sexta-feira, 5 de abril de 2013

Andef manda atletas para Torneio Internacional de Vôlei Sentado


Andef manda atletas para Torneio Internacional de Vôlei Sentado

  • Três cadeirantes participarão de torneio internacional em São Paulo
  • Associação niteroiense também vai ceder atletas para futebol de sete
O GLOBO (EMAIL·FACEBOOK·TWITTER)
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Guto, Guilherme e Wescley, atletas da Andef convocados para a seleção brasileira de voleibol sentado
Foto: Divulgação/Andef
Guto, Guilherme e Wescley, atletas da Andef convocados para a seleção brasileira de voleibol sentado Divulgação/Andef
A Associação Niteroiense de Deficientes Físicos teve três atletas convocados para a Seleção Brasileira de Vôlei Sentado. Guilherme Borrajo, Carlos Augusto Barboza e Wescley Oliveira vão participar do I Torneio Internacional, que será realizado no Clube Pinheiros, em São Paulo, entre 12 e 14 de abril.
Além do Brasil, as seleções de Alemanha e Holanda também participarão do campeonato. A seleção brasileira contará com equipes A e B e, segundo Wescley Oliveira, um dos convocados para a equipe A, o Brasil não vai encontrar facilidade:
– A Alemanha é uma seleção forte, mas a gente vai fazer de tudo para ganhar o campeonato, diz.
O torneio tem por objetivo ampliar o calendário da Organização Mundial de Voleibol Sentado (WOVD), incentivar as práticas da modalidade e dar início às atividades de preparação para os Jogos Paralímpicos de 2016.
O Brasil é o atual bicampeão Parapan-Americano, com medalha de ouro no Rio 2007 e Guadalajara 2011. Nos jogos de Londres, em 2012, o país ficou em quinto lugar.
Niterói no Futebol de sete
A Andef também vai ceder atletas para outra modalidade: o futebol de sete. Seis atletas da associação niteroiense foram convocados para a seleção oficial: Vanderson Oliveira, Yurig Grégory, Luciano Costa, Moisés Tamiozzo, Jam Francisco e Jonatam Neri farão parte da equipe.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/niteroi/andef-manda-atletas-para-torneio-internacional-de-volei-sentado-8038186#ixzz2PdRUgcd6
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Professores exigem dedicação integral à educação especial

Professores exigem dedicação integral à educação especial
04/04/2013 - Professores exigem dedicação integral à educação especial

A exigência de que o professor especializado em educação especial dedique 50% de sua carga horária às turmas regulares de ensino, além de outras medidas que afetam situações funcionais e perdas vantagens salariais foram as principais reclamações de professores e pais de alunos contra Plano Estadual de Ações Integradas da Pessoa com Deficiência, da Secretaria de Educação do Estado, durante sessão especial realizada nesta quinta-feira (04.04) no plenário João Batista da Assembleia Legislativa do Pará, a pedido do deputado Augusto Pantoja (PPS).
A educação especial é oferecida, preferencialmente na rede regular de ensino, em salas com recursos multifuncionais, nos Centros de Atendimento Especializados, nas classes hospitalares e nos ambientes domiciliares aos 11.446 alunos com deficiências, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, matriculados em 2012 na rede estadual de ensino regular. ?Este número é crescente ano a ano. Em 2011, tivemos 9.821 alunos, sendo 5.933 na grande Belém e 3.888 em outros municípios", informou a professora especialista Sheila Abud Vieira, lotada na Escola General Gurjão. Para ela, a determinação imposta pela portaria de nº. 295, de março de 2013 da SEDUC, coloca em risco o atendimento especializado que era feito em tempo integral e cuja carga horária foi reduzida em 50%. ?O aluno vai sofrer um impacto educacional, pois não recebendo acompanhamento adequado, prejudicará sua progressão acadêmica?, avaliou a professora. Ela informou que a redução limita pela metade a capacidade de atendimento do professor. ?Não é só na gratificação de educação especial (50%) que impacta, é no vencimento total que vai nos afetar salarialmente?, disse a especialista, há mais de 20 anos trabalhando nesta área educacional. ?Os grandes prejudicados serão os alunos de Educação Especial. A portaria e outras medidas tomadas só demonstraram que não houve planejamento, muito pelo contrário?, discorreu Emanuel Ó de Almeida, representantes das APAES do Estado. ?Atualmente o número de professores é insuficiente diante do crescente número de alunos que necessitam de educação especializada?, diz a professora Sheila Vieira. Para ela, a medida somente duplica a carência de professores especializados. As representantes da SEDUC na reunião tentaram defender as medidas tomadas, no entanto tiveram que admitir a necessidade de revisão da portaria. Não é intenção reduzir a carga horária e nem retirar professor da educação especial, disse a coordenadora em exercício de Educação Especial da Seduc, professora Roseane Garcia. Ao final da reunião o deputado Augusto Pantoja, informou que todas as contribuições feitas no debate serão incorporadas no relatório que será remetido ao governador Simão Jatene e ao secretário de Educação do Estado, Cláudio Cavalcanti Ribeiro. ?A portaria ela é equivocada, nós não podemos penalizar os professores, pois estaremos sendo injustos com os alunos e suas famílias e a Seduc tem que ter um olhar diferenciado com os alunos especiais?, falou. Participaram ainda da reunião os deputados José Megale (PSDB), Edmilson Rodrigues (PSOL), Edílson Moura e Alfredo Costa do PT. fonte: Imprensa ALEPA

