a refletir maleficamente na auto-estima dos alunos.

O professor sendo mediador do conhecimento é responsável por realizar essa função da melhor maneira possível, buscando sempre se manter atualizado, podendo formar cidadãos cada vez mais capacitados.

Por Elen Campos Caiado
Graduada em Fonoaudiologia e Pedagogia
Equipe Brasil Escola

Sugestões Pais e Professores - Educador - Brasil Escola

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Escolas adaptam aulas de educação física para alunos com deficiência


Várias escolas no país estão adaptando as aulas de educação física para atender alunos com deficiências físicas. Mônica Guimarães, de 15 anos, participa de atividades e esportes adaptados pela própria professora de educação física, Maria Conceição Moreira Lopes.

“Começamos com um trabalho para aprimorar a coordenação motora da Mônica e, em seguida, adaptei algumas regras de esportes que costumamos ensinar para os alunos. O basquete, por exemplo, passou a ser jogado com a bola de vôlei. Já o futsal, que ela adora e pratica com a ajuda de muletas, é jogado com uma bola de borracha, mais leve”, diz Maria Conceição ao G1.

A professora conta que levou a turma de Mônica para uma visita à Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) para conscientizar os alunos e reduzir o preconceito. “Essa experiência foi fundamental para que eles passassem a integrar Mônica em suas atividades e começassem a ajudá-la não só nas aulas de educação física, mas em outros momentos”, afirma.

Mônica estuda há cinco anos no Colégio Adventista de Interlagos, em São Paulo. Segundo sua mãe, Maria Isabel dos Santos Guimarães, as mudanças nas regras dos esportes foram de grande proveito para a autoestima da menina. “Fez muita diferença para o emocional dela e melhorou, inclusive, o desempenho nas outras disciplinas. Ela passou a se sentir incluída em todas as atividades praticadas pelos outros alunos e isso me deixou muito satisfeita”, diz. Mônica nasceu prematura de 6 meses e meio. Uma hemorragia cerebral causou uma paralisia e afetou a coordenação motora da estudante.

“As atividades são produzidas de forma diferenciada, com mudanças ou adaptações de regras, materiais e dinâmica da atividade, sempre visando a inclusão e a participação desses alunos nas atividades. Entretanto, infelizmente isso não pode acontecer em todo tipo de atividade, em razão das limitações físicas diferenciadas que cada aluno pode apresentar. Em alguns momentos eles participam das atividades do grupo com outras funções, auxiliando o professor”, diz Dantival Jacyobá de Siqueira Filho, professor de educação física da Escola Pueri Domus, que também trabalha com alunos deficientes físicos.

Para Dante de Rose Junior, doutor em psicologia social pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP) e professor livre-docente pela Escola de Educação Física e Esporte da USP, o esporte proporciona uma série de benefícios em muitos aspectos da convivência social.

“A atividade física ajuda qualquer pessoa, não só deficientes físicos, porque é capaz de melhorar a coordenação motora e a autoestima. No caso específico de um deficiente físico, há ainda o importante componente da socialização e da inclusão. O aluno passa a ter a oportunidade de praticar a mesma atividade que os demais, mesmo que dentro das suas limitações. O esporte amplia a capacidade de superação”, afirma o especialista ao G1. Rose Junior é autor do livro “Esporte e Atividade Física na Infância e na Adolescência”.

Coordenadora-geral de articulação da política de inclusão da Secretaria de Educação Especial, do Ministério da Educação, Martinha Dutra dos Santos considera que um sistema educacional inclusivo deve contemplar uma proposta pedagógica que atenda às necessidades específicas de todos os alunos.

“A educação física não se restringe aos jogos como vôlei ou basquete, mas consiste em atividades coletivas de cooperação, interação e participação, portanto devemos organizar grupos de pessoas independentemente de suas diferenças físicas, sensoriais, mentais”, diz ao G1.

