segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Série ‘Qual é a diferença?’ traz novo olhar sobre a síndrome de Down

Edição do dia 09/08/2015
09/08/2015 22h50 - Atualizado em 09/08/2015 23h34

Série ‘Qual é a diferença?’ traz novo olhar sobre a síndrome de Down

Médico Drauzio Varella e Breno Viola, que é tricampeão mundial de judô, falam sobre a condição genética que afeta pelo menos 300 mil pessoas no Brasil.

Doutor Drauzio Varella está de volta para falar de uma condição genética que, segundo estimativas do IBGE, afeta pelo menos trezentas mil pessoas no Brasil.
A série que começou neste domingo (9) quer trazer um novo olhar sobre a síndrome de Down. Desta vez, doutor Drauzio vai contar com a parceria valiosa de um tricampeão mundial de judô. E ele é muito mais do que isso. Veja o vídeo acima.
“Quando eu me olho no espelho, eu vejo que sou diferente. Meus olhos são amendoados, A minha mão tem uma linha reta”, fala Breno.
“Sou baixinho. Os meus braços e pernas são um pouco mais curtos”, descreve Breno.
“São características pessoais, né? Eu sempre fui muito magro.
tenho braços finos. Minhas pernas parecem dois cabos de vassoura. Comecei a ficar careca com vinte anos”, diz Drauzio Varella.
“Meu tempo de aprender as coisas sempre foi muito mais lento. Desde pequeno eu aprendi a respeitar o meu ritmo”, conta Breno.
“Já eu queria diminuir meu ritmo de trabalho, mas gosto de ser médico, de escrever, de ensinar e de correr”, conta Drauzio. 
“Eu trabalho, namoro uma linda princesa, treino, e viajo muito porque sou tricampeão mundial de judô. E talvez você até já tenha me visto no cinema, porque eu fiz um filme bem legal. Até ganhou prêmio”, conta Breno.
Dr. Drauzio explica que a partir desta semana vai contar muito mais sobre o Breno. Ele vai nos ajudar a entender como é viver com a síndrome de Down. Tudo o que já foi feito em relação a ela e o que ainda falta fazer.
Aos trinta e quatro anos, Breno Viola é um exemplo de produtividade. Da academia, ele vai para o Movimento Down. É uma organização não governamental que tem como meta ver cada vez mais pessoas como Breno andando por aí, independentes e felizes.
“Antigamente você sabe, né? Era tratado como mongoloide e a gente agora não quer ser isso”, explica Breno.
“Muita alegria, muita esperança no caso que tinha tudo para ser triste. Para transformar num verdadeiro drama da família desta garotinha. Ela é Andrea, um bebê que nasceu mongoloide”, narração de matéria da década de 80.
Quando Andrea - e o próprio Breno nasceram, era assim que o mundo via a síndrome de Down.  Só se falava mongolismo e mongoloide. A expectativa de vida não chegava a trinta anos.
“A alternativa era ou internava nessas escolas especiais. Internava mesmo de ficar internado. Ou ele ia de manhã e voltava no fim da tarde e você era dado como nada mais é possível. Meu filho é um filho que não vai ter condições de nada”, diz Lenir Santos, mãe da Andréa.
Os tempos hoje são outros. A internet transborda com vídeos alegres e comoventes de conscientização. Num deles, a jovem modelo americana exibe o filho com orgulho nas redes sociais.
E em outro, o fotógrafo capricha na mágica para fazer seu menino voar. 
Mas ainda existem muitos problemas. A começar pelo desconhecimento e pelo medo que surgem a partir da notícia.
“O momento da notícia é uma coisa tão importante que nas diretrizes de cuidado das pessoas com síndrome de Down do Ministério da Saúde, existe um capítulo só com "dar a notícia.", diz a pediatra Patrícia Tempski.
“Na maioria esmagadora dos casos, a forma como é dada a notícia é muito inadequada”, diz Maria Antônia Goulart, da ONG Movimento Down.
“Quando eu recebi o resultado no consultório do médico, eu realmente fiquei em choque, eu não consegui mais dormir, eu não consegui mais comer e diante de uma gravidez isso é muito preocupante”, lembra Suzana Santos.
Suzana e Michele estão no fim da gravidez. No começo do pré-natal, em exames como estes, elas descobriram que havia uma grande chance de que seus bebês tivessem síndrome de Down.
Já na sexta semana de gestação é possível fazer um exame de sangue que detecta traços do DNA do embrião na circulação da mãe. É um exame muito caro, disponível apenas em clínicas particulares.
Pelo SUS, o normal é que se faça primeiro a chamada translucência nucal, uma ultrassonografia, entre a 11a e a 13a semana. Nesta época, a análise da quantidade de um liquido que fica na nuca e de um ossinho do nariz do feto ajudam a apontar as probabilidades de uma alteração genética.
Para se ter certeza do diagnóstico, só mesmo com a análise do número de cromossomos, o material genético presente nas células do feto. Esse material pode ser retirado por uma punção na placenta, a partir da décima semana. Ou mais tarde, entre a 15a e 18a semana, com a pulsão do líquido amniótico de dentro do útero da mãe.
“O que a gente sabe é que a grande maioria das pessoas que faz o diagnostico pre-natal durante a gravidez, quando faz uma intervenção mais específica de determinar de fato e ter a certeza de que esse bebe tem sim, síndrome de Down, este casal na grande maioria das vezes, a gente sabe que opta por intervenção de acabar com a gestação, infelizmente.”, explica o médico Zan Mustacchi.
Drauzio: A lei brasileira permite?
Zan: De jeito nenhum, isso é completamente proibido. Isso é tratado como crime no Brasil.
