sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Can Sports bring a change in the life of a disabled person?


Can Sports bring a change in the life of a disabled person?

CEO at Choice International (* Action * Rights * Development)
There are more than 21 million DISABLED people in INDIA. Only a marginal number of disabled people are engaged now in Sports. But interest is growing.
Choice International UK is a non-profit, international development organisation. We believe that access to SPORT and leisure play a vital role in enhancing opportunities for disabled people, leading to improved self-confidence, motivation and social awareness, ultimately improving their quality of life.
We started with only 4 people playing wheelchair BASKETBALL in 2012. Many have since then got inspired and are joining the sport.
ICRC, YWTC Motivation UK and many others also joined the development. The Wheelchair Basketball Federation of India, WBFI, is now leading in promoting Wheelchair Basketball in India.
This December we WILL be delivering a series of Wheelchair Basketball and Boccia training and development workshops in various cities across India, including: Delhi, Pune, Kothamangalam, Bangalore and Chennai.
The workshops will end with the first ever Wheelchair Basketball championships in India for league, national and corporate champions
This CONTINUOUS development can open up opportunities for sports professionals, disability activist’s investors and CSR partners in India. Please share your views.
For further details http://www.choice-international.com/events/events-2014/dec-india-2014

G U I A I N C L U S I V O - O GUIA DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

http://www.guiainclusivo.com.br/2014/11/nutricionista-deficiencia-visual-conta-como-inclusao-alimenta-alma/

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Nutricionista com Deficiência Visual conta como a Inclusão Alimenta a Alma

Posted: 27 Nov 2014 05:08 AM PST
Luciane Molina *

Mariana Prado, 31 anos, quase teve seu sonho de se tornar nutricionista interrompido. Aos 21, enquanto cursava a graduação, sua visão ficou muito comprometida devido a uma retinose pigmentar já diagnosticada anteriormente. Trancou a matrícula na universidade e encarou com empenho o seu processo de reabilitação. Conseguiu, em apenas sete meses, ser alfabetizada pela segunda vez, agora utilizando-se do sistema Braille para ler e escrever. Pouco depois também já dominava a tecnologia assistiva e passou a usar o computador com leitores de tela para acessar a INTERNET, digitar textos e ler documentos.

Moradora da cidade de Cachoeira Paulista, Mariana é uma entre as diversas histórias de sucesso e de protagonismo da pessoa com deficiência aqui no Vale do Paraíba e hoje comemora o fato de ter conquistado um espaço no mercado de trabalho local. Além de ter concluído o curso de nutrição, ela já fez uma especialização na área e já atua há quatro anos, dividindo seu tempo entre um consultório particular, um asilo e um HOSPITAL. “Ainda existe muita dificuldade em aceitar pessoas com deficiência como funcionários. Tive muita insegurança no início, medo de ser rejeitada ou de não ser capaz de exercer a profissão escolhida”, disse a nutricionista que se considera muito feliz com sua profissão.

Hoje ela apenas consegue distinguir o dia da noite e poucas luzes artificiais. Considera que o aprendizado do Braille tenha sido essencial para sua VIDA,  pois identifica com facilidade os rótulos de medicamentos, produtos de beleza, botões de elevadores para a localização dos andares, entre outros. A respeito da tecnologia assistiva, a nutricionista a define como indispensável ao EXERCÍCIO de sua profissão, por ter conquistado autonomia e independência. “Meu computador é meu maior companheiro, nele tenho todos os dados que preciso, e nele faço tudo que necessito desde dieta para os pacientes até cardápios no asilo onde trabalho”, explicou.

Além do computador, Mariana também usa uma calculadora e uma balança  falantes. Precisou também adaptar uma fita métrica colocando straz em cada centímetro e uma outra balança mecânica fazendo traços com marcações em relevo nos gramas e na régua de altura. No seu consultório, para driblar o possível espanto dos pacientes, ela os informa sobre sua deficiência VISUAL logo que marcam a consulta e recebe relatos positivos sobre seu trabalho. No hospital ela é acompanhada por um funcionário e revela que num  primeiro contato os pacientes não entendem o fato, mas  depois até conversam sobre sua situação, deixando tudo MAIS descontraído. Já no asilo também é acompanhada por uma enfermeira e os idosos a recebem com muita naturalidade.

