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sábado, 6 de novembro de 2010

Brasil contará com onze atletas adaptados na Maratona de Nova york


Foto: Fernando Aranha é um dos representantes do Brasil na maratona / Ricardo Leizer
Fonte: www.webrun.com.br

Neste ano de 2010 o Brasil estará presente com 11 atletas adaptados na Maratona de Nova York, sendo os cadeirantes Fred carvalho, Fernando Aranha, Eduardo Camara, Ezequias Prado, Franklin Cunha, Humberto Henriques e Marco Aurélio Silva.

Além deles participarão os atletas Edson Dantas, amputado de membro inferior, Antonio Maciel, bi amputado, Fernandes Silva, deficiente visual, e Edmar Souza, atleta que possuí paralisia cerebral. Em 2010, o número de cadeirantes a participar desta prova é maior que nos anos anteriores. Dois atletas adaptados, Fernando Aranha e Ezequias Prado, participarão também da Maratona Marine Corps, em Washington, marcada para uma semana antes da maratona Nova York.
“Apenas em 2008 conseguimos reunir 14 atletas no evento. Naquela época a nossa delegação, a Achilles Brasil, foi a maior entre as demais instituições de 70 países que estavam presente”, diz o professor Mário Mello, orientador dos atletas participantes da maratona de Nova York. “Todos os anos diversos atletas do Brasil, saem de casa para representar o local em que vivem, alguns deles de Paraíba, Rio de Janeiro, Ceará e São Paulo”, acrescenta Mello.
A maratona de Nova York será no dia sete de novembro de 2010, com largada em Staten Island e chegada no Central Park.

Foto: Fernando Aranha é um dos representantes do Brasil na maratona / Ricardo Leizer
Fonte: www.webrun.com.br

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sábado, 16 de janeiro de 2010

DESEMPENHO DE PARAATLETAS TEM EQUIPAMENTO DESENVLVIDO POR PESQUISADORES da Faculdade de Educação Física (FEF) da Unicamp


Equipamento, que é instalado em cadeira de rodas, transmite dadospara computador; invenção teve patente depositada.

Pesquisadores da Faculdade de Educação Física (FEF) da Unicamp desenvolveram um aparelho que pode auxiliar no treinamento de paraatletas em cadeira de rodas de modalidades como o basquete, o handebol e o rúgbi.

A invenção teve patente depositada no INPI, por meio da Agência de Inovação Inova Unicamp, e está disponível para ser destinada ao mercado.

Trata-se de uma pequena caixa que, quando acoplada à cadeira de rodas, transmite dados sobre o desempenho do atleta por uma pequena antena para um sistema localizado fora da quadra e acoplado a um computador.

Informações como a velocidade de manejo da cadeira, a aceleração do atleta e número de movimentos para a esquerda ou direita são traduzidas em gráficos pelo software.

Segundo os professores Jose Irineu Gorla, Paulo Ferreira de Araújo e o engenheiro eletricista Leonardo Lage, autores da invenção, tais informações são importantes para a tomada de decisões referentes ao apoio técnico e desenvolvimento dos atletas. “Atualmente, poucas soluções são encontradas no mercado para os problemas enfrentados no dia-a-dia dos esportistas, principalmente quando o foco é o paraatleta”, explica Araújo.

O grande diferencial da tecnologia desenvolvida na FEF é a possibilidade de analisar até mesmo os movimentos parciais, pois a maioria das tecnologias usadas atualmente para captação de dados sobre o desempenho de paraatletas depende do movimento completo da roda, ignorando os movimentos de meia volta, por exemplo.

Gorla explica que dados muito minuciosos podem ser obtidos com a tecnologia, uma vez que cada movimento é monitorado através de pontos de captação colocados a cada trecho das rodas da cadeira.

Tais informações aliadas a outros dados como o volume de oxigênio consumido no jogo e a freqüência cardíaca do atleta podem servir de subsídio para a avaliação do técnico.

“Ele pode fazer as intervenções adequadas e melhorar o rendimento do atleta no jogo”, afirma.

A invenção foi concebida pelos professores a partir da identificação da necessidade de ampliar o escopo de informações e analisar situações importantes no desporto adaptado.

Eles contaram com o apoio de Lage, que na época do desenvolvimento da tecnologia era graduando simultaneamente dos cursos de Educação Física e Engenharia Elétrica, para o desenvolvimento mecânico da invenção.

Os professores destacam que o desporto adaptado começou recentemente a ser tratado como desporto e não somente como uma prática esportiva para deficientes físicos.

Para Araújo, tudo o que foi conquistado no esporte merece ser levado ao desporto adaptado da mesma forma.

“Hoje nós temos poucas ferramentas e recursos de análise no desporto adaptado. Há uma necessidade de desenvolvimento de equipamentos para esta avaliação e para a inovação tecnológica”, opina.

A tecnologia já foi testada em quadra no time de handebol em cadeira de rodas da Unicamp e seu desenvolvimento está em estágio avançado.

A Agência de Inovação Inova Unicamp busca empresas interessadas em firmar parcerias para levá-la até o mercado.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

PARAOLIMPIADAS 2016 NO BRASIL - certamente será mais um show do paraatletas brasileiros




Paraolímpicos sonham ficar entre os cinco primeiros em 2016

Maior medalhista da história do esporte paraolímpico do Brasil, com 13 medalhas (seis delas douradas), o nadador Clodoaldo Silva também esbanja otimismo e prevê o País com status de potência.

Gazeta Esportiva

SÃO PAULO - Nono colocado nas últimas Paraolímpiadas, em Pequim, com 16 medalhas de ouro, o Brasil já sonha em ficar entre os cinco primeiros colocados diante da torcida nos Jogos do Rio de Janeiro em 2016. A escolha da capital fluminense como sede encheu dirigentes e atletas de expectativa.
"A vitória é uma conquista muito grande para o movimento paraolímpico. Tenho certeza de que vamos caminhar para uma consolidação nos próximos anos e com um incremento do apoio ao esporte, tanto convencional quanto paraolímpico. Já temos de começar a nos preparar para contar com a maior e melhor delegação de atletas, com o intuito de brigar para ficar entre os cinco primeiros", planejou Andrew Parsons, presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro.

Maior medalhista da história do esporte paraolímpico do Brasil, com 13 medalhas (seis delas douradas), o nadador Clodoaldo Silva também esbanja otimismo e prevê o País com status de potência.

"O planejamento que o Comitê Organizador dos Jogos do Rio de Janeiro fez estava perfeito. Assim como aquelas pessoas que votaram no Brasil, eu sempre acreditei que nós tínhamos condições de sediar uma edição dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos. É o maior evento do planeta. Em 2016, o Brasil vai se tornar, de uma vez por todas, uma potência mundial no esporte", previu.

Campeão paraolímpico nos 100m, 200m e 400m rasos nos Jogos de Pequim, Lucas Prado aguarda maiores investimentos na modalidade. "Não poderia estar mais felizes com esta conquista. Agora o Brasil vai começar a investir nos atletas para fazer bonito nos Jogos Paraolímpicos dentro da nossa casa. Vamos ter investimento também na estrutura, com melhores condições de treinamentos para um número maior de atletas. Tenho certeza de que o país não vai decepcionar", concluiu.