domingo, 3 de junho de 2012

Filme francês "Les intouchables" retrata a deficiência física com bom humor | Deficiente Ciente

Filme francês "Les intouchables" retrata a deficiência física com bom humor | Deficiente Ciente


filme Les intouchables
Sete semanas depois de sua estreia, a comédia social “Les Intouchables”, que aborda a divertida relação de um multimilionário tetraplégico com gostos refinados e seu peculiar enfermeiro, se transformou no quarto filme com mais bilheteira da história do cinema francês ao alcançar 14 milhões de espectadores.
Interpretada por François Cluzet e pelo cômico Omar Sy, a comédia lidera de forma absoluta a bilheteria deste ano na França, arrecadando mais de US$ 27 milhões. O filme foi escrito e dirigido por Olivier Nakache e Eric Toledano.
Baseado em fatos reais, o filme aborda a relação de Philippe Pozzo, um rico empresário que ficou tetraplégico após um acidente de parapente, e seu enfermeiro Driss, um ex-presidiário da periferia da capital francesa.
Fonte: G1
Assista o vídeo e veja mais informações.
Veja:

Estreia do filme "Hasta la vista" desafia o politicamente correto com pessoas com deficiência | Deficiente Ciente

Estreia do filme "Hasta la vista" desafia o politicamente correto com pessoas com deficiência | Deficiente Ciente

Uma das cenas do filme Hasta la vistaCaro leitor,
A matéria abaixo foi extraída do site Cineweb.
Por Neusa Barbosa
Em comédia belga, cego e cadeirantes tentam perder a virgindade. Eles viajam para bordel na Espanha no longa dirigido por Geoffrey Enthoven.
Desafiar as boas maneiras do politicamente correto para fazer humor em cima da dificuldade de três jovens com deficiências — um cego, um paraplégico e um tetraplégico — em perder a virgindade é o grande desafio vencido pela comédia belga “Hasta la vista, venha como você é”, de Geoffrey Enthoven.
Que ninguém pense que a vida do trio principal é moleza. O roteiro de Pierre de Clercq não doura a pílula, mostrando em detalhes as restrições da vida cotidiana de cada um dos três marcantes protagonistas, o tetraplégico Philip (Robrecht Vanden Thoren), o deficiente visual Jozef (Tom Audenaert) e Lars (Gilles de Schrijver), que tem um tumor que o tornou paraplégico, além de provocar-lhe convulsões.
Os rapazes são amigos e têm uma boa condição financeira que lhes permite, por exemplo, cultivar o gosto por vinhos. Mas, de todo modo, vivem numa espécie de redoma, hipercuidados pelos pais, o que torna sua vida amorosa praticamente impossível, ainda mais diante dos inevitáveis preconceitos que cercam sua aceitação pelas garotas. Além de sua própria timidez para aproximar-se delas.
O mais saidinho do trio, Philip, decide que é hora de eles conhecerem o sexo, custe o que custar. E descobre que existe na Espanha um bordel moldado exatamente para atender às necessidades de pessoas especiais como eles.
Com um motorista especializado e uma van adaptada, eles vencem a resistência de seus pais para deixá-los viajar sozinhos, o que acontece pela primeira vez na vida. Na véspera da viagem, o motorista ideal cai fora e o sonho fica ameaçado.
Por uma série de circunstâncias, eles acabam fazendo a viagem na marra, escondidos e contando com Claude (Isabelle de Hertogh), uma motorista substituta gordinha e enfezada.
Um dos grande trunfos desta comédia delicada está em criar simpatia para seus protagonistas — inclusive Claude, que, começando na trupe sem dizer a que veio, consegue pouco a pouco impor-se no jogo, a princípio desigual, de piadinhas machistas, liderado por Philip.
De origem proletária, Claude acaba sendo também um contraponto a certas manias de mauricinhos que afetam os rapazes, o que se torna motivo para algumas situações divertidas no cotidiano.
Outro ponto de equilíbrio está no ritmo das peripécias, distribuídas ao longo do caminho. O mais difícil foi arriscar-se no desafio ao politicamente correto, inclusive na paródia que os protagonistas fazem o tempo todo das próprias deficiências e das dos outros. E aí reside o grande acerto do filme.
Veja o trailer.

Marlee Matlin: o sucesso de uma atriz surda | Deficiente Ciente

Marlee Matlin: o sucesso de uma atriz surda | Deficiente Ciente


Marlee Matlin na calçada da fama em Hollywood
Marlee Matlin na calçada da fama em Hollywood
Marlee Beth Matlin (Morton Grove, Illinois, 24 de agosto de 1965) é um atriz norte-americana surda vencedora do Oscar.
Matlin perdeu a audição quando ainda era bebê (aos 18 meses de vida) devida à doença exantema súbito (Roseola infantum). Ela perdeu primeiro a audição do ouvido direito e 80% do ouvido esquerdo.
Ela fez seu primeiro trabalho quando possuía sete anos, como Dorothy numa versão para o teatro da peça O maravilhoso mágico de Oz e continuou a aparecer no mesmo grupo de teatro.
Seu primeiro trabalho no cinema foi em 1986 no filme “Children of a Lesser God” – Os Flhos do Silêncio – pelo qual ganhou o globo de ouro de melhor atriz dramática e o Oscar de melhor atriz (aos 20 anos, a mais jovem a ganhar o prêmio), ao contracenar com o seu marido na época, o ator William Hurt.
Trabalhou também em séries de televisão como, Reasonable Doubts (1991 – 1993) e pelo qual foi indicada ao Emmy Award, Picket Fences. Ela trabalhou regularmente na série durante a última temporada.
Ela trabalhou também em The West Wing e Blue’s Clues. Outros trabalhos na televisão incluem: Seinfeld, Desperate Housewives, e Law & Order: Special Victims Unit. Foi indicada para o Primetime Emmy Award no ano de 2004.
Marlee trabalh também com várias organizações não-governamentais, incluindo: Children Affected by AIDS Foundation, Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation, Starlight Children’s Foundation e também a cruz vermelha.
Matlin casou com o oficial Kevin Grandalski em 29 de agosto de 1993. Eles tem 4 filhos: Sarah Rose, Brandon, Tyler, e Isabella Jane.
Em 2002, publicou seu primeiro romance, Deaf Child Crossing.
Em 2004, ela estrelou o controverso filme “What the Bleep Do We Know” – Quem somos nós? -como Amanda. Em 2008 trabalhou no filme Sweet Nothing in My Ear.
Trabalhou na série americana The L Word e interpreta uma contraditória artista plástica chamada Jodi. Sua personagem se relaciona com Bette (Jennifer Beals), decana da universidade onde ela trabalha. Matlin entrou na quarta temporada da série.
Atualmente interpreta surda Melody Bledsoe na série americana Switched at Birth, que é mãe de Emmett Bledsoe (Sean Berdy), que também é surdo.
Fonte: Wikipédia

