sábado, 31 de janeiro de 2015

Sem o Futebol de Sete, foi definido o programa Paralímpico dos Jogos de 2020


, sábado, 31 de janeiro de 2015
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    IPC anuncia amanhã o programa Paralímpico dos Jogos de 2020


    , sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
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      Copacabana recebe o I Concurso de Fantasias para Cadeirantes

      Rio

      Copacabana recebe o I Concurso de Fantasias para Cadeirantes

      Jornal do Brasil
      Com a largada para os festejos de carnaval no Rio de Janeiro, o projeto Praia Para Todos promove a roda de samba acessível neste domingo (01), em Copacabana. Os frequentadores poderão participar do I Concurso de Fantasias para Cadeirantes, de 10h às 12h. Além do mote carnavalesco, os participantes poderão curtir os demais esportes adaptados normalmente.
      Programa Praia Para Todos retoma as atividades nas praias da Barra da Tijuca e de Copacabana, com atividades até maio de 2015. A sétima edição do projeto oferece algumas novidades como Desafio de Vôlei Sentado e de Beach Soccer. Além disso, os participantes irão contar com as atividades tradicionais de esporte adaptado e lazer e, ainda, poderão aproveitar as ações especiais como “Dia da Cultura”, “Bloquinho do Praia Para Todos”, Dia Zen e o inédito “Luau Praia Para Todos”.
      Todas as atividades oferecidas são gratuitas e ministradas por profissionais capacitados das áreas de educação física, fisioterapia e terapia ocupacional, além de estagiários e voluntários do Instituto.  Ao todo, serão 25 pessoas envolvidas por dia.
      A intenção do Instituto Novo Ser (INS), organizador do projeto, é consolidar e expandir a ação para que a acessibilidade se torne uma realidade em todas as praias cariocas. O objetivo é aumentar a integração da pessoa com deficiência com a natureza e o esporte, promover mais sociabilidade e, despertar a atenção da opinião pública que não oferece estrutura adequada em uma cidade que sediará os próximos Jogos Paralímpicos.
      Praia Para Todos atende às necessidades de cerca de 50 pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida por dia, em cada praia. Desde o início foram beneficiadas em torno de 10.000 pessoas direta e indiretamente.
      Serviço
      Sábados e domingos, das 9h às 14h.
      Copacabana – Entre os Postos 5 e 6 (em frente à Rua Francisco Sá)
      Barra da Tijuca – Posto 3
      Período: Até março - todas as atividades
      Abril a Maio – banho de mar

      Sem visão, lutador de RO supera limites e aprende jiu-jítsu pelo tato


      Esporte trouxe um novo sentido para a vida do garoto, que sonha em se tornar lutador profissional. A deficiência veio ainda quando criança, mas não o impediu de lutar

