sexta-feira, 21 de março de 2014

O sensacional show 3D do Cleveland Cavaliers na Quicken Loans Arena

O sensacional show 3D do Cleveland Cavaliers na Quicken Loans Arena

Postado em 19 de março de 2014
http://www.mktesportivo.com/2014/03/o-sensacional-show-3d-do-cleveland-cavaliers-na-quicken-loans-arena/
É cair no lugar comum abordar o quão distante estamos dos norte-americanos ao analisar o esporte como entretenimento.
O recente exemplo do Cleveland Cavaliers, na partida que marcou a cerimônia de homenagem ao ex-pivô Zydrunas Ilgauskas, que teve sua camisa 11 aposentada pela equipe, é apenas mais um a nos invejar.
Em parceria com as empresas Quince Imaging e Think Media Studios, vejam o que o Cavs preparou antes de iniciar a partida e imaginem quão maravilhados ficaram os torcedores presentes.

Imagem: Reprodução

Comentários:

Garota de 8 anos enfrenta Mattel, fabricante da Barbie, e consegue boneca cadeirante

Posted: 21 Mar 2014 04:29 AM PDT
A mãe de uma garota norte-americana de oito anos enfrentou a Mattel, fabricante da Barbie, e conseguiu para sua filha uma boneca em uma cadeira de rodas. A menina, Morgan Kelly, tem uma atrofia muscular que a obriga a se locomover em cadeira de rodas e queria encontrar uma Barbie com a qual se identificasse.
Barbie
“Por que não pode haver uma Barbie de cadeira de rodas?” – foi essa pergunta de Morgan que levou a mãe a bater na porta da Mattel em dezembro. “Ela disse: “Pessoas deficientes não são bonitas o suficiente para serem bonecas Barbie?”, conta Angela Floyd, a mãe.
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A menina havia ficado frustrada ao perceber que nenhuma entre as dúzias de bonecas de sua irmã mais nova tinha uma deficiência física. Foi por isso que a mãe, em dezembro de 2005, procurou a empresa para conseguir uma boneca que viesse em uma cadeira de rodas.
Apesar de atualmente não vender bonecas em cadeiras de roda, a Mattel já produziu, em 1997, uma boneca da linha Barbie chamada “Share a Smile Becky”, deficiente. E foi justamente esse produto, hoje fora de circulação, que resolveu o problema de Morgan. A Mattel encontrou uma unidade em seus arquivos e a enviou à menina.
“Quando eu mostrei à ela, ela sorriu de orelha a orelha”, contou Angela. “Ela dizia: ‘Mamãe, é igualzinha a mim, é igual a mim”.
“Felizmente, depois de uma pesquisa ampla da nossa equipe de atendimento ao consumidor, encontramos uma boneca Share a Smile Becky”, declarou Sara Rosales, vice-presidente de comunicação da Mattel.
Fonte: Portal Terra

quinta-feira, 20 de março de 2014

Pais cegos podem sentir os fetos: ultrassonografia 3D

Posted: 20 Mar 2014 06:18 AM PDT
As maravilhas da tecnologia moderna estão trazendo a experiência da gravidez para pessoas que não são capazes de enxergar imagens de ultra-som.
Impressão 3D do bebê antes de nascer. Foto: LifeNewsImpressão 3D do bebê antes de nascer. Foto: LifeNews
O uso de impressoras 3-D está levando aos deficientes visuais a possibilidade de desfrutar da experiência da ultrassonografia por tato. A impressora é capaz de produzir um modelo 3D de seu bebê, antes de nascer.
Usando tecnologia de impressão 3D, a empresa brasileira Tecnologia Humana 3D constrói réplicas físicas de um embrião em crescimento, ou do bebê, com base em dados de ultrassonografia.
O projeto “Feto 3D” da empresa, iniciada pelo fundador Jorge Roberto Lopes dos Santos, foi criado inicialmente para fins de diagnóstico. Jorge descobriu que também poderia ter outros fins, como ajudar os pacientes cegos a sentir o bebê que não podiam ver em uma tela.
“Trabalhamos principalmente para ajudar os médicos quando há alguma eventual possibilidade de malformação”, disse Jorge em um artigo publicado em tecnologia.
A novidade também serve de recordação para os pais de primeira viagem, que enxergam 100%. “Trabalhamos também para os pais que querem ter os modelos de seus fetos em 3D”, lembra Santos.
A empresa é brasileira, acesse o site dela aqui.
Com informações do LifeNews
Tradução Kariane Costa
Matéria sugerida por Karen Gekker
Fonte: Só Notícia Boa / Band

