domingo, 28 de outubro de 2012

Síndrome de Asperger - Autismo (Parte II)


Síndrome de Asperger - Autismo (Parte II)

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20 de fevereiro de 2011
Em 2010, a American Psychiatric Association divulgou a proposta para o DSM-V, onde a Síndrome de Asperger desaparece como diagnóstico distinto, passando a estar incluída no autismo.
Características - A SA é caracterizada por:
· Interesses específicos e restritos ou preocupações com um tema em detrimento de outras atividades;
· Rituais ou comportamentos repetitivos;
· Peculiaridades na fala e na linguagem;
· Padrões de pensamento lógico/técnico extensivo;
· Comportamento socialmente e emocionalmente impróprio e problemas de interação interpessoal;
· Problemas com comunicação;
· Habilidade de desenhar para compensar a dificuldade de se expressar verbalmente;
· Transtornos motores, movimentos desajeitados e descoordenados.
· Segundo alguns estudos, apresentam imaginação e criatividade fantasiosa mais reduzida do que uma criatividade com bases em fatos reais
· Frequentemente, por um Q.I. verbal significativamente mais elevado que o não-verbal
As características mais comuns e importantes da SA podem ser divididas em várias categorias amplas: as dificuldades sociais, os interesses específicos e intensos, e peculiaridades na fala e na linguagem. Outras características são comumente associadas com essa síndrome, mas nem sempre tomadas como necessárias ao diagnóstico. Esta seção reflete principalmente as visões de Attwood, Gillberg e Wing sobre as características mais importantes da SA; os critérios DSM-IV representam uma visão ligeiramente distinta. Diferentemente da maioria dos tipos de TDI, a SA é geralmente camuflada, e muitas pessoas com o transtorno convivem perfeitamente com os que não têm. Os efeitos da SA dependem de como o indivíduo afetado responde à própria síndrome.
Diferenças sociais - Apesar de não haver uma única distinção comum a todos os portadores de SA, as dificuldades com o convívio social são praticamente universais, e portanto também são um dos critérios definidores mais relevantes. As pessoas com SA não têm a habilidade natural de enxergar os subtextos da interação social, e podem não ter capacidade de expressar seu próprio estado emocional, resultando em observações e comentários que podem soar ofensivos apesar de bem-intencionados, ou na impossibilidade de identificar o que é socialmente “aceitável”. As regras informais do convívio social que angustiam os portadores de SA são descritas como “o currículo oculto”. Os Aspergers precisam aprender estas aptidões sociais intelectualmente de maneira clara, seca, lógica como matemática, em vez de intuitivamente por meio da interação emocional normal.
Os não-autistas são capazes de captar informação sobre os estados cognitivos e emocionais de outras pessoas baseadas em “pistas” deixadas no ambiente social e em traços como a expressão facial, linguagem corporal, humor e ironia. Já os portadores de SA não têm essa capacidade, o que é às vezes chamado de “cegueira emocional”. Este fenômeno também é considerado uma carência de teoria da mente. Sem isso, os indivíduos com SA não conseguem reconhecer nem entender os pensamentos e sentimentos dos demais. Desprovidos dessa informação intuitiva, não podem interpretar nem compreender os desejos ou intenções dos outros e, portanto, são incapazes de prever o que se pode esperar dos demais ou o que estes podem esperar deles. Isso geralmente leva a comportamentos impróprios e anti-sociais. No texto Asperger’s Syndrome, Intervening in Schools, Clinics, and Communities, Tony Attwood categoriza as várias maneiras que a carência de “teoria mental” ou abstração podem afetar negativamente as interações sociais de portadores de Asperger:
1. Dificuldade em compreender as mensagens transmitidas por meio da linguagem corporal - pessoas com SA geralmente não olham nos olhos, e quando olham, não conseguem “ler”.