      Por Ariquemes
      Aos quatro anos de idade, o mundo em volta de Lucas Eduardo Martins, de 14 anos, se transformou em vultos e flashs de luz. A falta de visão fez com que ele conhecesse a vida através do tato. Com o toque, Lucas diferencia os objetos, a mobília da casa e escolhe suas roupas. Foi também pelo toque que ele aprendeu a lutar jiu-jítsu, o esporte que mudaria radicalmente sua vida. 
      O garoto de sorriso fácil e porte físico de atleta, nem de longe lembra o menino acima do peso e triste que há cerca de três anos chegou à academia de jiu-jítsu, do sensei Russo Pereira, que teve a grata missão de ensinar a arte marcial para Lucas. O método de ensino foi diferenciado e lento, mas a cada golpe novo que o jovem aprendiz realizava com sucesso, a relação professor e aluno ia seguindo além do tatame.  
      Sensei Russo Pereira com Lucas, em Ariquemes (Foto: Franciele do Vale)Sensei Russo Pereira com Lucas, em Ariquemes (Foto: Franciele do Vale)
      - Foi um desafio pra mim no começo porque eu não tinha ideia de como ensiná-lo. Foi meu primeiro aluno cego e acredito que na nossa região foi pioneiro. Não tinha uma referência para me basear e eu tive que descobrir tudo. Foi quando notei que o tato dele era muito aguçado e tinha uma excelente memória fotográfica. Para ensinar um golpe a Lucas, eu me posiciono, ele me toca e depois reproduz o movimento. É preciso ter paciência, vontade e também requer experiência por parte do professor - conta o sensei. 
      Com o passar do tempo, Lucas desenvolveu habilidade para o esporte. Foi uma fórmula perfeita, como feitos um para o outro. Quem conhece, garante: ele é um aluno dedicado e disciplinado. O sensei acredita ainda que a sensibilidade do jovem adquirida pela falta da visão fez com que o garoto tivesse capacidade de absorção maior ao que lhe foi ensinado. Para Russo, trabalhar com Lucas foi um desafio, mas também uma experiência que ele deve levar para toda vida. 
      - O desafio de ensinar movimento a movimento através do tato para um garoto cego representa que a fronteira do espírito humano está mais além. Cada um marca sua fronteira, mas se eu achar que posso ir além, eu vou cada vez mais longe. Dessa experiência tirei uma lição de vida. - comenta.
      Ver o rosto da minha avó e do meu pai é meu maior sonho
      Lucas Eduardo, lutador 
      O respeito e admiração faz parte dessa relação. Com amor e confiança, em 2014 Lucas disputou o Campeonato Estadual de Jiu-Jítsu e lutou contra um garoto que enxerga. Dentro do tatame foi o grande campeão e levou a medalha de ouro. O campeonato, então, aguçou a vontade do garoto de ser lutador profissional. 
      - Não tive nenhuma dificuldade em lutar contra alguém que enxerga. Foi muito tranquilo pra mim e normal. Quero participar de mais campeonatos e ganhar experiência para construir uma carreira no jiu-jítsu. Meu sonho é ser profissional - destaca.
      Com essa vontade, Lucas pode chegar longe, ou ir para bem longe. Em abril deste ano ele participa de uma seletiva que deve acontecer em Manaus, para participar de um campeonato de em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes. Porém, nesse campeonato ele deve lutar com garotos na mesma condição dele, segundo o sensei Russo. 
      Vida em família
      A família é a base da vida de Lucas. Ela é formada por pessoas que sempre estiveram ao seu lado, principalmente nos momentos difíceis causados pela perda precoce da visão. Morando com a avó, dona Juraci Faustino e com o pai José Antônio de Jesus, numa casa no Bairro Setor 5, em Ariquemes, ele enfrenta as dificuldades de viver com poucos recursos, como milhões de brasileiros. O local é simples, mas de uma delicadeza única e reflete o toque de carinho de dona Juraci. Nesse ambiente repleto de amor, Lucas cresceu. Com os olhos marejados, a doce avó explica como o neto perdeu a visão.
      Lucas conta que o maior sonho é voltar a enxergar e ver os pais (Foto: Franciele do Vale)Lucas conta que o maior sonho é voltar a enxergar e ver os pais (Foto: Franciele do Vale)
      - Ele herdou a catarata congênita do pai. Fez quatro cirurgias mal sucedidas e na última teve descolamento na retina, o que ocasionou a falta de visão irreversível ainda quando tinha quatro anos de idade. Foi muito difícil para toda a família porque ele era uma criança ainda, mas graças a Deus hoje está bem e é menino muito bom - elogiou a avó.
      Lucas conta que a cegueira não é completa, já que ele enxerga vultos e consegue localizar as coisas que estão a sua volta. E se pudesse voltar a enxergar, está na ponta da língua o que ele mais sonha em ver de forma nítida e clara. 
      - Ver o rosto da minha avó e do meu pai é meu maior sonho. São pessoas muito importantes na minha vida e sou grato a eles - disse.
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      quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

      Governo do Rio manda parar programa esportivo que atende 300 mil pessoas



      Anunciado como o maior projeto de esportes da América Latina, o Esporte RJ está parado. E sem previsão para voltar às atividades. Lançado em outubro de 2013 como um legado olímpico para o Rio de Janeiro, o programa atende quase 300 mil pessoas, com atenção especial para as crianças e os idosos. São aulas de futebol, judô, capoeira, ginástica, dança de salão, hidroginástica, futsal, voleibol, natação, vôlei de praia, tênis, handebol, futebol de campo e muitos outros esportes, que pararam após uma determinação da Secretaria de Estado, Lazer e Juventude (SEELJE). A ordem para paralisação das atividades foi enviada para as duas Organizações Sociais (OS) que coordenam o programa no dia 13 de janeiro, apenas alguns dias depois da posse do novo secretario, Marco Antônio Cabral. E pegou de surpresa professores, alunos e coordenadores. Muitos foram para o Facebook para reclamar.

