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sexta-feira, 22 de abril de 2011

CPB convida os 27 estados do país a participarem das Paraolimpíadas Escolares 2011 — CPB - Comitê Paraolímpico Brasileiro

CPB convida os 27 estados do país a participarem das Paraolimpíadas Escolares 2011 — CPB - Comitê Paraolímpico Brasileiro

CPB convida os 27 estados do país a participarem das Paraolimpíadas Escolares 2011

REGULAMENTO 2 0 1 1 :
http://www.cpb.org.br/esportes/paraolipiadas-escolares

2011

Prazos de Inscrição:
  1. Termo de Adesão (anexo I) até 03/06
  2. Ficha de Inscrição prévia (anexo II) até 27/06
  3. Inscrição nominal on line (Anexo III) até 25/07

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Novo Site do CPB — CPB - Comitê Paraolímpico Brasileiro

novo site do CPB, CPBNovo Site do CPB — CPB - Comitê Paraolímpico Brasileiro


Novo Site do CPB

Novo Site do CPB

Atualizado em 09/11/2010 11:44
Confira as novidades do portal do Comitê

É com prazer que o Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) apresenta seu novo portal, construído nos últimos meses para melhorar a visibilidade das ações que devem mudar a perspectiva do esporte paraolímpico.

Em constante desenvolvimento, o esporte paraolímpico vive um ciclo importante, que terá seu ponto alto em 2016, durante os Jogos Paraolímpicos do Rio de Janeiro. Obviamente, o CPB não poderia deixar de dar atenção ao aumento constante na demanda por informações nesta área. A partir disso, o novo portal estreia com o compromisso de divulgar dados, notícias, regras, classificações e instruções para atletas, treinadores, imprensa e demais interessados.

domingo, 10 de outubro de 2010

Campeonato Brasileiro de Tiro Esportivo

Campeonato Brasileiro de Tiro Esportivo

Campeonato Brasileiro de Tiro Esportivo

Evento será realizado a partir do dia 28
Campeonato Brasileiro de Tiro Esportivo
Crédito de Exemplus
O Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), por intermédio do seu Departamento Técnico (DITEC), informa à comunidade paraolímpica que o Campeonato Brasileiro Paraolímpico de Tiro Esportivo a ser realizado na cidade de Curitiba/PR, inicialmente entre os dias 29 e 31 do mês corrente, foi transferido para o período de 28 a 30 do mesmo mês, em função da realização do 2° Turno das Eleições, momento que mobiliza toda uma nação para que cada cidadão possa exercer a sua cidadania e fortalecer a democracia no país.
Portanto a programação do evento terá a seguinte cronologia:
28/10 – Chegada das delegações, classificação funcional e congresso técnico (todos os horários serão mantidos);
29/10 – Disputas das provas de acordo com o Regulamento da competição (todos os horários serão mantidos);
30/10 – Disputas das provas de acordo com o Regulamento da competição e retorno das delegações (todos os horários serão mantidos).
O CPB agradece a compreensão dos clubes e instituições envolvidas no processo e coloca-se a disposição para esclarecimentos no telefone (61) 3031-3030.

domingo, 26 de setembro de 2010

RS discute Esporte Paraolimpico — ComiteParaolimpico Brasileiro

RS discute Esporte Paraolimpico — Comite Paraolimpico Brasileiro

Campeonato Brasileiro de Tiro Esportivo — ComiteParaolimpico Brasileiro

Campeonato Brasileiro de Tiro Esportivo — Comite Paraolimpico Brasileiro:

"Campeonato Brasileiro de Tiro Esportivo
Inscrições abertas


Credito: Exemplus

O Comite Paraolimpico Brasileiro (CPB) por intermédio do seu Departamento Técnico (DITEC) abre as inscrições para o Campeonato Brasileiro Paraolimpico de Tiro Esportivo, a ser realizado entre os dias 29 e 31 de outubro de 2010 na cidade de Curitiba/PR.

O prazo para envio do formulário de inscrição dia 10 de outubro de 2010, impreterivelmente. Vale ressaltar que para participação no referido evento todos os clubes deverão estar cadastrados junto ao CPB, conforme regulamento a seguir.