Para concluir, a nutricionista alegra-se por pessoas com deficiência estarem comprovando que tem potencial para o estudo e para o trabalho, se forem oferecidos recursos e acessibilidade para o desenvolvimento de suas habilidades. Acredita que a deficiência VISUAL ainda assusta muita gente e o preconceito seja frequente. “Algumas deficiências aparecem no físico, outras são guardadas na alma, mas devemos APRENDER no convívio a lidarmos com as diferenças e na tentativa do melhor buscarmos a cura para as nossas atitudes”, completou Mariana.


 * Luciane Molina é pedagoga e especialista em atendimento Educacional especializado. É pessoa com deficiência visual e atua com educação inclusiva, formação de professores e consultoria por todo Vale do Paraíba e Litoral Norte de SP. É colunista do Guia Inclusivo desde 2011.

ENEM, VESTIBULARES E A ACESSIBILIDADE PARA OS SURDOS


Posted: 26 Nov 2014 01:22 PM PST
Por José Petrola

Este mês tivemos o Enem com maior participação de estudantes com deficiência auditiva – 8.799 candidatos declararam a surdez na inscrição, 88% a MAIS do que no ano passado. O número talvez seja ainda maior, já que alguns surdos usuários da língua portuguesa não declaram a deficiência por não necessitarem de atendimento em língua brasileira de sinais (Libras) – embora a presença da prótese auditiva possa causar mal-entendidos com fiscais que as confundem com mecanismos de “cola”.

Porém, a prova apresentou muitas dificuldades para os surdos que usam a Libras, como a estudante Natália Carla, que não conseguiu COMPLETAR a prova porque o intérprete traduzia literalmente as palavras, sem traduzir o contexto (http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2014/11/nao-entendi-nada-afirma-estudante-surda-que-prestou-prova-do-enem.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=g1 ). 

A estudante escreveu uma carta sugerindo mudanças no exame. A matéria do G1 erra ao não diferenciar os surdos usuários de Libras dos que usam o português, com o auxílio de APARELHOS AUDITIVOS ou implantes, refletindo o estereótipo de que todo surdo é incapaz. Porém, chama atenção para um problema sério.

As provas do Enem devem seguir a Recomendação nº 001/2010 do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade) que prevê “a aplicação do princípio da acessibilidade à pessoa surda ou com deficiência auditiva em concursos públicos, em igualdade de condições”.

Porém, no caso do surdo usuário de sinais, a questão é complexa. A Libras não é uma linguagem que traduz o português para os sinais, mas uma língua com estrutura própria e diferente da nossa. Não tem, por exemplo, conectores, como preposições, nem flexões de tempo verbal ou de gênero. Além disto, é uma língua visual e cinética. Quando lemos um texto em português, muitas vezes “lemos em voz alta” internamente na nossa cabeça. Com a Libras isto não acontece, porque não existe a “voz alta”.Língua de sinais é gesto e movimento. Isto dificulta a compreensão do texto escrito, pois o processo mental para entender as palavras é diferente.Não é impossível para o surdo aprender o português escrito, mas é mais difícil.

A tradução palavra a palavra, como feita pelos intérpretes no Enem, é o mesmo que nada. Seria como traduzir uma frase do português para o inglês (ou italiano, alemão, japonês…) palavra por palavra. Uma prova como o Enem, que avalia a capacidade de interpretação de textos, teria de ser integralmente traduzida para a Libras, no contexto. Como os intérpretes não podem “dar a resposta”, uma possibilidade (cara) seria fazer uma versão da prova em Libras, por exemplo, em vídeo.

A Lei 10.436, de 2002 reconhece a Libras como meio legal de comunicação e obriga as instituições públicas a oferecerem acessibilidade aos surdos. Porém, ressalva que, no sistema educacional federal, estadual e municipal a Libras não pode substituir a modalidade escrita da língua portuguesa. Além disto, devemos lembrar que a maioria dos candidatos que presta o Enem tem como objetivo o ingresso numa faculdade ou no mercado de trabalho onde a língua corrente é o português.