      - Esse projeto não pode acabar, se acabar vai acabar com o nosso sonho de ser jogadores de futebol. Esse projeto só está nos fazendo bem, estamos com bom rendimento na escola, em casa, na rua... Esse projeto esta tirando milhares de crianças e jovens da rua, do tráfico, precisamos muito que ele continue, estamos recebendo um ótimo apoio e treinamento. Esse não é um pedido só meu, mas de todos os jovens e crianças do Brasil. Esse projeto não pode acabar, pelo amor de Deus – implorou o jovem Gabriel Lucas.

      - Estou muito triste com o fim do projeto. Li os comentários de alguns jovens lamentando também, mas não vi nenhum comentário dos alunos da terceira idade. Estava na aula de hidroginástica por conta de problemas de saúde. E assim como eu, todos os colegas também estavam lá pelo mesmo motivo. Não consigo entender como pode um projeto tão bonito como este acabar. Se as pessoas estavam lá, é porque não podem pagar pra praticar esporte em local particular. Agora ficamos sem uma explicação que justifique os motivos que levaram ao término de um projeto que estava beneficiando tanta gente – reclamou Vera Lucia Nazareth.

      Quem acompanha o blog lembra bem que em Agosto de 2013 publicamos com exclusividade o fim do projeto Rio 2016 (Clique aqui). Na época também houve uma troca no comando da Secretaria de Estado, Lazer e Juventude. O então novo comandante da pasta, André Lazaroni, decidiu pelo fim do projeto, criado na gestão anterior pela secretária Márcia Lins. O programa original na verdade foi lançado em 2007, com o nome Suderj Em Forma. As mudanças políticas afetam tanto o trabalho, que alguns alunos já esperam uma nova mudança.

      - Infelizmente os projetos sociais são menosprezados nas prioridades dos governantes. Esperamos que não tenha o mesmo final de outros projetos. Muitas crianças e jovens da terceira idade irão ficar sem suas atividades – reclamou Lucas Castro.

      - Triste por saber que um projeto que vem dando certo, está tirando crianças da marginalidade e reintegrado os idosos, muitos deles com problemas de saúde, vai parar. Isso porque vamos sediar os Jogos Olímpicos de 2016. Cada vez me surpreendendo mais – disse Grasy Matos.


      A paralisação do projeto é também um baque no já combalido processo de pacificação das comunidades. O Esporte RJ está presente em muitas favelas do Rio e sua interrupção vai levar de volta para os becos e vielas meninos e meninas de diversas idades, jovens que acreditaram no discurso do Governo do Estado, que sempre afirmou que junto com a polícia chegariam os projetos sociais. Deixam de ser atendidos os moradores das seguintes comunidades: Tuiuti, Maré, Alemão, Arará, Andaraí, Formiga, Mata Machado, Morro do Adeus, Batan, Vila Kenedy, Santa Marta, Rocinha, Barreira do Vasco, Pavão-Pavãozinho, Parque Esperança, Jacarezinho e Manguinhos.

      Programa Zico 10 na organização

      O projeto Esporte RJ é administrado por duas organizações: Associação Zico Fazendo a Diferença e a Associação do Conselho Gestor de Esportes e Lazer do Estado do Rio de Janeiro (Ascagel). São quase três mil funcionários envolvidos diretamente no projeto, que era tratado por todos como modelo. Com a paralisação das atividades, coordenadores e professores não sabem o que fazer. Muitos estão até sem coragem de falar para os alunos que precisam parar com as atividades. Para piorar a situação, o repasse de verbas está atrasado e alguns professores não recebem salários desde dezembro, incluindo aí o valor do 13o salário. E sem muita informação sobre a continuidade do projeto, professores estão preocupados.

      - Não sei o que me deixa mais triste. Ficar sem receber o meu salário ou saber que o projeto pode nunca mais voltar. São crianças que precisam dessa atividade, que se envolveram com a gente, se entregaram ao esporte. O que eles vão fazer agora no tempo livre? - se perguntou um professor, que pediu para não ser identificado.



      Em nota, enviada para as organizações, a Secretaria de Estado de Esporte, Lazer e Juventude informou que todas as obrigações do programa serão cumpridas. Faltou apenas explicar o motivo para a paralisação e uma informação mais clara sobre a continuidade ou não do Esporte RJ: "A Secretaria de Estado de Esporte, Lazer e Juventude (Seelje) vem, pela presente nota, comunicar a todos os interessados/envolvidos que, em  virtude de readequações orçamentárias, fica temporariamente suspensa a execução do programa ESPORTE RJ, para análise e reestruturação do projeto, visando, dentre outras coisas, a busca de novas parcerias. A Secretaria afirma que todas as obrigações decorrentes da execução do programa serão rigorosamente cumpridas", dizia a nota.

