quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Tecnologia ajuda pessoas com Síndrome do Encarceramento a se comunicarem

Tecnologia ajuda pessoas com Síndrome do Encarceramento a se comunicarem

Por Redação em | 11.08.2015 às 10h35
Síndrome de ecarceramento
Pacientes afetados pela Síndrome do Encarceramento (Locked In) ficam desligados do mundo exterior. Isso porque a doença danifica parte do tronco cerebral, deixando os indivíduos conscientes, mas incapazes de se comunicarem. Felizmente, a tecnologia pode ajudar essas pessoas a expressarem aquilo que desejam.
Uma doação da Fundação Moxie ajudará cientistas da computação da Universidade da Califórnia, em San Diego, que estão pesquisando e desenvolvendo uma tecnologia para ajudar pessoas com deficiência a se comunicarem com o mundo. Utilizando as mais avançadas tecnologias, o projeto visa ajudar pacientes que enfrentam uma série de desafios, entre eles a Síndrome do Encarceramento. 
O financiamento irá apoiar equipes de estudantes de graduação e pós-graduação do Departamento de Ciência da Computação e Engenharia durante dois anos com o objetivo de prototipar tecnologias que vão ajudar as pessoas com deficiência a se comunicarem. Indivíduos com Síndrome do Encarceramento, que geralmente é resultado de um acidente vascular cerebral (AVC), são incapazes de se mover ou se comunicar verbalmente devido à paralisia de quase todos os músculos voluntários, exceto os olhos.
A equipe de pesquisa da Universidade da Califórnia está investigando maneiras de alavancar a tecnologia de rastreamento ocular para traduzir os movimentos dos olhos desses pacientes em diferentes funcionalidades que permitirão que eles se comuniquem e sejam mais independentes. Atualmente, a equipe está trabalhando em aplicativos capazes de aprimorar o discurso gerado por computadores, a comunicação em mídias sociais, livros para leitores especiais, novos instrumentos musicais e muito mais.
Rastreamento ocularEstudantes de ciência da computação testam um protótipo da tecnologia com um indivíduo portador da Síndrome do Encarceramento (Imagem: Universidade da Califórnia)
"É muito difícil conseguir financiamento para um projeto como este, pois ele é muito experimental", explicou Nadir Weibel, uma das cientistas que fazem parte da equipe de pesquisa. "Mas a Fundação Moxie tem sido uma defensora do nosso trabalho desde o início. Graças ao investimento, seremos capazes de continuar nossa pesquisa e torná-la escalável. Ao mesmo tempo, estamos dando aos alunos a oportunidade de usar o que aprenderam em sala de aula para fazer a diferença no mundo real, e eles estão ansiosos para esse tipo de experiência", completou.


Matéria completa: http://canaltech.com.br/noticia/saude/tecnologia-ajuda-pessoas-com-sindrome-do-encarceramento-a-se-comunicarem-46923/#ixzz3icctq8i4 
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terça-feira, 11 de agosto de 2015

Novo tratamento ajuda paraplégicos a recuperar movimentos das pernas sem cirurgia

Publicado em 10 agosto 2015 por Damião Marcos
Lesões na coluna espinhal podem ser fatais, afinal essa estrutura do corpo é responsável por levar os comandos do cérebro para todo o corpo. E mesmo quando essas contusões não matam, muitas vezes podem levar a paralisia das pernas ou mesmo dos braços também. No entanto, um novo tipo de terapia, testado nos Estados Unidos, tem mostrado resultados animadores para a recuperação desse tipo de caso, sem necessidade de cirurgia. Os resultados foram publicados na edição de Agosto do Journal of Neurotrauma. 

Neste estudo, cinco pacientes homens com paralisia dos membros inferiores há mais de dois anos foram submetidos a sessões de treinamento de 45 minutos por 18 semanas. Nessas sessões, eletrodos foram colocados na parte inferior das costas desses pacientes, transmitindo uma série única de correntes elétricas, que não causava desconforto algum aos pacientes. 

No começo do experimento, os pacientes só moviam as pernas quando o estímulo elétrico era forte o suficiente para causar reações involuntárias. Mas, com o passar do tempo, no entanto, era pedido que os pacientes tentassem mover as pernas enquanto esses estímulos elétricos eram aplicados, o que fez com que a gama de movimentos aumentasse significativamente. 

Nas últimas quatro semanas, foi adicionado também ao tratamento o medicamento buspirona duas vezes ao dia. Esse remédio mimetiza a ação do hormônio serotonina e já ajudou a induzir movimentos em ratos com problemas na coluna espinhal. 

