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quinta-feira, 20 de maio de 2010

SÍNDROME DE PRADER-WILLI


Prader-Willi

Introdução

A Organização Mundial de Saúde definiu o termo deficiência como sendo a ausência ou a disfunção de uma estrutura psíquica, fisiológica ou anatómica...

As crianças e jovens com necessidades educativas especiais necessitam de um atendimento especializado, no sentido de desenvolver as suas capacidades e consequentemente a sua qualidade de vida...

O síndrome de Prader-Willi foi descrito pela primeira vez em 1956 e é de origem genética...

O síndrome de Prader-Willi afecta o desenvolvimento global da criança ao nível físico e mental, reflectindo-se em dificuldades de aprendizagem, obesidade, problemas comportamentais, baixa estatura e baixo tónus muscular...




Incidência

A incidência do síndrome de Prader-Willi é de cerca de 1 em 16000 – 25000 nascimentos. Geralmente, é uma doença esporádica, isto é, existem poucos casos de ocorrência entre membros da mesma família.




Etiologia

A maior parte dos portadores deste síndrome têm uma delecção no cromossoma 15 (ausência de determinada região do cromossoma) de origem paterna (cerca de 70%) - Os restantes casos são secundários à substituição do cromossoma 15 de origem paterna por um segundo cromossoma de origem materna - Ocorre no momento da concepção.




Diagnóstico
O diagnóstico é feito através de um teste genético, capaz de identificar a ausência da contribuição paterna no cromossoma 15. As técnicas actuais permitem detectar 99% dos casos. O diagnóstico baseia-se nos seguintes critérios: hipotonia neonatal/lactente; dificuldades alimentares no lactente; aumento de peso excessivo entre o 1º e 6º ano de vida; fácies característica (olhos em amêndoa; estreitamento bitemporal); hipogonadismo; atraso global do desenvolvimento e hiperfagia.




Sinais de alerta

A maioria dos bebés com este síndrome apresentam um baixo Apgar ao nascer, fraco desenvolvimento psicomotor, choro fraco, revelam dificuldade em sugar, pouca actividade e raramente conseguem ser amamentados.




Características

O QI é superior a 70 em 40% destas crianças, e as dificuldades escolares reflectem habitualmente problemas comportamentais ou da aprendizagem em áreas específicas.

Como qualquer síndrome, as características variam de indivíduo para indivíduo e estão inteiramente dependentes de factores ambientais. Encontram-se ainda associadas aos estímulos e ao acompanhamento de nível educacional e terapêutico de que beneficia.

As principais características são: dificuldades de aprendizagem e de comunicação; alterações hormonais; diminuição da sensibilidade à dor; hipotonia (atraso nas fases típicas do desenvolvimento psicomotor quando bebés); fraco tónus muscular; dificuldades de equilíbrio e na manipulação de instrumentos; problemas emocionais; dificuldades ao nível do desenvolvimento pessoal e social; características físicas (como: mãos e pés pequenos, olhos amendoados e estrabismo, baixa estatura, pele clara, fronte estreita, obesidade, boca pequena com o lábio superior fino e inclinado para baixo nos cantos da boca; hiperfagia (constante sensação de fome e interesse com comida).




Etapas evolutivas do síndrome

1ªetapa – primeira infância: Para além das características físicas, apresentam frequência cardíaca baixa, uma respiração fraca ou irregular e lentidão no que concerne à realização dos movimentos. Revelam dificuldade de sugar, hipotonia e hipotermia (baixa temperatura corporal). Por vezes, e devido à falta de controlo muscular, poderá ter de se recorre a uma sonda gástrica. São bebés com pouca actividade, dormem muito e apresentam um choro fraco. A debilidade do tónus muscular começa a estabilizar-se entre os 8 e os 11 meses de idade. A partir daí, a criança fica mais desperta e o seu apetite aumenta. A criança apresenta atrasos no que diz respeito ao desenvolvimento motor (dificuldade em realizar habilidades motoras básicas, como: sentar, gatinhar, etc.), comunicação (nomeadamente ao nível da articulação de palavras), cognição (dificuldades de aprendizagem). Revelam uma continuada sensação de fome que origina obesidade.