Fundação Mundo Azul participa da Audiência Pública sobre a Lei 6708/2014 do Deputado Xandrinho

Fundação Mundo Azul participa da Audiência Pública sobre a Lei 6708/2014 do Deputado Xandrinho

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A Fundação Mundo Azul com os seus representantes Luciano Aragão e Keyla Denocop participaram  da Audiência Pública que debate a Lei 6708/2014 de autoria do deputado Xandrinho , que garante a vaga para autistas nas escolas públicas e privadas no Estado do Rio de Janeiro.
Participando da Audiência Pública também compareceram os representantes da  Secretaria de Estado de Educação, Sindicato das Escolas Particulares, Sindicato dos Professores, Jornalistas, Secretaria Municipal de Saúde , pais e familiares de autistas.
A Fundação Mundo Azul sempre presente na Luta pelos Direitos das crianças com Autismo

Importância da atividade física no controle da glicemia - Nutrição, atividade física e diabetes

http://www.efdeportes.com/efd119/nutricao-atividades-fisica-y-diabetes.htm

Posted: 19 Mar 2014 10:46 AM PDT


A atividade física é indispensável no tratamento do diabetes (5). A pratica de atividades regulares auxilia no controle da glicemia, reduz a resistência à insulina (12), hemoglobina glicosilada (13), resistência vascular periférica (14), risco de doenças cardíacas (15), pressão arterial (16), níveis de colesterol no sangue (17), auxilia na perda e manutenção do peso, aumenta a vascularização periférica e o gasto energético de repouso (18).

Recomenda-se para o diabético acumular pelo menos 1000kcal diárias em atividades aeróbias. O diabético deve manter controle da glicemia todos os dias, desta forma recomenda-se o a pratica de atividades físicas todos os dias da semana, com intensidade inferior a 70% do VO2máx., por pelo monos 30 minutos diários (18).

Diversos estudos tem verificado a importância da atividade física no controle glicêmico no diabético e manejo de complicações advindas do diabetes (12,15,17,19).

Em um estudo com 26 pacientes, Fritz et al. (16) observaram que a realização de 45 minutos de atividades 3 vezes por semana reduziram as concentrações plasmáticas de lipídios, a pressão arterial e o IMC (Índice de Massa Corpórea). Em pessoas idosas, reduziu o total de gordura e a gordura abdominal e menor risco de doença cardiovascular (17).

Em um programa de aconselhamento sobre atividade física com duração de 12 meses, Kirk et al. (19) observaram que o grupo de diabéticos que foi acompanhado por profissionais aumentou significativamente as atividades físicas diárias. Entretanto, o autor não apresenta benefícios advindos do aumento das atividades habituais no grupo acompanhado.

Já o estudo de Christ-Roberts et al. (20) verificaram que 8 semanas de exercício aeróbico aumentam significativamente a expressão do GLUT-4 em pacientes obesos diabéticos. Por outro lado, este período não foi suficiente para reduzir a resistência à insulina.

Como observado nos dois estudos anteriores, os resultados benéficos na saúde do diabético tendem a aparecer em curto espaço de tempo. Brekke et al. (21) observaram que 16 semanas após modificarem os hábitos de atividade física um grupo de 71 diabéticos do tipo II reduziu os níveis de colesterol total, LDL, e CC. Yokoyama et al. (22) observaram que o exercício aeróbico por 3 semanas reduziu a significativamente a pressão arterial de diabéticos.

O exercício pode auxiliar no manejo de co-morbidades associadas ao diabetes. Febraio et al. (23) observaram que 25 minutos de exercício aeróbico reduzem significativamente a liberação do TNF-α. Demonstrando ser o exercício um fator de proteção contra a aterosclerose e problemas cardiovasculares. Revisando sobre o exercício e a proteção cardiovascular em diabéticos, Li et al. (15) ressaltam que a atividade física pode ser um tratamento não farmacológico para problemas cardíacos em diabéticos, uma vez através da atividade física o paciente pode controlar a glicemia e os lipídios plasmáticos. Por outro lado, em algumas situações o exercício deve ser evitado por diabéticos. Em situações de hiperglicemia o exercício pode precipitar a angina e o infarto do miocárdio. Diabéticos com avançado grau de neuropatia podem desenvolver arritmia cardíaca durante o exercício. Antes de se iniciar um programa de atividade física o diabético deve verificar se apresentam ecocardiograma normal.