Confira a seguir a relação de informações relevantes ao evento:

Regulamento Geral da Competição


Formulário de inscrição


Termo de Licença de Uso de Imagem, Responsabilidade e Compromisso de Participaçao – Para maiores de 18 anos


Termo de Licença de Uso de Imagem, Responsabilidade e Compromisso de Participaçao – Para menores de 18 anos



Regulamento de Cadastro de Clubes



O DITEC coloca-se a disposiçao para esclarecimentos no telefone 61 3031-3030.

Açes do documento
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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Daniel Dias e eleito atleta do mes — ComiteParaolimpico Brasileiro

Daniel Dias eeleito atleta do mes — ComiteParaolimpico Brasileiro

Daniel Dias é eleito atleta do mês

Nadador ganha reconhecimento do IPC
Daniel Dias é eleito atleta do mês
Foto: Beto Monteiro/CPB
O Comitê Paraolímpico Internacional (IPC) publicou nesta segunda-feira, 13 de setembro, um artigo parabenizando e reconhecendo o trabalho do nadador brasileiro Daniel Dias, de 22 anos. Daniel foi eleito, pelo IPC, o atleta do mês.
Segundo o site, Daniel é um dos mais bem sucedidos nadadores paraolímpicos do mundo. No artigo, são citadas as diversas conquistas do nadador, como os quatro ouros nos Jogos Paraolímpicos de Pequim, em 2008, além das sete vitórias individuais conquistadas no último mundial da modalidade, que ocorreu em agosto, em Eindhoven, Holanda.

domingo, 20 de dezembro de 2009

PRESIDENTE DO COMITE PARAOLIMPICO BRASILEIRO ANDREW PARSONS e VICE PRESIDENTE LUIZ CLAUDIO PEREIRA PRESTIGIAM O FORUM INTERNACIONAL DE SAÚDE NO RÚGBI






Sucesso total durante o transcorrer do I Fórum Internacional de Saúde no RUGBY EM CADEIRA DE RODAS realizado nas dependências do CIAD no Rio de Janeiro neste ultimo final de semana. Diversos palestrantes de alto gabarito representantes de alguns países atuantes na área profissional de saúde esportiva e atividades esportivas atinentes ao esporte adaptado deram demonstração de altíssimo nível nas palestras proferidas, dando assim um cunho todo especial ao evento que foi muito bem organizado.Tanto o Presidente do CPB quanto o Vice Presidente demonstraram sua confiança no desenvolvimento do RUGBI ADAPTADO, enfatizando a última visita da equipe brasileira à INDIA, onde foi demonstrada a evolução deste novo esporte e que encantou aos paraatletlas indianos. O Presidente proferiu a Palestra PERSPECTIVAS PARA OS JOGOS PARAOLIMPICOS DE 2016 e o Vice Presidente,"O CENÁRIO DO RÚGBI EM CADEIRA DE RODAS NO BRASIL". Com o auditório do Centro Integrado de Atenção à Pessoa com Deficiência (CIAD) situado na Av. Presidente Vargas,1997, Centro, RJ que recebeu um público excelente durante a realização das Palestras.Também o Presidente do I Fórum Internacional MATIAS COSTA e também Presidente da ABRC teceu comentários sobre a evolução do Rugbi no Brasil e das futuras perspectivas que esperam o nosso Rugbi até as Paraolimpiadas de 2016, no RJ. Na ocasião foi exibido um filme de 25 minutos referente à viagem realizada pela Delegação Brasileira à INDIA.Presente também a Senhorita SHEILA MELO, da Instituição pioneira GUERREIROS DA INCLUSÃO, do RJ.

vejam mais sobre a programação geral em : http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://4.bp.blogspot.com/_gAxou-8xZZk/Swb7X_7YzRI/AAAAAAAAA9A/F-ui21pG32c/s1600/I%2BFORUM%2BRUGBY.jpg&imgrefurl=http://educaofsicaadaptadaeeducaoespecial.blogspot.com/2009/11/i-forum-internacional-de-saude-no-rugbi.html&usg=__Yx9CkEIKHCc8ekGhFo2IQq8u9xo=&h=179&w=200&sz=10&hl=pt-BR&start=1&um=1&tbnid=x7eCqgx5bd8luM:&tbnh=93&tbnw=104&prev=/images%3Fq%3DI%2BFORUM%2BINTERNACIONAL%2BDE%2BSAUDE%2BNO%2BRUGBI%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG%26um%3D1

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Eleição no Conselho Administrativo do Comite Paraolimpico Brasileiro ( CPB)



Walcles Alencar Osório é o novo presidente


Em reunião na sede do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), em Brasilia, foi eleito, nesta terça-feira (dia 15), o presidente do Conselho Administrativo da entidade. Candidato único, Walcles Alencar Osório, presidente da Confederação Brasileira de Vela Adaptada (CBVA) assume o cargo por um ano, até a próxima eleição. Ele substituirá Adílson Pereira Ramos, da Associação Brasileira de Desportos para Deficientes Intelectuais (ABDEM), que permaneceu à frente do conselho nos últimos 12 meses.