Sem braços e perna, menino dá lição de superação e joga até videogame no RS | Deficiente Ciente

Sem braços e perna, menino dá lição de superação e joga até videogame no RS | Deficiente Ciente

Tiago LinkA matéria abaixo foi sugestão do leitor Carlos Eduardo Lemos.
Tiago Link, de 5 anos, é motivo de orgulho na cidade de Tiradentes do Sul.
Escola estadual se adaptou para atender as necessidades da criança.
Um menino de cinco anos é exemplo de superação para os moradores de Tiradentes do Sul, um município de 6,4 mil habitantes na Região Noroeste do Rio Grande do Sul. Tiago Link nasceu sem os braços e sem uma perna, mas impressiona pela independência. Com os pais e a irmã gêmea como incentivadores, o garoto aprendeu a descer e a subir dos lugares sem a ajuda e agora se diverte andando de skate, jogando vídeogame e mexendo no computador.
Desde o início deste ano, Tiago dispensa a ajuda dos pais para ir até a escola onde estuda. Vai sozinho na van junto com amigos. A prefeitura de Tiradentes do Sul adaptou o transporte escolar para levá-lo até o colégio. A escola estadual também buscou maneiras de atender todas as necessidades do menino.
“Eu vejo a turma como um todo. São muito amigos, companheiros. Eles ajudam, não discriminam. A discriminação vem dos adultos e não das crianças, que são muito puras nos sentimentos. Aqui na escola, buscamos tratar ele sem privilégios, mas, da mesma forma, tentamos tratar ele de uma forma especial”, disse a professora Maristela Sandra Kramp.

Aimee Mullins: conheça a história de superação da campeã de atletismo | Deficiente Ciente

Aimee Mullins: conheça a história de superação da campeã de atletismo | Deficiente Ciente

Aimme Mullins

Aimee Mullins, amputada, tornou-se uma palestrante e modelo muito famosa
 A americana Aimee Mullins, 33 anos tornou-se modelo e campeã de atletismo. Em 1996, quebrou o recorde nas modalidades de 100, 200 metros e salto em distância. Deu o que falar nos jogos paraolímpicos de Atlanta.
Aimee nasceu com um problema raro na formação óssea das pernas, tendo que amputá-las logo abaixo do joelho quando tinha apenas 1 ano. Certa vez, ao encontrá-la num evento de moda, o estilista britânico Alexander Mcqueen a convidou para um desfile em Londres. Modelou uma prótese de madeira para ela, imitando uma bota longa. Durante o desfile da Aimee, a imprensa nem desconfiou da prótese. Quando o boato começou a correr no dia seguinte, McQueen foi acusado de estar transformando o “London Fashion Show” num “London Freak Show”.

Parabéns a todas as mulheres com e sem deficiência que se superam a cada dia! Em homenagem ao dia da Mulher, acompanhe a história da guerreira Alison Lapper. Alison Lapper nasceu em 7 de abril de 1965, em Burton, Inglaterra. Os pais biológicos e médicos não detectaram nenhum problema, no entanto ela nasceu com uma marca especial para a vida, não tinha braços e pernas e seria menor que o normal. Em sua infância, Alison foi abandonada por seus pais aos quatro meses de idade. Eles eram trabalhadores de uma fábrica de automóveis, no Condado de Yokshire, e se separaram quando ela nasceu. Ela também tem uma irmã mais velha que mal conhece. Assim, Alison passou a infância em uma escola cercada por outras crianças deficientes que se assemelhavam a ela fisicamente. “Havia várias crianças sem membros, como resultado da onda da talidomida. Para nós era difícil adquirir o equilíbrio. Não conseguíamos sentar sem cair e não éramos capazes de levantar”, diz Alison sorrindo. Nick Vujicic: uma grande história de superação de um homem sem braços e pernas Aimme Mullins: Conheça a história de superação da campeã de atletismo

História de superação da artista plástica Alison Lapper: uma brava guerreira | Deficiente Ciente

Alison Lapper e seu filho quando era bebêParabéns a todas as mulheres com e sem deficiência que se superam a cada dia!
Em homenagem ao dia da Mulher, acompanhe a história da guerreira Alison Lapper.
Alison Lapper nasceu em 7 de abril de 1965, em Burton,  Inglaterra. Os pais biológicos e médicos não detectaram nenhum problema, no entanto ela nasceu com uma marca especial para a vida, não tinha braços e pernas e seria menor que o normal.
Em sua infância, Alison foi abandonada por seus pais aos quatro meses de idade. Eles eram trabalhadores de uma fábrica de automóveis, no Condado de Yokshire, e se separaram quando ela nasceu. Ela também tem uma irmã mais velha que mal conhece.
Assim, Alison passou a infância em uma escola cercada por outras crianças deficientes que se assemelhavam a ela fisicamente. “Havia várias crianças sem membros, como resultado da onda da talidomida. Para nós era difícil adquirir o equilíbrio. Não conseguíamos sentar sem cair e não éramos capazes de levantar”, diz Alison sorrindo.

Sem braços e perna, menino dá lição de superação e joga até videogame no RS | Deficiente Ciente

Sem braços e perna, menino dá lição de superação e joga até videogame no RS | Deficiente Ciente


