sexta-feira, 24 de julho de 2015

6 explicações científicas de como a música influencia sua vida


Publicado em 23.07.2015
A música tem um efeito quase mágico sobre as pessoas. Algumas nos fazem querer correr uma maratona inteira, outras nos fazem querer cair na cama e chorar e outras fazem até a gente viajar no tempo. Podemos não saber exatamente porque essas coisas acontecem, mas não é exatamente isso que torna a música tão especial?
Sim, e não.
Se você joga no meu time e quer saber as explicações para tudo nessa vida, se ajeita aí na cadeira que lá vem história.
A ciência, nossa capitã, tem examinado bem de perto essas e muitas outras questões e chegou a conclusões perfeitamente racionais que explicam alguns mistérios antigos da música.

6. Por que algumas músicas dão vontade de fazer sexo?

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Só de ver a palavra “sexo”, garanto que essa música surgiu na sua cabeça:
As pessoas têm motivações diferentes para ficarem excitadas, mas a maioria das pessoas vai concordar comigo (espero) que as canções de Marvin Gaye têm essa capacidade inerente. Mesmo que seja a primeira vez que você tenha ouvido essa música, confesse: você sentiu alguma coisa.
Por mais estranho que pareça, além de “Let’s Get it On”, o clássico “Bolero” é oficialmente o tema do “partiu cama”, de acordo com uma pesquisa realizada com 2.000 usuários entre as idades de 18 e 91 do aplicativo Spotify.
O Dr. Daniel Mullensiefen, um psicólogo de música na Universidade de Londres, explica que ambas as músicas são “suaves e não têm orquestração perturbadora”, o que é uma maneira mais inteligente de dizer que são muito fáceis de ouvir e, portanto, provocam seus órgãos genitais.
Outra coisa conta a favor de “Bolero”: a trilha tem 17 minutos de duração, que corresponde ao tempo perfeito para uma transa – de acordo com o incrivelmente otimista Dr. Mullensiefen.
Também são músicas populares para a hora H: “Take My Breath Away”, “Unchained Melody”, toda a trilha sonora de Dirty Dancing e, literalmente, qualquer uma do Barry White.
Outra coisa que essas músicas têm em comum é que possuem o que o Dr. Mullensiefen chama de “qualidade de circular”. Basicamente, se repetem muito. Portanto, se você for para cama com uma melodia simples, repetitiva (adicionando vocais roucos sensuais), alguém, em algum momento, vai ficar animado. Enquanto isso, apesar de ter sido classificado como “melhor do que sexo” por usuários Spotify, Mullensiefen afirma que “Bohemian Rhapsody” é uma das piores canções para atividade sexual, porque tem muitas mudanças repentinas e seções que exigem sua atenção.
Além disso, ela é uma assassina de clima quando os vocais começam a gritar “Galileo!” com todo o ar de seus pulmões.

5. Por que algumas músicas grudam na nossa cabeça E NÃO SAEM MAIS?

Concentrating
Adocica, meu amor, adocica.
Tente ler essa frase sem cantar mentalmente.
Desculpe por isso.
Se você tem essa melodia presa na sua cabeça agora, pelo menos você não está sozinho.
Esses verdadeiros “vermes de ouvido” têm taxas de infecção extremamente elevadas.
Um estudo descobriu que 91% sofrem deste mau pelo menos uma vez por semana, e 26% sofrem de com músicas grudadas na cabeça feito chicletes mais de uma vez na semana.
Apesar da dificuldade em estudar este fenômeno, já que você não pode consistentemente forçar alguém a ficar com uma música presa na cabeça, alguns pesquisadores foram capazes de determinar características comuns em todas as canções que grudentas. Não só elas têm que ser simples e repetitivas, como também têm que ter “alguma incongruência”, como quando o grupo Baha Men canta “Woof, woof, woof, woof” em “Who Let The Dogs Out”.
São os próprios cães que cantam ou a pessoa que quer saber sobre os cães?!
Nossos cérebros também parecem gostar de canções que têm notas com durações mais longas, mas intervalos menores entre elas, tornando-as mais fáceis de cantar. Quem não se lembra da terrível “eu quero tchuuuuuu / eu quero tchaaaaaa”?
Se uma música não exige NENHUM esforço para ser cantada na vida real, meus caros morangos do Nordeste, ela também exige nenhum esforço para que algumas pequenas partes de seu cérebro a memorizem.