      Você sabe quais são as metas do Plano Nacional de Educação?

      Você sabe quais são as metas do Plano Nacional de Educação?

      Olá pessoal!
      Plano Nacional de Educação – PNE é uma lei ordinária, prevista na Constituição Federal, que entrou em vigência no dia 26 de junho de 2014 e valerá por 10 anos. Ela estabelece diretrizes, metas e estratégias de concretização no campo da educação. A partir do momento em que o PNE começa a valer, todos os planos estaduais e municipais de Educação devem ser criados ou adaptados em consonância com as diretrizes e metas estabelecidas por ele.
      Entre os objetivos do PNE estão ampliar o acesso desde a educação infantil até o ensino superior, melhorar a qualidade de forma que os estudantes tenham o nível de conhecimento esperado para cada idade, e valorizar os professores com medidas que vão da formação ao salário dos docentes.
      Conheça as 20 metas que abrangem todos os níveis de formação:
      1 – Educação Infantil
      Até 2016, todas as crianças de 4 a 5 anos de idade devem estar matriculadas na pré-escola. A meta estabelece, também, a oferta de Educação Infantil em creches deve ser ampliada de forma a atender, no mínimo, 50% das crianças de até 3 anos até o final da vigência deste PNE.
      2 – Ensino Fundamental
      Até o último ano de vigência do PNE, t oda a população de 6 a 14 anos deve ser matriculada no Ensino Fundamental de 9 anos, e pelo menos 95% dos alunos devem concluir essa etapa na idade recomendada.
      3 – Ensino Médio
      Até 2016, o atendimento escolar deve ser universalizado para toda a população de 15 a 17 anos. A meta é também elevar, até o final da vigência do PNE, a taxa líquida de matrículas no Ensino Médio para 85%.
      4 – Educação Especial/Inclusiva
      Toda a população de 4 a 17 anos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação deve ter acesso à educação básica e ao atendimento educacional especializado, de preferência na rede regular de ensino, com a garantia de sistema educacional inclusivo, de salas de recursos multifuncionais, classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados.
      5 – Alfabetização
      Alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3º ano do Ensino Fundamental. Atualmente, segundo dados de 2012, a porcentagem de crianças do 3º ano do Ensino Fundamental com aprendizagem adequada em leitura é de 44,5%. Em escrita, 30,1% delas estão aptas, e apenas 33,3% têm aprendizagem adequada em matemática.
      6 – Educação integral
      Até o fim da vigência do PNE, oferecer Educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% dos(as) alunos(as) da Educação Básica.
      7 – Aprendizado adequado na idade certa
      Estimular a qualidade da educação básica em todas etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem de modo a atingir as seguintes médias nacionais para o Ideb:
      Aprendizado adequado na idade certa
      8 – Escolaridade média
      Elevar, até 2013, a escolaridade média da população de 18 a 29 anos, de modo a alcançar no mínimo 12 anos de estudo no último ano, para as populações do campo, da região de menor escolaridade no País e dos 25% mais pobres, e igualar a escolaridade média entre negros e não negros declarados à Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
      9 – Alfabetização e alfabetismo de jovens e adultos
      Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e, até o final da vigência do PNE, erradicar o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional.
      10 – EJA integrada à Educação Profissional
      Oferecer, no mínimo, 25% (vinte e cinco por cento) das matrículas de educação de jovens e adultos, nos ensinos fundamental e médio, na forma integrada à educação profissional. Os dados de 2012 apontam que apenas 0,7% dos alunos do EJA de Ensino Fundamental têm esta integração. No Ensino Médio, a porcentagem sobe para 2,7%.
      11 – Educação Profissional
      Triplicar as matrículas da Educação Profissional Técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50% da expansão no segmento público. Em 2012, houve 1.362.200 matrículas nesta modalidade de ensino. A meta é atingir o número de 4.086.600 de alunos matriculados.
      12 – Educação Superior
      Elevar a taxa bruta de matrícula na Educação Superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurada a qualidade da oferta e expansão para, pelo menos, 40% das novas matrículas, no segmento público.
      13 – Titulação de professores da Educação Superior
      Elevar a qualidade da Educação Superior pela ampliação da proporção de mestres e doutores do corpo docente em efetivo exercício no conjunto do sistema de Educação Superior para 75%, sendo, do total, no mínimo, 35% doutores.
      14 – Pós-graduação
      Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu, de modo a atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores.
      15 – Formação de professores
      Garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, no prazo de 1 ano de vigência do  PNE, política nacional de formação dos profissionais da educação, assegurando que todos os professores e as professoras da educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam.
      16 – Formação continuada e pós-graduação de professores
      Formar, em nível de pós-graduação, 50% dos professores da Educação Básica, até o último ano de vigência do PNE, e garantir a todos os(as) profissionais da Educação Básica formação continuada em sua área de atuação, considerando as necessidades, demandas e contextualizações dos sistemas de ensino.
      17 – Valorização do professor
      Valorizar os(as) profissionais do magistério das redes públicas da Educação Básica, a fim de equiparar o rendimento médio dos(as) demais profissionais com escolaridade equivalente, até o final do 6º ano da vigência do PNE.
      18 – Plano de carreira docente
      Assegurar, no prazo dedois anos, a existência de planos de carreira para os(as) profissionais da Educação Básica e Superior pública de todos os sistemas de ensino e, para o plano de Carreira dos(as) profissionais da Educação Básica pública, tomar como referência o piso salarial nacional profissional, definido na Constituição Federal.
      19 – Gestão democrática
      Assegurar condições, no prazo de dois anos, para a efetivação da gestão democrática da Educação, associada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à consulta pública à comunidade escolar, no âmbito das escolas públicas, prevendo recursos e apoio técnico da União para tanto.
      20 – Financiamento da Educação
      Ampliar o investimento público em Educação pública de forma a atingir, no mínimo, o patamar de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do País no quinto ano de vigência da lei do PNE e, no mínimo, o equivalente a 10% do PIB ao final do decênio.
      Informações retiradas do site Observatório do PNE
      Até logo!