Tiago LinkA matéria abaixo foi sugestão do leitor Carlos Eduardo Lemos.
Tiago Link, de 5 anos, é motivo de orgulho na cidade de Tiradentes do Sul.
Escola estadual se adaptou para atender as necessidades da criança.
Um menino de cinco anos é exemplo de superação para os moradores de Tiradentes do Sul, um município de 6,4 mil habitantes na Região Noroeste do Rio Grande do Sul. Tiago Link nasceu sem os braços e sem uma perna, mas impressiona pela independência. Com os pais e a irmã gêmea como incentivadores, o garoto aprendeu a descer e a subir dos lugares sem a ajuda e agora se diverte andando de skate, jogando vídeogame e mexendo no computador.
Desde o início deste ano, Tiago dispensa a ajuda dos pais para ir até a escola onde estuda. Vai sozinho na van junto com amigos. A prefeitura de Tiradentes do Sul adaptou o transporte escolar para levá-lo até o colégio. A escola estadual também buscou maneiras de atender todas as necessidades do menino.
“Eu vejo a turma como um todo. São muito amigos, companheiros. Eles ajudam, não discriminam. A discriminação vem dos adultos e não das crianças, que são muito puras nos sentimentos. Aqui na escola, buscamos tratar ele sem privilégios, mas, da mesma forma, tentamos tratar ele de uma forma especial”, disse a professora Maristela Sandra Kramp.
No parque da escola estadual onde estuda, foi feito um balanço especial e até um campo de futebol para Tiago brincar com as outras crianças. Gremista, o menino sonha ser jogador de futebol. Para os pais, cada conquista de Tiago é motivo de emoção. “A gente vê tantas pessoas que moram em mansões, com tudo, e não têm o sorriso que ele tem. É um exemplo de vida. Todo o dia falo do orgulho que sinto dele”, disse o pai Jair Link.
Para a mãe Rosane, o melhor presente no dia do aniversário do filho é a força de Tiago. “O maior presente é a alegria e o sorriso dele a cada dia quando levanta. Ontem perguntei pra ele por que ele estava tão feliz. Ele me disse que era o coração dele que trazia tanta alegria”, relata a mãe.
Assista o vídeo.
(http://www.youtube.com/watch?v=qGtMJ6U_k-k)
Fonte: http://g1.globo.com/rs
A prefeitura de Tiradentes do Sul adaptou a escola para atender as necessidades educacionais de Tiago. E pelo visto a cultura dessa escola está baseada no reconhecimento, na valorização e no respeito de todos alunos. Parabéns a prefeitura e a escola. Um exemplo a ser seguido!  (Nota do blog).

Mãe comemora a 2ª formatura de filho com Down: "superamos o preconceito" | Deficiente Ciente

Mãe comemora a 2ª formatura de filho com Down: "superamos o preconceito" | Deficiente Ciente

Roseli e o filho na colação de grau de Licenciatura em Educação Física (Foto: Arquivo pessoal)
Roseli e o filho na colação de grau de Licenciatura em Educação Física (G1/ Foto: Arquivo pessoal)
Jovem curitibano concluiu a segunda graduação em Educação Física. Rapaz relata situações de preconceito na época da faculdade.
Quero fazer a diferença e abrir as portas para dar mais qualidade de vida para esse público” (João Vitor, educador físico com Síndrome de Down)
Por Adriana Justi
A secretária Roseli Mancini comemora a segunda formatura do filho, João Vitor, que tem Síndrome de Down. No último sábado (19), ele colou grau no curso de Licenciatura em Educação Física, e em 2009 ele concluiu o bacharelado na mesma área. “Ele nasceu em São Paulo e quando completou dois meses de vida viemos morar em Curitiba. Aí começou nossa caminhada. Sem conhecer nada da cidade, fomos a procura de um tratamento, nos indicaram a Associação de Pais e Amigos Excepcionais (APAE). Hoje, depois de tanta luta, podemos comemorar e deixar para trás muitos ‘nãos’ e além de tudo, superamos o preconceito”.

Kanya Sesser sonha em competir nos Jogos Paraolímpicos de Londres | Deficiente Ciente

Kanya Sesser sonha em competir nos Jogos Paraolímpicos de Londres | Deficiente Ciente

Kanya Sessen (Imagem: Model Mayhem)
Kanya Sessen (Imagem: Model Mayhem)
Kanya Sesser foi abandonada pelos pais tailandeses ainda criança. Aos 5 anos de idade foi adotada por uma família americana, em Oregon, EUA. Apesar de ter nascido sem as pernas, Kanya superou sua deficiência e se tornou uma campeã  em corridas utilizando um triciclo. Aos 19 anos ela está entre as mulheres mais rápidas dos EUA em sua classe, nos 100 metros. Um dos seus sonhos é o de competir nos Jogos Paraolímpicos em Londres.

Futebol diferente | PRIMEIRO TIME DE ANÕES DO C E A R Á

Futebol diferente | Deficiente Ciente

Com pinta de gente grande, o Rapadura Cearense é o primeiro time de anões do Ceará
Já no aquecimento eles despertam curiosidade. São hábeis, organizados e pequenos. O Rapadura Cearense é diferente. É o primeiro time cearense formado só por anões. Pelas quadras da cidade, eles desafiam times infantis em partidas de futsal e tentam saltar o preconceito. Jogam por amor e em busca de dignidade. Ontem, no colégio Juvenal de Carvalho, foram convidados especiais de um evento beneficente organizado pela ONG Pequeno Nazareno.

Celebração do amor | Deficiente Ciente

Celebração do amor | Deficiente Ciente

Casal chinês (Imagem: China Smack)Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar.” (Fernando Pessoa)
Caros leitores,

Cientistas fazem ratos paralisados voltarem a andar | Deficiente Ciente

Cientistas fazem ratos paralisados voltarem a andar | Deficiente Ciente

Os animais voltaram a andar depois de receberem estímulo elétrico na espinha e passaram por um processo de recuperação com a ajuda de um suporte  (Revista Veja/Reprodução)
Os animais voltaram a andar depois de receberem estímulo elétrico na espinha e passaram por um processo de recuperação com a ajuda de um suporte (Revista Veja/Reprodução)
Caro leitor,
A matéria abaixo foi sugestão do leitor Rodrigo da Costa. Ela foi extraída da Revista Veja.
Técnica envolve o estímulo elétrico da medula espinhal e a recuperação com a ajuda de um suporte. Animais voltaram a caminhar em até três semanas
Cientistas europeus anunciaram nesta quinta-feira que conseguiram fazer com que ratos paralisados voltassem a andar. O tratamento combina estímulo da medula espinhal e um suporte robótico. O estudo, realizado por pesquisadores da Suíça, foi publicado na revistaScience.
Muitos cientistas trabalham em tratamentos para ajudar pessoas que sofreram lesões na medula espinhal a recobrarem os movimentos. O novo estudo mostra como uma dessas abordagens pode funcionar. A chave do sucesso da terapia foi conseguir fazer com que os ratos participassem da própria reabilitação. Após o tratamento, os animais demonstraram um aumento quatro vezes superior nas conexões entre o cérebro e a medula espinhal.

Sem braços e perna, menino dá lição de superação e joga até videogame no RS | Deficiente Ciente

Sem braços e perna, menino dá lição de superação e joga até videogame no RS | Deficiente Ciente


Tiago LinkA matéria abaixo foi sugestão do leitor Carlos Eduardo Lemos.
Tiago Link, de 5 anos, é motivo de orgulho na cidade de Tiradentes do Sul.
Escola estadual se adaptou para atender as necessidades da criança.
Um menino de cinco anos é exemplo de superação para os moradores de Tiradentes do Sul, um município de 6,4 mil habitantes na Região Noroeste do Rio Grande do Sul. Tiago Link nasceu sem os braços e sem uma perna, mas impressiona pela independência. Com os pais e a irmã gêmea como incentivadores, o garoto aprendeu a descer e a subir dos lugares sem a ajuda e agora se diverte andando de skate, jogando vídeogame e mexendo no computador.