2. Interpretar as palavras sempre em sentido denotativo - indivíduos com SA têm dificuldade em identificar o uso de coloquialismos, ironia, gírias, sarcasmo e metáforas.
3. Ser considerado grosso, rude e ofensivo - propensos a comportamento egocêntrico, Aspergers não captam indiretas e sinais de alertas de que seu comportamento é inadequado à situação social.
4. Aperceber-se de erros sociais - à medida que os Aspergers amadurecem e se tornam cientes de sua “cegueira emocional”, começam a temer cometer novos erros no comportamento social, e a autocrítica em relação a isso pode crescer a ponto de se tornar fobia.
5. Paranóia - por causa da “cegueira emocional”, pessoas com SA têm problemas para distinguir a diferença entre atitudes deliberadas ou casuais dos outros, o que por sua vez pode gerar uma paranóia.
6. Lidar com conflitos - ser incapaz de entender outros pontos de vista pode levar a inflexibilidade e a uma incapacidade de negociar soluções de conflitos. Uma vez que o conflito se resolva, o remorso pode não ser evidente.
7. Consciência de magoar os outros - uma falta de empatia em geral leva a comportamentos ofensivos ou insensíveis não-intencionais.
8. Consolar os outros - como carecem de intuição sobre os sentimentos alheios, pessoas com AS têm pouca compreensão sobre como consolar alguém ou fazê-los se sentirem melhor.
9. Reconhecer sinais de enfado - a incapacidade de entender os interesses alheios pode levar Aspergers a serem incompreensíveis ou desatentos. Na mão inversa, pessoas com SA geralmente não percebem quando o interlocutor está entediado ou desinteressado.
10. Introspecção e autoconsciência - indivíduos com SA têm dificuldade de entender seus próprios sentimentos ou o seu impacto nos sentimentos alheios.
11. Vestimenta e higiene pessoal - pessoas com SA tendem a ser menos afetadas pela pressão dos semelhantes do que outras. Como resultado, geralmente fazem tudo da maneira que acham mais confortável, sem se importar com a opinião alheia. Isto é válido principalmente em relação à forma de se vestir e aos cuidados com a própria aparência.
12. Amor e rancor recíproco - como Aspergers reagem mais pragmaticamente do que emocionalmente, suas expressões de afeto e rancor são em geral curtas e fracas.
13. Compreensão de embaraço e passo em falso - apesar do fato de pessoas com SA terem compreensão intelectual de constrangimento e gafes, são incapazes de aplicar estes conceitos no nível emocional.
14. Lidar com críticas - pessoas com SA sentem-se forçosamente compelidas a corrigir erros, mesmo quando são cometidos por pessoas em posição de autoridade, como um professor ou um chefe. Por isto, podem parecer imprudentemente ofensivos.
15. Velocidade e qualidade do processamento das relações sociais - como respondem às interações sociais com a razão e não intuição, portadores de SA tendem a processar informações de relacionamentos muito mais lentamente do que o normal, levando a pausas ou demoras desproporcionais e incômodas.
16. Exaustão - quando um indivíduo com SA começa a entender o processo de abstração, precisa treinar um esforço deliberado e repetitivo para processar informações de outra maneira. Isto muito freqüentemente leva a exaustão mental.
Uma pessoa com SA pode ter problemas em compreender as emoções alheias: as mensagens passadas pela expressão facial, olhares e gestual tem um impacto baixo, mas não nulo (como no caso dos psicopatas). Eles também podem ter dificuldades em demonstrar empatia. Assim, Aspergers podem parecer egoístas, egocêntricos ou insensíveis. Na maioria dos casos, estas percepções são injustas porque os portadores da Síndrome são neurologicamente incapazes de entender os estados emocionais das pessoas à sua volta. Eles geralmente ficam chocados, irritados e magoados quando lhes dizem que suas ações são ofensivas ou impróprias. É evidente que pessoas com SA têm emoções. Mas a natureza concreta dos laços emocionais que venham a ter (ou seja, com objetos em vez de pessoas) pode parecer curiosa ou até ser uma causa de preocupação para quem não compartilha da mesma perspectiva.