FUTEBOL DE ANOES NESTE PROXIMO DOMINGO EM NILOPOLIS NA VILA OLIMPICA



http://nilopolisonline.com/site/2013/04/futebol-de-anoes-shows-e-servicos-movimentam-a-vila-olimpica-de-nilopolis-neste-domingo/

Congresso dos Municípios aponta mudança de atitudes como prioridade para acessibilidade


Congresso dos Municípios aponta mudança de atitudes como prioridade para acessibilidade

SANTOS - Secretário adjunto dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo, Marco Antonio Pellegrini, defende mudanças para melhorias do setor...

Diana Lima
foto: Marcello Casal Jr./ABrBrasil possui 45,6 milhões de pessoas com deficiências
Brasil possui 45,6 milhões de pessoas com deficiências
SANTOS - Com 45,6 milhões de pessoas com deficiências, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), oBrasil passa por um processo de transformação para atender essa demanda.
Mais do que adaptações arquitetônicas e físicas que garantam a acessibilidade, deve haver mudança de postura social em relação às pessoas com deficiência, de acordo com o secretário adjunto dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo, Marco Antonio Pellegrini. “O Brasil é protagonista nesse assunto e possui capacidade de transformação. É um processo de cada um de nós, é social”, enfatizou durante o 57º Congresso Estadual de Municípios, em Santos, nesta sexta-feira, dia 5.
Pellegrini falou aos gestores sobre as ações que os municípios paulistas podem realizar em prol da acessibilidade. São Paulo conta com 9,2 milhões de pessoas com deficiência.
Para garantir o máximo de autonomia dessa parcela da população, adaptações devem ocorrer nas vias e transportes públicos e promover educação inclusiva. Até 2014, as frotas municipais deverão ter transportes adaptados.
Outro passo importante é aumentar a capacitação e o acesso ao mercado de trabalho. Conforme o IBGE, mais de 11 mil pessoas estão empregadas e com carteira assinada.
O Governo do Estado disponibiliza programas para auxiliar as cidades em suas modificações como o programa Linha de Crédito Desenvolve São Paulo, que oferece financiamento de até R$ 2 milhões para cada cidade com juros de 0% ao mês. 

Reatech 2013: Organização do evento divulga mais detalhes da programação

Posted: 04 Apr 2013 02:54 PM PDT

 
 A próxima edição da maior feira do setor de reabilitação, inclusão social e acessibilidade do país e uma das maiores do segmento no mundo, a 12ª Reatech | Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade, acontecerá de 18 a 21 de abril de 2013, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. Com o objetivo de disseminar o conceito da inclusão social, a feira apresentará as novas tecnologias e lançamentos do setor, além de oferecer aos visitantes um palco com shows e desfiles, equoterapia, test-drive de carros adaptados, quadra esportiva e seminários com a participação de renomados especialistas.
   Entre os expositores este ano estão: REASEM | XII Seminário de Tecnologias de Reabilitação e Inclusão; SIMBRAFIT | Simpósio Brasileiro de Fisioterapia do Trabalho; TECFISIO | IV Seminário de Tecnologias Avançadas em Fisioterapia; Fórum Lei de Cotas e Trabalho Decente para Pessoa com Deficiência; Oficina: Alfabetização no Sistema Braille, uma iniciativa para inclusão social; Seminário do Terceiro Setor; Reashow | Seminário dos Expositores (McDonald’s, Itaú, Senac, ANDEF e Instituto Mara Gabrilli, entre outros); Palestras do CPB (Comitê Paralímpico Brasileiro); Curso Pet (terapia assistida por animais); Workshop prático de equoterapia; Seminário do Terceiro Setor e IV Seminário: A Sexualidade na Vida da Pessoa com deficiência.
   Dentro do Workshop Internacional, no dia 20/04 (sábado), das 9h às 17h, palestra com Curt Prewitt – especialista norte-americano de recuperação em equipamentos e sistemas posturais para crianças e adultos, com foco na tecnologia assistiva. Nesta mesma linha, a Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, através do programa “Viver sem limites” do Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNPD), apresentará o II Fórum Nacional sobre Tecnologia Assistiva.