Michelle Svoboda queria muito ser mãe. E o sonho dela esteve por um fio. O primeiro diagnóstico apontava para três síndromes possíveis.
“A única que era compatível com a vida era síndrome de Down. As outras duas eu poderia até interromper a gravidez, porque não eram compatíveis com a vida, né? Então quando eu peguei o resultado e era síndrome de Down, foi uma felicidade pra nós, entendeu? A gente ia ter o bebê, a gente ia ter o nosso bebê”, se emociona Michele.
“Eu comecei a ler, a procurar, a saber, entendeu? Eu fui ficando mais tranquilo e falando "eu vou dar conta, eu vou dar conta", recorda Marcos de Castro, marido de Suzana.
“Falei, não, agora vamos ter que respirar fundo, eu vou ter que ficar bem pra ela ficar bem também”, conta Suzana.
Em alguns casos, a notícia só vem depois do parto. Foi assim com a Miriam Roia e o João.
Breno: Quando a Luna nasceu, na hora de receber a notícia que ela tinha síndrome de Down, qual foi a reação da mãe e do pai?
Myriam: Uma geneticista pegou a Luna, acho que avaliou do lado de fora mesmo do meu quarto e imediatamente voltou e olhou pra mim e falou: Bom, sua filha tem síndrome de Down, você tem alguma dúvida? Eu não tive nem tempo para levar um choque.
Maria Antônia, do Movimento Down: A gente sabe que a forma como nesse momento, a família recebe essa informação, pode ou colocar essa família em depressão e estagnar ou ser uma forma como essa família possa se mobilizar pra entender mais e saber que seu filho é capaz e pode se desenvolver.
Miriam: Eu passei um dia sem entender o que estava acontecendo, eu não queria ver ninguém, um medo, um pavor do que viria.
Neste momento, é comum a futura mãe entrar em negação, se perguntar "por que comigo?" E se culpar por algo que seria impossível ela conseguir evitar. Talvez a pergunta devesse ser "por que não comigo?" A síndrome de Down é um acaso da genética.
Na fecundação, os genes do homem e da mulher se fundem para criar uma nova vida. O normal é que cada célula formada a partir desta união tenha 46 cromossomos, 23 da mãe e 23 do pai. Na síndrome de Down, acontece um acidente durante essa multiplicação de células. Em vez de 46 cromossomos, surgem 47. Três cópias do cromossomo 21, em vez de duas. 
A probabilidade de isso acontecer aumenta conforme a idade da mãe. Aos 25 anos, é de uma em mil gestações. Aos 40 anos, de uma em cem. Se a mulher tem mais de 45 anos, a chance de ter um bebê com Down sobe pra uma em cada dez gestações.
“Dizem as mães, né, as mães que tem crianças com Síndrome de Down, que a gente entra no luto pra depois ir à luta”, diz Suzana.
“Eu comecei a procurar ajuda em outras mães, grupos de mães que têm crianças com síndrome de Down, procurei ver ONGs que acompanham crianças especiais. Eu fui procurar um aconchego, um conforto. Assim que eu saí com mais tranquilidade, mais força”, conta Suzana.
A cada ano, pelo menos oito mil novas mães brasileiras vivem os sentimentos de Suzana e Michele.  O diagnóstico ainda na gravidez é fundamental para proteger a saúde do bebê.
“De 48 a 50 por cento das crianças com Down nascem com problemas do coração. Entretanto a metade delas é que têm sim indicação cirúrgica”, diz o médico Zan.
Tanto a filhinha da Michele em Porto Alegre, a Maria Flor, quanto a Mariana, a bebezinha da Suzana no Rio de Janeiro têm cardiopatias que precisam ser investigadas imediatamente depois do parto.
Entre as características mais frequentes da Síndrome de Down estão os olhos amendoados, uma hipotonia acentuada, que é a diminuição do tônus muscular e um atraso no desenvolvimento intelectual, que varia muito de criança pra criança.
“Cada um é um, e cada um tem uma possibilidade grande. É só a gente acreditar”, diz a mãe de Breno.
“A maior preocupação de uma mãe é como vai ser a aceitação de uma criança especial na sociedade”, conclui Suzana.
As pessoas incentivam Suzana e preveem um futuro feliz para sua filha.
“A sua filha vai morar sozinha como nós. Como nós juntos”, falam Marcelo e Raquel. 
“Ela vai trabalhar e vai ganhar o seu próprio dinheiro!”, prevê Juliana.
“A sua filha vai chegar aos 52 e trabalhando!”, aposta Liane.
“Será que ela vai conseguir casar?”, pergunta Suzana
“Se ela quiser casar, aí é com ela!!!”, diz Arthur.
“Eu e o meu esposo acabamos com preconceitos!”, diz Raquel.
“Tem ali uma coisa que não saiu como planejado, mas isso não impede que seu filho vá se desenvolver e ser uma pessoa feliz, autônoma e independente”, explica Maria Antônia, do Movimento Down.
“Confesso que jamais jamais jamais jamais pensei que o Breno chegaria tão longe, eu digo pra ele, ele sabe. Ele surpreendeu a todos nós e continua surpreendendo”, conta a mãe de Breno.
A expectativa de vida para quem tem síndrome de Down hoje passa dos sessenta anos! A nova série do Fantástico vai acompanhar personagens de todas as idades para mostrar: Que tipo de cuidados são essenciais nos primeiros anos de vida de um bebê com Down? O que deve ser feito para que a inclusão nas escolas funcione como deve? Como estimular a autonomia e a independência nos jovens? Vamos falar também de desejo e sexualidade. E do futuro -  já existe um projeto para garantir que eles possam morar sozinhos.
“Sozinha ou casada, eu quero que ela seja feliz. Eu vou fazer de tudo pra ela ser feliz”, diz Suzana