O problema pode ser exacerbado pelas respostas daqueles neurotípicos que interagem com portadores de SA. O aparente desapego emocional de um paciente Asperger pode confundir e aborrecer uma pessoa neurotípica, que por sua vez pode reagir ilógica e emocionalmente — reações que vários Aspergers especialmente não toleram. Isto pode gerar um círculo vicioso e às vezes desequilibram particularmente famílias de pessoas Aspergers.
O fato de não conseguir demonstrar afeto — pelo menos de modo convencional — não significa necessariamente que pessoas com SA não sintam afeto. A compreensão disto pode ajudar parceiros ou convíveres a se sentir menos rejeitados e mais compreensivos. O aumento da compreensão também pode resultar de leitura e pesquisa sobre a Síndrome e outros transtornos comórbidos. Às vezes, ocorre o problema oposto: a pessoa com SA é anormalmente afeiçoada a alguém e não consegue captar ou interpretar sinais daquela pessoa, causando aborrecimento.
Outro aspecto importante das diferenças sociais encontradas em aspergers é uma fraqueza na coerência central do indivíduo. Pessoas com esta deficiência podem ser tão focadas em detalhes que não conseguem compreender o conjunto. Uma pessoa com coerência central fraca pode lembrar de uma história minuciosamente mas ser incapaz de fazer um juízo de valor sobre a narrativa. Ou pode entender um conjunto de regras detalhadamente mas ter dúvidas de como aplicá-las. Frith e Happe exploram a possibilidade de que a atenção a detalhes seja uma abordagem em vez de deficiência. Certamente parece haver várias vantagens em orientar-se por detalhes, particularmente em atividades e profissões que requeiram alto nível de meticulosidade. Também pode-se entender que isto cause problemas se a maior parte dos não-autistas for capaz de transitar fluidamente entre a abordagem detalhista e a generalista.
Diferenças de fala e linguagem - Pessoas com SA tipicamente tem um modo de falar altamente “pedante”, usando um registro formal muitas vezes impróprio para o contexto. Uma criança de cinco anos de idade com essa condição pode falar regularmente como se desse uma palestra universitária, especialmente quando discorrer sobre seu(s) assunto(s) de interesse.
A interpretação literal é outro traço comum, embora não universal, da Síndrome de Asperger. Attwood dá o exemplo de uma menina com SA que um dia atendeu ao telefone e perguntaram “O Paul está aí?”. Embora o Paul em questão estivesse em casa, não estava no mesmo cômodo que ela. Assim, após olhar em volta para se certificar disso, a menina simplesmente respondeu “Não” e desligou. A pessoa do outro lado da linha teve de ligar novamente e explicar a ela que queria que a menina encontrasse o Paul e passasse o telefone a ele.
Indivíduos com SA podem usar palavras idiossincráticas, incluindo neologismos e justaposições incomuns. Isto pode tornar-se um raro dom para humor (especialmente trocadilhos, jogos de palavras e sátiras). Uma fonte potencial de humor é a percepção eventual de que suas interpretações literais podem ser usadas para divertir os outros. Alguns são tão apurados no domínio da língua escrita que podem ser considerados hiperléxicos. Tony Attwood cita a habilidade de uma criança em particular de inventar expressões, por exemplo, “tirar o pingo dos is” (o oposto de botar o pingo nos is) ou dizer que seu irmão bebê está “escangalhado” por não poder andar nem falar.
Outros comportamentos típicos são ecolalia (repetição ou eco da fala do interlocutor) e palilalia (repetição de suas próprias palavras).