Ado, a-ado, cada um no seu quadrado

E você provavelmente deve achar que isso acontece quando ouvimos uma música o tempo todo. Mas o temível efeito-chiclete também acontece quando você está cansado, estressado, ou ocioso que é, naturalmente, o momento ideal para segurar o tchan e iniciar uma playlist infinita de uma música em sua cabeça.
Felizmente, existem coisas que você pode fazer para se livrar de uma música chata – que não envolvem uma chave de fenda em seu ouvido.
Fazer algo relacionado à linguagem, como falar com alguém ou tentar um jogo de palavras cruzadas, pode renovar seus pensamentos e mandar a melodia grudenta para bem longe. Alternativamente, você também pode mergulhar e ouvir a música inteira algumas vezes. Ouvir a coisa toda ajuda a “superar” a música-chiclete. Pelo menos, até alguém aparecer dizendo “é o amooooooooooor”.

4. Por que algumas músicas nos transformam?

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Se você já foi a um concerto de punk rock, já percebeu que as pessoas mais próximas do palco têm uma tendência a ficarem bastante agitadas.
Elas ficam se batendo, surfam na multidão, mostram os peitos para a geral sem o menor pudor e fazem outras coisas que nenhuma pessoa em sã consciência faria sem a influência da música.
Isto não é novidade. Mas por que algumas músicas fazem isso com a gente?
Porque quando uma música traz para fora o animal que existe dentro de nós, ela realmente está trazendo para fora o animal que existe dentro de nós.
De acordo com pesquisadores da UCLA (Universidade da Califórnia em Los Angeles, nos Estados Unidos), a música que compartilha características fonéticas com as vocalizações de animais capta a atenção humana e é exclusivamente excitante (não só para os pervertidos com fetiches animais, como poderíamos supor).
Você conscientemente sabe que está ouvindo uma guitarra chorar no palco, mas uma parte primordial do seu cérebro está pensando que um animal está morrendo ali. Não é difícil para o raciocínio dar esse salto, na verdade.
Ainda mais se a gente pensar no grito estridente de um solo de guitarra de Jimi Hendrix, que soa como um gato selvagem sendo atacado por uma matilha de tambores selvagens.
E o que acontece quando um animal ouve outro animal em perigo? Ele surta.
Sua adrenalina atinge picos sinistros, e você tem de escolher se quer ficar e lutar ou correr como se não houvesse amanhã. A música pode provocar uma reação semelhante em um show. Ela pode fazer as pessoas ficarem violentas, podem provocar uma onda de choro e desespero, e podem fazer com que os mais sensíveis sintam tanto a melodia que queiram subir ao palco e pegar um pedaço do cantor.
Portanto, se da próxima vez que você for a show desses você sentir o desejo inexplicável de jogar fezes no palco, agora você sabe o porquê.

3. Que tipo de música nos faz relaxar?

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Obviamente, esta pergunta ardente manteve cientistas acordados por noites e mais noites, e verdadeiras guerras foram travadas sobre a resposta. Felizmente, alguns cientistas brilhantes têm se empenhado bastante para colocar um ponto final nesta questão. E a resposta é surpreendente.
Primeiramente, ouça essa melodia suave:
Sim, por incrível que pareça, macacos Tamarin encontram conforto em músicas do Metallica, de acordo com um estudo realizado pela Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos. Para chegar a essa conclusão, cientistas fizeram 14 macacos ouvir quatro músicas: “Adagio For Strings”, de Samuel Barber, uma peça sem nome para piano de Nine Inch Nails, parte de “O Grito”, de Tool, e uma música heavy metal do Metallica.
Eles queriam comparar como os macacos reagiam a nossa música. Depois deste experimento, descobriu-se que a única música humana que obteve uma reação nos macacos foi justamente a do Metallica – mas em vez de fazê-los bater a cabeça e fazer sinais do diabo com a mão, eles se acalmaram.