2ª etapa – infância e adolescência: Dos 3 aos 6 anos de idade, podem desenvolver problemas de carácter emocional e ao nível da personalidade, como depressão, violência, alterações de humor, fraca interacção social, imaturidade, comportamentos sociais inadequados, irritabilidade, teimosia, desobediência, impulsividade, agitação má aceitação das mudanças na rotina e obsessão por alguma ideia ou actividade, entre outros. Na adolescência, o cuidado com a alimentação pode fugir ao controle da família - costumam usar a sua perspicácia para conseguir comida e poderão tornar-se agressivos quando o alimento lhes é negado.




3ª etapa – idade adulta: Os problemas tendem a agravar-se com a idade. A obesidade mórbida poderá originar doenças cardiovasculares. Poderá ocorrer um agravamento do comportamento, alterações oftalmológicas, assim como problemas dentários e cutâneos. A hipotonia passa a ser mais moderada com diminuição da massa e do tónus muscular. Os órgãos genitais são imaturos, a puberdade ficou incompleta e a infertilidade acontece quase sempre em todos os casos (nos dois sexos).




Intervenção


Nos primeiros tempos de vida, poderá ser necessária a utilização de diferentes técnicas de alimentação (como: tetinas especiais ou até sonda gástrica) para assegurar uma alimentação adequada. A fisioterapia poderá auxiliar a criança no sentido de melhorar a força muscular propiciar/ajudar no desenvolvimento motor.

Mais tarde, deverá existir um controle e monitorização do peso, assim como um aconselhamento nutricional frequente.

Por vezes utiliza-se a terapia hormonal para controlar a estatura e normalizar os órgãos sexuais.

A dieta equilibrada deverá estar aliada à prática de exercício físico regular e saudável, nomeadamente: através da ginástica, natação ou expressão e educação físico motora.

A psicomotricidade e a terapia ocupacional poderão dar um importante contributo no que concerne ao desenvolvimento motor, designadamente do domínio das habilidades e capacidades motoras básicas e essenciais para a melhoria da sua qualidade de vida.

O acompanhamento psicológico auxiliará no treino dos comportamentos e das atitudes sociais, no controle da ansiedade e das perturbações comportamentais – Um contributo para uma melhoria efectiva do seu desenvolvimento pessoal e social.

A terapia da fala auxiliará a criança ou jovem no desenvolvimento da comunicação e da articulação das palavras.

Poderá utilizar-se medicação para controlar perturbações psiquiátricas e comportamentais.

Na escola, deverá beneficiar de apoio personalizado no sentido de reforçar os conteúdos abordados e de superar as dificuldades existentes. Deverá de beneficiar de adequações curriculares e de condições de avaliação sempre que necessário. O recurso às novas tecnologias, a diversificação de metodologias e a utilização de estratégias de ensino diferenciado poderão favorecer o desenvolvimento do aluno.

A escola inclusiva deverá integrar o aluno com necessidades educativas especiais e auxiliar a sua transição para a vida activa, com a colaboração dos encarregados de educação, professores, técnicos e comunidade.

As dificuldades cognitivas tornam-se evidentes quando a criança entra para a escola. Os estudos indicam que a maioria dos doentes apresenta um atraso mental moderado (QI 60 – 70), onde cerca de 40% tem valores fronteira entre o atraso mental e a inteligência normal baixa e 20% apresenta valores moderados de atraso mental. Independentemente da avaliação do QI, a maioria das crianças com PWS tem graves dificuldades de aprendizagem e baixo desempenho académico.


Nota final

É de extrema importância o esclarecimento, a partilha e a formação de encarregados de educação, professores, técnicos e da comunidade em geral.

Só assim teremos oportunidade de proporcionar a estas crianças e jovens com necessidades educativas especiais as condições e o estimulo adequado ao seu desenvolvimento global.