PÚBLICO – A 12ª Reatech contará com 300 expositores em uma área de 35 mil m2, além de público estimado em 50 mil visitantes. O evento reunirá agências de emprego (com mais de 7.000 vagas voltadas as pessoas com deficiência e mobilidade reduzida), instituições financeiras, fabricantes de cadeiras de rodas, departamentos de recursos humanos, indústrias farmacêuticas e dos segmentos de animais treinados, aparelhos auditivos, equipamentos especiais, materiais hospitalares, higiene pessoal, próteses e órteses, terapias alternativas, turismo e lazer.
   Com entrada gratuita, a feira é aberta a visitantes e público profissional, tais como assistentes sociais, profissionais de clínicas e hospitais, educadores, enfermeiros, fisioterapeutas, médicos, pedagogos, terapeutas, principalmente o terapeuta ocupacional e estudantes.
    Segundo José Roberto Sevieri, diretor do Grupo Cipa Fiera Milano, promotor e organizador da Reatech, o objetivo da feira é trazer e despertar um novo olhar sobre a realidade dos mais de 45 milhões de brasileiros (9 milhões somente no Estado de São Paulo) com algum tipo de deficiência que enfrentam dificuldades de acesso à saúde, ao trabalho, a atividades culturais e sociais.
   Paralelo à feira também acontecem dois eventos simultâneos: Feira Internacional de Tecnologias em Fisioterapia e Feira Nacional da Pessoa Idosa.

Confira abaixo outros destaques da programação da 12ª Reatech:
   Show do artista Geraldo Magela “Ceguinho” – “Só Quero Ver Na Copa”
   No dia 20/04 (sábado), às 14h, o Sindicato das Auto Moto Escolas e CFC’s no Estado de São Paulo promovem, em seu estande (Rua 300 nº 323), o show do artista Geraldo Magela “Ceguinho” – “Só Quero Ver Na Copa”.
   A Mais Diferenças, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, traz desde shows a rodas de conversa, passando por um cinema feito para todos, um túnel que estimula percepções sensoriais e oficinas com instrumentos musicais inclusivos:

Musicais Diferenças
   Um espaço dedicado à inclusão através da música, cujo projeto, fruto de uma parceria firmada no ano passado com o centro tecnológico e musical Drake Music, da Inglaterra, visa mostrar a capacidade desta arte em romper barreiras. Clipes gravados pelos alunos com deficiência da Drake, que fazem música com instrumentos e Tecnologia Assistiva, serão exibidos durante a feira. O rapper Billy Saga, presidente do Movimento Superação, e o músico associado da Drake, Ben Glass, entre outros artistas, irão interagir ao vivo com os vídeos em um show, onde um VJ mixará todos esses registros audiovisuais. O público poderá conhecer instrumentos acessíveis inéditos no Brasil e, através de oficinas, gravar suas produções musicais

Cinema Inclusão
   Este projeto de cinema abre as portas da linguagem cinematográfica a todas as pessoas, equiparando as oportunidades de acesso à cultura e informação. Para isso lança mão de um conjunto de recursos de acessibilidade: menu acessível, janela de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), subtitulação e audiodescrição. Diversas sessões do Cinema Inclusão serão realizadas no decorrer dos quatro dias de feira.

Túnel Sensorial – Experiência com sentido
   Uma maneira diferente de sentir o mundo: os visitantes entram em um túnel inflável que dispõe de diversos recursos sensoriais, com venda nos olhos. Descalços, os pés sentem durante a passagem variações no solo e as mãos as mais diversas texturas. Em outro momento, experiências olfativas e por fim, já sem a venda, as pessoas vivenciam o que é ouvir sem ver, o que é enxergar sem que sons lhe acompanhem e o que é olhar para algo mesclado a uma sonoridade que não lhe pertence, onde em poucos minutos, diversas sensações são vividas ao mesmo tempo em que outros sentidos são potencializados.