O que chama atenção para a carência do ensino de português para surdos no Brasil. Há uma necessidade urgente de estrutura, professores qualificados e novos métodos que aumentem o acesso do surdo à língua portuguesa. Podemos tomar como exemplo os surdos dos Estados Unidos, que vêm usando alguns métodos para aperfeiçoar o ensino do inglês escrito e a tradução entre o inglês e a American Sign Language (ASL), com o uso, por exemplo, de linguagens auxiliares, gramaticalmente mais próximas da língua oral. O bilinguismo também é inclusão.

Por fim, precisamos tomar cuidado para não reduzir a surdez à Libras e não reproduzir o estereótipo de que surdos são incapazes. Embora hoje exista menos preconceito, ainda há algumas barreiras para usuários de aparelhos auditivos e implantes, que às vezes são obrigados a retirá-los durante as provas. Não é possível promover a acessibilidade sem reconhecer a diversidade dentro da surdez.

Estudo revela mais de 4 mil ocorrências contra pessoas com deficiências

Estudo revela mais de 4 mil ocorrências contra pessoas com deficiências

Flávia Albuquerque - Repórter da Agência BRASIL Edição: Armando Cardoso
Estudo apresentado hoje (27), durante a abertura do Seminário Estadual Enfrentamento da Violência CONTRA Pessoas com Deficiência, revelou que, entre junho e agosto deste ano, foram registradas no estado de São Paulo 4.452 ocorrências policiais envolvendo vítimas com algum tipo de deficiência física. O número corresponde à metade das 8 mil denúncias registradas pelo Disque 100 entre 2011 e junho de 2014. Os dados foram obtidos após a inclusão de um campo, no REGISTRO Digital de Ocorrências, indicando se a pessoa tem alguma deficiência.
Conforme números produzidos pela 1ª Delegacia de Polícia da Pessoa com Deficiência, 26% das ocorrências foram registradas na capital paulista, 17% em outras cidades da região metropolitana de São Paulo e o restante no interior, com destaque para Ribeirão Preto (2,5%) e Campinas (2%). Quando analisados os tipos de deficiência, pessoas com deficiências físicas representam 46,5% dos casos, deficientes intelectuais 19,1% , e os visuais, auditivos e com deficiências múltiplas somam, respectivamente, 15%, 12,6% e 6,6%.
Os dados também indicam que 33,7% dos casos são referentes a crimes CONTRA a pessoa; 31%, contra o patrimônio; 5%, violência doméstica; 3%, contravenções; e 2% a crimes contra a dignidade sexual. Os crimes contra o patrimônio atingem majoritariamente vítimas com deficiência auditiva (42%), que também são alvos mais comuns dos crimes no trânsito.
Coordenador de Desenvolvimento de Programas da Secretaria Estadual de DIREITOS da Pessoa com Deficiência, Luiz Carlos Lopes informou que o grande mérito da inserção do campo determinando se o autor do boletim de ocorrência tem ou não deficiência é tirar da invisibilidade a realidade dessa população. “O seminário é o primeiro passo para partir da detecção do problema para a solução. Um dos eixos do PROGRAMA prevê a capacitação dos servidores públicos para encaminhar esses casos”, observou Lopes.
Segundo ele, a partir do ano que vem, a secretaria fará um curso a distância para médicos, educadores, policiais e representantes da sociedade CIVIL. A intenção é explicar o que é deficiência, como ocorre e como deve ser detectada para que possa ser combatida. “Também faremos 26 encontros no interior do estado para mais de 5 mil pessoas. Estamos produzindo cartilhas para a população, instituições e famílias”, ressaltou.
O terceiro eixo do programa envolve cuidados da família, que, muitas vezes, por conta do stress e da questão econômica, é a própria agressora. “Pretendemos promover um direcionamento prioritário de vítimas da violência para programas de geração de renda, entrada no mercado de trabalho e cursos para vítimas e PARENTES. Além disso, haverá um programa de atendimento ao cuidador. Tentaremos ampliar o número de moradias para abrigar pessoas retiradas do convívio familiar por causa de problemas de violência”.

CURSO DE ESTIMULAÇÃO PRECOCE À DISTÂNCIA

estimulação 2014.jpg


Relacionamento com TDAH (Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade)



Ccns Saúde
Ccns Saúde27 de novembro de 2014 11:41
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