      11 livros gratuitos sobre Educação Inclusiva

      11 livros gratuitos sobre Educação Inclusiva

      Olá pessoal!
      Todo mundo sabe a importância da educação em nossas vidas. O que é uma pessoa sem educação! O que é uma sociedade em educação! Difícil imaginar. Mas existe um outro conceito que vem ganhando força e dedicação de uns tempos para cá: a Educação Inclusiva. Nada mais justo, afinal todos tem direito a terem acesso ao conhecimento. Pensando nisso, trazemos aqui dicas de 11 livros sobre o tema, para download gratuito.
      Mas antes de tudo, você sabe responder o que é Educação Inclusiva!
      A Educação Inclusiva
      É um processo que amplia a participação de todos os estudantes – sem distinguir condições físicas, mentais, sociais, de raça, cor ou credo – nos estabelecimentos de ensino regular. Trata-se de uma reestruturação da cultura, da prática e das políticas vivenciadas nas escolas de modo que estas respondam à diversidade dos alunos. É uma abordagem humanística, democrática, que percebe o sujeito e suas singularidades, tendo como objetivos o crescimento, a satisfação pessoal e a inserção social de todos.
      De acordo com o Seminário Internacional do Consórcio da Deficiência e do Desenvolvimento (International Disability and Development Consortium – IDDC) sobre a Educação Inclusiva, um sistema educacional só pode ser considerado inclusivo quando abrange a definição ampla deste conceito, nos seguintes termos:
      - Reconhece que todas as crianças podem aprender;
      - Reconhece e respeita diferenças nas crianças: idade, sexo, etnia, língua, deficiência/inabilidade, classe social, estado de saúde (i.e. HIV, TB, hemofilia, Hidrocefalia ou qualquer outra condição);
      - Permite que as estruturas, sistemas e metodologias de ensino atendam as necessidades de todas as crianças;
      - Faz parte de uma estratégia mais abrangente de promover uma sociedade inclusiva;
      - É um processo dinâmico que está em evolução constante;
      - Não deve ser restrito ou limitado por salas de aula numerosas nem por falta de recursos materiais.
      Você que é professor, estudante, pesquisador ou quer apenas conhecer mais sobre esse assunto tão importante para uma boa convivência acadêmica, pode fazê-lo baixando os livros gratuitamente para ler quando e onde quiser. São 11 opções, veja só:
      Todos os livros são gratuitos e podem te ajudar a ver o mundo de um jeito diferente.
      Boa leitura!