SERVIÇO     
   Reatech 2013| XII Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade
18 a 21 de abril

ENTRADA GRATUITA
Dias: 18 e 19, das 13h às 21h
20 e 21, das 10h às 19h

Local: Centro de Exposições Imigrantes
Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo – SP – Brasil
Eventos Simultâneos: Feira Internacional de Tecnologias em Fisioterapia e Feira Nacional da Pessoa Idosa
Transporte Gratuito – Estação do Metrô Jabaquara – Saída de Vans na Rua Nelson Fernandes, 400.
Fonte: Assessoria - http://passofirme.wordpress.com/


COL amplia acessibilidade para Pessoas com Deficiência na Jornada Mundial da Juventude

Posted: 04 Apr 2013 03:28 PM PDT

Diretores e representantes dos Setores do Comitê Organizador Local (COL) se reuniram nesta quarta-feira, 20, com representantes das áreas de Deficiência para ampliar as medidas de acessibilidade durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ). Em pauta estava os meios de comunicação oficiais, o acesso aos Atos Centrais, hospedagem e transporte.

De acordo com a diretora do Setor Hospedagem, Irmã Graça Maria, a pessoa com deficiência precisa deixar claro que deseja uma hospedagem diferenciada. Esta hospedagem é oferecida para o cadeirante e seu acompanhante e, nestes casos, a JMJ oferece transporte diferenciado para o peregrino participar dos Atos Centrais. Ainda segundo ela, a organização do evento entende que os grupos daqueles que não optam por essa opção vão prover o que é necessidade do cadeirante durante o evento.

A reunião tratou das diferentes realidades de cada deficiência. Todas as pessoas com deficiência serão tratados como peregrinos e serão alocados conforme o idioma do país de origem. No caso dos surdos, não haverá catequese diferenciada, já que é comum eles viajarem com intérpretes para fazer a tradução do que for dito. Os participantes da reunião entenderam que esta é a melhor medida para evitar a exclusão.

Durante todo o evento haverá voluntários que passarão por um treinamento para lidar com as questões específicas das pessoas com deficiência  No entanto, o diretor do Setor Voluntário, padre Ramon Nascimento, ressaltou que os voluntários não serão acompanhantes, mas auxiliarão pontualmente nas necessidades específicas. Em abril, mais de 200 voluntários passarão por um treinamento para trabalhar diretamente com eles.

César Bacchim, secretário nacional da Pastoral dos Surdos, avaliou que a preocupação do COL é sinal do amor e do zelo da Igreja com todos. “É importante a preocupação e o zelo e, sobretudo, é algo prático. Não é só você dizer que ama o cego, ama o surdo. Você ama o surdo concretamente colocando, por exemplo, um intérprete perto dele. E a Igreja está de parabéns porque está preocupada e tem que estar mesmo preocupando-se para que as pessoas possam participar de forma ativa, digna e respeitosa. Então acho que está de parabéns o COL, uma vez que está aberto a isso”, avaliou.

Daniele Menezes é deficiente visual. Ela foi peregrina na JMJ de Madri e nesta edição se inscreveu como voluntária. “Acho importante a questão de incluir as pessoas com deficiência  na JMJ aqui no Rio, assim como em Madri. Lá eu tive a alegria de participar. Não fui com um grupo específico de pessoas com deficiência visual. Fui com um grupo de amigos, mas vivenciei a JMJ como qualquer um, inclusa não só pelo grupo, mas pela JMJ em si. E tudo o que está sendo feito aqui é realizado com todo cuidado e carinho para que todos possam vivenciar a JMJ com toda sua amplitude. Afinal a Igreja é una e a unidade tem que prevalecer”, disse.

Fonte: Canção Nova Notícias
Posted: 04 Apr 2013 03:18 PM PDT
Portas automáticas que podem ser acionadas apertando um botão de fácil acesso melhora a qualidade de vida de pessoas com deficiências
Nos países industrializados, as populações em vias de envelhecer estão obrigando arquitetos, designers e urbanistas a levar em conta as necessidades dos idosos e portadores de deficiência.

Para cerca de 650 milhões de pessoas com deficiências em todo o mundo, uma moradia normal não é um abrigo seguro, mas uma armadilha de limites perigosos e ângulos que dificultam a locomoção. Construir edifícios e locais públicos sem esses obstáculos é um enorme desafio. A acessibilidade dos locais para pessoas com deficiência física, conhecida como design universal, é mais do que nunca uma prioridade premente devido ao envelhecimento das sociedades na Europa e na Ásia.

