quarta-feira, 1 de abril de 2015

Anão mais forte do mundo revela namoro com transexual

Anão mais forte do mundo revela namoro com transexual

Brasil e MundoInternacionalA-A+31/03/2015Foto(s): Reprodução
Anão mais forte do mundo revela namoro com transexual
Anton Kraft e sua namorada China Bell
Um dos anões mais fortes do mundo, Anton Kraft, tem um segredo que lhe dá forças no dia a dia e faz muito bem para o baixinho de 52 anos que adora ganhar a vida exibindo os músculos. O segredo? Sua companheira China Bell, de 1,90m. O casal atrai as atenções por onde passa. 
China é na realidade uma transexual AMERICANA, de 43 anos, e é exatamente por este motivo que Anton se considera o homem mais sortudo do mundo, porque apesar de China ter nascido como homem, ela faz o possível para parecer feminina e isso lembra o estilo de vida dele, que a todo momento luta para manter o corpo forte.
De acordo com Anton, em entrevista ao Daily Mail, apesar de o NAMORO parecer complicado, ele afirma que não enfrenta dificuldades, pelo contrário, o relacionamento está incentivando-o a quebrar ainda mais recordes, que é seu objetivo. O dinamarquês é o único homem do mundo a conseguir levantar quatro vezes o próprio peso, o que preocupa um pouco os médicos, que temem que o “anão marombeiro mais famoso do planeta” sofra um ataque cardíaco. A preocupação dos especialistas não assusta Anton, que tem como objetivo ser considerado o homem mais forte do mundo. Segundo ele mesmo, no momento ele é um dos cinco mais fortes.
China revela que nunca namorou alguém tão pequeno como Anton, mas fica feliz que tenha dado uma chance a ele. “Eu sou diferente, ele é diferente, o que mostra que diferente é bom”, completou. O que não falta por parte do anão, são elogios, já que ele diz que a amada é a sua 'turbina' e revela nunca ter se sentido tão bem assim na vida.
Veja as fotos do casal:
 

INSTALAÇÕES DO PARAPANAMERICANO EM TORONTO(CANADÁ) 7 de agosto 2015

Conocé las sedes de los Parapanamericanos de TORONTO 2015
Cada vez falta menos para el 7 de agosto del 2015, fecha que dará inicio a una nueva edición de los Juegos Parapanamericanos en Toronto 2015. Los Juegos Panamericanos y Parapanamericanos recibirán a 7.600 deportistas de alta categoría de las Américas y el Caribe, es por eso que habrá más de 30 sedes ubicadas en 16 municipalidades a través del sur de Ontario.
Con un presupuesto para infraestructura de $674 millones, el Comité Organizador está construyendo 10 sitios nuevos y mejorando sustancialmente otros 15. Las sedes nuevas para los Juegos TORONTO 2015 incluyen un estadio de atletismo, un centro acuático y campo de juego, un velódromo y un estadio de fútbol.
Mirá las sedes de los Juegos parapanamericanos donde competirán nuestros deportistas en el siguiente link: http://paradeportes.com/conoce-las-sedes-de-los-parapaname…/
Más información en www.paradeportes.com y @ParadeportesOk

Discriminação a autista na escola será punida

De iniciativa da Associação em Defesa do Autista (Adefa) e encampada pela Comissão de Direito Humanos do Senado (CDH), os senadores aprovaram projeto de lei que pune o gestor escolar ou autoridade competente com multas de até 20 salários mínimos e reclusão de até 12 anos no caso de discriminação contra pessoas com transtorno do espectro autista. A proposta vai a sanção presidencial.
Técnicos do Senado afirmam que a lei se aplicará, por exemplo, se a escola estiver superlotada e não houver mais vaga para acolher o autista. Em caso de reincidência, o professor ou gestor perderá o cargo por meio de processo administrativo.
A lei repete e complementa dispositivo do decreto-lei 2.848, de 1940. Diz ele que “aplicar qualquer forma de castigo corporal, ofensa psicológica, tratamento cruel ou degradante à criança ou adolescente com deficiência física, sensorial, intelectual, mental ou com transtorno do espectro autista como forma de correção, disciplina, educação ou a qualquer outro pretexto será punido com detenção de 6 meses a 2 anos. Se do fato resultar lesão corporal de natureza grave, a pena será de reclusão de 2 a 4 anos. E de reclusão de 4 a 12 anos no caso de morte”.
Fonte: Jornal O Estado de São Paulo

Como chamar as pessoas que têm deficiência?