Antes da escolha por Walcles, o presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro, Andrew Parsons, fez uma demonstração do fluxo de caixa da entidade. “Por iniciativa própria mostramos aos conselheiros a execução financeira do CPB nesses primeiros seis meses de gestão”, disse Parsons.

Na apresentação, Parsons mostrou que a entidade está rigorosamente dentro dos limites do orçamento e ainda há uma reserva de caixa, para promoção de novas ações. Entre elas, o curso de licitação, convênios e prestação de contas, ocorrido no início de setembro, em Brasília, com representantes de todas as associações e confederações ligadas ao CPB.

O Conselho Administrativo avalizou por unanimidade os números. “Temos, no Comitê Paraolímpico Brasileiro, um sentimento de parceria, democracia e transparência. Ficamos felizes e honrados pela decisão do conselho”, completou o presidente do CPB.

Estiveram presentes representantes da Associação Brasileira de Vôlei Paraolímpico (ABVP), Confederação Brasileira de Basquete em Cadeira de Rodas (CBBC), Associação Brasileira de Desportos para Deficientes Intelectuais (ABDEM), Associação Nacional de Desporto para Deficientes (ANDE), Confederação Brasileira de Vela Adaptada (CBVA) e Confederação Brasileira de Tênis (CBT).

Walcles assume com o intuito de fazer uma gestão participativa. “O Conselho Administrativo não pode ser meramente observador. Vamos ser um grupo de trabalho no CPB. Pretendo e me comprometi em estudar uma modificação estatutária do Comitê”, previu. Advogado há mais de 40 anos, Walcles é presidente de CBVA desde 2006, após ter sido presidente da Confederação Brasileira de Vela e Motor (CBVM).

Andrew Parsons ficou satisfeito pela escolha. “Walcles vem para contribuir para este momento do cenário paraolímpico, de diálogo com todos”, afirmou.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

O dinheiro do esporte III - Paraolímpicos





Vejam no excelente blog do Jose Cruz, a distribuição de dinheiro para o Comitê Paraolimpico Brasileiro, em : http://blogdocruz.blog.uol.com.br/arch2009-08-23_2009-08-29.html

http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://e.i.uol.com.br/outros/nuzman2.jpg&imgrefurl=http://esporte.uol.com.br/ultimas/2009/03/05/ult58u1423.jhtm&usg=__6Wd6zf5Gt1ra2S_BWOCbr6IOdB8=&h=146&w=208&sz=8&hl=pt-BR&start=16&um=1&tbnid=hQe7KQeOp5OfMM:&tbnh=74&tbnw=105&prev=/images%3Fq%3DDINHEIRO%2BDO%2BESPORTE%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG%26um%3D1


O dinheiro do esporte III - Paraolímpicos

O Comitê Paraolímpico Brasileiro é duplamente atendido pelas loterias da Caixa Econômica: é patrocinado pelo banco, desde 2004, e recebe valores da Lei das Loterias.



Patrocínio
2004 R$ 1.000,00

2005 R$ 3.418.800,00

2006 R$ 3.800.000,00

2007 R$ 4.886.000,00

2008 R$ 6.394.800,00

2009 R$ 6.800.000,00 (até julho)



Lei das Loterias (n.10.264/2001)
2001 R$ 3.161.460,31

2002 R$ 8.619.582,90

2003 R$10.159.765,61

2004 R$12.083.145,61

2005 R$12.511.266,77

2006 R$12.144.098,69

2007 R$14.632.747,26

2008 R$16.839.116,35

2009 R$11.376.176,19 (até julho)



Curso

Para evitar ser surpreendido pelo Tribunal de Contas da União (TCU), por possíveis irregularidades no uso de verbas públicas, o Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) promove, de hoje até terça-feira, um curso sobre prestação de contas, convênios e licitações.