Já que muitos idosos atualmente desejam permanecer em suas casas e ‘envelhecer no seu lugar’, muitos edifícios privados requerem uma reforma total. As superfícies dos pisos de todos os aposentos, por exemplo, deveriam estar bem niveladas entre si para reduzir o risco de tropeços. Corredores e vãos de portas precisam ser largos o suficiente para as cadeiras de rodas, e as escadas deverão ser substituídas por rampas de inclinação suave. Banheiros e cozinhas para cadeirantes precisam ter interruptores de luz, maçanetas, puxadores e demais acessórios posicionados em uma altura adequada.

Numa casa-padrão, os cadeirantes frequentemente ficam entalados ao tentar executar as tarefas do dia a dia. Cozinhas que permitem a circulação e vãos livres embaixo do fogão e da pia podem ajudá-los a cozinhar e fazer a limpeza. Nos banheiros, as banheiras tradicionais – um obstáculo insuperável – podem ser substituídas por alternativas com perfil rebaixado ou sifão embutido no chão. Banheiras e vasos sanitários com sistemas de içamento e espaço para cadeiras de rodas oferecem soluções ainda mais convenientes.

A lista de deficiências é interminável, assim como a lista das características necessárias a uma vida com acessibilidade plena. Soluções de ‘tamanho único’ são impossíveis, pois cada uma das deficiências e sua severidade variam de pessoa para pessoa.

Pessoas com destreza manual reduzida podem viver de modo independente se as torneiras, maçanetas e demais itens forem de dimensões adequadas e fáceis de manusear, ou se forem controlados eletronicamente. Para pessoas com deficiências severas, computadores e sistemas de controle remoto podem ajustar iluminação, ventilação e outras funções de acordo com tempo, estação e preferência.

Fazer certo desde o começo
A fim de evitar reformas custosas, algumas autoridades governamentais e planejadores urbanos começaram a incorporar características similares nas novas construções, de modo que as casas não exijam modificações posteriores.

O governo japonês publicou suas diretrizes de projeto de moradias para uma sociedade em vias de envelhecer, recomendando que todas as novas moradias sejam projetadas com pisos nivelados, barras de apoio, portas e corredores mais largos. Esses itens são obrigatórios nos novos conjuntos residenciais, e os incorporadores que aplicarem essas diretrizes poderão se candidatar a empréstimos com juros mais baixos.

A Finlândia oferece subsídios similares para a construção de moradias novas e sem barreiras. Desde meados dos anos 1990, o bairro de Marjala, na cidade de Joensuu, foi desenvolvido com moradias, instalações compartilhadas, ruas, calçadas, praças e parques acessíveis a todos. Um canal multisserviço computadorizado mantém os moradores conectados com seus médicos. A comunidade oferece até oportunidades de trabalho em casa ou a distância para funcionários municipais.

A fim de capacitar as pessoas a se deslocar livremente além do seu bairro, a Finlândia foipioneira na implantação de um sistema de transporte por chamado, conhecido como DRTS (sigla em inglês para Demand Responsive Transportation System), que hoje é utilizado em mais da metade de todos os municípios finlandeses. Esse sistema público flexível combina táxis, ônibus e trens para prover transporte sob demandas para pessoas idosas e deficientes.

A Finlândia pode ser um exemplo de excelência, mas, com apenas cinco milhões de habitantes, isso não passa de uma gota no oceano. O desafio de verdade será atender os centenas de milhões de pessoas disfuncionais nos países em desenvolvimento que ainda não contam com o benefício de qualquer tipo de assistência.

Fonte: Allianz

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Conversação - PGM 1 - EDUCAÇÃO INCLUSIVA

Educação inclusiva

A Política Nacional para a Educação Inclusiva: Avanços e Desafios

ACESSIBILIDADE NAS UNIVERSIDADES-RIO

Acessibilidade

Acessibilidade .Desenho Universal:Deficientes, idosos , obesos....

Dicas de uso de Cadeira de Rodas M2U04380

Mostra de Arquitetura Universal - Acessibilidade

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Invenções para deficientes rendem prêmios a alunos do Sul de MG


Invenções para deficientes rendem 




prêmios a alunos do Sul de MG


Projetos foram desenvolvidos por estudantes de Santa Rita do Sapucaí.
Na última semana, inventos renderam oito prêmios nacionais.