Mulher cadeirante ao lado de homem sem deficiência
Comecemos por deixar bem claro que jamais houve ou haverá apenas um termo correto, válido definitivamente em todos os tempos e espaços, ou seja, latitudinal e longitudinalmente. A razão disto reside no fato de que a cada época são utilizados termos cujo significado seja compatível com os valores vigentes em cada sociedade, enquanto esta evolui em seu relacionamento com as pessoas que possuem este ou aquele tipo de deficiência. Percorramos, mesmo que superficialmente, a trajetória dos termos utilizados ao longo da história da atenção às pessoas com deficiência, no Brasil.
Para visualizar a tabela completa, clique aqui.
Fonte: Planeta Educação
Referência: Rede Saci

10 termos e conceitos sobre deficiência que deveriam ser abolidos

Imagem de pessoas de diferentes características de mãos dadas.

Inclusão  Terminologia da Deficiência
Imagem de pessoas de diferentes características de mãos dadas.
Inclusão  Terminologia da Deficiência


Há quem diga que trocar as expressões por outra de nada adianta, se a pessoa com deficiência não for respeitada e tratada como qualquer outra pessoa. Concordo. No entanto, o consultor de inclusão social, Romeu Sassaki, afirma que há termos e conceitos contaminados de preconceitos, estigmas e estereótipos. De acordo com Sassaki, “o maior problema decorrente do uso de termos incorretos reside no fato de os conceitos obsoletos, as idéias equivocadas e as informações inexatas serem inadvertidamente reforçados e perpetuados”.
Diante disso Sassaki propõe o uso da terminologia correta, a fim de  desencorar práticas discriminatórias e construir uma verdadeira sociedade inclusiva. A seguir 10 termos e conceitos errados:
1- aleijado; defeituoso; incapacitado; inválido
Defeituoso, aleijado e inválido são palavras muito antigas e eram utilizadas com freqüência até o final da década de 70.
TERMO CORRETO: Pessoa com deficiência ou pessoa deficiente
2- retardo mental, retardamento mental, retardado
TERMOS CORRETO: deficiência intelectual ou deficiência mental. São pejorativos os termos retardado mental, mongolóide, mongol, pessoa com retardo mental, portador de retardamento mental,portador de mongolismo, retardado etc.
3- pessoa presa [confinada, condenada] a uma cadeira de rodas
TERMOS CORRETOS: pessoa em cadeira de rodaspessoa que anda em cadeira de rodaspessoa que usa cadeira de rodas. Os termos presa, confinada e condenada provocam sentimentos de piedade. No contexto coloquial, é correto o uso do termo cadeirante.
4- “ela sofre de paraplegia” [ou de paralisia cerebral ou de sequela de poliomielite]
A palavra sofrer coloca a pessoa em situação de vítima e, por isso, provoca sentimentos de piedade. FRASE CORRETA: “ela tem paraplegia” [ou paralisia cerebral ou sequela de poliomielite].
5- criança excepcional
TERMOS CORRETOS: criança com deficiência intelectual, criança com deficiência mental. Excepcionais foi o termo utilizado nas décadas de 50, 60 e 70 para designar pessoas com deficiência intelectual. Com o surgimento de estudos e práticas educacionais nas décadas de 80 e 90 a respeito de altas habilidades ou talentos extraordinários, o termo excepcionais passou a referir-se tanto a pessoas com inteligências múltiplas acima da média [pessoas superdotadas ou com altas habilidades e gênios] quanto a pessoas com inteligência lógico-matemática abaixo da média [pessoas com deficiência intelectual] daí surgindo, respectivamente, os termos excepcionais positivos e excepcionais negativos,de raríssimo uso.
6- mongolóide; mongol
TERMOS CORRETOS: pessoa com síndrome de Down, criança com Down, uma criança Down. As palavras mongol e mongolóide refletem o preconceito racial da comunidade científica do século 19. Em 1959, os franceses descobriram que a síndrome de Down era um acidente genético. O termo Down vem de John Langdon Down, nome do médico inglês que identificou a síndrome em 1866. A síndrome de Down é uma das anomalias cromossômicas mais freqüentes encontradas e, apesar disso, continua envolvida em idéias errôneas…
7-  “paralisia cerebral é uma doença”
FRASE CORRETA: “paralisia cerebral é uma condição” Muitas pessoas confundem doença com deficiência.
8- “pessoa normal”
TERMO CORRETO: pessoa sem deficiência; pessoa não-deficiente. A normalidade,em relação a pessoas, é um conceito questionável e ultrapassado.
 10- cadeira de rodas elétrica: Trata-se de uma cadeira de rodas equipada com um motor.
TERMO CORRETO: cadeira de rodas motorizada.