Em relação à natureza do exercício, atividades de caráter aeróbico tem sido as mais estudadas. Dentre os efeitos benéficos do exercício aeróbico podemos citar o aumento do Vo2máx (25), aumento da vascularização periférica e maior expressão do GLUT4 (20). Já o exercício de caráter anaeróbico tem sido associado ao aumento da taxa metabólica basal, melhora no controle glicêmico e resistência à insulina, advindo do ganho de massa magra (25). Testando a combinação dos dois exercícios em um modelo de circuito (exercício de força combinado com intervalo aeróbico durante 8 semanas), Maiorana et al. (26) verificaram aumento na massa muscular, Vo2máx, tempo total de atividade, redução dos níveis de hemoglobina glicosilada, glicemia de jejum e percentual de gordura. Este estudo demonstrou que os ganhos advindos das atividades aeróbicas e anaeróbicas podem ser combinados em um único programa.

Em relação à intensidade do exercício, maiores cuidados devem ser tomados com o diabético do tipo. De acordo com Hopkins (27), no exercício de alta intensidade aumenta-se a demanda de energia advinda dos carboidratos, como diabéticos do tipo I apresentam menores estoques de carboidratos corporais, o exercício em alta intensidade poderia levá-lo rapidamente a um quadro de hipoglicemia.


Além da intensidade do exercício, outro fator que deve ser controlado é a infusão de insulina antes do exercício. Como o exercício tende a reduzir os níveis de glicemia no sangue, recomenda-se a reduzir a insulina aplicada antes do exercício a fim de se evitar a instalação da hipoglicemia durante a atividade física (28). Para se fazer o ajuste na quantidade de insulina aplicada deve-se levar em conta o tipo de insulina. Comparando a infusão de insulina rápida em relação à insulina normal, Yamakita et al. (29) observaram que a insulina de ação rápida, associada ao exercício aeróbico subseqüente, induz a hipoglicemia mais rapidamente em relação à insulina normal. Deve-se ressaltar que a carga de carboidratos ingerida antes do exercício foi de 9kcal/kg de peso corporal. Caso a refeição pré-exercício apresente concentração diferente de carboidratos, as respostas podem variar em relação às obtidas por estes pesquisadores.

As recomendações dietéticas, prescrições de exercício e infusão de insulina pré-exercício devem ser ajustadas dia a dia. Não existe uma formula geral para tratamento, cada diabético responde diferentemente aos diversos estímulos ambientais. Nota-se que diabéticos não-insulino dependentes suportam níveis elevados de glicemia em repouso próximos a 200mg/dL, entretanto quando submetidos ao exercício estes valores declinam para 100mg/dL (30).

Como observado neste estudo, a dieta balanceada e a atividade física regular são fundamentais para o sucesso no tratamento do diabetes. Por mais minucioso que seja o trabalho desenvolvido pelos profissionais, dificilmente os resultados serão alcançados quando o próprio paciente não se conscientiza sobre a importância em se adotar hábitos de vida saudáveis para o sucesso do tratamento. Persell et al. (31) observaram em 670 diabéticos que, o auto-conhecimento sobre a doença auxilia no seguimento das orientações dietéticas, na manutenção da atividade física planificada. Neste estudo o conhecimento do paciente foi positivamente relacionado ao controle da glicemia sanguínea.

Fonte
 

Professores de Outras Matérias Ministrando Aulas de Ed. Física.

Professores de Outras Matérias Ministrando Aulas de Ed. Física.

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No Japão, as aulas de educação física no primário (seis anos) são dados pelos próprios professores da classe. Não existe um professor específico para a educação física. No ginásio (três anos), existem os professores de educação física apenas para organizarem eventos esportivos/gincanas. O ensino do esporte em sí é dado por um professor designado pela diretoria. Aí acontece do professor não saber nada sobre o esporte sendo obrigado a estudar um poquinho mais. Eles fazem assim para obrigarem os professores a aprenderem coisas novas, mas quem paga por isso são os alunos que, muitas vezes, não recebem a orientação adequada.