Pessoas com nanismo | Deficiente Ciente

Pessoas com nanismo | Deficiente Ciente

Nanismo é a condição de tamanho de um indivíduo quando a sua altura é muito menor que a média de todos os sujeitos que pertencem a mesma população. Admite-se que se pode chamar de nanismo quando o tamanho de um sujeito é bem inferior à média dos mesmos sujeitos, na mesma idade. Na espécie humana, em termos de adultos, o anão é uma pessoa que tem até por volta de 1,40 metro de altura.
O que mais preocupa os anões não é sua baixa estatura, mas a invisibilidade perante a sociedade.

Pessoas com deficiência auditiva reclamam qualidade de ensino

ARTIGOS SOBRE LESÃO MEDULAR - SITE LEANDRO PORTELLA

http://serlesado.com.br/category/artigos/
Leandro Portella

» Artigos


Mudanças na vida das pessoas com lesão medular adquirida



Escrito por Leandro Portella Comentários (0)

Últimas Atualizações: sábado, junho 2, 2012



Changes in the life of people with acquired spinal cord injury Cambios en la vida de personas con lesión medular adquirida Artigo de Soraia Dornelles Schoeller, Rodolfo Nunes Bitencourt, Maria Tereza Leopardi, Denise Pires de Pires e Maria Tereza Brasil Zanini, foi publicado pela



Leia mais »

Resiliência, enfrentamento e qualidade de vida na reabilitação de indivíduos com lesão medular



Escrito por Leandro Portella Comentários (0)

Últimas Atualizações: segunda-feira, maio 21, 2012



Estudos mostram que pessoas mais resilientes apresentam estratégias de enfrentamento que reduzem o estresse, em condições adversas e, consequentemente, podem ter uma melhor percepção da qualidade de vida. O presente estudo teve como objetivo investigar resiliência, qualidade



Leia mais »

Qualidade de Vida na Lesão Medular Traumática



Escrito por Leandro Portella Comentários (0)

Últimas Atualizações: quinta-feira, maio 10, 2012



Quality of Life in the Traumatic Spinal Cord Injury RESUMO Introdução. A lesão medular traumática pode ser considerada um grande problema de Saúde Pública no Brasil. É uma agressão à medula espinhal resultando em diminuição ou ausência de sensibilidade e força muscular,



Leia mais »

Sexualidade se mantém após lesão



Escrito por Leandro Portella Comentários (0)

Últimas Atualizações: quinta-feira, abril 19, 2012



Em primeiro lugar, segundo os especialistas, deve-se esclarecer a confusão sobre os conceitos de sexualidade e função sexual. A primeira está presente no ser humano desde o desenvolvimento intra-uterino e o acompanha até o fim da terceira idade. É a responsável pelo orgasmo



Leia mais »

Sobrecarga do cuidado e qualidade de vida relacionada à saúde de cuidadores de indivíduos com lesão medular



Escrito por Leandro Portella Comentários (0)

Últimas Atualizações: terça-feira, abril 17, 2012



Resumo Estudo descritivo-exploratório e transversal, teve por objetivos identificar as características sócio-demográficas e clínicas dos indivíduos com LTME e seus cuidadores; avaliar a sobrecarga do cuidado e a Qualidade de Vida Relacionada à Saúde (QVRS) dos cuidadores;



Leia mais »

Avaliação de enfermagem e bases de tratamento de úlcera por pressão em pacientes com lesão raquimedular



Escrito por Leandro Portella Comentários (0)

Últimas Atualizações: segunda-feira, abril 2, 2012



Por:Roseane Nogueira Ribeiro de Souza¹ , Josineide Maria da Silva¹; Marciano Cavalcante de Oliveira¹; Willian Vieira Jeronimo¹; Roberto Castro² INTRODUÇÃO A incidência do traumatismo raquimedular (TRM) tem aumentado consideravelmente nos últimos anos, tornando-se um problema



Leia mais »

Modulação Autonômica Durante o Exercício Incremental com Membros Superiores em Indivíduos com Lesão Medular



Escrito por Leandro Portella Comentários (0)

Últimas Atualizações: segunda-feira, abril 2, 2012



Autonomic Modulation During Incremental Exercise with Upper Limbs in Individuals with Spinal Cord Injury RESUMO Indivíduos com lesão medular (LM) possuem alterações na regulação autonômica em repouso, o que poderia afetar a variabilidade da frequência cardíaca (VFC) durante



Leia mais »

Epidemiologia do traumatismo da coluna vertebral



Escrito por Leandro Portella Comentários (0)

Últimas Atualizações: quarta-feira, março 21, 2012



RESUMO OBJETIVO: Avaliação epidemiológica retrospectiva de 100 casos de traumatismo da coluna vertebral. MÉTODO: Estudo transversal de dados colhidos por levantamento de prontuário, segundo protocolo de decodificação local. RESULTADOS: Predomínio etário de 20 a 40 anos em



Leia mais »

“Estudo dos efeitos do monossialogangliosídeo (GM1) administrado pela via transdérmica por laser a baixa temperatura, após lesão medular experimental em ratos”



Escrito por Leandro Portella Comentários (0)

Últimas Atualizações: sexta-feira, março 16, 2012



Resumo Souza FI. Estudo dos efeitos do monossialogangliosídeo (GM1) administrado pela via transdérmica por laser a baixa temperatura, na lesão medular experimental em ratos [tese]. São Paulo: Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo; 2011. 134p. Objetivo: avaliar os efeitos



Leia mais »

Traumatismo raquimedular por ferimento de projétil de arma de fogo: avaliação epidemiológica



Escrito por Leandro Portella Comentários (0)

Últimas Atualizações: segunda-feira, março 12, 2012



RESUMO OBJETIVO: Avaliar a incidência de trauma raquimedular causado por projétil de arma de fogo nos pacientes atendidos no pronto socorro de um hospital de Curitiba (PR). MÉTODOS: Estudo retrospectivo, realizado no período de fevereiro de 2005 a julho de 2008, incluindo todos



Leia mais »

Categorias


Acessibilidade (119)

Acessórios (16)

Ajude Alguém (42)

Artigos (134)

Causas e Prevenção (132)

Célula Tronco (67)

Ciência e Tecnologia (86)

Cuidados importantes (23)

Esporte Adaptado (94)

Eu Leandro (26)

Eventos (87)

Lazer (58)

Lesão medular (94)

Livros e Filmes (41)

Notícias (400)

Novidades (15)

Patrocinadores (3)

Problemas Associados (73)

Reabilitação do LM (132)

Serviços e Programas (22)

Sexualidade (121)

Softwares (14)

Superação (200)

Ulceras por pressão (16)

Uncategorized (1)

Vídeos (106)

sábado, 2 de junho de 2012

Adaptação Curricular para Educação Especial

Amapá Digital - Abertura de Seminário de Inclusão do Desporto Paralímpico reúne mais de 200 pessoas

Amapá Digital - Abertura de Seminário de Inclusão do Desporto Paralímpico reúne mais de 200 pessoas

Vivendo e aprendendo: BULLYING TEM SOLUÇÃO

Vivendo e aprendendo: BULLYING TEM SOLUÇÃO: Um ou mais alunos xingam, agridem fisicamente ou isolam um colega, além de colocar apelidos grosseiros. Esse tipo de perseguição intenc...

