quinta-feira, 30 de setembro de 2010

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Viva sem Dor - Artigos

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Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiencia - Sao Paulo

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Brasil ganha premio internacional em concurso de jovens cientistas da UE - Ciencia - iG

Brasil ganha premio internacional em concurso de jovens cientistas da UE - Ciencia - iG




Brasil ganha prêmio internacional em concurso de jovens cientistas da UE



William Lopes ganhou 7 mil euros por trabalho sobre utilização de fungo no tratamento de tintas

EFE | 28/09/2010 19:49
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Os projetos procedentes da República Tcheca, Polônia e Hungria conquistaram os primeiros prêmios da 22ª edição do concurso da União Europeia (UE) para jovens cientistas, que começou no dia 26 de setembro e terminou hoje em Lisboa, informou a organização.

O júri, composto por 18 cientistas renomados, avaliou também o trabalho sobre a utilização do fungoAspergillus Níger para tratamento de tintas, do brasileiro William Lopes, que obteve o prêmio Internacional, dedicado ao melhor entre os países não pertencentes aos 27 estados-membros da UE.

Os vencedores, que embolsarão 7 mil euros cada, foram o projeto tcheco sobre as nanopartículas de CO2 - aplicável na pesquisa de armazenamento dos gases efeito estufa -, o polonês com um estudo sobre as formigas cinerea e o húngaro sobre educação científica.

"Jovens como estes contribuem para moldar o futuro e acho que estamos em boas mãos", declarou a comissária europeia para Investigação, Inovação e Ciência, Máire Geoghegan Quinn na cerimônia de encerramento.

Após quatro dias, o museu da Eletricidade da capital portuguesa acolheu 85 projetos de 124 jovens, entre 14 e 21 anos, provenientes de 37 países, 27 da UE e dez convidados, entre eles Brasil, Estados Unidos, Canadá, Israel e China.

Entre os latinos-americanos, se destacou o brasileiro Lopes, um jovem pesquisador de 20 anos, natural de Novo Hamburgo (Rio Grande do Sul). 
Entre os latinos-americanos, se destacou o brasileiro Lopes, um jovem pesquisador de 20 anos, natural de Novo Hamburgo (Rio Grande do Sul). Seu projeto premiado sobre utilização do fungo Aspergillus Níger tem como objetivo principal baratear o processo de coloração de tecidos como o couro e foi muito bem-recebido pelo público.



Seu projeto premiado sobre utilização do fungoAspergillus níger tem como objetivo baratear o processo de coloração de tecidos e de couro e foi bem-recebido pelo público. "É uma iniciativa amiga do meio ambiente e mais barata. Já existem várias empresas interessadas", disse Lopes à Agência Efe.

O concurso de Jovens Cientistas da UE, impulsionado pela Comissão Europeia (CE-órgão executivo da UE), começou em 1989 e visa promover a cooperação internacional e estimular novos talentos.

Brasil ganha premio internacional em concurso de jovens cientistas da UE - Ciencia - iG

Brasil ganha premio internacional em concurso de jovens cientistas da UE - Ciencia - iG

Neurocientista brasileiro recebe premio nos EUA - Ciencia - iG

Neurocientista brasileiro recebe premio nos EUA - Ciencia - iG


O neurocientista Miguel Nicolelis, da Universidade de Duke (EUA) foi um dos escolhidos para receber o prêmio Transformative R01 Award, de US$ 4 milhões (R$ 6,8 milhões), dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH, na sigla em inglês). Os recursos serão aplicados no desenvolvimento da nova terapia para o mal de Parkinson, área de estudo que vem mobilizando o pesquisador há alguns anos.
O brasileiro é o primeiro cientista a receber dois prêmios do instituto no mesmo ano. Dois meses atrás, ele ganhou o Pioneer Award, de US$ 2,5 milhões (R$ 4,3 milhões), para investir em suas pesquisas no campo da interface cérebro-máquina.
O prêmio, anunciado hoje (30), irá financiar a pesquisa de Nicolelis para o desenvolvimento de uma terapia nova, menos invasiva, para o tratamento da doença de Parkinson - o desenvolvimento de um dispositivo protético projetado para melhorar a coordenação motora de pacientes em estados avançados da doença.