Novo tratamento ajuda paraplégicos a recuperar movimentos das pernas sem cirurgia

Novo tratamento ajuda paraplégicos a recuperar movimentos das pernas sem cirurgia

Publicado em 10 agosto 2015 por Damião Marcos
Lesões na coluna espinhal podem ser fatais, afinal essa estrutura do corpo é responsável por levar os comandos do cérebro para todo o corpo. E mesmo quando essas contusões não matam, muitas vezes podem levar a paralisia das pernas ou mesmo dos braços também. No entanto, um novo tipo de terapia, testado nos Estados Unidos, tem mostrado resultados animadores para a recuperação desse tipo de caso, sem necessidade de cirurgia. Os resultados foram publicados na edição de Agosto do Journal of Neurotrauma. 

Neste estudo, cinco pacientes homens com paralisia dos membros inferiores há mais de dois anos foram submetidos a sessões de treinamento de 45 minutos por 18 semanas. Nessas sessões, eletrodos foram colocados na parte inferior das costas desses pacientes, transmitindo uma série única de correntes elétricas, que não causava desconforto algum aos pacientes. 

No começo do experimento, os pacientes só moviam as pernas quando o estímulo elétrico era forte o suficiente para causar reações involuntárias. Mas, com o passar do tempo, no entanto, era pedido que os pacientes tentassem mover as pernas enquanto esses estímulos elétricos eram aplicados, o que fez com que a gama de movimentos aumentasse significativamente. 