O evento, em Brasília, ministrado por especialistas em contas públicas, inclusive do TCU, conta com a presença de 37 representantes de todas as associações e confederações ligadas ao movimento paraolímpico, e que são beneficiadas com recursos públicos.


O dinheiro do esporte II
Pergunta do leitor Jarbas Pereira pergunta:

“O Ministério do Esporte poderia coordenar as ações para que o dinheiro total (orçamento, loterias, etc) seja aplicado com mais eficiência ou isso é inconstitucional?”

A resposta será detalhada, para facilitar o entendimento.

O dinheiro do esporte tem as seguintes origens:

1. Orçamento governamental (via Ministério do Esporte)

2. Estatais: BB, Caixa, Infraero, Correios, Petrobras e Eletrobrás;

3. Lei 10.264/2001

a) 2% das arrecadações das loterias vão para o COB e CPB

4. Lei de Incentivo ao Esporte (n. 11.438/2006)

a) cerca de R$ 300 milhões anuais, via isenção fiscal;

5. Timemania (Lei n. 11.345006)

a) 20% para abatimento da dívida fiscal dos clubes de futebol

b) 3% para o Ministério do Esporte distribuir:

1) 1/3 para clubes sociais

2) 2/3 para secretarias de Esporte dos estados e DF;

c) 2% para o COB e CPB.

Gestão

Apesar das várias fontes de recursos, o Ministério do Esporte não é o gestor, de forma integrada, a fim de evitar o duplo acesso ao dinheiro pela mesma entidade esportiva.

Isso ocorre porque o Ministério tornou-se um ente político, quando deveria ser, prioritariamente, técnico.

Diálogo

Além disso, não há diálogo com os demais ministérios, como os da Educação e da Saúde, para que fosse elaborado uma proposta de governo para o setor.

Assim, temos uma temos é uma política de partido.

Observem, também, o Conselho Nacional de Esporte. Não há, nele, representantes das estatais. E são justamente elas que mais colocam dinheiro no setor.

Enquanto isso...

É por esses motivos que os clubes se uniram e decidiram brigar para entrar no rateio das loterias (dinheiro que vai para o COB e CPB);

Em decorrência dessa desordem institucional, o dinheiro não chega na base, para garantir renovação, com equipes competitivas;

Assim, por falta de diálogo e decisões governamentais que não se definiu, nem no governo FHC nem no atual (quase 16 anos ou quatro ciclos olímpicos), como oferecer a elementar prática da educação física às crianças em idade escolar.

Fica claro, pois, que esporte não é prioridade de governo, apesar do discurso oficial.

O dinheiro do esporte

Para que não ficar apenas nas citações, vamos aos números.

Além do orçamento do Ministério do Esporte, da Lei de Incentivo e dos repasses as loterias federais para os comitês Olímpico e Paraolímpico, há as parcerias das estatais, que patrocinam 16 modalidades.

Na medida em que recebermos as informações solicitadas, vamos colocando os valores no blog.

Caixa Econômica Federal
Em 2009, a Caixa investirá R$ 47 milhões em projetos esportivos, incluídos os do Comitê Paraolímpico Brasileiro e Circuito de Corridas de Rua (valores não revelados).

Investimentos na Confederação de Atletismo (em R$)
2009 13.500.000,00



Correios
Apoia a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos desde 1991. Diante dos resultados de visibilidade da imagem, a empresa adotou mais duas modalidades em 2008, o futsal e o tênis.

Os valores das parcerias para este ano são os seguintes:
Confederação de Desportos Aquáticos R$ 10.000.000,00

Confederação de Futebol de Salão R$ 8.000.000,00

Confederação de Tênis R$ 3.840.000,00



Infraero
Patrocina o esporte desde 2007.

Investimentos em 2009

Confederação Brasileira de Judô R$ 1.500.000,00

Projeto “Avança judô” R$ 250.000,00



Banco do Brasil

Começou a apoiar o esporte em 1987, com a Seleção Brasileira de Basquete. Em 1991 migrou para o vôlei.

O BB têm por política não divulgar os valores individuais de seus investimentos.

Para 2009 anuncia que aplicará o total de R$ 60 milhões nas seleções e vôlei, circuito de vôlei de praia, futsal e iatismo.

Nessa última modalidade, o BB decidiu patrocinar, desde 2005, a dupla Robert Scheidt e Bruno Prada, oito vezes campeões mundiais de vela, classe laser..