Por que isso aconteceu?

A explicação é muito simples. Os macacos têm usos diferentes dos nossos para a função “gritar”. Micos, em particular, têm certos gritos que significam, essencialmente, “Ei, pessoal! Aqui! Estou relaxado!”.
Enquanto outros gritos espalham a agitação, estes espalham calma.
Então, quando os macacos ouviram a música que tem uma melodia que se assemelha a macacos gritando em um certo nível (só que com a voz suave de James Hetfield), eles ficaram calminhos.

2. Quantos movimentos musicais POP foram verdadeiramente revolucionários?

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Todo mundo acha que sua banda favorita foi a mais inovadora da história.
O YouTube é palco de inúmeros debates sobre como INXS mudou o cenário da música para sempre, como o Creed agitou tudo, e (claro) como o One Direction praticamente inventou a música. Na realidade, quem sabe quantos dos movimentos representados por estas bandas foram legitimamente influentes? A ciência, é claro.
E a resposta é: precisamente três.
Pesquisadores da Queen Mary University e da Imperial College, em Londres, estudaram mais de 17.000 músicas da Billboard Hot 100, olhando para coisas tais como timbre, harmonia e mudanças de acordes, e como essas variáveis mudaram ao longo do tempo através da música popular.
Fazendo isso, eles foram capazes de determinar quais movimentos causaram as mudanças mais radicais e permanentes mais ouvidas do mundo da música. Alguns de vocês podem ter adivinhado o primeiro: a invasão britânica, liderada pelos Beatles.
Por exemplo, confira essa música que ficou no topo absoluto das paradas da Billboard em 1962:
E uma das melhores músicas de 1965, depois da Beatlemania:
Há uma diferença clara e quantificável ​​na música feita antes e depois da invasão britânica, o que significa que quando alguém diz que “os Beatles são superestimados”, essa pessoa está cientificamente errada.
Mas, obviamente, revoluções musicais não são necessariamente todas positivas.
O segundo grande movimento que aconteceu no mundo da música foi em 1983, quando bandas como o duo Eurythmics começaram a usar sintetizadores para tudo.
O último foi o surgimento do rap e do hip-hop em 1991, com atos como LL Cool J e Public Enemy trazendo uma mudança maior ainda. Como o rap é falado, as paradas de sucesso foram subitamente preenchidas com canções sem harmonias.
Por outro lado, o estudo determinou também que movimentos foram os menos revolucionários.

Surpresa!

Não precisa sair por aí quebrando tudo, mas o punk, por exemplo, não conseguiu fazer muito pela história da música na década de 70.

1. Por que a música popular fica uma porcaria quando “envelhece”?

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Se há uma coisa que quase todos os mais velhos concordam é que a música de hoje é “tudo uma porcaria”.
A música popular atingiu seu pico quando eles eram adolescentes, quando artistas tinham talento de verdade e escreviam do fundo do coração, ao contrário do que vemos “hoje em dia”.
Claro.
Mas o que é realmente interessante é que isso se aplica não importa quantos anos você tenha.
É quase como se em algum momento de sua vida, um interruptor virasse dentro de você e fizesse com que você odiasse coisas novas.
Na verdade, os cientistas conseguiram identificar o exato momento em que ouvir rádio se transforma em uma tortura absoluta: isso acontece aos 33 anos de idade.
Outro estudo realizado utilizando dados de usuários do Spotify determinou que, quando as pessoas estão nos seus 20 anos, elas constantemente param de ouvir música popular no rádio e começam a ouvir música mais antiga. Afinal, elas agora são adultas sofisticadas que sabem do que gostam, principalmente “o que era popular quando elas eram crianças”.
No momento em que você está em seus 30 e poucos anos, você já se transformou em um idoso durão que fica ativamente longe das tendências atuais (das quais você é tão irônico quanto é ignorante).
Há algumas razões para esta mudança.
Em torno do momento que você assume a idade adulta, novos gêneros estão ficando populares, e você decide que gostaria de começar a ouvir a música confortável que ouvia durante a sua juventude. Além disso, sua capacidade de distinguir diferentes sons começa a diminuir com a idade, e os seus ouvidos, literalmente, não conseguem lidar com sons novos.
Então, infelizmente, os nossos filhos vão estar certos.
A música que eles vão ouvir não vai ser essencialmente terrível; você simplesmente não vai conseguir assimilá-la. E, provavelmente, não há nada que você possa fazer sobre isso.[cracked]