Pedro Santos (Professor)




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A Alimentação e Doenças Raras




O síndrome de Prader Willi foi descrito pela primeira vez em 1956 no entanto devido á sua raridade (1:15000 incidência no mundo) continua a ser uma “doença” rara desconhecida na sociedade. Este síndrome é de origem genética localizada no cromossoma 15 e ocorre no momento de concepção, afectando tanto raparigas e rapazes.

Ao nascer, os bebes portadores de síndrome tem dificuldade em sugar por isso raramente são amamentados e o seu desenvolvimento neuromotor é lento o que leva a retardar a sentar, gatinhar e andar.

Os sintomas de Prader Willi são: hiperfagia, hipotonia, dificuldades em alguns movimentos como a escrita, uso de instrumentos, lentidão e equilíbrio, instabilidade emocional, imaturidade, atraso no desenvolvimento sexual devido as alterações hormonais e a baixa estatura. Os sintomas da síndrome variam de pessoa para pessoa e estão condicionadas pelo ambiente onde o indivíduo vive, s estímulos e acompanhamento terapêutico e educacional que recebe.

A obesidade é um dos sintomas manifestados pela maioria dos portadores de Prader Willi, devido ao comportamento compulsivo em relação á comida devido a uma falha o hipótalamo que faz com que a mensagem de saciedade não seja processada no cérebro. O metabolismo lento e a pouca aptidão para a pratica de actividades físicas são outros factores que também vão contribuir para o excesso de peso nos doentes.

O indivíduo portador precisa de ser acompanhado em relação á alimentação para que se possa estabelecer um equilíbrio entre a quantidade e composição da comida ingerida e assim prevenir o ganho de peso rápido visto que mesmo cientes da sua condição não se conseguem controlar.

A vida social e educacional destes doentes pode ser muito complicada devido ao preconceito face á obesidade por arte da sociedade pouco informada. Hoje em dia já existem espaços onde estes doentes são acompanhados e estimulados para os ajudar a desenvolver e aprender a viver com a doença.

Glossário:

Hiperfagia: Ingestão excessiva de alimentos, podendo estar associada a problemas psicológicos como a ansiedade, a depressão e a falta de auto-estima ou a causas físicas. Pode ocorrer num único episódio ou ser recorrente.

Hipotonia: É uma condição na qual o tonos muscular (a quantidade de tensão ou resistência ao movimento em um músculo) está anormalmente baixo, geralmente envolvendo redução da força muscular

Hipótalamo: Região do cérebro que tem como função regular determinados processos metabólicos e outras actividades autónomas (temperatura corporal, a fome, sede). O hipótalamo liga o sistema nervoso (faz o controlo nervoso) ao sistema endócrino (regulação hormonal).

Catarina Reis

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

SINDROME DE DOWN - VOCE CONHECE ? PARTES 1, 2, 3 e 4


O que é Síndrome de Down?

CREDITO : blog DEFICIENTE CIENTE. http://deficienteciente.blogspot.com/2009/10/sindrome-de-down-parte-1.html

Histórico

A Síndrome de Down foi descrita em 1866 por John Langdon Down. Este médico inglês descreveu as características da Síndrome, que acabou sendo batizada com o seu nome. Popularmente é conhecida como mongolismo. Hoje sabemos que esta denominação é inadequada, devido à conotação preconceituosa que a cerca.Campanhas têm sido realizadas para a divulgação do nome Síndrome de Down ou Trossomia do 21. Em 1959, Jerôme Lejeune descobriu que a causa da Síndrome de Down era genética, pois até então a literatura relatava apenas as características que indicavam a Síndrome.