Metas educacionais voltam a apoiar classes só para deficientes

Metas educacionais voltam a apoiar classes só para deficientes


Novo texto do Plano Nacional de Educação prevê o atendimento em casos que a inclusão não funcionar, polêmica entre educadores

Priscilla Borges, iG Brasília
02/06/2012 07:00:49

Texto:

O Plano Nacional de Educação (PNE) ganhou metas diferentes das propostas pelo Ministério da Educação no Congresso Nacional. Se o texto for aprovado como está, as classes exclusivas para estudantes deficientes voltarão a receber estímulo. A definição contraria as políticas mais recentes do ministério, que defende a inclusão desses alunos em escolas convencionais.



Este mês: Votação do Plano Nacional da Educação começa em 12 de junho

Expectativa: Mercadante espera que comissão da Câmara aprove PNE ainda este mês



A mudança na redação original do PNE, proposta pelo relator do projeto na Câmara dos Deputados, Ângelo Vanhoni (PT-PR), causou polêmica entre especialistas na última semana. E representou alívio para muitas famílias e representantes de entidades que cuidam de espaços de atendimento específico para deficientes.





Foto: Alan Sampaio

Novo texto do PNE reforça papel de escolas exclusivas para deficientes, como o Centro de Ensino Especial nº 1 de Brasília

Para o MEC, as crianças com deficiências ou transtornos globais de desenvolvimento devem estudar em escolas públicas convencionais. Os colégios têm de se adequar às necessidades dos alunos e dar a eles a chance de conviver com pessoas sem deficiência. A inclusão, na opinião dos gestores e corroborada por muitos especialistas, promove o fim do preconceito e crescimento dos estudantes.



O texto apresentado por Vanhoni aos parlamentares, que votarão a proposta no dia 12 de junho, abre possibilidades diferentes. Define, na meta 4, que será objetivo do País atender esses alunos, de preferência, na rede regular de ensino. Porém, “garantindo o atendimento educacional especializado em classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou comunitários, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível sua integração nas classes comuns”.



Na opinião do deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), que faz parte do movimento das Apaes há 30 anos, o relatório, agora, “contempla o anseio da sociedade”. Para ele, a decisão “muito técnica” do MEC foi superada por uma “decisão política de governo”.



Mais opções



“Somos a favor da coexistência dos dois tipos de escola para a ampliação das oportunidades educacionais para muitas crianças que não recebem atendimento adequado em escolas regulares”, comenta Sandra Marinho Costa, secretária-executiva e procuradora jurídica da Federação Nacional das Apaes (Fenapaes), entidade que atende pessoas excepcionais.



Sandra conta que 250 mil pessoas são atendidas pelas Apaes em todo o Brasil. Muitas delas, ela diz, tentaram se manter em escolas convencionais, mas não tiveram sucesso. “Fazer matrícula e ir para a escola é uma coisa. Estar incluído é outra bem diferente. Há pessoas com comprometimentos tão sérios que não conseguem receber atenção adequada e terminam isoladas nesses ambientes”, diz.



A representante de uma das associações que mais trabalhou, nos bastidores, para convencer o deputado Vanhoni de que a mudança na meta de número 4 do PNE era importante garante que a defesa das Apaes é por um sistema inclusivo de educação. Segundo Sandra, as famílias têm de ter opções. “E há crianças que, após um atendimento especializado, são plenamente capazes de frequentar escolas regulares e aprender. Outras não”, ressalta.



Leia também: Plano Nacional de Educação é reapresentado com 7,5% do PIB



Sabine Antonialli Arena Vergamini, diretora de Unidade Socioeducacional do Centro de Educação para Surdos Rio Branco, em São Paulo, também critica a ideia de que as escolas regulares fazem inclusão. “Divisão do espaço físico não significa incluir. Para 99% dos surdos, uma escola só deles é muito melhor”, afirma. Na escola que coordena, Sabine conta que as crianças são alfabetizadas, primeiro, na Língua Brasileira de Sinais (Libras). A língua portuguesa é ensinada como uma segunda língua. As famílias são incluídas no processo.



Mantida pela Fundação Rotariana de São Paulo, a escola só atendia crianças carentes até bem pouco tempo. Por conta da demanda, eles decidiram abrir algumas vagas para famílias que podem pagar uma mensalidade: um aluno por cada classe. As turmas têm, no máximo, 10 crianças e as atividades ocorrem em período integral.









Centro de Educação para Surdos Rio Branco mantém salas exclusivas para crianças surdas até o 5º ano. Foto: Divulgação1/13

Ambientes para poucos



Os centros especializados em educação especial não são numerosos no Brasil. No ano passado, de acordo com o Censo Escolar 2011, eles atendiam apenas 0,38% dos 50,9 milhões de estudantes da educação básica. A maior parte dessas matrículas está em colégios da rede privada. São 130 mil alunos em classes especiais ou escolas exclusivas particulares.



Com a política de inclusão definida pelo MEC, o número de estudantes nesses ambientes específicos é bem menor hoje do que no passado. Em 2007, havia 224 mil alunos em salas ou escolas exclusivas da rede privada. No mesmo ano, a rede pública tinha 124 mil alunos na mesma condição. Hoje, eles somam apenas 63 mil. Em classes comuns da rede pública, há 558 mil estudantes especiais. Nos colégios privados, eles são apenas 32 mil.





Veja também:

Minoria surda que estuda sai de sala especial para regular

Inclusão de deficientes visuais em escolas ainda é desafio

Escolas e pais não estão preparados para inclusão

Caçadores de superdotados investem em crianças carentes no Rio

Superdotados: uma minoria invisível

O Centro de Ensino Especial nº 1 de Brasília é uma das exceções de atendimento especializado da rede pública. Possui 150 funcionários, que atendem 311 alunos com mais de 14 anos. Tânia Guimarães, de 51 anos, é uma das mais antigas estudantes matriculadas no colégio. Está lá há 38 anos. “A idade cronológica deles não é a mesma da idade mental e isso precisa ser considerado”, diz a supervisora pedagógica da escola, Claudia Garcia.