Fonte: G1 Globo
http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/…

domingo, 9 de agosto de 2009

NOVIDADES DIÁRIAS SOBRE DEFICIENCIA E NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS


VEJAM MAIS SOBRE NOVIDADES DIÁRIAS SOBRE DEFICIENCIA E NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS EM :

http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://2.bp.blogspot.com/_aUIDPWrk9xY/SkT2BrjxkvI/AAAAAAAAANo/YikWatX6Smw/S760/eu%2Be%2Bfilipe.jpg&imgrefurl=http://educadoraespecial.blogspot.com/2009_05_01_archive.html&usg=__gjN93Fa0wF40u-YhAGXMYMH3uzg=&h=505&w=760&sz=62&hl=pt-BR&start=87&um=1&tbnid=Uo42yIv1eS2XnM:&tbnh=94&tbnw=142&prev=/images%3Fq%3Ddecreto%2Bn%25C2%25B0%2B6.571,%2Bde%2B17%2Bde%2Bsetembro%2Bde%2B2008%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26start%3D80%26um%3D1


Descrição


Novidades do dia.
Diariamente, uma rede de colaboradores voluntários de vários estados vasculha os meios de comunicação em busca de notícias nacionais e internacionais sobre deficiência e inclusão. As novidades são transmitidas para pessoas cadastradas e grupos de discussão específicos por email no final do dia.

CARTILHA DE ORIENTAÇÃO A PESSOAS COM DEFICIENCIA E SEUS FAMILIARES

CONHEÇA MAIS SOBRE A CARTILHA DE ORIENTAÇÃO A PESSOAS E SEUS FAMILIARES, PUBLICADA PELO CEJAM EM : http://www.saudeprev.com.br/2008/imagens/pdf/Cartilha_familiares.pdf



Objetivo: Este livreto tem o objetivo de levar informações e esclarecimentos
aos defi cientes e principalmente aos seus familiares.
O conteúdo baseia-se na vivência de pessoas defi cientes e
seus familiares que superaram as difi culdades.

PREFEITURA DA CIDADE DE SÃO PAULO
SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE
Prefeito
Gilberto Kassab
Secretário Municipal da Saúde

Januário Montone
Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim
Dr. Fernando Proença de Gouvêa

Sumário
Às mães ......................................................................... 7
Aos familiares ................................................................. 10
Conhecendo as deficiências ..................................................... 12
Preparando a casa para receber a pessoa com defi ciência ....................... 18
Aceitar a defi ciência ......................................................... 23
Liberdade ...................................................................... 25
A beleza da pessoa com defi ciência ............................................ 27
Higiene ........................................................................ 29moro ........................................................................... 38
Vida sexual da pessoa com deficiência .......................................... 40
O preconceito começa em casa.................................................... 45
Preconceito .................................................................... 49
A violência contra a pessoa com defi ciência ................................... 51
Benefício de prestação continuada - BCP ........................................ 54
Política de assistência social SUAS – Sistema Único de Assistência Social ...... 58
Serviços de atendimento a pessoas com deficiência no município de São Paulo .... 64
Convivendo com outras pessoas com defi ciência ................................. 73
Aceitando as limitações ........................................................ 75
Como lidar com os diversos tipos de deficiência ................................ 77
O esporte adaptado para as pessoas com deficiência ............................. 82
Informações adicionais ......................................................... 84
Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência .......... 87
Bibliografia .................................................................. 125
cartilha_

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Como chamar os que têm deficiência? Leiam o autor ROMEU SASSAKI uma das maiores autoridades nacionais no assunto:












saiba mais sobre Como chamar os que têm deficiência? em : http://www.mid.org.br/index.php/o-mid/51-como-chamar-os-que-tem-deficiencia

Romeu Kazumi Sassaki

O pesquisador ROMEU SASSAKI é hoje uma das maiores autoridades no que tange ao conhecimento do que se refere às deficiências e necessidades educativas especiais e, principalmente, às nomenclaturas que devem ser aprendidas e utilizadas por todos aqueles que ousam ou praticam a atividade de educação com as pessoas com deficiência. De linguagem acessível e simples, Romeu dá mostras de como um brasileiro preocupa-se em tentar levar a normalidade o que deveria ser normalmente utilizado, sem preconceitos ou discriminações. Sua presença cultural e físicadeveria ser obrigatória em todas as atividades onde se deseja mostrar a evolução dessa categoria,onde dá mostras de competência profissional e dedicação pessoal.

Em todas as épocas e localidades, a pergunta que não quer calar-se tem sido esta, com alguma variação: “Qual é o termo correto - portador de deficiência, pessoa portadora de deficiência ou portador de necessidades especiais?” Responder esta pergunta tão simples é simplesmente trabalhoso, por incrível que possa parecer.

Comecemos por deixar bem claro que jamais houve ou haverá um único termo correto, válido definitivamente em todos os tempos e espaços, ou seja, latitudinal e longitudinalmente. A razão disto reside no fato de que a cada época são utilizados termos cujo significado seja compatível com os valores vigentes em cada sociedade enquanto esta evolui em seu relacionamento com as pessoas que possuem este ou aquele tipo de deficiência.