Benefício pago a deficiente não entra no cálculo de renda familiar, diz STJ

31 de março de 2015

Como aconteceu por meio de recursos repetitivos, a decisão vai orientar a solução de todas as demais causas idênticas, e não mais serão admitidos recursos para o STJ que sustentem tese contrária.

A 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça estendeu aos deficientes um critério já aplicado aos idosos para a concessão do chamado benefício da prestação continuada. Definido em recurso repetitivo, o entendimento é que, para fins do recebimento do benefício de prestação continuada, deve ser excluído do cálculo da renda da família o benefício de um salário mínimo que tenha sido concedido a outro ente familiar idoso ou deficiente.
A prestação continuada é a garantia de um salário mínimo à pessoa com deficiência e ao idoso com 65 anos ou mais que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção nem de tê-la provida por sua família.
Segundo o processo, o deficiente teve o benefício cortado pelo fato de sua mãe já receber o benefício de pensão por morte do marido no valor de um salário. O recurso foi interposto no STJ pelo Ministério Público Federal contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
O INSS alegou que o deficiente não era hipossuficiente, pois, com a pensão por morte recebida pela mãe, a renda familiar per capita superava 1/4 do salário mínimo, requisito previsto na lei para o benefício de prestação continuada.
Interpretação extensiva
A 1ª seção se baseou no artigo 543-C do Código de Processo Civil, para fixar a tese de que o benefício previdenciário ou assistencial no valor de um salário mínimo, recebido por idoso ou deficiente que faça parte do núcleo familiar, não deve ser considerado na aferição da renda per capita prevista no artigo 20, parágrafo 3º, da Lei 8.742/93, diante da interpretação do que dispõe o artigo 34, parágrafo único, da Lei 10.741/03 (Estatuto do Idoso).
O parágrafo 3º do artigo 20 da Lei 8.742 determina como hipossuficiente a pessoa com deficiência ou idosa a família cuja RENDA MENSAL per capita seja inferior a 1/4 do salário mínimo. O artigo 34 do Estatuto do Idoso prevê que às pessoas com mais de 65 anos que não possuam meios para prover sua subsistência, nem de tê-la provida por sua família, é assegurado o benefício de um salário mínimo.
Por analogia, os ministros concluíram que o artigo 34 do Estatuto do Idoso deve ser aplicado ao deficiente. Segundo parágrafo único, o benefício já concedido a qualquer membro da família não será computado para os fins de cálculo da renda familiar a que se refere a Lei 8.743.
Segundo o relator, ministro Benedito Gonçalves, o artigo 203 da Constituição Federal, quando prevê o benefício no valor de um salário mínimo, não faz distinção entre tais grupos sociais, mas os trata com igualdade. Para o ministro, a aplicação da analogia nesse caso segue os princípios da isonomia e da dignidade da pessoa humana. Ele citou como precedentes o RE 569.065 e o RE 580.963, nos quais foi dado tratamento isonômico ao deficiente perante o Estatuto do Idoso, contrariando a interpretação sustentada pelo INSS.
Fonte: Conjur