No final do estudo, os homens conseguiam mover as pernas sem estimulação elétrica, mas ainda precisavam tomar a buspirona. Os movimentos tinham as mesmas características de quando os pacientes ainda recebiam estimulação elétrica. 

Fonte: MSN 


Fonte Original: http://www.inclusaodiferente.net/2015/08/novo-tratamento-ajuda-paraplegicos.html#ixzz3iVxxcD2A

C E V NOVIDADES - 06 AGO 2015


CEV Novidades


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INFONOTÍCIAS DEFNET: SÍNDROME DE DOWN/INTERDIÇÃO(?) - Uma possibilidade...: A possibilidade de interdição parcial da pessoa com síndrome de down A interdição tornou-se o meio mais eficaz de proteção ao incapaz, e...




PLANO DE AULA: PULAR CORDA

PLANO DE AULA: PULAR CORDA


http://escola.educacaofisicaa.com.br/2015/06/plano-de-aula-pular-corda.html#.Vcn7XnFViko

https://alinemangaraviti.files.wordpress.com/2007/12/07pula_corda.jpg

A intenção principal desta sequência didática é promover a vivência das brincadeiras de pular corda e, por meio delas, abordar conteúdos relacionados ao Ritmo e a Expressão Corporal.
Essa sequência de atividades se justifica também como uma interessante e divertida forma de cultivo e valorização da cultura lúdica tradicional de nosso país.
Também se mostra importante como forma de promover situações de ensino e aprendizagem ricas no sentido da construção de habilidades corporais básicas, no desenvolvimento de dinâmicas de produção em pequenos grupos e ainda como possibilidade de introduzir e desenvolver a idéia de diversificação e transformação de estruturas lúdicas convencionais.

Classificação dos Esportes: educação, participação e performance

http://www.curtosim.com.br/Conteudo/Hotsite/grd-esporteescolar.jpg

Diversas são as maneiras de classificar o esporte e vários são os autores que o fizeram (FERRANDO, 1990; KOLYNIAK FILHO, 1997; CAGIGAL, 1972).
    Optamos por uma classificação que se mostra bem interessante e adequada aos propósitos que foi apresentada por TUBINO (2000) e TUBINO et al. (2001). Este autor classificou o esporte sob três aspectos de sua manifestação: o esporte-educação; o esporte-participação e o esporte-performance ou de rendimento, embora, na realidade concreta, nem sempre seja fácil localizar ou diferenciar essas manifestações.

OBJETIVOS DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO FUNDAMENTAL

http://msalx.veja.abril.com.br/2014/08/09/0335/pe6Cx/educacao-fisica-original.jpeg?1402459890

http://escola.educacaofisicaa.com.br/2015/08/objetivos-da-educacao-fisica-no-ensino.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+educacaofisicaa+%28Newsletter+da+Educa%C3%A7%C3%A3o+F%C3%ADsicaa%29#.Vcn6m3FViko

O esporte é uma ótima forma dos alunos aprenderem que a vida não é feita só de vitórias e que nem sempre se consegue tudo o que se almeja. Os esportes os põem frente à derrota, o que os obrigam a aprenderem a superar suas frustrações
    No Ensino Fundamental, serão oportunizadas diversas vivências que valorizem o aluno como produtor do conhecimento, estimulando a reflexão crítica e a utilização do corpo como instrumento de interpretação do mundo. Para isso, o ensino da Educação Física oferecerá a organização de um ambiente que possibilite desenvolver as capacidades de:
  • Conhecer e utilizar o corpo em movimento no tempo e no espaço;
  • Dominar os movimentos básicos do corpo;
  • Ampliar o repertório motor na combinação de movimentos e habilidades;
  • Identificar e utilizar as atividades ludo-pedagógico do cotidiano escolar na organização do lazer;
  • Repudiar a violência, evidenciando o respeito mutuo, a ética, a dignidade e a solidariedade;
  • Incorporar as manifestações corporais das diversas culturas ao acervo lúdico;
  • Demonstrar autonomia na legislação da regra dos jogos;
  • Entender a diversidade cultural e conviver com ela na organização e execução das práticas corporais;
  • Compreender a importância da atividade física e do esporte para a saúde, relacionando-a com os fatores sócio-culturais;
  • Adquirir habilidades esportivas, reconhecendo a importância do gesto motor, despertando o prazer pelo esporte;
  • Responsabilizar-se pelo desenvolvimento e manutenção de suas capacidades físicas (resistência aeróbica, força, velocidade e flexibilidade)
  • Valorização e respeito com sensações, emoções, limites, integridade física e morais pessoais e dos colegas.
  • Reconhecimento e valorização de atitudes não discriminatórias, quanto à habilidade, sexo, cor e outras.
  • Predisposição em cooperar com colega ou grupo, participar em jogos esportivos, recreativos.