Do G1 Sul de Minas
Estudantes de Santa Rita do Sapucaí(MG), cidade conhecida por Vale da Eletrônica, usam a tecnologia a serviço da saúde e desenvolvem diversos aparelhos para auxiliar portadores de necessidades especiais. Além de ajudar pessoas, os projetos rendem vários prêmios aos jovens inventores. Só na última semana, alunos de um curso técnico conseguiram oito prêmios nacionais.
Em Santa Rita do Sapucaí, 18 empresas desenvolvem aparelhos na área de saúde. Só no Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), são 25 projetos.
Os alunos Filipe Loyola e Isabel Francine Mendes usaram a criatividade pra dar mais mobilidade a cadeirantes. Eles criaram um kit de motorização para cadeiras de rodas. Bateria, controle e motores foram importados da China e podem ser instalados em qualquer tipo de cadeira. Com o kit, a cadeira pode ser usada no modo motorizado e caso a bateria acabe, ou se o paciente quiser, ele pode ativar o modo manual.
Os alunos conquistaram o terceiro lugar em um prêmio concedido no país e organizado por uma multinacional. No total, 150 projetos concorreram. “A ideia era fazer um kit motorizado com baixo custo e que pudesse ser acoplado a qualquer cadeira de rodas”, afirma Isabel.
Na Escola Técnica de Eletrônica (ETE), estudantes com idades entre 15 e 18 anos desenvolveram um aparelho capaz de levantar um portador de deficiência física. Basta encaixar os pés e o peito e as rodas ajudam na locomoção. O grupo se inspirou na história do pai do colega Walef Carvalho, que é paraplégico. A ideia também foi premiada e rendeu a eles o segundo lugar na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia da Universidade de São Paulo.
Invenções para deficientes rendem prêmios a alunos e Santa Rita do Sapucaí (Foto: Reprodução EPTV)Invenções para deficientes rendem prêmios a alunos e Santa Rita do Sapucaí (Foto: Reprodução EPTV)
“O nosso projeto ter sido premiado foi muito bom para nos mostrar que o nosso esforço valeu a pena. Sem contar que meu pai ficou muito orgulhoso”, diz Carvalho.
Na feira, o grupo empatou com os colegas da terceira série da ETE. O trio criou um dispositivo que simula os batimentos de um coração. O equipamento tem um banco de dados importado dos Estados Unidos.
Também na busca de aliar tecnologia na área de saúde, uma turma criou uma campainha para deficientes visuais e auditivos. “É um dispositivo luminoso, vibratório e sonoro que auxilia o deficiente dentro da residência”, explica Jaine Cássia Fonseca Amaral, que participou do projeto.
Os projetos da ETE concorreram com mais de 350 invenções de todo o país. O Vale da Eletrônica tem mais de 140 empresas, onde são fabricados mais de 13 mil produtos.

Olho Biônico permite que deficientes visuais reconheçam objetos - Jornal...

SECRETÁRIO ANDRÉ LAZARONI RECEBE DELEGAÇÃO DE PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS DE CHICAGO (EUA)


SECRETÁRIO ANDRÉ LAZARONI RECEBE DELEGAÇÃO DE PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS DE CHICAGO (EUA)

 03/04/2013 - 20:38h - Atualizado em 03/04/2013 - 20:50h 
Grupo de dirigentes e ex-atletas paralímpicos norte-americanos está no Rio de Janeiro para conhecer melhor as políticas públicas de acessibilidade

Secretário de Estado de Esporte e Lazer, André Lazaroni, com os integrantes da delegação de Chicago e membros da Andef no Maracanãzinho / Fotos: Marcelo Santos

O Secretário de Estado de Esporte e Lazer e presidente da Suderj, André Lazaroni, recebeu, na tarde desta quarta-feira (03/04), a delegação de pessoas com deficiência de Chicago (EUA) que está no Rio de Janeiro para realizar visitas técnicas e conhecer melhor como são desenvolvidas as políticas públicas voltadas aos portadores de necessidades especiais. Ao final do encontro, a delegação norte-americana, composta por ex-atletas e dirigente paralímpicos, conheceu o ginásio do Maracanãzinho.

O secretário André Lazaroni destacou que o novo Maracanã está prestes a ser entregue e será um estádio mais acessível a todos. O secretário ainda ressaltou que a cidade deve se preparar para receber da melhor forma possível cadeirantes, deficientes auditivos e visuais, entre outros portadores de necessidades especiais.