Um estudo de 2003 investigou a linguagem escrita de crianças e adolescentes com SA. As amostras foram comparadas aos seus pares neurotípicos num teste padronizado de escrita e legibilidade da caligrafia. Nas técnicas de escrita, não foram encontradas diferenças significativas entre os padrões de ambos os grupos; entretanto, na caligrafia, os participantes com SA produziram letras e palavras consideravelmente menos legíveis do que as do grupo neurotípico. Outra análise de exemplos de texto escrito constatou que pessoas com Asperger produzem quantidade de texto similar às dos neurotípicos, mas têm dificuldade em produzir escrita de qualidade.
Tony Attwood afirma que um professor pode gastar tempo considerável interpretando e corrigindo o garrancho indecifrável de uma criança com Asperger. A criança também é ciente da qualidade inferior de sua caligrafia e pode relutar em participar de atividades que envolvam trabalho manuscrito extensivo. Infelizmente para alguns adultos e crianças, os professores colegiais e os potenciais empregadores podem considerar a precisão da caligrafia como medida da inteligência e personalidade. A criança pode requerer assistência de terapia ocupacional e exercícios corretivos, mas a tecnologia moderna pode ajudar minimizar este problema. O pai ou monitor pode também atuar como redator ou revisor da criança para assegurar a legibilidade das respostas nos deveres de casa.
Interesses específicos e intensos - A Síndrome de Asperger na criança pode se desenvolver como um nível de foco intenso e obsessivo em assuntos de interesse, muitos dos quais são os mesmos de crianças normais. A diferença de crianças com SA é a intensidade incomum desse interesse. Alguns pesquisadores sugeriram que essas “obsessões” são essencialmente arbitrárias e carecem de qualquer significado ou contexto real. No entanto, uma pesquisa de 1999 sugere que geralmente não é esse o caso.
Algumas vezes, os interesses são vitalícios; em outros casos, vão mudando a intervalos imprevisíveis. Em qualquer caso, são normalmente um ou dois interesses de cada vez. Ao perseguir estes interesses, portadores de SA freqüentemente manifestam argumentação extremamente sofisticada, um foco quase obsessivo e uma memória impressionantemente boa para dados factuais (ocasionalmente, até memória eidética). Hans Asperger chamava seus jovens pacientes de “pequenos professores” por que ele achava que seus pacientes tinham como compreensão um entendimento de seus campos de interesse assim como os professores universitários.
Pessoas com Síndrome de Asperger podem ter pouca paciência com coisas fora destes campos de interesse específico. Na escola, podem ser considerados inaptos ou superdotados altamente inteligentes, claramente capazes de superar seus colegas em seu campo do interesse, e ainda assim constantemente desmotivados para fazer deveres de casa comuns (às vezes até mesmo em suas próprias áreas de interesse). Outros podem ser hipermotivados para superar os colegas de escola. A combinação de problemas sociais e de interesses específicos intensos pode conduzir ao comportamento incomum, tal como abordar um desconhecido e iniciar um longo monológo sobre um assunto de interesse especial em vez de se apresentar antes da maneira socialmente aceita. Entretanto, em muitos casos os adultos podem superar estas impaciências e falta de motivação e desenvolver mais tolerância às novas atividades e a conhecer pessoas. (Fonte da pesquisa – Wikipédia)
OBSERVAÇÃO - Apenas resolvemos desenvolver uma pesquisa em função de alguns casos conhecidos. Partimos, inicialmente, da exibição - repetida por várias oportunidades -, do filme americano The Sixth Sense (O sexto sentido), lançado em 1999 e estrelado pelo astro americano Bruce Willis com o apoio do ator mirim Haley Joel Osment. Quem desejar obter informações mais específicas e completas, pode procurar a Associação Portuguesa de Síndrome de Asperger (www.apsa.org.pt), a Associação Brasileira de Psicoterapia e Medicina Comportamental (www.a bpmc. org.br) ou, mais especificamente, o Neurologista da Infância e da Adolescência, José Salomão Schwartzman (www. schwartzman.com.br). – JOR.