A proposta pedagógica do CEE 1 de Brasília não é como a de uma escola convencional. Não há um currículo obrigatório a ser superado por todos os alunos. “Aqui, as possibilidades de cada um são analisadas por equipe multiprofissional. Nosso objetivo não é pensar nos limites, mas nas potencialidades deles. Para muitos, a missão é socializá-los, dar autonomia para atividades práticas do dia a dia”, conta Adriana Cruz, diretora do centro.



Dos 311 estudantes, 121 estão matriculados em escolas regulares e só realizam atividades complementares nos ambientes da escola.



Retrocesso



Para Claudia Gabrois, do movimento Inclusão Já, a nova definição da meta é um retrocesso. “Ela fere preceitos constitucionais. As pessoas com deficiência têm o direito à educação em escolas regulares. Se existem recursos nas escolas especiais, eles podem estar dentro das escolas comuns. Essas pessoas não podem ser segregadas da sociedade”, defende.



O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, também defendeu a inclusão. Para ele, foram as políticas inclusivas que aumentaram a presença de pessoas com deficiência nas redes de ensino. “A escola de atendimento especial é um direito, sim, mas para ser exercido de forma complementar e não excludente”, afirmou.

Menina de 4 anos alcança Einstein em teste de QI

Menina de 4 anos alcança Einstein em teste de QI



Inglesa ainda nem frequenta a escola, mas já foi aceita em grupo para pessoas com coeficiente intelectual avançado, diz Daily Mail

iG São Paulo
12/04/2012 15:40

Notícia anterior Próxima notícia Texto:

Uma menina de quatro anos foi aceita em uma instituição para pessoas de coeficiente intelectual muito elevado após alcançar o mesmo QI de Albert Einstein. A pequena inglesa ainda não vai à escola, mas já recita poema, faz contas e, com o resultado, entrou para um seleto grupo de promessas para o futuro da ciência. A história foi contada no jornal “Daily Mail”.







Foto: Reprodução/Daily Mail Heidi Hankings tirou 159 no teste de QI aos 4 anos

Heidi Hankins tirou 159 no teste. Einstein e Stephen Hawking chegaram ao recorde de 160 cada um. A nota média de um adulto é 100 e pessoas que vão muito bem chegam, em média a 130, segundo a reportagem.



O Daily Mail conta que aos dois anos, Heidi já conseguia contar até 40, fazer contas de adição e subtração e até recitar o poema “A Coruja e o Gatinho”, do escritor Edward Lear, além de ler livros destinados a crianças de sete anos.



“Ela já fazia frases completas logo depois de começar a falar e aprendeu sozinha a ler com 18 meses usando o computador. A gente percebeu que ela usava o mouse para navegar e clicar nos botões ‘OK’ e ‘Cancelar”, disse o pai da menina, Matthew Hankins, que da aulas na Universidade de Southampton.



A família nega que tenha pressionado a menina por bons resultados e explica que o teste aplicado é específico para crianças. “Se a gente mandá-la sentar-se e fazer alguma coisa, ela diz ‘não’ e vai fazer as coisas dela. Fora isso, ela é uma garota típica, que gosta de brincar com outras crianças”, afirmou, dizendo que ela tem também senso de humor avançado e bom gosto.





Leia também:

Superdotados: uma minoria invisível

Caçadores de superdotados investem em carentes

Como identificar uma criança superdotada

Premiados em Olimpíadas estudarão fora

"Estamos desperdiçando talento", diz especialista

O grupo em que ela foi aceita, chamado Mensa, já angariou 90 crianças com menos de 10 anos e elogia os pais por a submeterem ao teste. “Eles fizeram bem em identificar o potencial da filha. Nós desejamos o melhor e estamos orgulhosos de poder ajudar”, disse o diretor da instituição, John Stevenage ao Daily Mail.



No Brasil, as instituições para superdotados aplicam testes baseados em outros sistemas, diferentes do teste de QI. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), em cada grupo de 100 crianças, cinco tem alguma alta habilidade que, se for diagnosticada precocemente pode manter o estudante interessado e ajuda-lo a desenvolver seu talento.

Metas educacionais voltam a apoiar classes só para deficientes

Metas educacionais voltam a apoiar classes só para deficientes


Novo texto do Plano Nacional de Educação prevê o atendimento em casos que a inclusão não funcionar, polêmica entre educadores

Priscilla Borges, iG Brasília
02/06/2012 07:00:49

Texto:

O Plano Nacional de Educação (PNE) ganhou metas diferentes das propostas pelo Ministério da Educação no Congresso Nacional. Se o texto for aprovado como está, as classes exclusivas para estudantes deficientes voltarão a receber estímulo. A definição contraria as políticas mais recentes do ministério, que defende a inclusão desses alunos em escolas convencionais.



Este mês: Votação do Plano Nacional da Educação começa em 12 de junho

Expectativa: Mercadante espera que comissão da Câmara aprove PNE ainda este mês



A mudança na redação original do PNE, proposta pelo relator do projeto na Câmara dos Deputados, Ângelo Vanhoni (PT-PR), causou polêmica entre especialistas na última semana. E representou alívio para muitas famílias e representantes de entidades que cuidam de espaços de atendimento específico para deficientes.





Foto: Alan Sampaio

Novo texto do PNE reforça papel de escolas exclusivas para deficientes, como o Centro de Ensino Especial nº 1 de Brasília

Para o MEC, as crianças com deficiências ou transtornos globais de desenvolvimento devem estudar em escolas públicas convencionais. Os colégios têm de se adequar às necessidades dos alunos e dar a eles a chance de conviver com pessoas sem deficiência. A inclusão, na opinião dos gestores e corroborada por muitos especialistas, promove o fim do preconceito e crescimento dos estudantes.



O texto apresentado por Vanhoni aos parlamentares, que votarão a proposta no dia 12 de junho, abre possibilidades diferentes. Define, na meta 4, que será objetivo do País atender esses alunos, de preferência, na rede regular de ensino. Porém, “garantindo o atendimento educacional especializado em classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou comunitários, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível sua integração nas classes comuns”.



Na opinião do deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), que faz parte do movimento das Apaes há 30 anos, o relatório, agora, “contempla o anseio da sociedade”. Para ele, a decisão “muito técnica” do MEC foi superada por uma “decisão política de governo”.