Plano de Aula: Como desenvolver identidade e autonomia em crianças


 caminha sozinha

Objetivo(s) 
  • Interagir e relacionar-se por meio de fotos.
  • Perceber-se a si e ao outro, as igualdades e diferenças, mediante as interações estabelecidas.
  • Sentir-se valorizado e reconhecido enquanto indivíduo.
  • Enxergar-se a si próprio como parte de um grupo, de uma unidade complexa.
Ano(s):Creche,Pré-escola
Tempo estimado: Um a dois meses

Material necessário 
  • Fotos das crianças sozinhas, com seus familiares, com seu brinquedo preferido, e outras, realizando atividades que gosta sozinhas e junto de seus colegas na escola.
  • Caixinhas de sapato infantil para servir de caixinhas surpresa. Podem ser pintadas, ou forradas.
  • Papel craft para fazer cartazes de pregas.
  • Papel cartão colorido e cola para confeccionar os cartazes com janelinhas.
  • Fita adesiva.
Desenvolvimento 
1ª etapa 
Introdução 
A construção da identidade se dá por meio das interações da criança com o seu meio social. A escola de Educação Infantil é um universo social diferente do da família, favorecendo novas interações, ampliando desta maneira seus conhecimentos a respeito de si e dos outros. A auto-imagem também é construída a partir das relações estabelecidas nos grupos em que a criança convive. Um ambiente farto em interações, que acolha as particularidades de cada indivíduo, promova o reconhecimento das diversidades, aceitando-as e respeitando-as, ao mesmo tempo que contribui para a construção da unidade coletiva, favorece a estruturação da identidade, bem como de uma auto imagem positiva.