Grupo adapta 'O Mágico de Oz' para deficientes visuais em Sorocaba, SP


 

Elementos sensoriais foram incluídos na montagem da peça.
Público e atores se emocionaram com a apresentação inédita.

Luana EidDo G1 Sorocaba e Jundiaí
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Plateia "assistiu" à peça por meio de elementos sensoriais (Foto: Geraldo Nascimento Jr./G1)Crianças puderam interagir com atores
(Foto: Geraldo Nascimento Jr./G1)
O grupo de teatro de uma academia de Sorocaba (SP) apresentou nesta sexta-feira (26) uma adaptação da peça "O Mágico de Oz", do projeto "O Teatro e o Deficiente Visual - Um toque apenas". A iniciativa é da Associação Sorocabana de Atividades para os Deficientes Visuais (ASAC).
A peça é dirigida por Rose Marques, que falou ao G1 sobre a inclusão de pessoas com esse tipo de deficiência no teatro. "Foi necessário muito estudo para entender o universo do deficiente visual. Foram três meses de pesquisas até chegar no resultado final", disse.
Renata Milego Campoi Martins é coordenadora pedagógica da ASAC e acredita que o objetivo da montagem é incentivar a leitura e a inclusão. "Já levamos o grupo para o cinema com áudio descrição, mas em uma peça de teatro assim é a primeira vez."
A organização contou com recursos que despertassem os cinco sentidos. Instrumentos musicais e até maçãs foram utilizados na peça. O público pôde sentir o caminho da "estrada das pedras amarelas" e até mesmo o figurino dos atores. "Queremos soltar a imaginação deles, fazê-los sentir a peça", comentaram os atores Mayara Moraes e Vinicius Novelli. Os artistas encenaram em meio ao público, interagindo com ele.
Na busca pelo coração do homem de lata, pelo cérebro do espantalho e pela coragem do leão, a montagem trouxe a visão por meio da imaginação para o público, que era formado por todas as idades. "Imaginei o castelo cheio de janelas e escadas e recordei do meu tempo de criança", conta, emocionada, Elza de Jesus Rosa Francisco, que veio de Itu (SP) para conferir sua primeira peça teatral. Emoção que não foi diferente para Isabela Martins, de 10 anos. "Gostei de pegar na roupa do espantalho e de quando ele caiu perto de mim."
Ao final da peça, os atores se emocionaram com o resultado. "Foi um sonho. Eu nunca pensei que teria essa experiência incrível. Fiquei impressionada com a confiança que eles têm na gente", comemora a atriz Maria Gabriela Adolfo Castilho, que interpretou Dorothy. Agora, a peça parte para o Rio de Janeiro, onde tem apresentação marcada para a próxima segunda-feira (5).
Plateia "assistiu" à peça por meio de elementos sensoriais (Foto: Geraldo Nascimento Jr./G1)Plateia "assistiu" à peça por meio de elementos sensoriais (Foto: Geraldo Nascimento Jr./G1)

INSTRUÇÕES PARA O CADASTRAMENTO DE PROFISSIONAIS DE NÍVEL SUPERIOR DAS ÁREAS DE SAÚDE, APOIO À SAÚDE, TÉCNICA, DE MAGISTÉRIO E DE ENGENHARIA, PARA A PRESTAÇÃO DO SERVIÇO MILITAR VOLUNTÁRIO (SMV) COMO OFICIAIS DA MARINHA EM 2013.




MARINHA DO BRASIL
COMANDO DO 1º DISTRITO NAVAL
AVISO DE CONVOCAÇÃO Nº 05/2012
INSTRUÇÕES PARA O CADASTRAMENTO DE PROFISSIONAIS DE NÍVEL SUPERIOR
DAS ÁREAS DE SAÚDE, APOIO À SAÚDE, TÉCNICA, DE MAGISTÉRIO E DE
ENGENHARIA, PARA A PRESTAÇÃO DO SERVIÇO MILITAR VOLUNTÁRIO (SMV)
COMO OFICIAIS DA MARINHA EM 2013.
O Comando do 1º Distrito Naval torna pública a abertura do período de apresentação para
cadastramento de voluntários(as), referente à prestação do Serviço Militar Voluntário (SMV), para
ambos os sexos,  como Oficial de 2ª Classe da Reserva da Marinha (RM2), de acordo com o disposto
nas Leis nº 4.375/1964 e nº 5.292/1967 e Decreto 4.780/2003, para o exercício de atividades
profissionais, a fim de completar o efetivo de militares, nas Organizações Militares (OM), na área de
jurisdição do 1º Distrito Naval, nos Estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo.
O cadastramento de voluntários(as) não implica, por parte da Marinha do Brasil, em qualquer
compromisso até o início do Estágio de Adaptação e  Serviço (EAS) ou Estágio de Serviço Técnico
(EST).