Mais opções



“Somos a favor da coexistência dos dois tipos de escola para a ampliação das oportunidades educacionais para muitas crianças que não recebem atendimento adequado em escolas regulares”, comenta Sandra Marinho Costa, secretária-executiva e procuradora jurídica da Federação Nacional das Apaes (Fenapaes), entidade que atende pessoas excepcionais.



Sandra conta que 250 mil pessoas são atendidas pelas Apaes em todo o Brasil. Muitas delas, ela diz, tentaram se manter em escolas convencionais, mas não tiveram sucesso. “Fazer matrícula e ir para a escola é uma coisa. Estar incluído é outra bem diferente. Há pessoas com comprometimentos tão sérios que não conseguem receber atenção adequada e terminam isoladas nesses ambientes”, diz.



A representante de uma das associações que mais trabalhou, nos bastidores, para convencer o deputado Vanhoni de que a mudança na meta de número 4 do PNE era importante garante que a defesa das Apaes é por um sistema inclusivo de educação. Segundo Sandra, as famílias têm de ter opções. “E há crianças que, após um atendimento especializado, são plenamente capazes de frequentar escolas regulares e aprender. Outras não”, ressalta.



Leia também: Plano Nacional de Educação é reapresentado com 7,5% do PIB



Sabine Antonialli Arena Vergamini, diretora de Unidade Socioeducacional do Centro de Educação para Surdos Rio Branco, em São Paulo, também critica a ideia de que as escolas regulares fazem inclusão. “Divisão do espaço físico não significa incluir. Para 99% dos surdos, uma escola só deles é muito melhor”, afirma. Na escola que coordena, Sabine conta que as crianças são alfabetizadas, primeiro, na Língua Brasileira de Sinais (Libras). A língua portuguesa é ensinada como uma segunda língua. As famílias são incluídas no processo.



Mantida pela Fundação Rotariana de São Paulo, a escola só atendia crianças carentes até bem pouco tempo. Por conta da demanda, eles decidiram abrir algumas vagas para famílias que podem pagar uma mensalidade: um aluno por cada classe. As turmas têm, no máximo, 10 crianças e as atividades ocorrem em período integral.









Centro de Educação para Surdos Rio Branco mantém salas exclusivas para crianças surdas até o 5º ano. Foto: Divulgação1/13

Ambientes para poucos



Os centros especializados em educação especial não são numerosos no Brasil. No ano passado, de acordo com o Censo Escolar 2011, eles atendiam apenas 0,38% dos 50,9 milhões de estudantes da educação básica. A maior parte dessas matrículas está em colégios da rede privada. São 130 mil alunos em classes especiais ou escolas exclusivas particulares.



Com a política de inclusão definida pelo MEC, o número de estudantes nesses ambientes específicos é bem menor hoje do que no passado. Em 2007, havia 224 mil alunos em salas ou escolas exclusivas da rede privada. No mesmo ano, a rede pública tinha 124 mil alunos na mesma condição. Hoje, eles somam apenas 63 mil. Em classes comuns da rede pública, há 558 mil estudantes especiais. Nos colégios privados, eles são apenas 32 mil.





Veja também:

Minoria surda que estuda sai de sala especial para regular

Inclusão de deficientes visuais em escolas ainda é desafio

Escolas e pais não estão preparados para inclusão

Caçadores de superdotados investem em crianças carentes no Rio

Superdotados: uma minoria invisível

O Centro de Ensino Especial nº 1 de Brasília é uma das exceções de atendimento especializado da rede pública. Possui 150 funcionários, que atendem 311 alunos com mais de 14 anos. Tânia Guimarães, de 51 anos, é uma das mais antigas estudantes matriculadas no colégio. Está lá há 38 anos. “A idade cronológica deles não é a mesma da idade mental e isso precisa ser considerado”, diz a supervisora pedagógica da escola, Claudia Garcia.



A proposta pedagógica do CEE 1 de Brasília não é como a de uma escola convencional. Não há um currículo obrigatório a ser superado por todos os alunos. “Aqui, as possibilidades de cada um são analisadas por equipe multiprofissional. Nosso objetivo não é pensar nos limites, mas nas potencialidades deles. Para muitos, a missão é socializá-los, dar autonomia para atividades práticas do dia a dia”, conta Adriana Cruz, diretora do centro.



Dos 311 estudantes, 121 estão matriculados em escolas regulares e só realizam atividades complementares nos ambientes da escola.



Retrocesso



Para Claudia Gabrois, do movimento Inclusão Já, a nova definição da meta é um retrocesso. “Ela fere preceitos constitucionais. As pessoas com deficiência têm o direito à educação em escolas regulares. Se existem recursos nas escolas especiais, eles podem estar dentro das escolas comuns. Essas pessoas não podem ser segregadas da sociedade”, defende.



O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, também defendeu a inclusão. Para ele, foram as políticas inclusivas que aumentaram a presença de pessoas com deficiência nas redes de ensino. “A escola de atendimento especial é um direito, sim, mas para ser exercido de forma complementar e não excludente”, afirmou.

Superdotados: uma minoria invisível

Superdotados: uma minoria invisível



Eles representam apenas 0,01% dos estudantes. Por causa disso, há muitas escolas e famílias despreparadas para lidar com os jovens

Priscilla Borges, iG Brasília
28/09/2010 08:00

Mudar o tamanho da letra: A+ A- “Ninguém no mundo me entende”. A afirmação de Elivelton Pêgo de Macêdo, de 14 anos, poderia ser facilmente interpretada como uma crise normal da idade. Mas o estudante da 8ª série do ensino fundamental não é um adolescente qualquer. As palavras de Elivelton refletem a realidade de quem faz parte de uma minoria ainda estereotipada ou até invisível para os brasileiros.





Foto: Fellipe Bryan Sampaio

Elivelton Macêdo não se sente compreendido por ninguém. Depois de entrar no atendimento para superdotados do DF, se sente mais livre e contente

Elivelton é um dos 5.600 estudantes do País identificados como superdotados. Está longe de qualquer estereótipo de gênio: não usa óculos, não estuda o tempo todo, não pensa em ser cientista e muito menos vive isolado. Elivelton é falante, adora escrever, desenhar, atuar. Mas fazer parte de uma parcela tão pequena da população significa, muitas vezes, sentir-se só mesmo com muita gente ao redor.



A habilidade de raciocínio e a capacidade de aprendizagem acima da média se tornaram fontes de incompreensão. Elivelton era confundido com uma pessoa desinteressada. Como gosta de coisas distintas e aprende rápido, logo se entedia. Problema para professores e para a família, já que ele precisa de desafios constantes para se manter focado. Há dois anos, porém, ele garante que a vida melhorou.