No colégio, as aulas curriculares da educação física são dados pelos professores de educação física. As equipes que vão se formando para disputarem os campeonatos colegiais ficam a cargo de professores de outras matérias. Assim, um professor de matématica, por exemplo, pode ser o técnico da equipe de basquete, e assim sucessivamente. Só como exemplo, no colégio do meu filho existem sete professores de educação física para as aulas curriculares.

A diferença é que para ser professor nas escolas é necessário fazer a "faculdade para professores" onde o esporte está contido. Assim, eles também lecionam na educação física.
Os que se formam em Educação Física também podem trabalhar nas escolas, mas esses acabam escolhendo academias ou equipes de esportes específicos.
No seu caso, se já fez a parte legal das coisas, acho que o jeito é esperar e ficar atento nos resultados. Se não existem formados em números suficientes, não há muito o que fazer. É a realidade brasileira.

Visite: Educação Física no Maranhão - Centro Esportivo Virtual
http://cev.org.br/comunidade/maranhao/

descobertos genes do transtorno bipolar



São descobertos genes do transtorno bipolar
18/03/2014
Foram identificados novos genes como possíveis fatores que contribuem ao transtorno bipolar.
As causas do transtorno, que envolve fases maníacas e episódios depressivos, não foram elucidadas totalmente ainda. No entanto, considera-se que os fatores psicossociais desencadeantes e os fatores genéticos desempenham um papel importante.
O Professor Markus Nothen da Universidade de Bonn, Alemanha, explica: «Não há um gene que tenha um efeito importante sobre o desenvolvimento do transtorno bipolar. Evidentemente, muitos genes diferentes intervêm e operam em conjunto com fatores ambientais de uma maneira complexa».
Sua equipe internacional analisou informação genética de 2266 pacientes com transtorno bipolar e 5028 pessoas equivalentes sem transtorno bipolar. Os pesquisadores combinaram a informação destes indivíduos com a de milhares de outros registrados em bases de dados anteriores. No total, isto incluiu o material genético de 9747 pacientes e 14.278 participantes não pacientes.
Eles descobriram duas novas regiões de genes que contêm «genes curativos» que estão conectados ao transtorno bipolar. Também confirmaram três genes adicionais que como conforme se suspeitava previamente desempenhavam um papel. «Estas regiões de genes estiveram estatisticamente melhor confirmadas em nossa pesquisa atual: a associação com o transtorno bipolar agora se torna ainda mais clara», afirma o Professor Nothen.
Os detalhes completos foram publicados hoje (12 março) na revista científica Nature Communications. A coautora professora Marcella Rietschel diz: «A pesquisa dos fundamentos genéticos do transtorno bipolar nesta escala é única no mundo até o momento. As contribuições de genes individuais são tão leves que normalmente não se podem identificar no "ruído de fundo" das diferenças genéticas».
«Só quando o DNA de um grande número de pacientes com transtorno bipolar é comparado com o material genético de um número igualmente extenso de pessoas saudáveis é possível confirmar estatisticamente as diferenças».
Muhleisen, T. W. et al. Genome-wide association study reveals two new risk loci for bipolar disorder. Nature Communications 12 de março de 2014 doi: 10.1038/ncomms4339

Fonte: doctors.net.uk 

quarta-feira, 19 de março de 2014

Síndrome de Apert:


es.wikipedia.org/wiki/Síndrome_de_Apert
Patient with Apert syndrome.jpg
Posted: 19 Mar 2014 05:41 AM PDT
Gregorio Duvivier
João é uma pessoa feliz. Passa o dia no ônibus, pra lá e pra cá, muitas vezes sem destino – o destino é a viagem
Meu irmão faz aniversário no dia 19 – depois de amanhã, se você estiver lendo essa coluna no dia em que ela saiu. Cinco anos mais velho que eu, João faz 33 anos. Mas parece que sempre teve 33 anos, desde que nasceu.
Quando era pequeno, João gostava de brincar de trânsito. A brincadeira consistia em colocar os carrinhos enfileirados e fazer bibi e fonfon por horas e horas. Num dia muito animado, eventualmente, ele aparecia com uma ambulância – ió-ió-ió. Depois que ela passava, os carros retomavam suas posições e tudo voltava ao normal. Bibi. Fonfon.
Na ansiedade característica de uma criança de três anos, eu vinha com o carro a mil por hora, tentava uma ultrapassagem perigosa que gerasse uma batida cinematográfica e – Plouft! Cataplouft! E o João, com a calma de sempre, dizia: não agita. E voltava ao trânsito seu de cada dia. Feliz da vida.
João tem uma síndrome raríssima, cujo nome eu aprendi pequenininho, pra explicar pros meus amigos: ele temsíndrome de Apert. A síndrome é barra pesada e gera uma série de complicações que eu não vou enumerar aqui. Basta dizer que volta e meia outras crianças apontavam para ele e diziam coisas terríveis.
Uma vez, numa lanchonete, crianças endiabradas ficaram dando voltas em torno dele e gritando – Monstro! Monstro! Minha mãe pediu pra elas pararem. Nada. Sem saber o que fazer, derramou um copo cheio de Coca-Cola na cabeça delas. Elas saíram correndo. João teve uma crise de riso.
Depois, toda vez que uma criança ameaçava praticar um bullying com o João, minha Coca-Cola… E o João morria de rir.
João, hoje, é uma pessoa feliz. Até hoje adora um trânsito. Passa o dia no ônibus, pra lá e pra cá, muitas vezes sem destino – o destino é a viagem. Conhece todos os trajetos e todos os motoristas. E os motoristas adoram ele, que adora conversar muito mais que o indispensável. E adora a vida.
Uma vez, depois de uma cirurgia cranio-facial em que poderia ter morrido, João tomou um banho, se sentou na cama do hospital e disse para a minha avó: ai, que vida boa.
Viva o João. E viva a minha mãe, que além de jogar Coca-Cola nos problemas da vida, está contando a história do João num livro, que vai sair pela Companhia das Letras.
Hoje, quando o carro – e a vida – não andam e dá vontade de quebrar tudo com um taco de beisebol, lembro do João, no chão de casa: “não agita”. O mundo, paradinho, tem a maior graça. Ai, que vida boa.
Fonte: Folha de São Paulo

A cura pode estar ao lado

Posted: 18 Mar 2014 09:54 AM PDT
Pesquisa aponta que célula nervosa presente na própria medula espinhal pode ser a chave para recuperação de lesões medulares. Testes com camundongos mostraram que essas células, denominadas astrócitos, podem ser convertidas em neurônios.
Trauma na coluna
Células-tronco, robôs e até estímulos luminosos: as estratégias usadas para tentar curar lesões na medula espinhal são diversas. Agora um estudo publicado na revista Nature Communications mostrou que a solução pode estar na própria medula. Ao transformar astrócitos (células com formato de estrela responsáveis por dar suporte ao sistema nervoso) em neurônios em testes com camundongos, pesquisadores deram o pontapé inicial para a possível regeneração da espinha dorsal.
A técnica se divide em duas partes. Primeiro, os cientistas introduzem um vírus contendo o gene SOX2 nos astrócitos da medula lesionada do camundongo. Tal gene é capaz de converter os astrócitos em neuroblastos, células progenitoras que dão origem a neurônios. A seguir, o camundongo recebe ácido valproico, medicamento comumente usado para tratar epilepsia e transtorno bipolar, mas que, nesse caso, impulsiona o amadurecimento dos neuroblastos em neurônios.
Zhang: “Por serem produzidos localmente, esses neurônios têm maior chance de formar conexões com neurônios preexistentes”
Diferentemente de técnicas em que a célula é reprogramada in vitro para depois ser implantada no camundongo, o método usado no estudo faz com que a célula retorne ao estágio de progenitora dentro do próprio animal. “Por serem produzidos localmente, esses neurônios têm maior chance de formar conexões com neurônios preexistentes”, explica o geneticista Chun-Li Zhang, pesquisador da Universidade do Texas, nogs Estados Unidos, e coautor do estudo. “Além disso, o neurônio é produzido a partir de um astrócito do próprio paciente, o que evita rejeição pelo sistema imune.”
O pesquisador esclarece que a produção de neurônios na medula é muito limitada e os próprios astrócitos impedem a regeneração do órgão após a lesão. Ao formar uma espécie de cicatriz no local lesionado, os astrócitos criam uma barreira física e liberam substâncias que impedem que neurônios localizados antes da lesão se comuniquem com os que estão depois dela. “Mas é importante salientar que os astrócitos normais são benéficos para o sistema nervoso e que o nosso objetivo é converter em neurônios apenas os astrócitos da cicatriz”, esclarece.
Zhang destaca outro ponto positivo da técnica: após observar os camundongos por um ano, não foi identificada formação de tumor nos animais. Esse efeito adverso preocupa os cientistas que trabalham com conversão de células adultas em células progenitoras.
Resultados preliminares
Apesar das vantagens, os resultados obtidos com a terapia ainda são preliminares. Segundo Zhang, a quantidade de astrócitos convertida em neurônios é baixa; portanto, não foi possível medir o grau de recuperação da medula espinhal dos camundongos após o tratamento.
A quantidade de astrócitos convertida em neurônios é baixa; portanto, não foi possível medir o grau de recuperação da medula após o tratamento
“Cerca de 6% dos astrócitos que receberam o gene foram convertidos, o que equivale a alguns milhares de neurônios produzidos”, diz. Por conta disso, a equipe não fez testes para saber se os animais, que tinham lesão medular severa, conseguiram recuperar a capacidade de locomoção.
Mas o pesquisador está esperançoso quanto aos próximos passos da pesquisa. Agora, a equipe pretende analisar formas de converter os astrócitos em um número maior de neurônios, além de avaliar se esses neurônios conseguem se conectar com as células preexistentes, transmitindo informações a elas. “Por último, pretendemos fazer testes que permitam identificar se a medula espinhal desses camundongos recuperou sua função por completo”, finaliza o geneticista.
Fonte: Ciência Hoje On-line