    A Importancia Da Avaliação No Ensino Fundamental



    A Importancia Da Avaliação No Ensino Fundamental

    Preconceito familiar é uma das barreiras para inserção de pessoas com deficiência no ensino


    Inicio - Agencia Brasil


    Da Agência Brasil

    Brasília - O preconceito dos parentes ainda é uma barreira para a plena inserção de pessoas com deficiência na sociedade e, principalmente, na escola. Pesquisa feita entre outubro de 2008 e outubro de 2009, com 190 mil famílias que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC), mostrou que 52% das famílias acreditam que não adianta colocar o deficiente na escola. O BPC atende a idosos que não recebem nenhum tipo de auxílio previdenciário e a pessoas com deficiência, incluindo crianças e adolescentes, oferecendo um salário mínimo.

    Para tentar mudar essa realidade, o Ministério da Educação reuniu hoje (17), em Brasília, especialistas dos ministérios do Desenvolvimento Social (MDS) e da Saúde, além de representantes do Ministério Público e da Secretaria dos Direitos Humanos para traçar ações que ajudem na inserção de pessoas com deficiência na escola. Para isso, foi instituído o programa BPC na Escola.

    A diretora do Departamento de Benefícios Assistenciais do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Maria José de Freitas, disse que o intuito do programa é de identificar barreiras sociais no dia a dia. Segundo ela, a iniciativa deverá combater as desigualdades e o preconceito que os deficientes encontram para ter acesso à educação.

    “A ideia do BPC na Escola é promover e garantir a permanência das crianças nas escolas, tendo como eixo principal a identificação de crianças que estão fora da escola e quais as barreiras que as impedem de estudar ou, em alguns casos, de continuarem no ambiente escolar. A ação articulada é uma maneira de confrontar essa realidade e trazer soluções a esse grupo”, disse.

    A pesquisa também indicou que 68% dos beneficiários atualmente vão à escola; 18% já foram, mas hoje estão fora da sala de aula, enquanto 14% nunca frequentaram o ambiente escolar. O programa BPC foi estendido à assistência escolar a fim de oferecer subsídios aos portadores de deficiência no acesso à educação.
    Outro dado importante da pesquisa destaca a dependência das pessoas com deficiência para ir à escola. De acordo com o levantamento, 80% dos beneficiários que frequentaram a escola precisavam de alguém que os levassem, e dos que estão matriculados, 73,6% necessitam de um acompanhante.

    Atualmente cerca de 2,6 mil municípios brasileiros, equivalente a 47% do total, têm o programa BPC. De acordo com a diretora, a ideia é capacitar mais técnicos para que o acesso à iniciativa abranja todos os municípios.


    Edição: Lílian Beraldo e Juliana Andrade

    EDUCAÇÃO ESPECIAL - TESES E DISSERTAÇÕES DA U E R J

    http://www.eduinclusivapesq-uerj.pro.br/

    Entrevista: Alberto Bial e uma nova forma de encarar a vida | Sexto Homem

    Entrevista: Alberto Bial e uma nova forma de encarar a vida | Sexto Homem

    Sexto Homem > Jogos Mundiais Militares > Novo Basquete Brasil > Entrevista: Alberto Bial e uma nova forma de encarar a vida

    Entrevista: Alberto Bial e uma nova forma de encarar a vida

    Por: Colin Foster

    Publicado em 27/9/2010, 1:49 pm

    Era dia 16 de julho de 2010, fase inicial de treinamentos do Joinville, quando, de repente, o técnico Alberto Bial sente-se tonto e desaba em cima do recém-chegado pivô Coloneze. Preocupação geral, o atendimento médico foi logo chamado e na sequência trouxe a notícia de que Bial sofrera um Acidente Isquêmico Transitório (AIT), perturbação no funcionamento do cérebro causado por uma deficiência transitória do aporte sanguíneo, uma espécie de pré-AVC (Acidente Vascular Cerebral).

    Depois de alguns dias hospitalizado, o comandante pôde retomar suas atividades. Mas com cuidados que o permitiram novas extravagâncias, desta vez, na forma de ver a vida. Confira abaixo entrevista exclusiva com o treinador medalha de bronze nos Campeonato Mundial Militar, as expectativas para os Jogos do Rio em 2011 e a possível presença de Leandrinho.

    Sexto Homem: O susto levado com o AIT fez você mudar sua concepção da vida?

    Alberto Bial: Sim. Essas situações mostram como o ser humano é frágil e despertam aquele sentimento de valorização da vida. Você passar por um problema desses e pouco tempo depois já poder trabalhar sem sequelas te fazem ver a vida de uma forma muito maior, tudo é mais alegre, mais feliz, qualquer suspiro ou aroma sentido se torna mais importante. Qualquer bate-papo é mais gostoso.