Elivelton mora no Varjão, comunidade de baixa renda do Distrito Federal. No início de 2008, uma professora de português percebeu que o menino quieto possuía uma criatividade fora do comum. Encaminhou o adolescente ao serviço que atende crianças com altas habilidades no Distrito Federal, que existe há 34 anos. Livre para estudar o que o interessa e animado com a convivência com jovens como ele, se sente mais feliz.





Leia também

Como identificar uma criança superdotada

Nas salas de recursos do Distrito Federal (como são chamados os ambientes que atendem os superdotados), os estudantes se encontram com professores treinados em identificar os talentos, as habilidades e as necessidades de cada um. Quem é encaminhado para uma das salas passa por avaliação. Eles ficam em observação na sala durante alguns dias e também são analisados por psicólogos, a fim de diagnosticar a superdotação.



“Logo em um dos primeiros encontros, entreguei um desafio de matemática para o Elivelton que professores da área levaram uma hora e meia para resolver. Enquanto voltava à mesa para pegar um papel na gaveta, ele disse que havia terminado. Não acreditei. Foram segundos. E estava certo”, conta Leila Branco, professora responsável pela sala de recursos que ele frequenta.



Os encontros com os jovens que são identificados com altas habilidades – que podem tanto ser intelectuais quanto artísticas, por exemplo – acontecem uma ou mais vezes por semana, sempre no horário contrário ao das aulas regulares. Os professores se tornam tutores dos estudantes, os auxiliam a desenvolver projetos e estudar o que mais gostam. Em todos os Estados, há núcleos nas secretarias estaduais de educação que oferecem atendimento aos superdotados.



Talentos perdidos



Os superdotados representam apenas 0,01% de todos os alunos matriculados na educação básica, segundo o Censo Escolar 2009. O número, dizem os especialistas, é subestimado. A falta de informação e sensibilidade para identificar as habilidades demonstradas pelas crianças e adolescentes faz com que muitos talentos continuem escondidos por aí. Pior, podem ser prejudicados pela falta de atendimento adequado.



Andrea Azevedo, psicóloga do Atendimento Educacional Especializado, afirma que o diagnóstico não é complicado. Mas é preciso ter sensibilidade para identificá-los corretamente. “Três características precisam andar juntas para que alguém seja identificado como superdotado: habilidade acima da média, alta criatividade e grande envolvimento com as tarefas”, diz.





Foto: Fellipe Bryan Sampaio

Dângelo dava trabalho para professores e família até suas habilidades serem identificadas: "eu usava minha inteligência para tocar o terror"

Em geral, as crianças com altas habilidades são precoces. Andam cedo, aprendem a ler espontaneamente, têm boa memória, são líderes e criativas. Mas também podem fugir desse padrão. É comum, segundo especialistas, que alunos mais agitados e menos concentrados nas aulas convencionais sejam diagnosticados de forma errônea. Muitos são tratados como hiperativos, quando, na verdade, não são.



Dângelo Saraiva de Souza, 15 anos, não dava sossego para os pais ou professores. No programa desde abril de 2008, o estudante chegou a ser reprovado na 3ª série do ensino fundamental. “Eu usava minha inteligência para tocar o terror”, brinca o jovem. Depois do convite para participar dos projetos na sala de recursos, tudo mudou.



“Achava tudo chato. Hoje, amo ler e escrever. Faço um jornalzinho na minha escola, vou além dos conhecimentos que recebo em sala de aula”, afirma Dângelo. A liberdade para estudar o que dá vontade é muito valorizada pelos estudantes. “É muito legal poder escolher o que queremos estudar”, garante Maiara Xavier, 13 anos.



Dificuldades práticas



Leila Branco, responsável pela sala de recursos do Centro de Ensino Fundamental 1 do Lago Norte, lamenta as dificuldades que enfrentam para realizar o trabalho com os alunos. Além do espaço físico insuficiente, faltam materiais (como computadores e internet) e transporte. “Não tenho condições de levar esses meninos para museus, laboratórios nas universidades ou exposições, por exemplo”, diz.



A professora acredita que o ideal seria ter uma sala de recursos em cada colégio. Hoje, há 47 salas em todo o DF e 1.207 estudantes participam do programa. “Despertaria a curiosidade de outras crianças. Acreditamos que a quantidade de alunos que poderiam ser atendidos é muito maior do que a que atendemos hoje”, defende Leila.



Délcio Batalha, gerente de Educação Especial da Secretaria de Educação do DF, acredita que o número poderia ser multiplicado por dez. “É preciso quebrar estereótipos ainda. Um superdotado não é um gênio. Isso facilitaria a identificação também”, defende.



CARACTERÍSTICAS DE UM SUPERDOTADO:

- Habilidade acima da média

- Alta criatividade

- Grande envolvimento com as tarefas

- São persistentes e perfeccionistas;

- Não gostam de rotina;

- Investem tempo e atenção no que gostam;

- Demonstram liderança e iniciativa;

- Detém habilidade excepcional para talentos específicos como esportes, música, artes, dança ou informática.





Leia mais sobre: educação • superdotação • altas habilidades • superdotados •

sexta-feira, 1 de junho de 2012

INCLUSIVAS, o Blog do Jeff: AGORA É PRA VALER, O NOSSO CURSO DE MODA E CRIATIV...

INCLUSIVAS, o Blog do Jeff: AGORA É PRA VALER, O NOSSO CURSO DE MODA E CRIATIV...: PARTE DO CARTAZ DO CURSO DESSA VEZ COMEÇOU, COM O QUE PODEMOS CONSIDERAR AULA MAGNA, E FOI NO SÁBADO QUE MARAVILHOSAMENTE FOI DADO O...

INCLUSIVAS, o Blog do Jeff: CENAS DA ABERTURA DO BRASILEIRÃO DE RUGBY PARALÍMP...

INCLUSIVAS, o Blog do Jeff: CENAS DA ABERTURA DO BRASILEIRÃO DE RUGBY PARALÍMP...: PRONTO, COMEÇOU O TORNEIO BRAZUCA DE RUGBY ADAPTADO 2012, AÍ ESTÃO AS CENAS DA CERIMÔNIA DE ABERTURA DESSE GRANDIOSO E SIGNIFICATIVO EVENTO...


Revista Brasileira de Educação Especial - Inclusive education: a study in the physical education field

Revista Brasileira de Educação Especial - Inclusive education: a study in the physical education field

Blog da Audiodescrição: Hasta La Vista arrasou!

Blog da Audiodescrição: Hasta La Vista arrasou!: Ontem foi um dia marcante para os paulistanos que curtem cinema e audiodescrição. A sessão especial de Hasta La Vista foi um arraso!
Hasta La Vista - cartaz do filme

Como que luta livre de anões não é esporte olimpico?

Como que luta livre de anões não é esporte olimpico?