Tendo em vista estes propósitos, a utilização de fotos pode ser amplamente aproveitada pelo professor de educação infantil. Este recurso visual promove situações de interação, reconhecimento e construção da auto-imagem, favorece as trocas e a percepção do outro e, das igualdades e diferenças, e consequentemente, de si.
Esta sequência de atividades foi traçada considerando as necessidades das crianças de se reconhecerem no grupo no início do ano letivo. Desta forma, foram pensadas atividades numa sequência, que pode ser alterada conforme as necessidades e interesses de cada grupo. Depois desta sequênica inicial é interessante que algumas atividades ocorram diariamente no decorrer do ano, como a elaboração da rotina e a elaboração do quadro de presença.
Eu, eu e eu 
1. Numa roda, distribuir caixinhas supresa para as crianças com suas respectivas fotos dentro, de forma que abram e encontrem a sua imagem.
2. Distribuir as fotos e ajudar as crianças a colá-las sobre os cabides, onde ficam penduradas suas sacolas. Deixar as fotos sempre no mesmo lugar para que as crianças saibam o lugar destinado a ela guardar seus pertences. (Pode-se também fazer um mural de bolsos e, com ajuda das crianças, colar suas fotos, uma em cada bolso).
3. Fazer um cartaz de pregas representando a escola e outro representando a casa. Disponibilizar as fotos das crianças numa caixa que fique disponível a elas no início do dia. Deixe que olhem as fotos, encontrem as suas próprias e ensine-as a colocar no cartaz referente à escola.
4. Numa roda, sortear uma foto por vez para que o grupo identifique quem é quem. Incentivar as crianças a nomear e a relacionar foto e colega. Também podem cantar alguma canção simples, que diga os nomes das crianças neste momento, como "Bom dia Mariana, com vai? Bom dia Mariana, como vai? Bom dia, Mariana, bom dia Mariana, bom dia, Mariana, como vai?". Cada um leva a sua foto ao cartaz da escola.
5. Espalhar fotos pelo espaço e brincar com as crianças de encontrar. Pode cantar uma canção simples como: "Cadê o Léo, cadê o Léo, o Léo onde é que está?". Cada um leva a sua foto ao cartaz da escola.
6. Fazer um cartaz com xerox repetidos e misturados das fotos de todas as crianças. Brincar com as crianças de cada uma encontrar as suas próprias fotos entre as demais.
2ª etapa 
Eu, tu, eles 
1. Preparar um pequeno cartaz com janelinhas que abrem e fecham, uma sobre a outra, para cada criança (uma coluna, com espaço para quatro ou cinco fotos). Na janelinha de cima, colocar a foto da criança e fechar, de forma que a foto fiue escondida. Sugerir às crianças que abram as janelinhas e encontrem qual é o seu cartaz.
2. Nas caixinhas surpresas colocar as fotos das crianças com seus familiares. Distribuí-las entre as crianças aleatoriamente. Deixar que abram e sugerir que descubram de quem é a foto que encontraram. Cada um entrega a foto que encontrou para o seu dono. O dono da foto cola-a, com ajuda do professor, no seu cartaz de janelinhas.
3. Em roda, cada criança mostra a foto do seu brinquedo preferido para o grupo e, com ajuda do professor, conta o que é e como brinca com ele. Depois, colam na janelinha seguinte de seu cartaz.
4. Repetir a atividade acima quantas vezes quiser, acrescentando fotos de outras coisas significativas do universo familiar de cada criança (foto do quarto, do animal de estimação etc.)
3ª etapa 
Nós e todo mundo 
1. Com os cartazes, montar um biombo para sala, ou um grande mural, ao qual as crianças terão acesso livre para verificar as fotos de suas janelinhas e as de seus colegas.
2. Tirar fotos das crianças na escola, em suas atividades cotidianas, em pequenos ou em grandes grupos. Montar um móbile na altura das crianças para enfeitar um canto da sala.
3. Entre algumas fotos tiradas na escola, selecionar as mais ilustrativas das atividades que acontecem diariamente para confeccionar um quadro de rotina do grupo.
4. Todos os dias montar a rotina, sequenciando as atividades representadas pelas fotos, com ajuda das crianças.
Bibliografia 
As cem linguagens da criança, Carolyn Edwards, ARTMED
Aprender e ensinar na Educação Infantil, Eulália Bassedas, ARTMED
Referencial Nacional para a Educação Infantil, MEC, 1998.
Orientações Curriculares: Expectativas de Aprendizagem e Orientações Didáticas para a Educação Infantil, PMSP - SME/ DOT, 2007.
Flexibilização 
É importante que as crianças com deficiência visual também tragam fotos, para que os colegas as reconheçam. Mas, para que esses bebês sejam incluídos e consigam reconhecer a si e aos colegas, é muito importante trabalhar estímulos relacionados aos outros sentidos. Músicas, cheiros e objetos que caracterizem os colegas - a Mariana usa óculos, o João está sempre de boné etc. - são fundamentais nesse processo. Substitua algumas brincadeiras com fotos por brincadeiras com objetos de cada criança. O móbile da sala também pode ser construído com brinquedos e as caixinhas, encapadas com tecidos de diferentes texturas. Descreva bastante as imagens e as características de cada criança. Você também pode trabalhar com as imagens em relevo (em braile, cola de relevo ou barbantes nos contornos).
Deficiências 
Visual