    SH: Você valoriza muito o seu país, tem um sentimento nacionalista muito forte e, talvez por isso, tenha sido escolhido para ser treinador da Seleção Brasileira Militar. Como foi essa primeira experiência e como foi ver atletas se tornando oficiais?

    AB: Trabalhei, por muitos anos na minha vida, com militares e adoro a forma como eles encaram as responsabilidades, a disciplina e a hierarquia. Mas, além disso, o mais legal é lidar com o basquetebol, seja ele militar, civil, feminino… é basquete, e isso é o mais importante para mim. Reunimos jogadores com vida militar recente e mostramos par eles que esse caminho pode ser muito favorável como atletas e pode trazer lições importantes para a pessoa deles. A única forma que temos de representar o Brasil é através da nossa profissão, e acredito que fizemos uma boa representação. Fiquei muito feliz com o bronze, é um resultado que eu já conquistei também num Mundial Universitário.

    Equipe que conquistou o bronze no Mundial Militar. Foto: Divulgação

    Educação Inclusiva - U E R J

    Educação Inclusiva

    Inclusão social e escolar de alunos com 

    necessidades educacionais: práticas 

    pedagógicas, cultura escolar e aspectos psicossociais

    APRESENTAÇÃO
     – ProPEd, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro
     (UERJ), o objetivo desse grupo é desenvolver estudos 
    e pesquisas sobre Educação Inclusiva, com ênfase nos 
    processos escolares e sociais que permeiam a 
    implementação dessa proposta nas escolas brasileiras, 
    visando a superar o distanciamento entre as políticas 
    públicas de inclusão e as práticas de educação formal.
     O foco das investigações se volta para a análise e 
    desenvolvimento de estratégias de ensino-aprendizagem 
    que viabilizem a inclusão de alunos com necessidades
     educacionais especiais, sobretudo deficiências e
     condutas típicas no ensino regular, bem como a 
    formação continuada de educadores e gestores escolares.


    DISSERTAÇÕES

    Políticas e Estratégias de Atendimento Educacional para Alunos com Necessidades Educacionais Especiais no Município do Rio de Janeiro, Brasil, suas Implicações para o Desenvolvimento da Educação Inclusiva em Cabo Verde.
    Autor: Vitorino de Pina Ramos
    Defesa: Setembro de 2009

    Avaliação de necessidades educacionais especiais: construindo uma nova prática educacional
    Autor: Mércia Cabral de Oliveira
    Defesa: Agosto de 2008

    Orquestrar a gestão escolar para respostas educativas na diversidade
    Autor: Luciane Porto Frazão de Sousa
    Defesa: Agosto de 2007

    Uma leitura sociológica da construção do espaço escolar à luz do paradigma da Educação Inclusiva
    Autor: Katiuscia C. Vargas Antunes
    Defesa: Julho de 2007

    Rompendo a barreira do silêncio: interações de uma aluna surda incluída em uma classe do ensino fundamental
    Autor: Vera Lucia Lopes Dias
    Defesa: Novembro de 2006

    Concepção do Professor sobre o aluno com seqüela de paralisia cerebral e sua inclusão no ensino regular
    Autor: Cleide Câmara
    Defesa: Setembro de 2005

    A prática da inclusão de alunos com necessidades educativas especiais em classe regular: um estudo de caso com abordagem etnográfica
    Autor: Katia Machado
    Defesa: Agosto de 2005

    O Professor Itinerante como Suporte para Educação Inclusiva em Escolas da Rede Municipal de Educação do Rio de Janeiro
    Autor: Márcia Pletsch
    Defesa: Fevereiro de 2005

    TESES

    Repensando a inclusão escolar de pessoas com deficiência mental: diretrizes políticas, currículo e práticas pedagógicas
    Autor: Márcia Pletsch
    Defesa: Março de 2009

    A Educação Inclusiva no Município de Niterói(RJ): das propostas iniciais às experiências em sala de aula - o desafio da bidocência
    Autor: Rejane Fontes
    Defesa: Outubro de 2007

    Retratos e imagens das vivências inclusivas de dois alunos com autismo em classes regulares.
    Autor: Maryse Suplino
    Defesa: Fevereiro de 2007

    MONOGRAFIAS

    A Educação Inclusiva em uma Unidade do Colégio Pedro II – Um Estudo de Caso
    Autor: Mariana Cardoso Meirelles da Costa
    Defesa: Agosto de 2009