Nas últimas quatro semanas, foi adicionado também ao tratamento o medicamento buspirona duas vezes ao dia. Esse remédio mimetiza a ação do hormônio serotonina e já ajudou a induzir movimentos em ratos com problemas na coluna espinhal. 

No final do estudo, os homens conseguiam mover as pernas sem estimulação elétrica, mas ainda precisavam tomar a buspirona. Os movimentos tinham as mesmas características de quando os pacientes ainda recebiam estimulação elétrica. 

Fonte: MSN 


Fonte Original: http://www.inclusaodiferente.net/2015/08/novo-tratamento-ajuda-paraplegicos.html#ixzz3iRU2sMLB

sábado, 8 de agosto de 2015

FOTOS DO CPB DA PARALIMPÍADA DE TORONTO.

 VEJAM EM:

https://www.flickr.com/photos/cpboficial/albums

CALENDÁRIO DE COMPETIÇÕES 2 0 1 5 :
http://www.cpb.org.br/wp-content/uploads/2014/02/Calend%C3%A1rio-2015-Vers%C3%A3o-7-06.08.15-Consolidado.pdf




terça-feira, 4 de agosto de 2015

CONHEÇA A REVISTA BRASILEIRA DE CIÊNCIAS DO ESPORTE

Cabeçalho da página

http://revista.cbce.org.br/index.php/RBCE/article/view/1461

O IMAGINÁRIO COLETIVO DE ESTUDANTES DE EDUCAÇÃO FÍSICA SOBRE VIDA SAUDÁVEL

Alex Fialho, Aline Vilarinho Montezi, Fabiana Follador e Ambrósio, Tânia Maria José Aiello- Vaisberg

Resumo


Objetivo: A presente pesquisa objetiva investigar o imaginário coletivo de estudantes de Educação Física sobre a vida saudável. Metodologia: Foi realizada uma entrevista coletiva com 27 alunos do curso de Educação Física, organizada ao redor do uso do Procedimento Desenhos-Estórias com Tema “uma pessoa que leva uma vida saudável”. As produções foram consideradas à luz do método psicanalítico em termos de produção interpretativa dos campos de sentido afetivo-emocional subjacentes ao material obtido. Resultados: O trabalho interpretativo permitiu a percepção de um campo denominado “responsabilidade individual”, que se estrutura a partir da crença de que a saúde seria um estado que
depende primordialmente de iniciativas e ações individuais.
Conclusões: O quadro encontrado indica que o campo opera efeitos positivos, no sentido do fortalecimento da iniciativa pessoal, mas gera, como consequência problemática, um obscurecimento acerca da importância de fatores ambientais, que dependem de ações sociais e
governamentais.

Palavras-chave


Imaginário coletivo; Hábitos saudáveis; Promoção de saúde; Estudantes de Educação Física
Texto completo: PDF

Reflexões sobre exclusão de alunos com deficiência dentro das salas de aula nas escolas da rede regular de ensino

Reflexões sobre exclusão de alunos com deficiência dentro das salas de aula nas escolas da rede regular de ensino: Gilvan Pereira da Silva Lima Consultor REDEM – Brasil   Um dos principais argumentos utilizados contrários à inclusão de crianças […]

 Reflexões sobre exclusão de alunos com deficiência dentro das salas de aula nas escolas da rede regular de ensino

A importância de se Realizar Pesquisas sobre Professores com deficiência na Perspectiva da Educação Inclusiva

A importância de se Realizar Pesquisas sobre Professores com deficiência na Perspectiva da Educação Inclusiva: Gilvan Pereira da Silva Lima Consultor REDEM – Brasil     Se a inclusão, presença de alunos com deficiência na […]



Gilvan Pereira da Silva Lima
Gilvan Pereira da Silva Lima
REDEM consultor – Brasil


Reflexões sobre exclusão de alunos com deficiência dentro das salas de aula nas escolas da rede regular de ensino

Reflexões sobre exclusão de alunos com deficiência dentro das salas de aula nas escolas da rede regular de ensino: Gilvan Pereira da Silva Lima Consultor REDEM – Brasil   Um dos principais argumentos utilizados contrários à inclusão de crianças […]



Gilvan Pereira da Silva Lima

MAIS SOBRE O ASSUNTO :

http://www.redem.org/pt/reflexoes-sobre-exclusao-de-alunos-com-deficiencia-da-sala-de-aula-nas-escolas-da-rede-regular-de-ensino/



João Silva, el estudiante campeón mundial en cálculo mental que reprobó matemáticas

João Silva, el estudiante campeón mundial en cálculo mental que reprobó matemáticas: PORTUGAL.- El alumno portugués, de 12 años de edad, resolvió 10 ecuaciones en 42,5 segundos. Foto referencia:

Internet João Silva […]



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Conozca en qué país de América Latina el nivel de educación es el más alto

Conozca en qué país de América Latina el nivel de educación es el más alto: La Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económico (OCDE) ha elaborado un ‘ranking’ internacional de educación que situó a […]



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Aprendizagem Esportiva - Orientação aos pais de atletas / Práticas Pedag...