Veja também nesse blog:


Síndrome de Down - Parte 1 http://deficienteciente.blogspot.com/2009/10/sindrome-de-down-parte-1.html

Síndrome de Down - Parte 2 http://deficienteciente.blogspot.com/2009/10/sindrome-de-down-parte-2.html

Síndrome de Down - Parte 3 http://deficienteciente.blogspot.com/2009/10/sindrome-de-down-parte-3.html

Síndrome de Down - Parte 4 http://deficienteciente.blogspot.com/2009/10/sindrome-de-down-parte-4.html

Ator com síndrome de Down é premiado

sábado, 10 de outubro de 2009

Simpósio mostra game para portadores de Síndrome de Down


Esteban Clua (orientador da UFF), Pedro Thiago Mourão e André Luiz Brandão: uns dos idealizadores do game (Foto: Carolina Lauriano / G1 Rio)
Jogos digitais remetem, em geral, a entretenimento. Mas estudiosos e profissionais da área querem mostrar que o game é uma linguagem, e não só diversão.



Exemplo disso é o projeto Jecripe (Jogo de estímulo a crianças com Síndrome de Down em idade pré-escolar), um dos que foram apresentados na abertura do VIII Simpósio Brasileiro de Jogos e Entretenimento Digital, nesta quinta (8), no ginásio da PUC-Rio, na Gávea, Zona Sul.

O personagem do jogo tem as características físicas de um portador da Síndrome de Down, e o objetivo é auxiliar na reabilitação do deficiente, através de estímulos motores como a imitação, por exemplo.



“Através do reconhecimento de movimentos é que se identifica se a ação foi feita de maneira razoavelmente correta. Se não for foi feita, o jogo mesmo vai estimular a criança a fazer novamente, e quando ela fizer corretamente, passa para uma nova atividade”, explicou André Luiz Brandão, um dos autores do projeto e doutorando em computação na Universidade Federal Fluminense (UFF).


Segundo André, o game poderá ser utilizado em clínicas ou mesmo em casa. Ele assinala que o ideal é ter um profissional que possa acompanhar a evolução da criança, destacando que o jogo também serve como exemplo de inclusão social:



“Nenhum outro jogo utiliza características da Síndrome de Down, são sempre personagens com características tradicionais. O deficiente precisa se enxergar ali, ter uma identificação com o jogo e ter prazer com isso”.



saiba mais
Simpósio de games digitais reúne nomes internacionais no Rio Próxima geração de videogames usa corpo humano no lugar de controle Os segredos da próxima geração de vídeo games Games ajudam pesquisadores a entender economia do mundo real
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Usar os movimentos no lugar do teclado não é novidade, mas Pedro Thiago Mourão, artista formado em Estudos de Mídias na UFF e também autor do projeto, conta como isso foi importante no desenvolvimento do game:



“A criança com Síndrome de Down tem muita dificuldade para utilizar teclado e o mouse, por conta dos dedos curtos, então a gente quer implementar no jogo atividades para que o jogador tenha o mínimo de esforço possível com teclado e mouse. A ideia é que o movimento do usuário seja capturado pela webcam dele e ele consiga reproduzir isso dentro do jogo”, revela.

Pioneirismo

A ideia partiu da constatação da mãe de André, fonoaudióloga que trabalha com crianças com diversos tipos de deficiência, de que não havia no mercado games específicos para seus pacientes. “Ela utiliza jogos para estimular crianças de 2 a 5 anos, mas viu que não existe nenhum jogo que tenha as necessidades específicas para os deficientes”, explicou.

A partir de um edital da Secretaria de estado de Cultura, uma equipe de oito profissionais, de diferentes universidades, conseguiu aprovar e desenvolver o projeto, que tem previsão de término para novembro.

O SBGames 2009 também tem como objetivo mostrar como a tecnologia, que vem revolucionando o comportamento da sociedade, pode ser útil à educação, como na sala de aula, por exemplo. O evento vai até sábado (10).



Mais informações no site: http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/sbgames

domingo, 27 de setembro de 2009

"City of Life and Death" leva Concha de Ouro em San Sebastián; ator com síndrome de Down é premiado


San Sebastián - O ator Pablo Pineda se transformou na primeira pessoa com Síndrome de Down a ganhar a Concha de Prata no Festival de Cinema de San Sebastián, no qual o filme chinês "City of Life and Death", de Lu Chuan, obteve a Concha de Ouro.