    Intervenções realizadas com estudantes que apresentam necessidades educacionais especiais em busca de uma educação inclusiva: a percepção de uma bolsista de iniciação a docência
    Autor: Priscilla dos Santos Moreira
    Defesa: Março de 2009

    Inclusão de Portadores de Necessidades Especiais na Educação Infantil: uma visão dos Professores.
    Autor: Felipe Cariscio
    Defesa: Julho de 2005



    Educação Inclusiva - U E R J

    Educação Inclusiva

    Inclusão social e escolar de alunos com necessidades educacionais: práticas pedagógicas, cultura escolar e aspectos psicossociais

    APRESENTAÇÃO

    Vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Educação – ProPEd, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), o objetivo desse grupo é desenvolver estudos e pesquisas sobre Educação Inclusiva, com ênfase nos processos escolares e sociais que permeiam a implementação dessa proposta nas escolas brasileiras, visando a superar o distanciamento entre as políticas públicas de inclusão e as práticas de educação formal. O foco das investigações se volta para a análise e desenvolvimento de estratégias de ensino-aprendizagem que viabilizem a inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais, sobretudo deficiências e condutas típicas no ensino regular, bem como a formação continuada de educadores e gestores escolares.

    Pro-Acesso Desenho Universal

    Pro-Acesso Desenho Universal



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    /PROARQ/ FAU/ UFRJ
    O Núcleo Pro-acesso é um grupo pioneiro
    no país dedicado à pesquisa, ao ensino,
    ao planejamento e ao projeto inclusivo,
     buscando a integração sócio-espacial das
     pessoas com deficiência por meio de um
     design universal que reduza as barreiras
     à acessibilidade. Vinculado ao Programa de
     Pós-Graduação em Arquitetura da
    Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
     da Universidade Federal do Rio de Janeiro,
     o Núcleo desenvolve atividades de pesquisa,
     ensino e extensão.

    Rede mulher com deficiencia - feminismo, deficiencias, inclusao, exde Mulher periencias, partilhas

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    O QUE É JOGO - Coordenação webmotora

    Coordenação webmotora


    O que é jogo?







    Johan Huizinga disse em seu livro Homo Ludens: “Os animais brincam tal como os homens. Bastará que observemos os cachorrinhos para constatar que, em suas alegres evoluções, encontram-se presentes todos os elementos essenciais do jogo humano... o que é mais importante, eles, em tudo isto, experimenta evidentemente imenso prazer e divertimento. Essas brincadeiras dos cachorrinhos constituem apenas uma das formas mais simples de jogo entre os animais. Existem outras formas muito mais complexas, verdadeiras competições, belas representações destinadas a um público...

    E-mail de iG Mail - Utilidade Publica. - sergiojdcastro@ig.com.br

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    DEFICIÊNCIA MENTAL x DEFICIÊNCIA INTELECTUAL (�`�._.�[ Aprendendo com as Diferen�as ]�._.���)

    (�`�._.�[ Aprendendo com as Diferen�as ]�._.���)



    Para esclarecer, hoje o termo usado para Deficiência Mental é Deficiência Intelectual, logo abaixo explico melhor.

    Muitas pessoas confundem achando que Doença Mental é a mesma coisa que Deficiência Mental, vamos esclarecer então...

    Doença Mental há duas classificações básicas: as neuroses - toda psicopatologia leve, onde a pessoa mesmo que vaga, têm a noção de seu problema (TOC, Sindrome do Pânico, Fobias, Depressão...) e as psicoses - fuga da realidade (esquizofrenia, transtorno bipolar...)

    Deficiência Intelectual (anteriormente chamada de Deficiência Mental) segundo conceito da Associação Americana de Deficiência mental, trata-se de um funcionamento intelectual inferior à média (QI), associado a limitações adaptativas em pelo menos duas áreas de habilidades (comunicação, autocuidado, vida no lar, adaptação social, saúde e segurança, uso de recursos da comunidade, determinação, funções acadêmicas, lazer e trabalho), com início antes dos 18 anos.



    Em 1995 o simpósio Intellectual Disability:Programs, Policies and Planning for The Future da Organização das Nações Unidas – ONU, altera o termo deficiência mental por deficiência intelectual, no sentido de diferenciar mais claramente a deficiência mental da doença mental (quadros psiquiátricos não necessariamente associados a déficit intelectual). 


    Em 2004, em evento realizado pela Organização Mundial de Saúde e Organização Pan-Americana da Saúde o termo deficiência é consagrado com o documento "DECLARAÇÃO DE MONTREAL SOBRE DEFICIÊNCIA INTELECTUAL”.