Corredores on Line: Dica de livro: Anatomia da Corrida

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Corredores on Line: Corredor e o joelho em X

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mais atletismo :

Newsletter da Educação Física


Posted: 03 Aug 2015 02:47 PM PDT
http://o2porminuto.ativo.com/wp-content/uploads/sites/2/2015/06/joelho.jpg

Ter joelhos tortos aumenta bastante o risco de lesões, especialmente entre praticantes de exercícios.
Existe um tipo de desvio mais comum em mulheres, o geno valgo, popularmente chamado de joelho em X. Ele também acomete homens, mas é duas vezes mais frequente nelas.  As mulheres, por terem a bacia larga, acabam mais expostas a essas diferenças. Além disso, existem outros fatores que contribuem para agravar o quadro. Um deles é a progesterona, um hormônio feminino. Ele age como relaxante muscular e, por isso, torna o músculo menos eficiente na absorção de impacto. Resultado: sobra para os joelhos.
Quando a mulher corre, uma carga equivalente a quase duas vezes seu peso é concentrada nos joelhos. 
A sobrecarga na região lateral do joelho pode afetar um osso chamado patela e agravar seu alinhamento. Isso prejudica a cartilagem local. Ao lesionar a cartilagem, a pessoa sente dores constantes e que podem aumentar com movimentos ou exercícios.
Quando a mulher tem joelhos em X, ela precisa fazer exercícios com muito cuidado para não prejudicar ainda mais sua situação. Ela deve evitar agachamento e esportes que dobrem os joelhos em mais de 45 grausa.
É possível correr, mas não se pode exagerar na intensidade nem no tempo de exercício. Uma dica é trocar a corrida, caso seja feita em academia, por transport, pois o exercício gera menos impacto.
O fortalecimento muscular com pesos também é importante para que a musculatura passe a absorver mais o impacto ao andar e ao praticar esportes. Se a situação piorar, com o surgimento de doenças associadas, pode ser preciso uma intervenção cirúrgica para corrigir o problema.
Portanto, é essencial que se trabalhe a musculatura por dois motivos: quem possui joelho valgo tem maior probabilidade de ter alteração na cartilagem da rótula, quer seja uma condromalácia, que é o amolecimento da cartilagem articular da patela, ou um mau alinhamento de rótula.
 
Posted: 03 Aug 2015 02:31 PM PDT
Não é segredo para ninguém que a creatina é um dos compostos mais utilizados nos treinamentos de força e também pelas mais diferentes modalidades.  Ela é  um dos suplementos nutricionais mais eficientes para manter ou aumentar os níveis de ATP intramuscular, embasado no possível efeito de elevar o depósito de fosfocreatina no músculo, aumentando o rendimento durante o exercício
A creatina é um composto de aminoácidos produzidos por nosso próprio corpo (origem endógena) - existe um aparato enzimático capaz de sintetizar a creatina a partir de unidade de aminoácidos: glicina, L-arginina e metionina - e que também é consumido pela alimentação e/ou suplementação (origem exógena) - peixe, carne e outros produtos animais são boas fontes de creatina, enquanto que somente insignificante quantidade pode ser obtida em alguns vegetais  Este composto participa de inúmeros processos no corpo, entre eles o aumento da massa muscular, o aumento da síntese protéica e um de seus principais: no aumento da velocidade de síntese de ATP, principalmente durante movimentos explosivos da musculatura esquelética. Em que isso nos convém?
Simplesmente, o ATP é uma espécie de "moeda energética" fornecida a diversos tecidos os quais dependem dessa energia para desempenhar alguma (s) de sua (s) função (ões). Desta forma, principalmente durante a atividade física, a musculatura esquelética recruta muitas moléculas de ATP e, quando essas se esgotam ou chegam em quantidades limitantes, a musculatura perde sua "eficiência" e entra em exaustão. Desta forma, percebeu-se que com a suplementação de creatina os níveis elevados desse composto no músculo, poderiam auxiliar ainda mais o aumento da performance pela maior "demora" à exaustão do que quando em níveis normais.
A creatina ainda é responsável, ou pode ser uma das responsáveis, pela drenagem de líquido para as células. Isso é fundamental não tão somente para que o tamanho celular aumente, mas também, possibilita que processos químicos e transportes de inúmeras substâncias aconteçam com mais efetividade, aumentando assim as funções daquela célula e consequentemente do músculo como um todo.
Um dos benefícios mais conhecidos da suplementação com creatina é a explosão de força. A substância consegue aumentar o desempenho do esportista em atividades que exigem muito esforço em intervalos pequenos.
Talvez daqui há um tempo a creatina possa se tornar um suplemento com aplicações diversas, não apenas para atletas. Essa substância poderá suprir o que perdemos com as mudanças na maneira como nos alimentamos.
 