terça-feira, 18 de março de 2014

CURSO DE CAPACITAÇÃO EM BEISEBOL

DISABILITY SCOOP

Disability Scoop - Developmental Disability Notícias
E-Mail Notícias | terça - feira, 18 de março, 2014
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Como as pessoas com deficiência de desenvolvimento viver mais tempo, um novo centro nacional está se preparando para ajudar os indivíduos e suas famílias plano para o futuro.
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Jenny McCarthy enfrenta novas críticas por suas afirmações polêmicas que ligam o autismo e vacinas, assim como uma outra realidade-televisão combustíveis estrela debate sobre o assunto.
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Parceria visa ajudar os alunos com deficiência de pós-graduação

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Currículo e InstruçãoPatrocinado por
Parceria visa ajudar os alunos com deficiência de pós-graduação
A Liga Urbana da Grande Madison e do Distrito Madison School em Wisconsin estão trabalhando em conjunto para ajudar os alunos com deficiência que abandonaram a escola obter um diploma e formação profissional. O programa "recaptura" os alunos mais jovens do que 21 anos de idade e proporciona-lhes um plano de ensino adaptado para trabalhar em direção a um diploma, grau de equivalência ou formação profissional. Os alunos também se inscrever em um curso de informática de cinco semanas para aprender habilidades da força de trabalho, tais como currículo escrito e pesquisas de emprego. Wisconsin State Journal (Madison) (3/17)
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Educador explica importância das avaliações para alunos com deficiência
Neste blog, professora de educação especial Michael Phaneuf destaca como exigências estaduais e distritais podem beneficiar os estudantes com deficiência. Apesar de observar que os testes estaduais são frustrantes para alguns alunos, ele descreve como as avaliações podem ajudar os professores a identificar onde os alunos estão se esforçando e, finalmente, levar a melhores metas de aprendizagem. "À medida que nos dirigimos para a utilização de novas avaliações Common Core-alinhados, é importante que nós, na educação especial têm as informações que precisamos para ajudar a melhorar o desempenho do aluno", escreve ele. The Huffington Post / The Blog (3/17)
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Tenha mais estudantes em Gen Ed.
97% das crianças na educação especial nunca redesignar a gen ed. Rápido ForWord é um software de intervenção comprovada para ajudar a manter as escolas mais crianças em gen ed. Seu poder vem de visar a causa raiz dos problemas de aprendizagem (processamento aud, memória fonética, linguagem). Até 2 anos de crescimento leitura / língua em 3 meses. Fundamentada pela pesquisa na Universidade de Stanford, Harvard, etc Vale a pena um olhar, é como nenhum outro. Saiba mais .