- Os Jogos Paralímpicos de 2016 que serão realizados no Rio de Janeiro serão uma oportunidade única que a cidade terá para se adaptar e atender aos portadores de necessidades especiais. Ainda há muito a ser feito, mas temos o compromisso de fazer do Rio de Janeiro um lugar acessível para todas as pessoas – afirmou André Lazaroni.

Durante o encontro, os integrantes da delegação, juntamente com representantes da Associação Niteroiense dos Deficientes Físicos (Andef), discutiram o apoio do setor público a programas de esporte para a pessoa com deficiência e a melhora das práticas para a promoção dos direitos e da visibilidade da pessoa com deficiência.

 Secretário André Lazaroni presenteou a delegação norte-americana com o livro sobre o Estádio do Maracanã

A delegação de Chicago é composta de oito pessoas, entre as quais a medalhista paralímpica Linda Mastrandrea, que também foi membro do Comitê de Candidatura de Chicago para os Jogos 

Adolescente com Síndrome de Down estabelece recorde no Everest


Posted: 03 Apr 2013 09:39 AM PDT
Eli ReimeJovem de 15 anos dos EUA foi o primeiro a alcançar o Campo Base Sul. Ele chegou ao campo de 5.364 metros de altura após 10 dias de escalada.
Um americano de 15 anos se tornou o primeiro adolescente com síndrome de Down a alcançar o Campo Base Sul do Everest, de acordo com seu pai, em uma tentativa de inspirar atitudes diferentes a respeito de seu distúrbio genético.
Eli Reimer, do Oregon, chegou ao campo de 5.364 metros de altura nas montanhas do Himalaia, no Nepal, em março, após 10 dias de escalada.
“Uma parte do objetivo da expedição era ter pelo menos um montanhista com deficiência conosco e, com sua tentativa, destacar as capacidades dos ‘des’-capacitados”, declarou o pai do jovem, Justin, integrante da expedição.
A escalada também foi um projeto para arrecadar fundos para a Fundação Elisha, fundada pelos pais de Eli.
Eli seria o primeiro adolescente a chegar ao Campo Base, mas um britânico de 35 anos com síndrome de Down já havia feito a mesma viagem.
A síndrome de Down, um distúrbio genético pelo qual a pessoa tem um cromossomo adicional, pode provocar problemas cognitivos, mas os últimos progressos da medicina, educação e inclusão social têm permitido que muitos possam viver de modo independente ao chegar à idade adulta.
“Agora (Eli) é uma espécie de superestrela no colégio”, afirmou o pai.
“Gostei da vida no campo base e de estar com meus novos amigos da equipe de alpinismo”, disse Eli.
Eli Reimer em foto no Campo Base Sul do Everest (Foto: Elisha Foundation/AFP)Eli Reimer em foto no Campo Base Sul do Everest
(Foto: Elisha Foundation/AFP)
Fonte: G1

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Andrew Parsons vê “forte presença paralímpica” em cidades postulantes aos Jogos 2020

Comitê Paralímpico Brasileiro
parsons + logo rio 2016

Comitê Paralímpico Brasileiro - Temporada de tiro esportivo paralímpico começa neste final de semana em Curitiba

Comitê Paralímpico Brasileiro
garletti

P r r o o t t o o c c o o l l o o d d o o E E s s t t a a d d o o S S ã ã o o P P a a u u l l o o d d e e D D i i a a g g n n ó ó s s t t i i c c o o , , T T r r a a t t a a m m e e n n t t o o e e E E n n c c a a m m i i n n h h a a m m e e n n t t o o d d e e P P a a c c i i e e n n t t e e s s c c o o m m T T r r a a n n s s t t o o r r n n o o d d o o E E s s p p e e c c t t r r o o A A u u t t i i s s t t a a ( ( T T E E A A ) )

http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/usr/share/documents/ProtocoloEstadodeSaoPaulodeDiagnosticoTEA.pdf