5 histórias inspiradoras de pessoas com Síndrome de Down




1- Débora Araújo Seabra de Moura, 33 anos, professora
Débora, primeira professora com síndrome de down (Foto: arquivo pessoal)
Débora, primeira professora com síndrome de down (Foto: arquivo pessoal)
Moradora de Natal (RN), ela estudou exclusivamente na rede regular de ensino, e foi a primeira pessoa com síndrome de Down a se formar no magistério, em nível médio, no Brasil, em 2005. Fez estágio na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e há nove anos trabalha como professora assistente em um colégio particular tradicional de Natal, a Escola Doméstica.
A professora diz que foi muito bem recebida pelos funcionários, professores e alunos da escola que de vez em quando a questionam sobre as diferenças. “Às vezes as crianças me perguntam: ‘Tia por que você fala assim?’. Aí eu respondo: ‘Minha fala é essa, cada um fala de um jeito, de forma diferente’. Aproveito e explico que tenho síndrome Down e eles entendem.”
Em 2013, Débora lançou um um livro com fábulas infantis que têm a inclusão como pano de fundo.
2- Ariel Goldenberg, ator
Ariel Goldenberg (Foto: Amana Salles/Fotoarena)
Ariel Goldenberg (Foto: Amana Salles/Fotoarena)
Protagonista do filme “Colegas”, premiado como Melhor Filme no Festival de Gramado, do diretor Marcelo Galvão, o ator Ariel Goldenberg, 32, se define como um “guerreiro”. Guerreiro down, diga-se. Down de síndrome de Down mesmo.
Ariel é casado com Rita Pokk, 32 anos, síndrome de down, atriz com quem contracena em “Colegas”.
O sonho dele é se firmar na carreira de ator (pensa em atuar em uma novela) e estudar para se tornar diretor também.
3- Claudio Arruda, cavaleiro e instrutor de pônei
Claudio Arruda
Através de sua paixão por cavalos, o jovem Claudio Aleoni Arruda, foi capaz de enfrentar grandes desafios e demonstrar que superar limitações é apenas uma questão de força de vontade.
Arruda resolveu ir atrás do sonho de trabalhar com cavalos, se tornando assistente de instrutor no Pônei Clube do Brasil.O Pônei Clube não me contratou por lei de cotas e sim, pelas minhas qualidades, meus méritos e por tudo o que eu sei fazer com os cavalos, inclusive saltar”, se orgulha o cavaleiro.
As pessoas com Síndrome de Down, o cavaleiro deixa um conselho: “Sigam meu exemplo. Tenham garra, muita fé e determinação e acreditem sempre”.
4- Pablo Pineda, 40 anos, ator e pedagogo
Pablo Pineda
Pablo Pineda tornou-se uma celebridade na Espanha. Não só por ser a primeira pessoa com síndrome de Down que obteve um diploma universitário na Europa, mas também por atuar como protagonista do filme “Yo, También”, de 2009, que narra a história de um agente social que se apaixona por uma colega de trabalho.
Pineda tem licenciatura em Pedagogia. E é um dos rostos mais conhecidos, na Espanha, de uma geração de jovens com síndrome de Down  que vem rompendo limitações pessoais, profissionais e acadêmicas.
Segundo ele, não existem pessoas não-capacitadas, mas sim pessoas com “capacidades distintas”. Para ele, a sociedade deve evoluir a um estágio de maior pluralidade, em que os portadores de síndrome de Down não sejam tratados como crianças e possam desenvolver suas capacidades e independência desde cedo.
5- Angela Bachiller, 30 anos, vereadora na Espanha
Àngela (Imagem: Eduardo Margareto)
Àngela (Imagem: Eduardo Margareto)
Ángela Bachiller tornou-se a primeira vereadora com síndrome de Down a tomar posse na câmara municipal da cidade de Valladolid, na Espanha.
Sua família “lutou desde o minuto em que nasceu”, disse à imprensa a mãe da nova vereadora. Isabel Guerra, enfermeira de profissão, se mostrou orgulhosa da filha, por sua “coragem” e por “não jogar a toalha”, embora reconheça que nunca tenha imaginado que pudesse chegar a ser vereadora. A receita para alcançar essa posição na vida foi “muito amor, muita disciplina, muito trabalho e uma vida normal em tudo”, disse a mãe de Bachiller. E o conselho materno é para que Ángela aprenda e desfrute desta experiência como vereadora para que o passo dado “deixe de ser visto como extraordinário e passe a ser normal”.
Referências: G1, Uol