Liderança EducacionalPatrocinado por
Como é bom dirigentes escolares pode promover uma cultura de apoio 
Ambos os professores e os pais precisam se sentir apoiado por dirigentes escolares, afirma Harry francês, headteacher em Greenwood Academy, em Birmingham, Inglaterra. Neste Q & A, francês descreve os métodos de sua escola usa para apoiar os professores, incluindo a realização de aulas ao vivo para modelar estratégias eficazes. "Não é sobre mim sentar com uma professora e dizer que você não é bom o suficiente nessas áreas, você precisa melhorar. Trata-se de mostrar-lhes como podemos ajudar", observa franceses. The Guardian (Londres) (3/16 )
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Tente Lexia Reading Core5 GRÁTIS!
Projetado especificamente para atender aos padrões comuns essenciais do Estado, Lexia Reading Core5  fornece aprendizagem personalizada em habilidades de leitura fundamentais para os alunos de todas as habilidades nas classes pré-K-5 e fornece dados de desempenho-referenciada norma sem interromper o fluxo de instrução para administrar um teste . experimentá-lo gratuitamente agora .

Tecnologia TendênciasPatrocinado por
Professores Ariz escrever, editar livros on-line
Os professores de uma escola Arizona criaram livros on-line - com as últimas informações sobre a Terra e ciências e biologia espaço - que os estudantes estão usando em sala de aula este ano. Usando recursos livres da Fundação CK-12, os professores escreveu e editou os livros abertos, que se destinam a ajudar o movimento em direção a escola aulas personalizadas para estudantes. The Arizona Republic (Phoenix) (modelo de assinatura em camadas) (3/17)
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Projetando ambientes para salas de aula contemporâneas
Dê a seus estudantes K-12 a educação de qualidade que eles merecem. Obter o conhecimento e as habilidades de pensamento crítico para envolver e inspirar, não importa o seu estilo de aprendizagem ou de fundo cultural. Lewis University oferece quatro programas de pós-graduação em Currículo e Instrução em linha . Ligue para 866-967-7046 para obter mais informações.

Política de Notícias
Distritos Minn escala de volta nos exames opcionais
Ao longo dos últimos cinco anos, os distritos escolares em Minnesota gastaram, em média, 30% a mais em testes padronizados que vai além das exigências do estado - com o custo total subindo para 8100000 dólares no ano passado. Agora, alguns distritos escolares dizem que eles estão reduzindo em tais exames, questionando se o feedback que recebem a partir dos resultados vale a pena o custo em dólares e perdeu tempo em sala de aula.Pioneer Press (St. Paul, Minnesota) (3/16)
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Outras Notícias
Olho no excepcionalidades
CDC: A obesidade mais comum entre os jovens com deficiências de desenvolvimento
Pesquisadores do CDC analisaram mais de 9.600 12 - para jovens de 17 anos e descobriu que a obesidade foi de 50% a mais comum entre as pessoas com deficiências de desenvolvimento, em comparação com os seus pares com desenvolvimento típico. Quase 20% das crianças e adolescentes com deficiência intelectual e cerca de 32% das pessoas diagnosticadas com autismo eram severamente o excesso de peso, de acordo com o estudo publicado no Materno-Infantil Health Journal. Deficiência colher (3/14)
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Spotlight CEC
Fun CEC em Philly: Divisão Showcase Sessões
cec
A Convenção CEC & Expo será na Filadélfia, 09-12 abril, e nosso blog é o lugar para participantes e expositores para obter up-to-date informações, curiosidades e recomendações sobre todas as coisas de convenções e Philly. Não perca a oportunidade de participar nas sessões extraordinárias planejadas e selecionados por líderes da divisão CEC! Leia este e outros posts em Fun CEC em Philly.
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Adrien em Realidade 101: Transformando a teoria em prática
cec
Este post é relevante para todos vocês que estão planejando participar da CEC 2014 Convention & Expo, em Philadelphia, 09-12 abril. Você vai trazer de volta um monte de idéias e grandes planos de aula, mas Adrien quer saber: Como você encontra tempo e energia para transformar essas coisas boas que você tem de brainstorming em algo real? Leia tudo sobre ele na realidade 101 , o único blog de ​​novos professores de educação especial para os novos professores de educação especial.
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