Os espanhóis Lola Dueñas, que ficou com a Concha de Prata de melhor atriz, e Pablo Pineda protagonizam o filme dos estreantes Álvaro Pastor e Antonio Naharro, "Yo, También", uma fita sobre a relação entre uma mulher solitária que encontra em um jovem com Síndrome de Down o refúgio que buscava.

O ator espanhol Pablo Pineda, que tem síndrome de Down, foi premiado no festival de cinema de San Sebastián;

Contra qualquer previsão, o cineasta argentino Juan José Campanella, seu filme "El Secreto de sus Ojos" - escolhido pela Argentina para competir vaga no Oscar - e o ator Ricardo Darín saíram de mãos vazias, já que a Concha de Prata de melhor diretor foi para Javier Rebollo pelo filme "La Mujer sin Piano".

O Prêmio Especial do Júri, que foi presidido pelo cineasta francês Laurent Cantet, foi para o filme francês "Le Refuge", de François Ozon.

O júri era formado pelo diretor coreano Bong Joon-ho, pelo ator mexicano Daniel Giménez Cacho, pela atriz espanhola Pilar López de Ayala, pelo diretor de cinema e teatro britânico John Madden, pela diretora iraniana Samira Makhmalbaf e pela atriz portuguesa Leonor Silveira.

O prêmio de melhor fotografia concedido pelo júri foi para "City of Life and Death" e o de melhor roteiro para "Blessed", da australiana Ana Kokkinos.

Surpreendente foi o histórico desta 57ª edição do Festival de San Sebastián, já que a grande maioria das apostas dos credenciados no eveto apostava em Campanella e Darín, diretor e protagonista de "El Secreto de sus Ojos" para a Concha de Ouro e uma de Prata.

Lola Dueñas se impôs a atrizes como Carmen Machi, protagonista de "La Mujer del Piano", e outras como Chiara Mastroianni ("Making Plans for Lena", de Christophe Honoré), e Frances O'Connor e Miranda Otto ("Blessed").

A Concha de Prata de melhor diretor foi para Javier Rebollo, que recebeu também uma menção especial no prêmio "Outro Olhar", da "Televisão Espanhola" (TVE). O diretor Isaki Lacuesta, com "Los Condenados", levou o prêmio Fipresci, da crítica.

Com a Concha de Prata de melhor ator, Pineda, aos 35 anos, é o primeiro ator com Síndrome de Down a conseguir um prêmio de cinema de caráter internacional.

Pablo Pineda, cujo prêmio não foi muito bem recebido pela imprensa por considerá-lo "politicamente correto", não é a primeira pessoa com Síndrome de Down a protagonizar um filme, mas ele prefere se dedicar à docência, que é para o que estudou.

O filme vencedor da Concha de Ouro, o chinês "The City of Life and Death", de Lu Chan, é um superprodução sobre a invasão do Japão à China em 1937, muito aplaudida pela crítica, e baseada no episódio conhecido como massacre de Nanquim.

Lu Chuan, o diretor de "City of Life and Death", reconheceu hoje, ao receber o prêmio, que vai "ajudar muito a chegar a outros países" e transmitir-lhes o horror desse fato histórico.

Além da seção oficial, à qual concorriam 17 filmes, entre os prêmios paralelos, o público escolheu como melhor filme "Precious", de Lee Daniels, e como melhor europeu "Desert Flower", de Sherry Horman.

Os jovens votaram na turca-alemã "The Children of Diyarbakir", de Miraz Bezar, e o prêmio Horizontes foi para a uruguaia "Gigante", de Adrián Biniez, com uma menção especial nesta seção para "Francia", do argentino Israel Adrián Caetano.

fonte: http://cinema.uol.com.br/ultnot/2009/09/26/ult1817u10709.jhtm


VEJAM MAIS SOBRE PINEDA EM : Entrevista con Pablo Pineda primer título universitario. a una persona con sindrome de Down. De El País, de Madrid, http://www.estimulaciontemprana.org/pablopineda.htm