Além disso, mantém o projeto “Embaixadores do Esporte”, que trabalha com ex-campeões do vôlei – Maurício, Carlão, Marcelo Negrão e Paulão –, divulgando a modalidade. Recentemente, o ex-tenista Gustavo Kuerten entrou no seleto grupo dos embaixadores.
Novos números

Em próximas edições informarei sobre os valores aplicados pela Petrobras e Eletrobrás, as duas últimas estatais que ainda não repassaram os valores oficiais.

Da mesma forma, comentarei sobre a execução financeira do Ministério do Esporte, Bolsa Atleta, Lei de Incentivo ao Esporte e repasses de verba pública, via loterias federais, para a Confederação Brasileira de Clubes e comitês Olímpico e Paraolímpico.


Impasse olímpico
A Caixa Econômica Federal é contrária ao aumento dos repasses das loterias para os esportes olímpicos e paraolímpicos, segundo o vice-presidente de Loterias, Moreira Franco (ex-governador do Rio de Janeiro), em entrevista ao blog.

A medida implicaria na redução dos prêmios das loterias administradas pela Caixa.

Com isso, segue o impasse entre o Confao (Conselho de Clubes Formadores de Atletas Olímpicos) e os comitês Olímpico e Paraolímpico.

Os dirigentes do Confao querem entrar no rateio da Lei 10.264/2001, que repassa 2% das loterias para os olímpicos e paraolípicos. Pedem 30% do dinheiro disponível anualmente.

De 2008 até julho deste ano, o COB recebeu R$ 168,2 milhões, e o Comitê Paraolímpico, R$ 28,1 milhões.

O dinheiro, porém, limita-se às confederações, não chegando à base, à iniciação, o que provocou a indignação dos presidentes dos clubes formadores. Há outras alternativas em jogo, motivos dos próximos comentários.

Entrevista
José Cruz – O Senhor já sabe sobre o interesse do Comitê Olímpico Brasileiro e dos clubes sociais de aumentarem de 2% para 2,5% o repasses das loterias federais (Lei n.10.264/2001) para os esportes olímpicos e paraolímpicos?

Moreira Franco – Sim, tomei conhecimento por meio do Projeto de Lei 359/2005, que trata da matéria. (1)

José Cruz – A Caixa já está conversando sobre o assunto, com vistas a alterar a Lei n. 10.264/2001 (Lei Agnelo Piva)?

Moreira Franco – A Caixa já se manifestou contrária ao referido Projeto de Lei, pois, como a Lei Agnelo Piva (n. 10.264/2001) define que a parcela dos recursos destinados ao COB e CBP deve ser deduzida da premiação, o aumento em questão significaria reduzir o valor dos prêmios distribuídos pelas Loterias Federais em 0,5%.

José Cruz – Seria uma medida inoportuna?
Moreira Franco – Trata-se de medida extremamente prejudicial para as loterias, para os seus beneficiários legais e, em última instância, para a sociedade, pois com a diminuição da atratividade dos prêmios, poderá haver também redução na arrecadação e no volume de recursos repassados a esses beneficiários (Esporte, Cultura, Seguridade Social, Educação, Segurança Pública e Saúde).

José Cruz – Mas além do projeto no Senado, há outro, na Câmara dos Deputados, com o mesmo objetivo, aumento dos repasses de 2% para 2,5%. Qual a sua avaliação?

Moreira Franco – Tenho a convicção que o melhor caminho para o incremento do volume de recursos gerados pelas loterias federais para o esporte, como também para os demais beneficiários legais, é aumentar o percentual da arrecadação que é destinada aos prêmios, haja vista o ciclo virtuoso que se aplica aos jogos lotéricos no mundo todo. O Brasil ocupa apenas a 43ª posição no ranking de vendas (de loterias) per capita por ano, o que comprova que ainda temos muito o que crescer.

A tese de Moreira Franco é resumida na seguinte equação:
Maior percentual destinado a prêmios = produto mais atrativo = aumento da arrecadação = aumento dos repasses aos beneficiários legais
José Cruz – Está nos planos da Caixa a criação de uma loteria específica, para fortalecer a preparação dos atletas, caso o Rio de Janeiro ganhe a sede olímpica de 2016?

Moreira Franco – Esta ação não está nos planos da Caixa por se tratar de medida que depende de autorização legislativa específica, a qual deve ser conduzida pelo Ministério do Esporte, caso seja do seu interesse.