Posted: 03 Aug 2015 02:20 PM PDT

http://30tododia.boadiversao.com.br/wp-content/uploads/2014/03/20121107-104559-1090261207_580_x_330.jpg
Uma das formas que você tem de melhorar a velocidade na corrida é treinar tiros. A distância, a intensidade e a repetição dos tiros variam muito com o objetivo e a fase do treinamento.
As características desses treinos são revezamento de estímulos de alta intensidade com baixa duração (tiros) e períodos de recuperação (trote, caminhada ou descanso).

Para o treino de tiro ser bem-sucedido é importante que o atleta faça todos os trechos em tempos muito próximos. Tome cuidado para não forçar demais nos primeiros tiros e não ter energia para a parte final. É importante saber cadenciar o ritmo e sempre ter energia para concluir a corrida.

Confira algumas dicas dessa página aos novos adeptos desse tipo de prática:
– Realize esse tipo de treino apenas uma vez por semana. Por sua alta intensidade, os tiros provocam grande desgaste articular e muscular e exigem um tempo maior de recuperação.
– Procure locais seguros. O ideal é que os tiros sejam realizados em pistas de atletismo. Evite terrenos irregulares.
– Sempre faça um aquecimento antes dos tiros, com corrida leve.
– Equilibre a intensidade de todos os tiros.
– Respeite o tempo de recuperação entre os estímulos.
– Nunca pare abruptamente, para evitar lesões.
– Não exagere no volume de uma única sessão.
– Procure um profissional da área para orientá-lo.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Mário Sergio Cortella - Qual a postura ideal do professor?

Jardim sensorial do Jardim Botânico é reaberto com mais acessibilidade


Posted: 03 Aug 2015 09:12 AM PDT
Akemi Nitahara - Repórter da Agência Brasil
O Jardim Sensorial oferece um conjunto de plantas com diferentes texturas e aromasTomaz Silva/Agência Brasil
Um espaço com plantas para serem tocadas, cheiradas e provadas, totalmente acessível e adaptado com rampas, piso táctil e informações em braile. O Jardim Sensorial do Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi reaberto hoje (30) ao público, após ficar cerca de um ano fechado. Período no qual foi revitalizado e adaptado para receber deficientes físicos e visuais.
O espaço, criado em 1989, traz plantas com diferentes aromas e texturas que convidam o visitante a aguçar os sentidos além da visão. Entre as espécies estão suculentas, orquídeas, manjericão, alecrim e menta.
O engenheiro agrônomo Ulisses Carvalho de Souza, do Centro de Responsabilidade Socioambiental do Jardim Botânico, explica que além da revitalização e adaptação do espaço, a parceria com o Instituto Masan também possibilitou a ampliação do projeto com a contratação de oito monitores, dos quais três são cegos e um tem baixa visão, selecionados pelo Instituto Benjamin Constant, centro de referência nacional em questões de deficiência visual.
De acordo com ele, o Jardim Sensorial é muito procurado pelo público em geral, e também por pesquisadores. “Então, essa agregação de valor para o Jardim Botânico – que não é um parque de visitação, e sim um instituto de pesquisa – é maravilhosa". Ulisses disse que assim como temos as coleções botânicas, científicas, de orquídeas, bromélias, aráceas, "temos [no Jardim Sensorial] não uma coleção científica, mas uma porção mínima de algumas espécies que as pessoas não conseguiriam tocar nos canteiros, ver detalhes”.
Um dos monitores selecionados pelo instituto é Luciano Souto Batista, 25 anos, que tem no jardim sua primeira experiência profissional. Para ele, a atividade promovida no Jardim Sensorial ajuda a sensibilizar o público para as questões da deficiência visual.
“Aqui, a gente coloca venda nos visitantes, e cada um tem reação diferente. Tem uns que desistem no meio da atividade, se sentem tontos, se sentem mal; outros gostam, acham interessante", segundo Luciano.
O Jardim Sensorial funciona no Complexo do Cactário do Jardim Botânico.
Edição: Stênio Ribeiro