    Propõe-se, assim, a valorização do aluno, dando movimento a cada idéia dentro da escola numa perspectiva interdisciplinar, cabendo ao professor mediar às vivências, desenvolvendo habilidades e competências na formação do ser crítico participativo.

Equipamento leva a realidade virtual à educação física



 


 
 
O Laboratório de Comportamento Motor (Lacom) da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) recebeu o aparelho Stable, que irá integrar o Laboratório Didático de Realidade Virtual na promoção de Atividade Física, Lazer, Saúde e Reabilitação. O objetivo é equipar uma sala didática com diversos consoles e equipamentos que possam criar diferentes ambientes de realidade virtual. Esta sala proporcionará aos alunos de graduação conhecimentos teóricos e práticos para a aplicação da realidade virtual na educação física e esporte, voltados para a saúde, reabilitação, lazer e esporte. Além disso, será possível realizar avaliações neuromotoras e fisiológicas sobre os efeitos da prática de atividade física em ambiente virtual.
O Stable possui seis câmeras, plataforma de força e tela para projeção em 180º. O equipamento permite a criação de cenários virtuais para tarefas específicas do dia-a-dia ou relacionadas a alguma modalidade esportiva a partir da criação de jogos virtuais. Por meio do aparelho, a pessoa em avaliação sente que desempenha uma tarefa em um ambiente real, embora esteja no ambiente virtual. É possível avaliar e melhorar o desempenho de pessoas com distúrbios no equilíbrio e no controle postural, como idosos, pessoas com AVC, Parkinson, entre outros.
A vantagem do uso da realidade virtual é a prática de movimentos em ambientes contextualizados, em que o profissional pode manipular a intensidade, o número de repetições e a realização de treinamento orientado a tarefas personalizadas para cada pessoa. Além disso, a prática nesse ambiente é extremamente segura, pois a pessoa estará sobre uma plataforma de força, presos com cinto de segurança fixo no teto, a fim de evitar quedas, quando desempenham as atividades em ambiente virtual. As alterações fisiológicas, psíquicas e somáticas promovidas pelo ambiente virtual são similares às situações da vida real e isso pode garantir condições para a melhora do desempenho motor e da aprendizagem, pois os participantes sentem-se em um ambiente desafiador e motivador em níveis acentuados de intensidade de prática física.
 
O equipamento será utilizado na graduação e na pós-graduação. Na graduação, os professores demonstrarão aos graduandos uma possibilidade de prática de atividade física que permitirá avaliar os aspectos comportamentais, fisiológicos e biomecânicos dessas intervenções. Também será possível a observação prática das respostas orgânicas e do impacto fisiológico durante a execução de atividades em ambiente virtual, o que é difícil em um contexto real.
Os alunos de pós-graduação também poderão utilizar o equipamento para investigar os efeitos e a eficiência das atividades relacionadas ao treinamento do equilíbrio e controle postural. No momento, dois projetos de pesquisa irão estudar, por meio do Stable, a aprendizagem motora em pacientes que sofreram AVC. Os cursos comunitários serão igualmente beneficiados pelo aparelho. No curso de Reabilitação para Pacientes Neurológicos, coordenado pela professora Camila Torriani-Pasin, os alunos são avaliados antes do início das aulas e depois dos quatro meses de treinamento em quadra, a fim de obter dados mais precisos sobre os efeitos do programa de atividade física no equilíbrio dessas pessoas.
O projeto que propõe a criação do laboratório didático obteve recursos do Pró-Inovação no Ensino Prático de Graduação (Pró-Inovalab), da Pró-Reitoria de Graduação. A intenção é que seja uma sala multiusuário, integrando os departamentos e laboratórios da EEFE.
Fonte: USP

Educação Física Escolar: Objetivos da Educação Física no Ensino Fundamental

Educação Física Escolar: Objetivos da Educação Física no Ensino Fundamental



http://msalx.veja.abril.com.br/2014/08/09/0335/pe6Cx/educacao-fisica-original.jpeg?1402459890