Percorramos, mesmo que superficialmente, a trajetória dos termos utilizados ao longo da história da atenção às pessoas com deficiência, no Brasil.

domingo, 14 de junho de 2009

Escolas adaptam aulas de educação física para alunos com deficiência









VEJAM MAIS SOBRE Escolas adaptam aulas de educação física para alunos com deficiência EM:http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL1060317-5604,00-ESCOLAS+ADAPTAM+AULAS+DE+EDUCACAO+FISICA+PARA+ALUNOS+COM+DEFICIENCIA.html

Além de regras modificadas, deficientes contam com ajuda de colegas.
Atividades de inclusão melhoram desempenho em outras disciplinas

Várias escolas no país estão adaptando as aulas de educação física para atender alunos com deficiências físicas. Mônica Guimarães, de 15 anos, participa de atividades e esportes adaptados pela própria professora de educação física, Maria Conceição Moreira Lopes.

“Começamos com um trabalho para aprimorar a coordenação motora da Mônica e, em seguida, adaptei algumas regras de esportes que costumamos ensinar para os alunos. O basquete, por exemplo, passou a ser jogado com a bola de vôlei. Já o futsal, que ela adora e pratica com a ajuda de muletas, é jogado com uma bola de borracha, mais leve”, diz Maria Conceição ao G1.

A professora conta que levou a turma de Mônica para uma visita à Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) para conscientizar os alunos e reduzir o preconceito. “Essa experiência foi fundamental para que eles passassem a integrar Mônica em suas atividades e começassem a ajudá-la não só nas aulas de educação física, mas em outros momentos”, afirma.





Foto: Ágatha Lemos/Divulgação Para especialistas, atividades de inclusão melhoram desempenho em outras disciplinas (Foto: Ágatha Lemos/Divulgação) Mônica estuda há cinco anos no Colégio Adventista de Interlagos, em São Paulo. Segundo sua mãe, Maria Isabel dos Santos Guimarães, as mudanças nas regras dos esportes foram de grande proveito para a autoestima da menina. “Fez muita diferença para o emocional dela e melhorou, inclusive, o desempenho nas outras disciplinas. Ela passou a se sentir incluída em todas as atividades praticadas pelos outros alunos e isso me deixou muito satisfeita”, diz. Mônica nasceu prematura de 6 meses e meio. Uma hemorragia cerebral causou uma paralisia e afetou a coordenação motora da estudante.



“As atividades são produzidas de forma diferenciada, com mudanças ou adaptações de regras, materiais e dinâmica da atividade, sempre visando a inclusão e a participação desses alunos nas atividades. Entretanto, infelizmente isso não pode acontecer em todo tipo de atividade, em razão das limitações físicas diferenciadas que cada aluno pode apresentar. Em alguns momentos eles participam das atividades do grupo com outras funções, auxiliando o professor”, diz Dantival Jacyobá de Siqueira Filho, professor de educação física da Escola Pueri Domus, que também trabalha com alunos deficientes físicos.

Para Dante de Rose Junior, doutor em psicologia social pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP) e professor livre-docente pela Escola de Educação Física e Esporte da USP, o esporte proporciona uma série de benefícios em muitos aspectos da convivência social.



saiba mais
Escola para alunos com deficiência tem estrutura precária no DF
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“A atividade física ajuda qualquer pessoa, não só deficientes físicos, porque é capaz de melhorar a coordenação motora e a autoestima. No caso específico de um deficiente físico, há ainda o importante componente da socialização e da inclusão. O aluno passa a ter a oportunidade de praticar a mesma atividade que os demais, mesmo que dentro das suas limitações. O esporte amplia a capacidade de superação”, afirma o especialista ao G1. Rose Junior é autor do livro “Esporte e Atividade Física na Infância e na Adolescência”.



Coordenadora-geral de articulação da política de inclusão da Secretaria de Educação Especial, do Ministério da Educação, Martinha Dutra dos Santos considera que um sistema educacional inclusivo deve contemplar uma proposta pedagógica que atenda às necessidades específicas de todos os alunos.



“A educação física não se restringe aos jogos como vôlei ou basquete, mas consiste em atividades coletivas de cooperação, interação e participação, portanto devemos organizar grupos de pessoas independentemente de suas diferenças físicas, sensoriais, mentais”, diz ao G1.