Pessoas com Down buscam autonomia e atingem sucesso profissional

Pessoas com Down buscam autonomia e atingem sucesso profissional

LUCIANA COELHO
ENVIADA ESPECIAL A NOVA YORK
MARCO VARELLA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
O centro de distribuição que a rede de farmácias e varejo Walgreens abriu na Carolina do Sul (EUA), em 2007 tem uma peculiaridade: produtividade 20% maior que a de seus pares.
O segredo do negócio, conta o então vice-presidente da rede, Randy Lewis, é o perfil dos funcionários. Criado em 2007, o centro foi o primeiro da empresa a empregar e treinar pessoas com deficiência intelectual.
"Sempre tivemos em mente que é um bom negócio, não caridade", afirmou ele em painel do Dia Mundial da Síndrome de Down promovido na sede da ONU, em Nova York. Neste segundo ano, o foco foi a inclusão no mercado de trabalho.
Aposentado após 16 anos pilotando a logística da rede, Lewis diz que os dois centros da Walgreens que empregam pessoas com deficiência são os mais produtivos dos 13 existentes. E são procurados por empresas interessadas em funcionários que, segundo pesquisas, faltam menos e tendem a trocar de emprego com frequência menor.
"Quando começamos, sabíamos que teríamos impacto entre pessoas com deficiência e suas famílias", diz Lewis, cujo filho é autista. "Descobrimos que tínhamos impacto maior ainda sobre as pessoas sem deficiência."
Glória Moreira Salles, que preside a ONG Carpe Diem para a inclusão de deficientes intelectuais no Brasil, acha que, no país, ainda há resistência a quebrar.
"[As empresas] ainda têm medo de não saber lidar com a pessoa [com deficiência]. Por isso é importante o acompanhamento de uma associação de apoio a qual se possa recorrer em caso de dúvida" diz a voluntária, que tem uma filha adulta com Down e foi a Nova York para o evento.
"Temos de mostrar que dá certo. E as famílias têm de fortalecer a pessoa com síndrome de Down para que sejam elas as protagonistas."

Fabio Braga/Folhapress
Marizete dos Santos Silva, 35, trabalha há um mês em uma rede de Fast Food e vê o emprego como sonho realizado
Marizete dos Santos Silva, 35, trabalha há um mês em uma rede de Fast Food e vê o emprego como sonho realizado
E dá mesmo. A baiana Marizete dos Santos Silva, 35, trabalha há quase um mês em um McDonald's em São Paulo e vê isso como um sonho realizado --seja quando precisa limpar o chão ou servir sorvete. "Estou gostando", diz ela, que escolheu a rede de fast food entre opções de farmácias e supermercados após dois anos na Oficina Abrigada de Trabalho, que promove a inclusão.
"Com meu salário, quero ajudar a minha irmã a pagar as contas e comprar as minhas coisas, crescer forte. Tenho que ter independência", resume, contando que vai e volta sozinha para o trabalho.
Não há estatística sobre pessoas com síndrome de Down no mercado. O Censo de 2010 aponta, genericamente, que, dos 2,6 milhões de deficientes intelectuais no país, 22% dos homens e 16% das mulheres trabalham. Já nos EUA, 18% dos deficientes físicos e intelectuais estavam no mercado em 2011, mas o desemprego entre eles chegava a 15% --o dobro da média.
O ator e judoca carioca Breno Viola, 32, quer melhorar esses números. Famoso pelo filme "Colegas", ele está fascinado pelo papel de autodefensor, ao dar voz a pessoas com a síndrome, como ele.
Breno também trabalha no Movimento Down, que dissemina informações e congrega esforços de inclusão. Sua função é ler textos extensos, extrair deles as informações principais e organizá-las, com a ajuda dos monitores, para que outras pessoas com a síndrome entendam.
É aí que se dá o acesso, explica."Para as pessoas com deficiência visual, é preciso cão-guia, bengala e [escrita] braile. Para as com deficiência auditiva, a linguagem de sinais. E para as pessoas com deficiência intelectual, como eu, é preciso ter textos simples, com imagens."
De olho na próxima geração, Breno quer ministrar cursos para que mais autodefensores possam mostrar como a inserção funciona.
"Ser valorizado é muito bom. Ter direito ao trabalho, e ter sua vida é muito bom."

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Wanya Leite - Vila Isabel /RJ
Mãe de Yago, 11 anos que está autista e de Vinícius, 9 anos que tem dislexia.
Fundadora do GBPAA - Grupo Bate Papo Amigos de Autistas e AAPA - Associação de Apoio a Pessoa Autista.
Ex Presidente e atual conselheira no Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Nova Iguaçu - COMUDE

"A inclusão escolar começa na alma do professor, contagia seus sonhos e amplia seus ideais. A utopia pode ter muitos defeitos, mas pelo menos, uma virtude tem: ela nos faz caminhar."
Eugênio Cunha - Autismo e Inclusão - Psicopedagogia e práticas educativas na escola e na família. 
 

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