Jovem com deficiência visual faz questão de votar, em Vila Velha, ES


 Victor Hugo Loureiro, de 18 anos, tem apenas 10% da visão.

Ele foi acompanhado do pai, que o incentiva.

Juirana NobresDo G1 ES
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Deficiente visual faz questão de votar, em Vila Velha (Foto: Juirana Nobres/ G1 ES)Deficiente visual faz questão de votar, em Vila Velha
(Foto: Juirana Nobres/ G1 ES)
Mesmo com 10% da visão, Victor Hugo Loureiro de 18 anos fez questão de votar, neste domingo (28). O estudante compareceu à urna na Escola Municipal Desembargador Cândido Marinho, no bairro Soteco em Vila Velha, na Grande Vitória.
Para votar, Victor Hugo foi ao lado do pai, o agente administrativo Flávio Matos de 43 anos. "Sempre incentivei meu filho a não deixar de exercer sua cidadania. A deficiência visual que ele possui não pode impedi-lo de nada. Esse ato é muito importante, só assim podemos solicitar melhorias para a nossa cidade e meu filho tem que participar disso. Mesmo não enxergando nada bem, ele vai poder desfrutar das coisas que podem ser feitas em Vila Velha com uma boa administração", explicou Matos.
Com o incentivo do pai, Victor Hugo disse que não teve dificuldades para digitar os números. "Meu pai como sempre esteve ao meu lado. Ele me acompanhou ao lado da urna, mas fui eu que apertei as teclas. Sei que o meu voto é muito importante para as mudanças que queremos", disse o estudante aos risos.

Caraguá: Jovens de projeto social inclusivo se divertem na Prainha

Caraguá: Jovens de projeto social inclusivo se divertem na Prainha

GOIÂNIA RECEBE COPA BRASIL DE GOLBOL

http://globoesporte.globo.com/globo-esporte/videos/t/outras-localidades/v/goiania-recebe-copa-brasil-de-goalbal/2211579/?filtro=goias

Globo Esporte

Caraguá: Jovens de projeto social inclusivo se divertem na Prainha

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FDA aprova remédio para tratamento de convulsões


FDA aprova remédio para tratamento de convulsões

Testes mostraram melhoria no controle das crises em pacientes que tomaram Fycompa em comparação com placebo

DO R7
A Food and Drug Administration EUA (FDA) aprovou o medicamento Fycompa (perampanel) para o tratamento de crises parciais em doentes com epilepsia com 12 anos de idade ou mais velhos.

As crises parciais são o tipo mais comum de convulsão visto em pessoas com epilepsia. A epilepsia é uma desordem cerebral na qual há atividade anormal ou excessiva de células nervosas no cérebro. Crises parciais afetam apenas uma área limitada do cérebro, mas pode se espalhar para outras partes do cérebro.

As convulsões causam uma grande variedade de sintomas, incluindo movimentos repetitivos dos membros (espasmos), comportamento incomum e perda de consciência.

"Algumas pessoas com epilepsia não conseguem o controle satisfatório das crises por meio dos tratamentos que estão usando. É importante ter uma variedade de opções de tratamento disponíveis para esses pacientes", afirma Russell Katz, da FDA.

Os resultados de três ensaios clínicos mostraram uma melhoria no controle das convulsões em pacientes que tomam Fycompa em comparação com aqueles que tomaram uma pílula inativa (placebo).

As reações adversas mais comuns relatadas por pacientes que receberam Fycompa em ensaios clínicos incluem: tonturas, sonolência, fadiga, irritabilidade, cataratas, infecção do trato respiratório superior, aumento de peso, vertigens, perda de coordenação muscular, alterações do equilíbrio, ansiedade e sono excessivo.




VÍDEOS DO CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA - CONFEF

http://www.youtube.com/SistemaCONFEFCREFs
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Sobre Sistema CONFEF/CREFs

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