Coordenação de Acessibilidade disponibiliza livros sobre acessibilidade e inclusão

Coordenação de Acessibilidade disponibiliza livros sobre

 acessibilidade e inclusão

http://www.ufjf.br/acessibilidade/eventos/

http://www.ufjf.br/acessibilidade/2015/03/31/coordenacao-de-acessibilidade-disponibiliza-livros-sobre-acessibilidade-e-inclusao/

Data: 31 de março de 2015
A Coordenação de Acessibilidade Educacional, Física e Informacional (Caefi) 
da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) disponibiliza o total de 11 novos livros 
sobre acessibilidade no formato de PDF para download gratuito.
Essa ação é uma maneira encontrada pela Coordenação de efetivar o trabalho de 
conscientização sobre o tema “acessibilidade e inclusão” para a comunidade acadêmica
 e aos demais interessados.
As obras foram disponibilizadas pelo Ministério da Educação (MEC)  e se contabilizam 
entre eles livros, dissertações, teses e cartilhas explicativas. Veja abaixo a listagem
 completa das obras.

INCLUSÃO DIGITAL E SOCIAL DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA – Damien Hazard, 
Teófilo Alves Galvão Filho e André Luiz Andrade Resende
AS TECNOLOGIAS NAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INCLUSIVAS – Organizadores:
 Claudia Regina Mosca Giroto, Rosimar Bartolini Poker, Sadão Omote
TECNOLOGIA ASSISTIVA NAS ESCOLAS Cartilha_Tecnologia_Assistiva_nas_escolas_-_
Recursos_basicos_de_acessibilidade_socio-digital_para_pessoal_com_deficiencia – ITS BRASIL
AMBIENTES COMPUTACIONAIS E TELEMÁTICOS NO DESENVOLVIMENTO DE
 PROJETOS PEDAGÓGICOS COM ALUNOS COM PARALÍSIA CEREBRAL – 
Teófilo Alves Galvão Filho
 EDUCAÇÃO INCLUSIVA, DEFICIÊNCIA E CONTEXTO SOCIAL: questões contemporâneas -
  Organizadores: Félix Dias, Miguel Bordas, Nelma Galvão e Theresinha Miranda
ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR – UFB Acessível
TECNOLOGIA ASSISTIVA – SEDH
PESQUISA NACIONAL DE TECNOLOGIA ASSISTIVA – Organizador: Instituto de 
Tecnologia Assistiva
O PROFESSOR E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA – Organizadores: Theresinha Guimarães
 Miranda e Teófilo Alves Galvão Filho
PRÊMIO REINA SOFIA – Programa InfoEsp
TECNOLOGIA ASSISTIVA PARA UMA ESCOLA INCLUSIVA: Apropriação, demandas
 e perspectivas – Téofilo Alves Galvão Filho
Para fazer download basta clicar no link: LIVROS PARA DOWNLOAD.

Dica pra quem tem filhos cegos ou com baixa visão

. A Fundação Dorina Nowill para Cegos desenvolveu uma coleção de clássicos infantis inclusiva. São 10 títulos adaptados, entre eles Chapeuzinho Vermelho, Branca de Neve e Bela Adormecida.

Os livros são impressos em braille e fonte ampliada, possui relevos nas imagens, além de serem ilustrados com cores vibrantes. Há também um CD com a leitura das histórias e com versões com e sem audiodescrição.

Os livros foram distribuídos nas fundações de apoio da Dorina.

Descrição da Imagem: Fotografia de cinco livros da coleção. São eles, "A Bela Adormecida", "Branca de Neve", "Chapeuzinho Vermelho", "Cinderela" e "João e o pé de feijão". Embaixo da imagem dos livros, há uma faixa verde. Sobre a faixa, está escrito em cinza, a frase: "Clássicos InfantisDica pra quem tem filhos cegos ou com baixa visão ganham versão em braille". A palavra "braille" está toda em caixa-alta.