Paralímpicos competem no 1º dia de testes do triatlon no Rio

Paralímpicos competem no 1º dia de testes do triatlon no Rio



Segundo evento-teste para os Jogos Olímpicos de 2016 ocorreu na Praia de Copacabana, onde atletas paralímpicos realizaram provas de paratriatlon. (Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)

segundo evento-teste para os Jogos Olímpicos de 2016 ocorreu na Praia de Copacabana, onde atletas paralímpicos realizaram provas de paratriatlon. (Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)
A falta das pernas ou da visão não foi impedimento para atletas de diversos países que nadaram, andaram de bicicleta, cadeira de rodas e correram no evento teste de paratriatlon para as Paralimpíadas de 2016, realizado neste sábado (1º), no Rio de Janeiro. As provas ocorreram na Praia de Copacabana e atraíram um bom número de espectadores, que vibraram e aplaudiram os competidores, independentemente da nacionalidade.

domingo, 2 de agosto de 2015

Protocolo Para Prescrição ou Adaptação de Recursos Pedagógicos Para Alunos com Paralisia Cerebral

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Resumo

Alguns dos critérios para garantir o acesso educacional ao aluno com paralisia cerebral são: adequar os recursos pedagógicos, favorecer a interação social, adequar o mobiliário e favorecer as oportunidades de ensino oferecidas no ambiente da sala de aula. Especificamente nos casos em que os recursos pedagógicos não são acessíveis aos alunos, é necessário adaptá- los para atender às suas necessidades e potencialidades educacionais. Nesse contexto, antes de adaptar um recurso pedagógico e planejar estratégias de ensino é necessário avaliar: 1) as características do aluno: características motoras, cognitivas, sensoriais, sociais, preferências individuais e familiares; 2) características do contexto da sala de aula. Dessa maneira, essa pesquisa teve o objetivo de elaborar um instrumento para a prescrição e adaptação de recursos pedagógicos para o ensino do aluno com paralisia cerebral, destinado ao profissional da área de educação especial. Participaram desta pesquisa, onze estudantes do quarto ano de pedagogia da Habilitação em Educação Especial, área de deficiência física e quatro profissionais da área da educação especial. O instrumento foi elaborado em quatro versões. A primeira versão foi usada por um grupo de cinco estudantes. A discussão com esses participantes resultou na construção da segunda versão. A segunda versão foi usada por outro grupo de seis estudantes e por dois profissionais da área de educação especial na avaliação de uma aluna com paralisia cerebral matriculada na segunda série do Ensino Fundamental. Após a discussão da aplicação do segundo grupo e as considerações dos profissionais, a terceira versão foi construída e analisada por outros dois profissionais da área de educação especial. A discussão da terceira versão resultou na elaboração da quarta versão. Por um lado, a realização desta pesquisa contribuiu para fornecer etapas metodológicas sobre a construção de um instrumento de avaliação dentro da área da pedagogia; por outro lado, a quarta versão do protocolo configurou-se em um instrumento para auxiliar o profissional da área de educação especial na avaliação não só do aluno com paralisia cerebral, mas também de suas preferências individuais e das características do ambiente da sala de aula, resultando em dados que direcionam a prescrição ou adaptação de recurso pedagógico para o aluno com paralisia cerebral. 

Concepção do Professor de Educação Física Sobre a Inclusão do Aluno com Deficiência



http://cev.org.br/

http://cev.org.br/biblioteca/concepcao-professor-educacao-fisica-sobre-inclusao-aluno-com-deficiencia-/

CEV NOVIDADES - Tutoria: Estratégias de Ensino Para Inclusão de Alunos com Deficiência em Aulas de Educação Física

CEV Novidades



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